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NÚCLEO DE ENSINO, PESQUISA E INOVAÇÃO

Notícias de: Núcleo de Ensino e Pesquisa (NEP)

23set2026
Autor Nádia Prado Categorias Instituto Mário Penna, Notícias Gerais, Núcleo de Ensino e Pesquisa (NEP) Deixe um comentário

Pesquisas do Mário Penna conquistam 1º lugar em congresso mineiro e Menção Honrosa em estudo sobre câncer de mama

Duas pesquisas desenvolvidas por alunas de iniciação científica do Instituto Mário Penna foram reconhecidas em importantes eventos científicos. Ana Luísa Barbosa Silva conquistou o primeiro lugar na apresentação de trabalhos do Congresso Mineiro de Ginecologia da Sociedade de Ginecologia e Obstetrícia de Minas Gerais (SOGIMIG), enquanto Dayane Freitas Diniz recebeu Menção Honrosa na modalidade Apresentação Oral – Categoria Graduandos, durante o XVIII Curso de Inverno em Imunologia. Os trabalhos abordam, respectivamente, os desafios do tratamento de um tumor raro e as características moleculares do câncer de mama.

As conquistas refletem o trabalho desenvolvido pelo Núcleo de Ensino e Pesquisa (NEPI) do Instituto Mário Penna, que promove a formação científica de estudantes e estimula a produção de conhecimento voltado aos desafios da oncologia.

Estudo aborda tumor raro e preservação da fertilidade

O trabalho apresentado por Ana Luísa, intitulado “Desafios no manejo oncológico e reprodutivo de paciente portadora de tumor do seio endodérmico: um relato de caso”, foi desenvolvido em colaboração com pesquisadores do NEPI.

O estudo analisa o caso de uma paciente de 18 anos diagnosticada com tumor do seio endodérmico, uma neoplasia maligna rara originada de células germinativas primitivas. Esse tipo de tumor representa cerca de 1% das neoplasias malignas do ovário e acomete principalmente mulheres jovens, tornando a preservação da fertilidade um desafio importante durante o tratamento.

Os tumores de células germinativas do ovário incluem diferentes tipos, como disgerminoma, tumor do seio endodérmico, carcinoma embrionário, coriocarcinoma e teratoma. Entre os marcadores utilizados no acompanhamento do tumor do seio endodérmico está a alfafetoproteína (AFP), cuja variação pode auxiliar na avaliação da resposta ao tratamento.

No caso estudado, a paciente foi encaminhada à ginecologia oncológica após uma cirurgia de urgência devido à torção de um cisto anexial com suspeita de malignidade. Os exames identificaram uma volumosa massa pélvica e níveis elevados de AFP, além de alterações observadas em tomografias, incluindo lesões compatíveis com disseminação da doença. O diagnóstico foi de tumor do seio endodérmico em estádio IV.

O tratamento foi realizado com quatro ciclos de quimioterapia pelo esquema BEP, que combina bleomicina, etoposídeo e cisplatina. Ao final, os níveis de AFP apresentaram redução significativa, passando de 7.686 ng/mL para 6,2 ng/mL. A paciente também apresentou resposta completa, sem lesões mensuráveis na tomografia, e foi indicada uma cirurgia complementar.

Entretanto, o procedimento foi suspenso após a confirmação de uma gestação não planejada, identificada dois meses depois do término da quimioterapia. Após discussão sobre as possibilidades, a paciente optou por manter a gravidez. Em 2024, seis meses após o parto, foi submetida a cirurgia, que incluiu histerectomia total, anexectomia direita, omentectomia infracólica e ressecção do peritônio. O estudo anatomopatológico não identificou malignidade.

A paciente permaneceu em acompanhamento ambulatorial, sem evidências de recidiva. O caso reforça a importância da avaliação individualizada na definição da conduta terapêutica, especialmente em pacientes jovens, considerando tanto o controle da doença quanto os aspectos reprodutivos.

