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Salve vidas em vida: seja um doador de medula óssea

O Dia Mundial do Doador de Medula Óssea é celebrado no dia 21 de setembro. O transplante pode beneficiar pacientes com inúmeras doenças, como portadores de leucemias, síndromes mielodisplásicas, mielofibrose, dentre outras patologias.

“O transplante pode ser de origem autóloga, quando a medula óssea doada provém do próprio paciente. No ano passado, realizamos 73 transplantes dessa modalidade no Instituto Mário Penna. Existe também o transplante de medula óssea alogênico, que é quando a medula óssea doada provém de outra origem. Nesses casos, precisamos recorrer aos familiares do paciente ou ao REDOME (Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea), para obtermos uma medula que seja compatível. Muitas vezes, o transplante é a única possibilidade de tratamento para melhora da sobrevida ou mesmo cura do paciente. Portanto, quanto maior o número de doadores cadastrados, maiores as chances de encontrarmos alguém compatível e salvarmos vidas”, ressalta Dra. Mariana Cerqueira de Azevedo Neves, médica Hemoterapeuta da Agência Transfusional do Instituto Mário Penna.

COMO SE TORNAR UM DOADOR:

– Procure o hemocentro do seu estado e agende uma consulta de esclarecimento ou palestra sobre doação de medula óssea.

– O voluntário à doação irá assinar um termo de consentimento livre e esclarecido (TCLE), e preencher uma ficha com informações pessoais. Será retirada uma pequena quantidade de sangue (10ml) do candidato a doador. É necessário apresentar o documento de identidade.

– O seu sangue será analisado por exame de histocompatibilidade (HLA), um teste de laboratório para identificar suas características genéticas que vão ser cruzadas com os dados de pacientes que necessitam de transplantes para determinar a compatibilidade.

– Os seus dados pessoais e o tipo de HLA serão incluídos no Registro Nacional de Doadores Voluntários de Medula Óssea (REDOME).

– Quando houver um paciente com possível compatibilidade, você será consultado para decidir quanto à doação. Por este motivo, é necessário manter os dados sempre atualizados.

– Para seguir com o processo de doação serão necessários outros exames para confirmar a compatibilidade e uma avaliação clínica de saúde.

– Somente após todas estas etapas concluídas o doador poderá ser considerado apto e realizar a doação.

COMO É FEITA A DOAÇÃO?

– A doação é um procedimento que se faz em centro cirúrgico, sob anestesia peridural ou geral, e requer internação de 24 horas.

– A medula é retirada do interior de ossos da bacia, por meio de punções.

– O procedimento leva em torno de 90 minutos.

– A medula óssea do doador se recompõe em apenas 15 dias.

– Nos primeiros três dias após a doação pode haver desconforto localizado, de leve a moderado, que pode ser amenizado com o uso de analgésicos e medidas simples.

– Normalmente, os doadores retornam às suas atividades habituais depois da primeira semana após a doação.

Há outro método de doação chamado coleta por aférese. Neste caso, o doador faz uso de uma medicação por cinco dias com o objetivo de aumentar o número de células-tronco (células mais importantes para o transplante de medula óssea) circulantes no seu sangue. Após esse período, a pessoa faz a doação por meio de uma máquina de aférese, que colhe o sangue da veia do doador, separa as células-tronco e devolve os elementos do sangue que não são necessários para o paciente. Não há necessidade de internação nem de anestesia, sendo todos os procedimentos feitos pela veia.

A decisão sobre o método de doação mais adequado é exclusiva dos médicos assistentes, tanto do paciente quanto do doador, e será avaliada em cada caso.

Para se cadastrar como doador, acesse hemominas.mg.gov.br ou no MG APP.

Você pode salvar vidas em vida!

*Com informações do Hemominas

Orientação para pacientes e acompanhantes durante a Pandemia

Com o objetivo de prevenir a transmissão da COVID-19 e seguindo as orientações do Ministério da Saúde, as visitas no Hospital Luxemburgo estão suspensas.

Não serão permitidos acompanhantes para pacientes suspeitos ou confirmados de COVID-19. Casos em que seja essencial para o bem-estar físico ou emocional do paciente e naqueles em que o direito a um acompanhante está garantido por lei, serão avaliados individualmente.

Informações importantes:

  • O paciente em suspeita/confirmação de COVID-19 será internado em um setor exclusivo, com acesso restrito de pessoas;
  • Não é recomendado que pessoas acima de 60 anos com comorbidades (como doenças respiratórias, cardíacas, diabetes) ou imunosuprimidas permaneçam como acompanhantes;
  • O acompanhante deverá permanecer dentro do quarto do paciente du­rante todo o período de internação;
  • A troca de acompanhantes não será permitida;
  • Todas as refeições serão servidas no quarto;
  • Não será permitido sair do quarto e transitar pelo corredor;
  • Uma campainha estará disponível para acionar a equipe de enfermagem sempre que necessário;
  • Lave frequentemente as mãos com água e sabão e/ou utilize o álcool em gel 70%.
  • O acompanhante deverá usar máscara cirúrgica sempre que se apro­ximar do paciente a uma distância menor que 01 (um) metro;
  • Pratique a etiqueta respiratória: cubra boca e nariz com o braço ao tossir/espirrar ou use lenço descartável. Descarte após o uso e higie­nize suas mãos;
  • Evite tocar olhos, nariz e boca com as mãos não higienizadas;
  • Não compartilhe objetos de uso pessoal;
  • Mantenha a janela do quarto aberta para melhorar a ventilação do ambiente.

