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Arquivos do Autor: Marketing

22out2026
Autor Marketing Categorias Instituto Mário Penna, Notícias Gerais Deixe um comentário

Outubro Rosa: pesquisa e inovação na busca por novos biomarcadores do câncer de mama

O Outubro Rosa é uma campanha dedicada à conscientização sobre o câncer de mama, reforçando a importância do diagnóstico precoce, do acompanhamento médico e do acesso ao tratamento. Além das estratégias já estabelecidas, pesquisas científicas buscam desenvolver novas ferramentas que possam contribuir para a identificação da doença e aprimorar o cuidado às pacientes. 

Nesse contexto, pesquisadores do Instituto Mário Penna, em parceria com a Fiocruz Minas, investigaram o potencial das vesículas extracelulares, pequenas partículas liberadas pelas células e presentes na circulação sanguínea, como possíveis biomarcadores do câncer de mama. O estudo buscou compreender se essas partículas apresentam alterações associadas à doença e podem contribuir para o desenvolvimento de estratégias complementares de diagnóstico. 

Publicado na revista Biomedicines, o primeiro estudo foi desenvolvido no âmbito da tese de doutorado de Thayse Moreira e avaliou 100 pacientes com câncer de mama e 48 mulheres saudáveis. Os resultados demonstraram níveis aumentados de vesículas extracelulares derivadas de neutrófilos, células do sistema imunológico, e de células endoteliais, que revestem os vasos sanguíneos, nas pacientes antes do tratamento. 

Em uma segunda etapa, a dissertação de mestrado de Kassyane Furtado investigou esses achados em uma nova coorte, composta por 109 pacientes com câncer de mama e 106 controles. Os resultados também demonstraram níveis elevados dessas vesículas nas pacientes, reforçando os achados anteriores e destacando seu potencial como biomarcadores do câncer de mama. Estudos multicêntricos serão importantes para avaliar a consistência desses resultados. 

A partir desses achados, a equipe liderada pela pesquisadora Dra. Letícia Braga propõe desenvolver o EVs Predict Breast Cancer, uma ferramenta digital que integra dados de vesículas extracelulares a informações clínicas e genéticas para auxiliar na identificação de pacientes que possam precisar de uma avaliação mais detalhada e apoiar futuras estratégias de avaliação de risco. 

Submetida ao 8º Prêmio Federassantas de Boas Práticas da Unicred Aliança, a iniciativa busca explorar o potencial dessa tecnologia para o rastreamento do câncer de mama por meio de amostras de sangue periférico. Futuramente, a estratégia poderá contribuir para identificar mulheres que necessitem de exames adicionais, favorecer o diagnóstico precoce e otimizar o encaminhamento para avaliação especializada, especialmente em municípios do interior de Minas Gerais, onde o acesso a esses serviços pode ser mais limitado. 

Texto elaborado por Fábio Magalhães, pesquisador de Pós-Doutorado Júnior da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e Instituto Mário Penna (IMP).Parte superior do formulário 

13out2026
Autor Marketing Categorias Instituto Mário Penna, Notícias Gerais Deixe um comentário

Mário Penna reúne equipes médicas para apresentar avanços e planejamento do Hospital Raja

Na última semana, a Diretoria da Rede Mário Penna recebeu, no Hospital Raja, representantes de diferentes equipes médicas que atualmente atuam no Hospital Luxemburgo e que poderão integrar o corpo clínico da nova unidade. Os encontros fazem parte do processo de preparação para o início das atividades do hospital e reforçam a integração dos profissionais ao planejamento institucional.

Conduzidas principalmente pelo Diretor-Presidente do Mário Penna, Marco Antônio Viana Leite, as visitas reuniram representantes de especialidades como Urologia, Ginecologia, Cirurgia Geral, Mastologia, Anestesiologia e Cardiologia, entre outras áreas que farão parte da composição assistencial da unidade.