O estudo também destaca a elevada sensibilidade dos tumores do seio endodérmico ao esquema BEP e os avanços no tratamento dessas neoplasias, que têm contribuído para melhores prognósticos e ampliado as possibilidades de preservação da fertilidade em pacientes com desejo reprodutivo.

Pesquisa investiga características moleculares do câncer de mama

A segunda conquista foi alcançada por Dayane Freitas Diniz, reconhecida com Menção Honrosa durante o XVIII Curso de Inverno em Imunologia.

O trabalho, intitulado “Caracterização do perfil mutacional de pacientes com câncer de mama Luminal B por sequenciamento de nova geração”, recebeu destaque na modalidade Apresentação Oral – Categoria Graduandos, em reconhecimento à qualidade da apresentação e à relevância científica da pesquisa.

O estudo investiga o perfil mutacional de pacientes com câncer de mama do subtipo Luminal B por meio do sequenciamento de nova geração, técnica que permite analisar alterações genéticas presentes nos tumores.

A pesquisa contribui para ampliar o conhecimento sobre as características moleculares desse subtipo de câncer de mama e pode ajudar a aprofundar a compreensão dos mecanismos envolvidos na doença e nos desafios relacionados ao tratamento oncológico.

NEPI alia formação, pesquisa e assistência

Os reconhecimentos conquistados pelas estudantes destacam a atuação do Núcleo de Ensino e Pesquisa do Instituto Mário Penna na formação de novos pesquisadores e na produção de conhecimento aplicado à oncologia.

Ao aproximar estudantes da pesquisa científica, o NEPI cria oportunidades para o desenvolvimento acadêmico e para a participação em estudos que partem de questões relevantes para a prática oncológica. Essa integração entre formação, investigação científica e assistência fortalece a produção de conhecimento dentro da instituição.

Para o Instituto Mário Penna, os resultados também representam o trabalho conjunto de estudantes, pesquisadores e orientadores, que contribuem para o avanço da ciência e para a formação de profissionais preparados para os desafios da oncologia.

O Instituto Mário Penna parabeniza Ana Luísa, Dayane e todos os pesquisadores e orientadores envolvidos nas pesquisas e nas conquistas, que reforçam o compromisso da instituição com a ciência, a formação e a inovação a serviço da vida.

30jun2026
Autor Gabriele Brito Categorias Ensino, Pesquisa e Inovação, Instituto Mário Penna, Não categorizado, Notícias Gerais, Núcleo de Ensino e Pesquisa (NEP)

Café com Ciência debate avanços da biologia molecular e desafios da assistência a pacientes com leucemia no SUS

No dia 18 de junho, o Núcleo de Ensino, Pesquisa e Inovação da Rede Mário Penna promoveu a 18ª edição do Café com Ciência, reunindo especialistas, pesquisadores, profissionais da saúde e representantes da indústria para discutir os avanços da biologia molecular e sua aplicação na prática clínica voltada aos pacientes com leucemia. O encontro foi realizado no auditório da PUC Minas Lourdes e teve como tema central: “Da Biologia Molecular à Prática Clínica: Superando Barreiras no SUS em prol da qualidade da assistência aos pacientes com leucemia”.

A abertura do evento contou com a participação do Dr. Virgílio Baião Carneiro, diretor do Núcleo de Ensino, Pesquisa e Inovação da Rede Mário Penna, e de Soraya Grossmann, diretora do Instituto de Ciências Biológicas e da Saúde da PUC Minas. Na sequência, especialistas compartilharam diferentes perspectivas sobre o diagnóstico e o tratamento das leucemias.

O biomédico e professor do Departamento de Biomedicina da PUC Minas, Aislander Junio da Silva, abordou os fundamentos biológicos da doença e destacou a importância da conscientização sobre o tema: “É um grande prazer poder falar um pouco sobre biologia das leucemias, que entra nesse contexto do mês relacionado ao Junho Laranja, que é o mês de conscientização sobre leucemias e anemias.”

