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Instituto Mário Penna busca parceria com prefeituras para ampliar atendimentos em Minas Gerais

A Diretoria Executiva do Instituto Mário Penna, que assumiu a gestão no final de 2019, vem alcançando constantes melhorias, o que proporciona avanço no atendimento oferecido, aprimoramento do corpo clínico, além de resgatar a saúde financeira da instituição, o que viabiliza conquistas de sólidas parcerias. Seguindo uma das metas do Planejamento Estratégico de 2021, já está em andamento a busca de parcerias para ampliar o atendimento de pacientes em Minas Gerais. Na última semana, aconteceu um encontro em várias cidades com representantes do Instituto e membros do Consórcio Intermunicipal de Saúde do Alto Jequitinhonha (CISAJE).

O Presidente do CISAJE e prefeito de Itamarandiba, Luiz Fernando Alves, explica que o objetivo é concretizar uma parceria para atender as demandas dos 22 municípios que fazem parte do Consórcio e que estão sofrendo com a falta de atendimento médico especializado.

O prefeito explica que mais de 300 mil pessoas são assistidas pelo Consórcio. “Queremos atender melhor a população dessas cidades que fazem parte do CISAJE. Preciso acabar com esse gargalo de falta de cirurgias e atendimentos especializados. Sabemos que o câncer quando diagnosticado precocemente, tem cura. Então, a ideia é oferecer também exames preventivos para não chegarmos ao extremo”; diz.

Rodrigo Tadeu de Santana, Gerente Comercial do Instituto Mário Penna, e Douglas Arruda, Gerente de Faturamento, estiveram nessas cidades apresentado o Instituto e mostrando como é possível contribuir para o atendimento da população nessas localidades. Além disso, eles conheceram a necessidade do Consórcio e visitaram as instalações hospitalares.

“Possuímos um parque tecnológico que tem a capacidade de atender toda a demanda oprimida da região. Estamos avaliando junto ao Consórcio para que todas as cirurgias e atendimentos que estão paralisados possam ser atendidos no Instituto e para que a população seja beneficiada com essa parceria”; explica Rodrigo Tadeu de Santana.

Outra proposta apresentada pelo Instituto é Telemedicina, que consiste em consultas on-line com especialistas da instituição juntamente com o médico local que esteja acompanhando o paciente, para evitar o deslocamento sem necessidade para Belo Horizonte e, assim, agilizar o diagnóstico.

O Instituto Mário Penna – Hoje, classificado pelo Ministério da Saúde como Centro de Assistência de Alta Complexidade Oncológica (CACON), o Mário Penna atua nas áreas de ensino, prevenção e tratamento do câncer. No ano passado, realizamos mais de 260 mil atendimentos em pacientes de todo o estado, 272 mil aplicações de radioterapia, 34 mil sessões de quimioterapia e quase 11 mil cirurgias. Além disso, estivemos na linha de frente no combate à Covid-19. Foram criados 100 leitos e outros novos de CTI, direcionados ao tratamento de pacientes com a doença.

Núcleo de Gestão de Doações: entenda como funciona

O Núcleo de Gestão de Doações (NGD) é responsável pelo Telemarketing, parcerias de Troco e por toda a entrada de recursos, sejam eles em espécie, bens materiais ou serviços doados ao Instituto Mário Penna por pessoas físicas ou jurídicas, fazendo parte da captação de recursos para instituição.

Por ser uma instituição filantrópica, os pacientes que passam pelo Instituto dependem dessas doações para a realização de seus tratamentos. Atualmente, existem mais de 150 mil doadores espalhados por todo o Brasil, que ajudam a manter o Mário Penna como referência em atendimento oncológico.

Além disso, não podemos deixar de citar os parceiros de troco, como Supermercados BH, Verdemar, Lojas REDE e LOPS Atacado e Varejo.

Dentro do hospital tem ainda mais uma forma de contribuir com doações, através das atendentes do “Posso Ajudar”. As recepcionistas circulam pelos Prontos Atendimentos (PAs) e pelo Núcleo de Especialidades Oncológicas (NEO) fazendo o cadastro das pessoas interessadas em contribuir com Instituto, de forma simples e rápida.

“A doação é muito importante para o Instituto Mário Penna, pois ajuda na cobertura do déficit operacional gerado pelo atendimento de pacientes com câncer pelo SUS. Através de parcerias, seja de troco ou de doação, conseguimos investir em melhorias de infraestrutura e de pessoal; na compra de medicamentos, materiais hospitalares e aparelhos; e também na manutenção da Casa de Apoio Beatriz Ferraz, cujos custos são arcados integralmente por doações. É um trabalho muito sério, responsável e dependemos disso para seguir o nosso compromisso com quem atendemos”; explica Vanessa Braga Reis Vieira, Supervisora do Núcleo de Gestão de Doações.

