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No dia do fonoaudiólogo, o Instituto Mário Penna tem muitos motivos para comemorar. A fonoaudióloga da instituição Flávia Fiorini, foi a escolhida entre todos os profissionais de Minas Gerais para representar o estado no evento #DiadoFono.

O encontro será realizado hoje, 09, em São Paulo, pela Atos Medical Brasil com participação especial da Sociedade Brasileira de Cirurgia Cabeça e Pescoço, Sociedade Brasileira de Fonoaudiologia e Associação de Câncer de Boca e Garganta e reunirá grandes profissionais da área como a Dra.Mara Behlau, Dra. Elizabete Carrara (A.C Camargo/SP) e Dra.Andressa Freitas (INCA/RJ).

Na programação, a profissional do Instituto Mário Penna apresentará o painel “Papel da Fonoaudióloga na minha instituição e região”, além de expor o trabalho desenvolvido pela equipe da fonoaudiologia junto ao Coral de Laringectomizados, sob a coordenação da Humanização. “A reabilitação dos pacientes do Coral é um trabalho de toda a equipe e que realizo com muito amor. São pacientes que perderam a voz e encontraram na música um novo sentido para a vida”.

Promover os ensaios e acompanhar os pacientes do Coral nas apresentações é apenas uma das atividades da Fonoaudiologia do IMP. A equipe do Instituto é formada por quatro profissionais que acompanham diariamente os pacientes internados no hospital Luxemburgo com problemas de fala, mastigação e deglutição, além dos que se encontram no Centro de Terapia Intensiva (CTI). “Nossa equipe atua tanto no pré-tratamento, verificando a via alimentar para que o paciente possa ser bem nutrido, quanto durante o tratamento prevenindo sequelas, e após a alta hospitalar acompanhando e orientando o paciente para devolver a ele o máximo da normalidade no que se refere a deglutição e a comunicação”, explicou Aline Lamounier, fonoaudióloga do Instituto Mário Penna e Líder da equipe.

Os tumores localizados na região de cabeça e pescoço, sistema nervoso central, tórax ou mesmo abdômen, independente da forma como são tratados, podem levar ao comprometimento direto das estruturas da fala ou da deglutição, como por exemplo a retirada da língua, ou indireto quando a lesão dos nervos é causada pelo próprio tumor.

Ela ainda conta que o atendimento fonoaudiológico nem sempre vem à mente quando se pensa em um tratamento do câncer, porém, muitos tratamentos cirúrgicos e até mesmo a radioterapia podem deixar sequelas, além da dificuldade para engolir e falar. “Além de sequelas comuns em pacientes que ficam, por exemplo, muito tempo intubado, o paciente oncológico tem algumas especificidades devido ao tratamento radioterápico e quimioterápico como o enrijecimento da laringe, dificuldade para abertura da boca e alterações na comunicação. Temos ainda aqueles que passaram por alguma cirurgia de cabeça e pescoço, como os pacientes do nosso Coral, que precisam de um cuidado ainda mais especial.”

 

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