Durante os encontros, os médicos puderam conhecer de perto os espaços já concluídos e acompanhar o andamento das demais etapas de implantação do hospital. A Diretoria também apresentou o cronograma previsto para abertura dos serviços, o planejamento das obras, os processos assistenciais e operacionais em desenvolvimento e os principais diferenciais projetados para a nova estrutura.

A iniciativa busca promover um alinhamento antecipado entre a gestão e as equipes médicas, permitindo que os profissionais conheçam a proposta assistencial do Hospital Raja e contribuam para a construção dos fluxos e processos que irão orientar o funcionamento da unidade.

Nova etapa da expansão da Rede Mário Penna

O Hospital Raja representa uma etapa estratégica do processo de expansão da Rede Mário Penna. Localizada na Avenida Raja Gabáglia, em Belo Horizonte, a unidade foi planejada para ampliar a atuação da instituição junto aos pacientes da saúde suplementar e particular, contribuindo também para a sustentabilidade e o fortalecimento de toda a Rede.

A estrutura contará com atendimento de alta complexidade, centro cirúrgico, serviços de diagnóstico por imagem, pronto atendimento e diferentes especialidades médicas, além de investimentos em tecnologia e infraestrutura voltados à eficiência e à qualidade assistencial.

A aproximação com os profissionais que já fazem parte da trajetória do Mário Penna também contribui para preservar na nova unidade pilares consolidados pela instituição, como excelência técnica, segurança, integração entre equipes e cuidado humanizado.

Com o avanço das obras e do planejamento operacional, novos encontros com especialidades e equipes assistenciais serão realizados, dando continuidade à preparação para o início das atividades do Hospital Raja.

7out2026
Autor Marketing Categorias Instituto Mário Penna, Notícias Gerais Deixe um comentário

Outubro Rosa: pesquisa clínica e os novos caminhos no tratamento do câncer de mama

O Outubro Rosa é um período de conscientização sobre o câncer de mama, reforçando a importância da prevenção, do diagnóstico precoce e do tratamento. Também é uma oportunidade para olhar para os avanços que vêm transformando a oncologia e para o papel da ciência na construção de novas possibilidades de cuidado.

Por trás de cada nova terapia incorporada à prática clínica existe um processo de pesquisa. Antes de chegar aos pacientes, novos medicamentos e estratégias terapêuticas passam por diferentes etapas de investigação, nas quais são avaliados aspectos como eficácia, segurança e possíveis benefícios para diferentes perfis de pacientes. É nesse contexto que a pesquisa clínica se torna uma importante aliada da oncologia.

Ciência que transforma o cuidado

O tratamento do câncer de mama evoluiu significativamente nas últimas décadas. O conhecimento sobre as características biológicas dos tumores permitiu identificar diferentes subtipos da doença e desenvolver estratégias terapêuticas cada vez mais direcionadas.

Atualmente, informações como os receptores hormonais, a expressão de HER2 e outros biomarcadores podem contribuir para a definição do tratamento. A pesquisa clínica acompanha essa evolução, investigando novas terapias, combinações de medicamentos e estratégias para diferentes momentos da doença. Cada estudo clínico busca responder a uma pergunta científica. Os resultados dessas pesquisas contribuem para ampliar o conhecimento sobre o câncer e podem, ao longo do tempo, gerar evidências capazes de modificar a prática clínica e trazer novas alternativas para os pacientes.

Pesquisa clínica também é desenvolvimento institucional

Para uma instituição de saúde, investir em pesquisa clínica significa também investir em conhecimento, pessoas e processos. A condução de estudos clínicos exige equipes capacitadas, infraestrutura adequada, processos de qualidade e integração entre diferentes áreas. Esse ambiente favorece a atualização contínua dos profissionais e fortalece a cultura de inovação dentro da instituição.