Na sequência, Bruno Zagonel Piovezan, Subject Matter Expert da Sophia Genetics, apresentou os impactos da genômica na hemato-oncologia. O professor Adriano de Paula Sabino trouxe avanços relacionados à leucemia linfocítica crônica e às contribuições da pesquisa translacional para o desenvolvimento de novas abordagens terapêuticas.

Encerrando o ciclo de palestras, o hematologista do Hospital Luxemburgo, Dr. Frederico Lisboa Nogueira, destacou o impacto da biologia molecular no diagnóstico e manejo da leucemia mieloide aguda.

Além das apresentações, o público participou de uma discussão mediada por Carolina Pereira de Souza Melo, pesquisadora do Laboratório de Pesquisa Translacional em Oncologia do Instituto Mário Penna. O momento promoveu a troca de experiências entre especialistas e participantes, ampliando o debate sobre os desafios para a incorporação de novas tecnologias e ferramentas genômicas ao Sistema Único de Saúde (SUS).

Ao final do encontro, a Instituição reforçou seu compromisso com a educação continuada, a pesquisa científica e a inovação, destacando o Café com Ciência como um espaço de construção coletiva do conhecimento e fortalecimento da conexão entre ciência e assistência, sempre com foco na qualificação do cuidado oferecido aos pacientes.

22abr2026
Autor Gabriele Brito Categorias Ensino, Pesquisa e Inovação, Notícias Gerais, Notícias Gerais, Oncologia, Núcleo de Ensino e Pesquisa (NEP), Parceiros 2 comentários em Mário Penna realiza 17ª edição do Café com Ciência com foco em inovação e assistência oncológica

Mário Penna realiza 17ª edição do Café com Ciência com foco em inovação e assistência oncológica

No último dia 16, o Núcleo de Ensino, Pesquisa e Inovação do Mário Penna realizou a 17ª edição do Café com Ciência. A primeira edição deste ano teve como tema “Inovações que transformam a prática clínica” e foi sediada no Sicoob Credicom. O evento promoveu discussões relevantes voltadas para a área da saúde, ciência e assistência oncológica.

A edição teve início com um café de boas-vindas, seguido pela cerimônia de abertura. O Café contou com a presença de três prestigiados palestrantes: a Dr. Cristina Libardi, doutora em genética pela FMRP-USP; Dr. Arthur Silva, graduado e mestre pela Universidade Federal de Pelotas, e fechando o ciclo de apresentações, a Dr. Letícia Braga, bióloga e doutora pela UNESP. 

A edição desta quinta possibilitou a troca de saberes, análise crítica e o aprimoramento das ações integradas no combate ao câncer. A primeira palestrante, Dr. Cristiana, abordou o tema “Epigenômica: Novos rumos para a oncologia de precisão”. Já o Dr. Arthur trouxe uma ótica sobre as vantagens e aplicação da Biópsia líquida na oncologia. Por fim, a Dr. Letícia, abordou o tema “Do código ao cuidado: inteligência artificial e medicina de precisão em saúde pública”. 

A mediação do bate-papo final ficou sob o comando do Dr. Marcos André Portela, médico oncologista do Instituto Mário Penna, que conduziu um debate sobre os diversos temas apresentados, trazendo reflexões importantes para o futuro da medicina. 

O Instituto e o Núcleo de Ensino, Pesquisa e Inovação do Mário Penna agradecem aos palestrantes, colaboradores e a todos os participantes que estiveram presentes nesta noite.

7abr2026
Autor Sofia Gontijo Categorias Ensino, Pesquisa e Inovação, Instituto Mário Penna, Notícias Gerais, Núcleo de Ensino e Pesquisa (NEP)

A medicina de precisão: um olhar para a assinatura genética única de cada tumor

A medicina de precisão representa uma mudança importante na forma de tratar o câncer. Em vez de adotar um único tratamento para todos os pacientes, esse modelo considera as características genéticas de cada tumor para definir a melhor estratégia para cada caso. E para que a personalização do cuidado atinja todo o seu potencial, a Inteligência Artificial (IA) atua como a impulsionadora dessa transformação digital na saúde pública. 