Todas estas medidas serão adotadas para sua segurança, da comunidade e dos profissionais de saúde. Contamos com vocês para diminuir ao máximo o risco de transmissão do novo coronavírus.

Contem com nossa equipe.

Estamos aqui com vocês e por vocês!

Mário Pena Conecta: especialistas do Instituto participam de lives sobre o enfrentamento ao coronavírus

Lançamos na última quarta-feira (3) o Mário Penna Conecta, que são lives com especialistas do Instituto Mário Penna. A nossa ideia é levar segurança e tranquilidade para quem está enfrentando o câncer em tempos de coronavírus.

Na primeira edição, a conversa foi com o Dr. Rodrigo Vieira, Gerente Geral do Instituto Mário Penna. Ele falou, principalmente, dos cuidados que a Instituição adotou para enfrentar a pandemia da Covid-19 e tirou dúvidas de quem estava assistindo. Quem não conseguiu acompanhar, pode assistir pelo Instagram do Instituto Mário Penna, no IGTV, ou pelo canal do Youtube.

Na próxima quarta-feira, dia 10 de junho, às 18h, a segunda edição do Mário Pena Conecta será com a Dra. Reni Moreira, Gerente Médica do Hospital Luxemburgo. O tema é “Cirurgias em tempos de pandemia”.

Compartilhe essa novidade e participe!

Proteção: máscaras são doadas para colaboradores do Instituto Mário Penna

O desejo de retribuir o trabalho feito pela equipe do Instituto Mário Penna, motivou a Epidemiologista Eliane de Freitas Drumond, a doar para a instituição cerca de 100 máscaras do modelo Face Shield, ou escudo facial. “Fiz a doação devido a necessidade de proteção dos profissionais de saúde e da importância do Instituto no atendimento aos pacientes, principalmente os oncológicos”, explicou. Eliane, que trabalha no Registro Hospitalar de Câncer do Hospital Luxemburgo, falou sobre o coronavírus. “É importante ressaltar que a doença pode evoluir com gravidade, mesmo para quem não tem fator de risco conhecido.  E, até o momento, a única forma de evitá-la é por meio das medidas de proteção individual, como lavagem de mãos e uso de máscaras, principalmente, e coletiva, que é o isolamento social”, completou.

Proteção também é a palavra de ordem para o Coren/MG, Conselho Regional de Enfermagem de Minas Gerais, que doou 100 máscaras N95 para o Instituto.

O acessório vai ser usados pro profissionais de enfermagem do Hospital Luxemburgo do Pronto Atendimento, da Unidade de Internação e do Centro de Terapia Intensiva. As máscaras  com o dinheiro que os profissionais de enfermagem pagam de anuidade ao Coren.

Instituto Mário Penna adota medidas para o enfrentamento ao coronavírus

Para preservar pacientes e colaboradores, o Instituto Mário Penna adotou medidas preventivas ao coronavírus. Além da criação de um comitê de enfrentamento à doença, a instituição também adotou algumas medidas que já estão sendo colocadas em prática desde segunda-feira (16).

Em relação às consultas eletivas, todas aquelas já marcadas deverão ser reagendadas. Já em relação às visitas, está proibida a entrada de visitantes e acompanhantes acima de 65 anos e de qualquer pessoa que apresente sintomas gripais.

As visitas foram reduzidas a uma pessoa por paciente e com duração máxima de uma hora. Além disso, os visitantes devem se dirigir apenas para o leito do seu paciente, não sendo permitido transitar por outros setores.

 

 


 

Casos suspeitos 

 

Apesar de ter recebido apenas um paciente com caso suspeito de covid-19, a doença causada pelo coronavírus, o Instituto Mário Penna adotou um novo modelo de triagem, como explica o Médico Infectologista e Coordenador do Serviço de Controle de Infecção Hospitalar do Instituto Mário Penna, Flávio de Souza Lima.

 

“Aquele paciente que apresentar sintoma gripal, deverá avisar aos nossos colaboradores e serão encaminhados a uma triagem, com profissionais devidamente orientados e todo o material específico que é recomendado neste caso”, explicou.

 

Além das medidas, o Instituto também decidiu pela suspensão provisória dos estágios e de eventos dentro das unidades de saúde. Apesar das mudanças, os pacientes oncológicos serão atendidos normalmente na primeira consulta, procedimentos, retornos cirúrgicos e nos agendamentos de radioterapia e quimioterapia.

Olá, como podemos ajudar?