No Instituto Mário Penna, o Centro de Pesquisa Clínica do Hospital Luxemburgo atua em parceria com as equipes assistenciais na condução de protocolos de pesquisa em diferentes áreas da oncologia. Esse trabalho aproxima a assistência da ciência e contribui para que o hospital esteja conectado às transformações que acontecem na oncologia nacional e internacional.

Além dos resultados de cada estudo, a participação em pesquisa clínica deixa um importante legado institucional: profissionais mais capacitados, processos mais estruturados, fortalecimento da infraestrutura de pesquisa e maior integração com centros e instituições de pesquisa.

Um compromisso com o futuro da oncologia

A pesquisa clínica representa um compromisso contínuo com a geração de conhecimento e com a busca por novas possibilidades terapêuticas. No câncer de mama, os avanços conquistados ao longo dos anos mostram a importância de continuar investigando. Novas perguntas surgem à medida que a ciência avança, e cada resposta contribui para compreender melhor a doença e aprimorar o cuidado.

Neste Outubro Rosa, além de reforçar a importância da prevenção e do diagnóstico precoce, o Instituto Mário Penna também celebra a ciência que está por trás dos avanços da oncologia.

Antes de uma nova terapia chegar à prática clínica, existe um caminho de pesquisa, ciência e geração de evidências.

É nesse caminho que a de Pesquisa Clínica do Hospital Luxemburgo contribui para aproximar inovação, conhecimento e assistência, fortalecendo o compromisso do Instituto Mário Penna com a excelência no cuidado oncológico.

Telefone de contato: (31) 3299-9543

Texto escrito por Dra. Edleusa Lima – Dra. em Bioquímica e Imunologia e Gerente de Pesquisa Clínica do Núcleo de Ensino, Pesquisa e Inovação do Mário Penna 

23set2026
Autor Marketing Categorias Instituto Mário Penna, Notícias Gerais Deixe um comentário

Biópsia líquida: o que o sangue pode revelar sobre um tumor?

Quando pensamos em investigar um câncer, geralmente pensamos em exames de imagem e na biópsia do tumor. Atualmente, esses métodos desempenham um papel fundamental no diagnóstico e no monitoramento da doença. No entanto, ainda apresentam algumas limitações. A biópsia tecidual envolve procedimentos invasivos, que podem causar desconforto e riscos aos pacientes, além de nem sempre ser viável realizar novas coletas de tecido repetidamente para acompanhar a evolução da doença. Os exames de imagem, por sua vez, também apresentam limitações de sensibilidade e podem ter dificuldade para identificar alterações muito pequenas ou precoces.

Diante disso, surge uma pergunta: será que uma amostra de sangue também pode fornecer informações sobre um tumor e contribuir para sua detecção e seu monitoramento ao longo do tempo?

É nesse contexto que se destaca a biópsia líquida, uma abordagem minimamente invasiva que utiliza amostras de sangue ou de outros fluidos corporais para investigar alterações relacionadas ao câncer. Diferentemente da biópsia convencional, que analisa diretamente um fragmento do tumor, a biópsia líquida busca identificar, na circulação sanguínea, sinais que tenham sido liberados pelas células tumorais.

Entre esses sinais estão as células tumorais circulantes (CTCs), que podem se desprender do tumor e entrar na corrente sanguínea; pequenos fragmentos de DNA e RNA, liberados pelas células e que podem carregar informações sobre as características do tumor; além das vesículas extracelulares, pequenas estruturas liberadas pelas células que podem transportar diferentes moléculas e informações entre as células.

O que essas informações podem nos dizer?

O material encontrado no sangue pode fornecer informações sobre diferentes aspectos do tumor. Por meio da análise do DNA, por exemplo, é possível investigar mutações genéticas que podem estar associadas ao desenvolvimento ou ao comportamento da doença. A análise do RNA pode ajudar a compreender quais genes estão mais ou menos ativos em determinado momento. Já proteínas, citocinas e outras moléculas presentes na circulação podem fornecer informações sobre processos biológicos relacionados ao tumor e à resposta do organismo.

