Reunião Multidisciplinar reúne corpo clínico para aprimorar atendimento aos pacientes

A Comissão de Residência Médica (COREME) do Instituto Mário Penna vem realizando Reuniões Multidisciplinares virtuais com intuito de promover discussões de casos clínicos atendidos na instituição e, assim, proporcionar a atualização dos médicos.

Segundo Dr. Ellias Lima, médico oncologista e Coordenador da COREME, o objetivo é aproximar o corpo clínico, fomentar a residência médica, planejar tratamentos de forma multidisciplinar, atualizar e promover conhecimento.

“A primeira reunião foi um sucesso. Envolvemos um residente que apresentou um caso clínico da instituição no qual precisávamos de definir a conduta multidisciplinar no caso. Posteriormente, ministrei uma revisão da literatura sobre o tema e finalizamos com uma roda de discussão encabeçados pela Dra. Graziella Piló (Oncologista) e Dr. Walter Cabral (Urologista)”; conta Dr. Ellias Lima.

A reunião é online em plataforma digital remota e participam médicos residentes, médicos assistentes e preceptores. Elas acontecerão duas vezes ao mês, com o apoio educacional da indústria farmacêutica.

A próxima já tem data marcada: 20 de abril, com o tema “Atualização no tratamento do câncer colorretal metastático”. O palestrante será Dr. Thiago Felismino, Oncologista clínico do AC Camargo Câncer Center e a moderadora, Dra. Flávia Couto, Oncologista do IMP. O laboratório apoiador desta edição é o Bayer.

Instituto Mário Penna recebe doação de capacetes de respiração artificial

O Instituto Mário Penna recebeu quatro capacetes de respiração facial doados pelo Sindicato dos Servidores de Tributação, Fiscalização e Arrecadação de Minas Gerais (SINFAZFISCO-MG). O capacete Elmo é um mecanismo de respiração artificial que pode reduzir em 60% a necessidade de intubação em leitos de Unidades de Terapia Intensiva (UTIs). O equipamento é um dispositivo de suporte ventilatório não invasivo capaz de manter uma pressão positiva contínua nas vias aéreas através da oferta de alto fluxo de oxigênio e ar medicinal, reduzindo consideravelmente o esforço respiratório do paciente.

Segundo a fabricante Esmaltec, o dispositivo possui três ramos, sendo um de entrada de oxigênio, de inspiração, e outro de saída de gás carbônico, de expiração. O terceiro é destinado para a medicação e/ou alimentação do paciente durante o tratamento hospitalar. O fluxo de oxigênio entra no capacete através de uma válvula que abastece uma jarra de umidificação de ar, que joga o fluxo de oxigênio para dentro do capacete, passando por uma filtragem. O Elmo tem internamente uma pressão positiva, que induz o fluxo de ar para dentro do paciente.

“A doação desses capacetes é de extrema importância nesse momento que estamos vivendo com a pandemia. Expandimos o nosso atendimento para atender pacientes com a Covid, cumprindo o nosso dever em contribuir com a sociedade. Agradeço em nome da instituição pelo gesto ímpar do SINFAZFISCO-MG. Esses equipamentos farão toda a diferença no atendimento que prestamos aos nossos pacientes e, assim, nos ajudará salvar ainda mais vidas”; ressalta Marco Antônio Viana leite, Diretor-Presidente do Instituto Mário Penna.

Instituto Mário Penna adota medidas emergenciais e suspensão de visitas

Em virtude do agravamento da pandemia de COVID-19, com altas taxas de transmissão e circulação do SARS CoV-2 no estado de Minas Gerais, e visando a segurança dos pacientes internados, assim como da equipe assistencial, o Hospital Luxemburgo determina:

– Ficam suspensas as visitas para todos os pacientes internados;

– Acompanhantes só serão permitidos para pacientes com prerrogativa legal, como idosos acima de 65 anos, pessoas com deficiência física ou mental, e menores de idade;

– Não serão permitidos acompanhantes idosos, portadores de doenças crônicas que aumentem o risco de desenvolvimento de COVID grave ou acompanhantes com febre ou sintomas respiratórios;

– É obrigatório o uso de máscaras pelos acompanhantes durante toda a permanência no hospital;

– A higienização das mãos deve ser reforçada junto aos acompanhantes;

– O acompanhante deverá permanecer restrito ao leito do paciente, não sendo permitido que entre em contato direto com os demais pacientes da enfermaria;

– Não serão permitidas trocas de acompanhantes durante o período de internação, exceto por motivos excepcionais de força maior.

O objetivo dessas determinações é diminuir a circulação de pessoas no ambiente hospitalar, minimizando o risco de transmissão da COVID-19 nesse momento em que a pressão de transmissão do novo coronavírus se mostra muito acentuada.

O Mário Penna está na linha de frente contra a Covid e precisa que você nos ajude! Fique em casa!

Atuação do pneumologista é fundamental no tratamento do câncer de pulmão

O pneumologista tem um papel primário, fundamental e importante na prevenção do câncer de pulmão e no diagnóstico precoce da doença, identificando pacientes para rastreamento e monitoramento de sintomas.

Muitas pessoas esquecem ou não sabem que o pneumologista trata o câncer de pulmão, mas a equipe multiprofissional também é extremamente importante, incluindo oncologista, cirurgião torácico, pneumologista, radioterapeuta, radiologista intervencionista, medicina nuclear, patologista, enfermeiro, fisioterapeuta, nutricionista, assistente social.

