A campanha Outubro Rosa – prevenção ao câncer de mama – ressalta a importância de um diagnóstico precoce e eficaz para todos os públicos. Esse tipo de câncer atinge 2,2 milhões de mulheres no mundo e, no Brasil, é responsável por aproximadamente 18 mil mortes por ano. Você sabia que o IMP conta com uma equipe de pesquisadores que buscam novas formas de auxiliar no diagnóstico e tratamento das pacientes com câncer de mama? A turma no Núcleo de Estudos e Pesquisas (NEP) vem trabalhando na busca de um diagnóstico mais preciso e menos invasivo.
Uma das propostas desenvolvidas no Laboratório de Pesquisa Translacional em Oncologia do NEP é realizada pela doutoranda Thayse Batista, em colaboração com a Fiocruz Minas. Thayse está estudando o perfil de microvesículas tumorais presentes no sangue das pacientes com câncer de mama, atendidas no Hospital Luxemburgo. Estas microvesículas são liberadas pelo tumor e por células do sistema imunológico e estão presentes no sangue. Segundo Thayse, o objetivo é desenvolver um diagnóstico utilizando microvesículas, que são estruturas liberadas pelo tumor desde a sua formação, quando ainda é difícil a detecção pelo exame de imagem, tornando este método menos invasivo e eficiente na detecção da doença e no acompanhamento do tratamento.
“As microvesículas carregam várias moléculas características do tumor, que permite a identificação da sua origem e a comunicação com outros órgãos. Uma das funções dessas microvesículas é permitir que o tumor cresça e se desenvolva em outros órgãos, causando a metástase, pois sua liberação chega em outros órgãos através do sangue e transformam em um ambiente favorável ao crescimento do tumor”; explica.
Conhecer a fundo a maneira como o tumor se relaciona com o corpo é uma ferramenta potente na luta contra o câncer de mama e, proporcionar este tipo de tratamento personalizado para pacientes do SUS, é um avanço na atenção à saúde de qualidade para todas e todos.
O trabalho desenvolvido por Thayse conta com a colaboração da equipe clínica da mastologia e oncologia, dos pesquisadores do NEP e das pacientes que aceitam participar das pesquisas do Núcleo.
Thayse destaca que trabalhar de perto com as pacientes com câncer de mama trouxe uma nova perspectiva para meu trabalho. “Conhecer essas mulheres que enfrentam esta doença, muitas vezes com sorriso no rosto, me inspira todos os dias a buscar com mais afinco um serviço que vai tornar esta jornada mais tranquila e eficaz”.
*Texto escrito pela equipe do Núcleo de Estudos e Pesquisa (NEP)





A reunião é online em plataforma digital remota e participam médicos residentes, médicos assistentes e preceptores. Elas acontecem mensalmente, com o apoio educacional da indústria farmacêutica.
O presidente do Instituto Mário Penna, Marco Antônio Viana Leite, juntamente com 11 pacientes de câncer de mama (As Entrelaçadas, grupo de apoio formado por mulheres guerreiras que dividem suas experiências), visitaram a futura “casa” do Atlético, onde foram recebidos pelo mascote Galo Doido e por membros da diretoria do time e do Instituto Galo.
“O Projeto Reintegrar é muito importante para o Instituto Mário Penna, pois traz uma visão sustentável economicamente e ambientalmente. No lote que fica à frente da instituição é possível reutilizar os resíduos gerados, transformando-os em adubo e, a partir disso, gerar uma produção de alta qualidade e um produto inteiramente orgânico para os nossos pacientes”; explica João Augusto Viana Ferreira, responsável técnico pelo setor Meio Ambiente.
Eles então desenvolveram uma vacina com proteínas contendo essas mutações para ser testada em camundongos. Segundo a Dra. Carolina, é como se a vacina mostrasse às células de defesa do camundongo quais são as células defeituosas que devem ser eliminadas e assim elas atacam o câncer assim que ele surge.