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Os benefícios da amamentação para o bebê se prolongam para a vida adulta, reduzindo os riscos de muitas doenças. Para as mamães, amamentar também é proteção contra o câncer de mama, unindo um ato de amor à prevenção.  Hospital referência no tratamento do câncer de mama em Minas Gerais, o Instituto Mário Penna, por meio da Comissão de Qualidade de Vida, promoveu para suas colaboradoras gestantes e mães com filhos de até dois anos, o encontro “Maternidade Real”.

A roda de conversa discutiu o ‘Aleitamento Materno’, com a nutricionista materno-infantil Viviane Cavalca. “Infelizmente, a amamentação no Brasil é de apenas 54 dias, mesmo a Organização Mundial de Saúde e o Ministério da Saúde, recomendarem a amamentação exclusiva até os seis meses”, alerta a especialista.

Quanto mais prolongada for a amamentação, maior a proteção para a mãe. Isso, porque segundo o Instituto Nacional do Câncer (INCA), enquanto o bebê suga o leite, o movimento promove uma espécie de esfoliação do tecido mamário. Assim, se houver células agredidas, elas são eliminadas e renovadas. Quando termina a lactação, várias células se autodestroem, dentre elas algumas que poderiam ter lesões no material genético.

Outro benefício é que as taxas de determinados hormônios que favorecem o desenvolvimento desse tipo de câncer caem durante o período de aleitamento. “A amamentação é fator de prevenção não só do câncer de mama, mas também dos cânceres de ovário e endométrio. No entanto, ainda falta muito apoio e informação”, afirmou Viviane Cavalca.

 

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