O cérebro humano, por mais treinado que seja, tem limitações para analisar rapidamente milhares de dados genéticos e clínicos. É aqui que entra o uso da IA na medicina. O uso de algoritmos inteligentes pode prever como um tumor se comporta, ou seja, se o paciente responderá positivamente a um determinado medicamento.

Um exemplo prático e nacional dessa tecnologia, voltada para o Sistema Único de Saúde (SUS), é o sistema preditivo ElasTag. Uma tecnologia desenvolvida por pesquisadores da UFMG, da Funed, da UFU e da startup OncoTag, em parceria com o Instituto Mário Penna. 

O sistema analisa o perfil genético de pacientes com câncer de ovário ou câncer de mama triplo-negativo e indica a probabilidade de resposta à quimioterapia com platina. Na prática, isso contribui para tratamentos mais adequados, com mais chances de sucesso e menor exposição a efeitos colaterais desnecessários. Para os profissionais de saúde, funciona como apoio na tomada de decisão. Para o SUS, ajuda a evitar o uso de recursos em terapias que não trariam benefício.

Contudo, a rápida adoção da inteligência artificial traz desafios, sendo o principal deles a necessidade de equilibrar a inovação tecnológica com a proteção dos dados, da autonomia e do bem-estar dos pacientes. O avanço tecnológico jamais pode significar uma dependência excessiva das máquinas em detrimento da avaliação e do acolhimento humano.

Para garantir que esse equilíbrio ocorra na prática, é fundamental destacar a recente normatização do uso da Inteligência Artificial (IA) na medicina em todo o território nacional, publicada em 27 de fevereiro de 2026, no Diário Oficial da União, pelo Conselho Federal de Medicina (Resolução CFM nº 2.454/2026). Este marco regulatório assegura o uso ético, seguro e transparente da tecnologia, estabelecendo que a IA deve ser utilizada estritamente como instrumento de apoio.

A resolução protege o paciente ao determinar que ele tem o direito de ser informado de maneira clara, simples e acessível sempre que um sistema de IA for utilizado no seu diagnóstico ou tratamento. Além disso, reforça que a decisão final continua sendo do médico, preservando a relação de confiança, o diálogo e o acolhimento.

Em resumo, a união entre a inteligência artificial e a medicina de precisão não vem para substituir o olhar clínico, mas para potencializá-lo. Ao seguir diretrizes éticas, garantimos que a tecnologia sirva a um propósito central de salvar vidas com equidade, respeito e inteligência.

Texto produzido pela Dra. Letícia Braga – PhD em genética e oncologia experimental, gerente do laboratório de Pesquisa Translacional do Instituto Mário Penna.

24mar2026
Autor Sofia Gontijo Categorias Ensino, Pesquisa e Inovação, Instituto Mário Penna, Notícias Gerais, Núcleo de Ensino e Pesquisa (NEP), Tratamento Oncológico

Câncer colorretal: por que a pesquisa científica é essencial para transformar o futuro do cuidado oncológico

O câncer colorretal está entre os tipos de maior incidência no Brasil e no mundo. A doença afeta o intestino grosso e o reto e, na maioria dos casos, tem início de forma silenciosa, a partir de pequenas lesões chamadas pólipos. Quando detectado precocemente, as chances de tratamento e cura são muito maiores. Nesse cenário, a campanha Março Azul Marinho reforça a importância da prevenção, do diagnóstico precoce e da disseminação de informação qualificada como estratégias fundamentais para o enfrentamento da doença.

Para além desses fatores, a pesquisa científica ocupa papel central na transformação do cuidado oncológico. É graças ao trabalho de pesquisadores que hoje entendemos melhor como o câncer se desenvolve, quais fatores aumentam o risco da doença e quais tratamentos podem ser mais eficazes para cada paciente.

No Brasil, centros de pesquisa e hospitais trabalham juntos para transformar o conhecimento científico em melhores estratégias de diagnóstico, prevenção e tratamento. Um dos pilares desse ecossistema são os biobancos de amostras biológicas, estruturas que garantem o armazenamento ético e seguro de materiais como sangue, tecidos e dados clínicos. Essas amostras permitem investigar novas formas de identificar o câncer mais cedo, descobrir biomarcadores da doença e desenvolver terapias cada vez mais personalizadas.

