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Alerta contra a Febre Amarela

17jan2018
Autor Marketing Categorias Notícias Gerais

Com mais de 700 casos confirmados de febre amarela silvestre no Brasil – entre julho de 2016 e junho de 2017 –, sendo 475 apenas em Minas Gerais, o país se coloca sob alerta desde o surto da doença, o qual foi considerado, pelo Ministério da Saúde, o pior do país desde a década de 1980.

No último final de semana, a Organização Panamericana de Saúde (Opas) – braço regional da Organização Mundial da Saúde (OMS) – alertou, por meio de um informe, a preocupação do crescimento de casos de febre amarela no país, bem como o risco desse surto aumentar. Esse fato destaca ainda mais a importância de pessoas que ainda não foram imunizadas tomarem a vacina, as quais podem ser adquiridas em postos de saúde.

Confira algumas dúvidas frequentes sobre a doença e a vacinação:

• O que é a febre amarela?
É uma doença infecciosa febril aguda, causada por  um vírus transmitido pelos mosquitos dos gêneros Haemagogus e Sabethes (febre amarela silvestre) e Aedes aegypti (febre amarela urbana).  Pode levar à morte em cerca de uma semana, se não for tratada rapidamente.

• Qual é a diferença entre febre amarela silvestre e urbana?
Na febre amarela silvestre, os mosquitos transmitem o vírus e os macacos são os principais hospedeiros; nessa situação, os casos humanos ocorrem quando uma pessoa não vacinada adentra uma área silvestre e é picada por mosquito contaminado. Já na febre amarela urbana, o vírus é transmitido pelos mosquitos ao homem, mas esta não é registrada no Brasil desde 1942.

• A febre amarela é contagiosa?
A doença não é contagiosa, ou seja, não é transmitida de pessoa para pessoa, somente pela picada de mosquitos infectados com o vírus.

• Quais os sintomas da febre amarela?
Os sintomas incluem febre de início súbito, calafrios, dor de cabeça, dores nas costas, dores no corpo em geral, náuseas e vômitos, fadiga e fraqueza. Em casos graves, a pessoa pode desenvolver febre alta, icterícia (coloração amarelada da pele e do branco dos olhos), hemorragia e, eventualmente, choque e insuficiência de múltiplos órgãos. Cerca de 20-50% das pessoas que desenvolvem doença grave podem morrer.

• Como a febre amarela é tratada?
Não há nenhum tratamento específico contra a doença. O médico deve tratar os sintomas, como as dores no corpo e cabeça, com analgésicos e antitérmicos. Assim como em casos de Dengue, medicamentos com ácido salicílico (AAS e Aspirina) devem ser evitados, já que seu uso pode favorecer o aparecimento de manifestações hemorrágicas. O médico deve estar alerta para quaisquer indicações de um agravamento do quadro clínico. Importante: Somente um médico é capaz de diagnosticar e tratar corretamente a doença.

• Como a doença pode ser evitada?
A única forma de evitar a febre amarela é através da vacinação. A vacina está disponível gratuitamente, durante todo o ano.

• Já me vacinei uma vez, preciso tomar uma dose de reforço?
Desde abril de 2017, o Ministério da Saúde indica dose única da vacina para as áreas com recomendação de vacinação em todo o país, por considerar que a imunidade protetora se desenvolve dentro de 30 dias em cerca de 99% das pessoas vacinadas, não sendo mais recomendada a dose de reforço.

• A dose fracionada da vacina é eficaz?
A dose fracionada da vacina – uma dose menor do que a padrão, dividida para ampliar a imunização – tem a mesma eficácia da dose completa, se diferenciando apenas pelo tempo de proteção.

• Quais são as contraindicações para a vacina da febre amarela?
A vacina é contraindicada para crianças menores de nove meses, idosos acima dos 60 anos, gestantes, mulheres que amamentam crianças de até seis meses, pacientes em tratamento de câncer e pessoas imunodeprimidas. Em situações de emergência epidemiológica, vigência de surtos, epidemias ou viagem para área de risco, o médico deverá avaliar o benefício e o risco da vacinação para estes grupos, levando em conta o risco de eventos adversos.

• Pacientes em tratamento com quimioterapia e/ou radioterapia podem se vacinar?
Não. Uma vez que um dos efeitos colaterais da quimioterapia é a queda da imunidade, o organismo perde a sua capacidade total de produzir anticorpos em tempo hábil contra o vírus atenuado na vacina. Após 3 ou 6 meses de tratamento com quimioterapia – dependendo do tipo de medicamento – é possível se vacinar, já que a imunidade volta ao normal. O Ministério da Saúde também não recomenda a vacinação em pacientes com radioterapia em curso, entretanto, os riscos X benefícios da vacinação deverão ser avaliados pelo médico.

• Quais as medidas de proteção para pessoas com contraindicação de vacinação contra febre amarela?
– Aplicar repelente de insetos em toda a área de pele exposta, respeitando os intervalos orientados pelos fabricantes e após contato com a água;
–  Proteger a maior extensão possível de pele através do uso de calça comprida, blusas de mangas compridas e sem decotes, meias e sapatos fechados;
–  Passar o maior tempo possível em ambientes com portas e janelas protegidos por telas mosquiteiras;
–  Dormir sob mosquiteiros corretamente arrumados para não permitir a entrada de mosquitos (abas de abertura sobrepostas e barras inferiores embaixo do colchão);
–   Usar repelentes ambientais (sprays, pastilhas e líquidos em equipamentos elétricos) no quarto de dormir.

Fonte: Ministério da Saúde

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