A médica pneumologista, Dra. Paula Cristina Ferreira, ressalta que o pneumologista, na linha de cuidado do câncer de pulmão, atua da seguinte forma:

  • Na prevenção: cessação do tabagismo; afastamento e/ou acompanhamento de outros fatores de risco, como exposição ao asbesto.
  • Na detecção precoce: investigação de nódulo do tórax, se possível com um programa de rastreamento.
  • No preparo pré-operatório (reduzir complicações pulmonares pós-operatórias): otimizar medicação (principalmente inalatória), tratar exacerbação, cessação do tabagismo, suporte nutricional e fisioterapia reabilitação pré-operatória.
  • Na realização da espirometria: exame fundamental na quantificação do risco cirúrgico (medidas objetivas). Esse exame é também indispensável para a aquisição de medicamentos para DPOC (Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica) e asma pela secretaria de saúde.
  • Nos cuidados pós-operatórios, que incluem: intervir em possíveis complicações do tratamento; asma exacerbada por neoplasias e infecções pulmonares.
  • No tratamento da linfangite carcinomatosa e na doença pulmonar intersticial/parenquimatosa por uso de drogas anti-neoplásicas, como a pneumonite, fibrose pulmonar, broncoespasmo, entre outras.

No tratamento do câncer de pulmão, o pneumologista atua em associação com outras especialidades:

  • Clínico/cardiologista: na avaliação de outras comorbidades.
  • Radiologia: realização de tomografia computadorizada de corpo inteiro para rastreamento; PET CT (Tomografia por Emissão de Pósitrons) e Cintilografia de ventilação/perfusão.
  • Cirurgia torácica: abordagem cirúrgica, se for o caso. Realização de broncoscopia para biópsia e coleta de lavado broncoalveolar.
  • Patologia clínica: diagnóstico patológico e genômica em todos os casos.
  • Oncologia e radioterapia: avaliação do tratamento.
  • Cuidados paliativos: o cuidado paliativo deve ser associado ao tratamento curativo no momento do diagnóstico, por meio de decisão compartilhada, isto é, paciente e médico planejam as decisões sobre a terapêutica a ser tomada, buscam a melhora na qualidade de vida e a redução do sofrimento, tanto espiritual como físico e psicológico.

A médica ressalta que todos os exames radiológicos citados, assim como as especialidades médicas relacionadas, são disponibilizados no Hospital Luxemburgo.

“O cigarro é o principal fator de risco para o câncer de pulmão e é uma das principais causas de morte evitável. Apesar de as taxas terem diminuído nos últimos anos, a popularidade de cigarros eletrônicos e “vapers” ainda preocupa os profissionais da saúde”; reforça Dra. Paula Cristina Ferreira.

Devido à redução do tabagismo, foi possível observar uma diminuição na taxa de mortalidade por câncer de pulmão a partir de 2011. Mesmo assim, quase 75% dos pacientes com câncer de pulmão ainda são diagnosticados com câncer localmente avançado ou metastático. No cenário de doença avançada, a expectativa de vida em cinco anos é menor do que 20%, e o tratamento sistêmico ainda é a principal opção terapêutica disponível. Em contraste, aqueles diagnosticados em estágio inicial apresentam taxas de sobrevida em cinco anos de 50-90%.

*Texto escrito pela Dra. Paula Cristina Ferreira

InfoFarma e a atuação na prevenção do câncer de colo do útero

Estamos no mês de prevenção do câncer de colo do útero, Março Lilás, e esse tema é de grande importância para a Farmácia do Instituto Mário Penna. De acordo com a estimativa do Instituto Nacional de Câncer (INCA), o número de casos em 2020 foi de 16.590 pacientes e o número de mortes foi de 6.526 pacientes, sendo a quarta causa de morte por câncer no Brasil.

O risco de desencadeamento desse câncer aumenta com a atividade sexual precoce entre adolescentes, ter múltiplos parceiros e tabagismo. O câncer do colo de útero apresenta alterações celulares, que são descobertas facilmente no exame preventivo (Papanicolau), e são curáveis na quase totalidade dos casos. Por esse motivo, é importante e necessária a realização periódica desse exame.

Os tratamentos disponíveis para o câncer de colo do útero são a eletrocirurgia, cirurgia, a quimioterapia e a radioterapia, e devem ser avaliados pelo médico. Quando o paciente tem indicação para início de tratamento com quimioterapia, no Hospital Luxemburgo, ele passa a ser acompanhado pelo farmacêutico clínico.

O farmacêutico integra a equipe multiprofissional de saúde, que é responsável por realizar a educação em saúde, orientando o paciente sobre as medidas de prevenção e tratamento. Ele informa sobre a necessidade do uso de preservativos (camisinha masculina ou feminina) que previne o contágio pelo HPV pelo contato com a pele e mucosa da vulva, região perineal (região entre as coxas), perianal (região à volta do ânus) e bolsa escrotal. O farmacêutico também orienta que o HPV tem uma alta afinidade por mucosas, podendo acometer a mucosa oral, em caso de sexo oral.

Vale reforçar que as medidas de prevenção são complementares e, por esse motivo, as mulheres já vacinadas, a partir de 25 anos, devem realizar periodicamente o exame de Papanicolau, pois sabe-se que a vacina não protege contra todos os tipos de HPV.

Além disso, o farmacêutico avalia todos os possíveis problemas de saúde do paciente e todos os medicamentos utilizados, de forma holística, no qual refere-se ao cuidado do paciente como um todo, sem fragmentá-lo.

Cuide da sua saúde e de quem você ama!

*Texto escrito pela equipe de Farmácia Clínica do Instituto Mário Penna

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