No Instituto Mário Penna, a pesquisa translacional em oncologia se consolida como o eixo que aproxima o laboratório da realidade do paciente. O uso de materiais armazenados no biobanco da instituição contribui para estudos que ajudam a compreender melhor o câncer colorretal e outros tipos de tumores. Nesse processo, a participação dos pacientes e da população é fundamental para a manutenção do biobanco e para a continuidade das pesquisas realizadas no Instituto.

A participação de pacientes e da sociedade é fundamental para a sustentabilidade desse modelo. A doação de amostras, mediante consentimento e seguindo todas as normas éticas, pode ajudar a acelerar descobertas científicas que beneficiarão muitas pessoas no futuro. Cada amostra analisada representa uma oportunidade concreta de avanço científico.

O desenvolvimento da pesquisa oncológica na região Sudeste ganha ainda mais força com a articulação entre academia e prática assistencial. No Laboratório de Pesquisa Translacional em Oncologia do NEPI/UFSJ, pesquisadores e corpo clínico do Hospital Luxemburgo, como o Dr. Paulo Guilherme, Dra. Alice Capobiango e o Dr. Marcelo Portes, desenvolvem projetos inovadores que combinam biologia molecular, nanotecnologia e inteligência de dados, com foco na qualificação do cuidado ofertado pelo SUS.

No âmbito do Programa de Pós-Graduação em Ciências Morfofuncionais da UFSJ, a equipe investiga o “inflamassoma”, um complexo de proteínas que contribui para compreender como a inflamação influencia o progresso do tumor.

Além disso, em colaboração com a Fiocruz, estudos voltados à análise de citocinas circulantes exploram a dinâmica da resposta imune sistêmica em diferentes estágios do câncer colorretal. Paralelamente, uma parceria com o Centro de Desenvolvimento da Tecnologia Nuclear (CDTN) avança no desenvolvimento de um nanossensor capaz de detectar o marcador tumoral CEA em amostras de urina, representando um potencial avanço em métodos diagnósticos menos invasivos.

Inteligência de Dados e a Importância da Lateralidade no CCR

Um dos pilares dessa rede de pesquisa é o trabalho do Dr. Marcelo Portes, que recentemente foi titulado mestre em ciências da saúde pela Faculdade de Ciências Médicas. Foi desenvolvida por ele uma modelagem prognóstica detalhada da nossa população. Seus dados revelaram descobertas cruciais: as margens cirúrgicas mostraram-se o preditor mais forte de mortalidade em pacientes jovens. Surpreendentemente, o estudo alertou que, pacientes mais jovens apresentaram menor tempo livre de progressão da doença. Essa identificação de fatores relevantes foi realizada com o uso de ferramentas de inteligência artificial (IA).

O projeto mais recente, financiado pela Fapemig por meio do edital Compete Minas, busca levar esse conhecimento ao próximo nível. O objetivo é identificar assinaturas genéticas associadas à lateralidade do câncer nesses pacientes e criar uma ferramenta preditiva baseada em IA, que alia dados clínicos relevantes identificados pelo Dr. Marcelo à caracterização molecular dos tumores. Essa ferramenta poderá ajudar os médicos a monitorar a evolução da doença e a prever a resposta aos tratamentos de primeira linha oferecidos pelo SUS, permitindo uma medicina mais personalizada e eficiente para a população mineira. Alinhado ao seu propósito, o Núcleo de Ensino, Pesquisa e Inovação reafirma seu compromisso com o avanço científico e com a geração de soluções inovadoras que contribuam para transformar o futuro do cuidado oncológico.

Texto escrito por Dra. Flávia Santiago, farmacêutica e doutora em Genética pela UFMG, pós-doutoranda do Laboratório de Pesquisa Translacional em Oncologia do Mário Penna.

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