Essas informações despertam grande interesse porque os tumores não são estáticos. Ao longo da doença, suas características podem mudar e também podem surgir alterações associadas à resistência ao tratamento. Por isso, uma das possibilidades estudadas pela biópsia líquida é justamente acompanhar essas mudanças por meio de coletas de sangue realizadas em diferentes momentos.

Como os pesquisadores conseguem encontrar essas informações?

O desenvolvimento da biópsia líquida foi impulsionado pelos avanços nas tecnologias utilizadas para identificar pequenas quantidades de material biológico. Entre elas estão as técnicas de sequenciamento de nova geração (NGS), que permitem analisar milhões de fragmentos de DNA ou RNA simultaneamente, possibilitando a investigação de alterações genéticas e de padrões de expressão dos genes. Já outras tecnologias podem auxiliar na separação e caracterização de células ou estruturas presentes no sangue.

No Laboratório de Pesquisa Translacional da Rede Mário Penna, diferentes componentes presentes no sangue ou outros fluídos são estudados em pesquisas envolvendo diversos tipos de câncer, como câncer de mama, ovário, colo do útero, glioblastoma e câncer colorretal, entre outros. O objetivo é compreender melhor as características dos tumores e investigar se as informações encontradas no sangue podem contribuir para o diagnóstico, o prognóstico e o acompanhamento da doença e do tratamento.

Para isso, são utilizadas diferentes estratégias e tecnologias. As vesículas extracelulares, por exemplo, são isoladas e caracterizadas quanto à sua origem por citometria de fluxo. Além disso, o material genético, como RNA e miRNAs presentes nessas vesículas, pode ser avaliado por PCR ou NGS, contribuindo para a compreensão da comunicação entre as células tumorais e dos processos relacionados à metástase. Também é possível analisar o DNA e o RNA circulantes presentes no sangue por meio de técnicas de sequenciamento e PCR digital, buscando identificar mutações genéticas ou mudanças na atividade dos genes.

A biópsia líquida representa, portanto, uma área de grande interesse na oncologia. Embora ainda existam desafios importantes, a possibilidade de obter informações sobre um tumor a partir de uma amostra de sangue abre novas oportunidades para compreender a doença e desenvolver estratégias cada vez mais individualizadas de diagnóstico, tratamento e acompanhamento dos pacientes.

Texto produzido por Rafaela Andrade, biomédica, Mestre em Ciências Morfofuncionais, doutoranda em Ciências da Saúde e apoio técnico no Núcleo de Ensino, Pesquisa e Inovação da Rede Mário Penna.

11set2026
Autor Marketing Categorias Humanização, Instituto Mário Penna, Notícias Gerais

Próstata é só o começo: o que um urologista pode identificar antes mesmo dos sintomas

No Dia do Urologista, especialista do Instituto Mário Penna explica como a atuação vai muito além da próstata e pode acompanhar homens, mulheres e crianças

Quando o assunto é câncer de próstata, prevenção e diagnóstico precoce, a figura do urologista costuma aparecer como uma das principais referências. Mas a próstata é apenas uma parte do campo de atuação desse especialista. No Instituto Mário Penna, referência em oncologia, o urologista Rodrigo Corradi reforça que o cuidado vai muito além da investigação de doenças da próstata e envolve todo o trato urinário, além do sistema reprodutor masculino.

Celebrado em 12 de setembro, o Dia do Urologista é uma oportunidade para ampliar o conhecimento sobre a especialidade e mostrar como esse profissional pode acompanhar a saúde em diferentes fases da vida, desde a infância até a terceira idade.

Embora seja frequentemente associado aos homens, o urologista também atende mulheres. Entre as condições que podem demandar acompanhamento estão cálculos renais, infecções urinárias de repetição, bexiga hiperativa, cânceres de rim e bexiga, incontinência urinária e prolapsos. São problemas que podem afetar diretamente a qualidade de vida e que fazem parte da rotina de atendimento da especialidade.