NEP: Entenda a técnica imuno-histoquímica e como ela pode ajudar no tratamento do câncer

Os pesquisadores e médicos do Núcleo de Ensino e Pesquisa (NEP) do Instituto Mário Penna vem trabalhando com diferentes técnicas para o estudo do câncer e uma delas é a imuno-histoquímica, muito utilizada na prática médica para o diagnóstico de doenças. No caso do câncer, ela permite distinguir os diferentes tipos de tumores, graus de malignidade, entre outros aspectos.

Segundo a Dra. Tálita Polyanna Moreira dos Santos, cientista de pós-doutoramento do NEP, a imuno-histoquímica é um método laboratorial que utiliza anticorpos para verificar a presença de determinados antígenos em amostra de tecido. “O que essa técnica faz é ‘colorir’ o câncer com uma marcação específica. Através disso, pode-se afirmar se, por exemplo, uma determinada proteína importante para definir o diagnóstico de câncer está presente ou não naquela amostra. A partir disso, fica mais fácil diagnosticar a doença”; explica.

O grupo de pesquisa do NEP usou essa técnica para analisar as características imunológicas das pacientes com câncer de colo uterino que podem fazer com que cada uma responda de maneira diferente ao tratamento. Isso é importante porque possibilita que os médicos possam escolher tratamentos mais personalizados e individualizados e, assim, aumentar a taxa de sucesso do tratamento.

Este estudo foi publicado na revista científica Experimental and Molecular Pathology. Para conhecer esta publicação, clique aqui.

IMP lança campanha do “Uso Consciente do Celular”

O uso do celular, de aplicativos de mensagens e das redes sociais agilizam a comunicação entre pessoas em qualquer lugar. Entretanto, quando se trata da utilização no ambiente de trabalho, é preciso cuidado e bom senso. Pensando no bem-estar dos colaboradores, pacientes e acompanhantes, o Instituto Mário Penna lança a campanha “Uso Consciente do Celular”.

“Devemos nos atentar aos locais e momentos em que fazemos uso do aparelho, pois a utilização mediante ao atendimento do paciente compromete a produtividade profissional, podendo acarretar inclusive acidentes pela falta de concentração e colocar em risco a assistência prestada. Por isso, quando estiver realizando atendimento não ligue, desligue. O segredo é o profissional não deixar o celular atrapalhar a produtividade e desempenho”; diz Alessandra Fantaguzzi, Gerente de Enfermagem.

Confira algumas dicas:

* Conter a ansiedade e procurar responder chamadas e mensagens pessoais no fim do expediente. O uso excessivo do telefone afeta a imagem profissional.

* Deixar o celular no modo silencioso ou de vibração. Toques muito altos e chamativos podem atrapalhar os colegas e os pacientes.

* Desligar o celular durante reuniões.

* Não fotografar e nem filmar pacientes, colegas, documentos ou instalações do hospital.

* Caso esteja lidando com um problema pessoal, comunicar ao superior sobre a necessidade de utilizar o celular ao longo do horário de trabalho.

As mensagens educativas estão espalhadas por todas as instalações do hospital, incluindo os quartos dos pacientes. São seis recadinhos diferentes, mas todos de extrema importância.

Então, lembre-se: o celular é uma ótima ferramenta para conectar as pessoas, mas nada supera um sorriso de agradecimento, um olhar de carinho e uma boa conversa. Por isso, quando estiver no hospital, desconecte-se do mundo virtual e viva o mundo real mais intensamente.

Casa de Apoio Beatriz Ferraz

A Casa de Apoio Beatriz Ferraz surgiu em 2006, da união dos lares Célia Janotti e Januário Carneiro, para acolher pacientes com câncer em situação de vulnerabilidade social, vindos da região metropolitana e do interior do estado, que realizam o tratamento oncológico no Instituto Mário Penna.

A Casa tem como característica principal o atendimento acolhedor e humanizado. O espaço possui atualmente 43 leitos e 14 quartos em um prédio com 680m² e, no ano de 2020, tivemos 6.619 hóspedes. São prestados, diariamente aos pacientes e acompanhantes, transporte para as Unidades do Instituto Mário Penna, além de cinco refeições diárias e roupas de cama e banho. Além disso, o local também conta com atividades recreativas, biblioteca, sala zen e salas de TV.

Levamos em consideração que realizar um tratamento oncológico gera um sofrimento emocional muito grande e estar distante de casa e da família, do seu lugar e da cultura, pode gerar um impacto maior ainda. Desta forma, os pacientes e acompanhantes que se hospedam na Casa de Apoio Beatriz Ferraz recebem um atendimento humanizado, o que pode auxiliar no tratamento e na recuperação.

A Casa possui um ambiente acolhedor e uma infraestrutura de qualidade, em que os hóspedes e acompanhantes, sentem-se realmente amparados e bem-cuidados. É ofertado para o acompanhante o mesmo atendimento acolhedor, uma vez que este, muitas vezes, apresenta um sofrimento psíquico maior que o próprio paciente.

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