A atuação começa ainda na infância. Na uropediatria, o acompanhamento envolve malformações congênitas, alterações na uretra, problemas renais e outras condições que podem ser identificadas nos primeiros anos de vida.

Um olhar para além do órgão

Para Rodrigo Corradi, um dos principais papéis do urologista é olhar para o paciente de maneira integral. Embora sua área de atuação esteja concentrada no sistema urinário e reprodutor, a consulta pode ser uma oportunidade para identificar outras alterações de saúde e, quando necessário, encaminhar o paciente para outros profissionais.

“Eu não olho uma próstata, eu olho uma pessoa. Eu não opero um rim, eu opero uma pessoa”, destaca.

Na prática, esse olhar mais amplo pode levar à identificação de alterações de colesterol e triglicérides, diabetes, hipertensão e até infecções sexualmente transmissíveis que podem não apresentar sintomas.

Por isso, a consulta não precisa estar associada apenas ao aparecimento de um problema. O acompanhamento médico também pode ser um espaço para conversar, esclarecer dúvidas, investigar alterações e avaliar a saúde de forma mais ampla.

Quando a próstata entra em cena

Dentro da saúde masculina, a próstata continua sendo uma das estruturas acompanhadas pelo urologista. Entre as condições investigadas está o câncer de próstata, que pode não apresentar sintomas em suas fases iniciais.

É justamente por isso que a avaliação médica deve considerar o histórico e as características de cada paciente. Alterações urinárias, como dificuldade para iniciar ou esvaziar a urina, jato fraco, aumento da frequência urinária ou necessidade de levantar várias vezes à noite, merecem atenção, mas não significam necessariamente câncer e podem estar relacionadas a diferentes condições.

O médico ressalta ainda que exames como o PSA e o toque retal fazem parte de uma avaliação individualizada. O PSA, por exemplo, não é um marcador exclusivo de câncer, e seus resultados precisam ser interpretados dentro do contexto clínico do paciente. Da mesma forma, o toque retal pode ter indicação em situações específicas e não necessariamente precisa ser realizado em todas as consultas.

Cuidar antes de precisar tratar

Outro ponto destacado pelo urologista é a importância de não esperar uma situação de urgência para buscar atendimento. Segundo ele, muitos homens ainda associam a consulta ao desconforto de exames específicos e acabam adiando o acompanhamento.

A ideia, porém, é justamente procurar o médico enquanto está tudo bem. O acompanhamento permite que dúvidas sejam esclarecidas, alterações sejam investigadas e, quando necessário, diferentes possibilidades de cuidado sejam discutidas antes que um problema se agrave.

Acolhimento também faz parte do cuidado

Mais do que realizar exames e indicar tratamentos, Rodrigo Corradi destaca o papel do acolhimento na relação entre médico e paciente. Para ele, o consultório precisa ser um espaço em que a pessoa possa falar sobre suas dúvidas e desconfortos com liberdade.

Essa relação também é importante na definição dos caminhos de cuidado. Nem sempre o tratamento mais invasivo será a melhor escolha, e as decisões devem considerar as características da doença, as possibilidades terapêuticas e as preferências do próprio paciente.

“Cuidar é dar opções para esse paciente”, explica. A partir da conversa entre médico e paciente, é construído um plano que considera o que pode e o que deve ser feito em cada situação.

Para o especialista, essa diferença é fundamental: “Tratar quando possível. Cuidar sempre. Sempre acolher. Sempre explicar. Sempre escutar.”

No Dia do Urologista, a mensagem é também um convite para mudar a percepção sobre a especialidade. A próstata pode ser uma porta de entrada para falar sobre saúde masculina e oncologia, mas está longe de representar tudo o que faz um urologista. Homens, mulheres e crianças podem precisar desse acompanhamento em diferentes momentos da vida  e cuidar da saúde significa também olhar para além dos sintomas e de um único órgão.

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