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Notícias de: Notícias Gerais

27ago2024
Autor Sofia Gontijo Categorias Ensino, Pesquisa e Inovação, Instituto Mário Penna, Notícias Gerais, Núcleo de Ensino e Pesquisa (NEP)

Mário Penna Journal: 3ª edição da Revista Científica reúne artigos inovadores em oncologia

A tão aguardada terceira edição da Revista Científica Mário Penna Journal acaba de ser lançada trazendo diversas novidades para todos aqueles que desejam se atualizar na área científica da oncologia. Essa edição traz uma série de artigos inovadores, escritos por diversos pesquisadores comprometidos em entender e combater o câncer de maneira mais eficaz.

A Mário Penna Journal também inclui um suplemento exclusivo com trabalhos de iniciação científica desenvolvidos por pesquisadores da instituição, sendo uma excelente oportunidade para conhecer as novas abordagens e metodologias que estão sendo exploradas na atualidade. Nesta edição, foram publicados 14 artigos, com a participação de mais de 50 autores.

O Mário Penna é uma das poucas instituições em Minas Gerais a possuir seu próprio periódico científico, um espaço dedicado à divulgação e ao debate dos avanços na área da saúde. Além disso, a Mário Penna Journal oferece uma plataforma para que estudantes e alunos de iniciação científica publiquem seus artigos, permitindo que jovens pesquisadores dêem um passo importante em suas carreiras.

A exemplo, o artigo “DESCODIFICANDO O CÓDIGO DO CÂNCER: Revelando o potencial dos RNAS longos não codificantes em oncologia” explora a complexidade do câncer, enfatizando os mecanismos genéticos e moleculares que contribuem para seu desenvolvimento. Este trabalho destaca a importância dos long non-coding RNAs (lncRNAs) em processos biológicos críticos para a oncogênese. Esses RNAs estão envolvidos na tumorigênese, progressão do câncer e resistência a medicamentos, podendo atuar como oncogenes ou supressores de tumor. Além disso, são apresentados como biomarcadores promissores para o diagnóstico e prognóstico do câncer.

“Participar desta edição foi uma excelente oportunidade para divulgar os avanços da pesquisa oncológica ao público, trazendo atualizações, informações relevantes e esperança na ciência. Para um pesquisador, não há nada mais recompensador do que compartilhar os frutos de seu trabalho, o que nos motiva a continuar em nosso objetivo de trazer melhorias significativas à sociedade. O Instituto Mário Penna acolhe os cientistas brasileiros e nos abre portas ao acreditar em nosso trabalho, contribuindo para sua divulgação. Meus colegas e eu somos imensamente gratos por essa oportunidade“ reforça Bruna Custódio, uma das autoras do artigo.

Para Tadeu Perona, diretor do Núcleo de Ensino, Pesquisa e Inovação, lançar a terceira edição é motivo de orgulho. “Somos a maior instituição de Minas no combate ao câncer e uma das poucas do estado a ter uma publicação científica. Chegar agora em nossa terceira publicação é uma grande honra. Isso mostra que estamos avançando cada vez mais na área científica da oncologia “, ressalta. 

O Mário Penna reafirma seu compromisso com o avanço científico e com o desenvolvimento de novas estratégias no combate ao câncer. A Revista Científica pode ser acessada através da Plataforma Científica OJS, e os interessados já podem submeter os artigos para a quarta edição.  

22ago2024
Autor Sofia Gontijo Categorias Instituto Mário Penna, Notícias Gerais

Mário Penna realiza palestra sobre Segurança na Aviação aplicada à área da saúde

Nesta quinta-feira, dia 22, o Hospital Luxemburgo, unidade da Rede Mário Penna, teve uma manhã de aprendizados sobre Segurança na Aviação e suas contribuições para a segurança na saúde. Ministrada por Gustavo Rocha, comandante de voos internacionais da Azul, formado em Ciências Aeronáuticas e pós-graduado em Fatores Humanos de Gestão de Segurança, a palestra trouxe comparações importantes entre a segurança na aviação e a segurança do paciente. 

“Nos últimos 45 anos, a aviação evoluiu bastante em estratégias para atingir os níveis de segurança que temos hoje. A exemplo disso, temos a necessidade da comunicação entre as equipes e os processos de reportes confidenciais de segurança. Assim, conseguimos estabelecer similaridades entre a complexidade desses processos na aviação e na medicina, de forma que a saúde se torne tão segura quanto a aviação”, explica Gustavo Rocha. 

O bate-papo abordou práticas, princípios e abordagens para aprimorar a assistência por meio do estudo de riscos, análises de casos e o papel fundamental do estabelecimento de processos e padrões visando a proteção e a integridade dos pacientes. Os colaboradores dos setores assistenciais e administrativos puderam tirar dúvidas e aprender novos conceitos para aplicar os conhecimentos durante o trabalho na instituição. 

A exemplo disso, Gustavo comparou o treinamento CRM (Crew Resouce Management) aplicado na aviação com os procedimentos realizados na medicina. Nele, são usados os princípios de perceber, entender e antecipar os riscos através de estratégias de comunicação, checklists e checagem dupla, por exemplo. Na aviação, essas etapas são realizadas de forma obrigatória em todas as fases dos voos, bem como nas manutenções em solo. Com relação à área da saúde, de acordo com o palestrante, são métodos que podem ser aplicados durante os atendimentos, manejo de medicamentos e cirurgias para garantir resultados seguros. 

“A palestra foi extremamente valiosa! A comparação entre os temas destacou como a clareza é essencial em qualquer área, não só na aviação e saúde. As práticas podem ser aplicadas para reduzir ou até mesmo eliminar os riscos de erro em qualquer processo”, ressalta Juliene Nick, Coordenadora do Departamento Pessoal. 

Temas como este reforçam o compromisso do Instituto Mário Penna em oferecer um atendimento de excelência, baseado na humanização. Através da aquisição de conhecimentos, os colaboradores se atualizam e aperfeiçoam suas habilidades, sempre com o objetivo de aprimorar o atendimento para mais de 270 mil pacientes atendidos anualmente na instituição.

21ago2024
Autor Marketing Categorias Hospital Regional de Teófilo Otoni, Instituto Mário Penna, Notícias Gerais, Novo Hospital Luxemburgo, Tratamento Oncológico

Diretoria do Mário Penna visita Hospital São José, em Joinville, para troca de experiências voltadas para o Hospital Regional de Teófilo Otoni 

Nesta terça-feira, 20, os diretores do Instituto Mário Penna, Dr. José Mourão Neto e Dr. Virgílio Baião, acompanhados da consultora Gerlainne Diniz, realizaram uma visita técnica no Hospital Municipal São José, em Joinville, Santa Catarina. A equipe da instituição foi acolhida pelo Dr. Pedro Magalhães, Neurorradiologista Intensivista; as enfermeiras Vivian Nagel e Vanessa Guesser Fachini, Enfermeiras da Equipe Joinvasc; Scheyla Martins, Enfermeira Coordenadora U-AVC; e pelo Lucas Danielli, Neurologista Fellow em Neurorradiologia.

O objetivo da visita foi a realização de um benchmarking – processo de pesquisa entre empresas do mesmo setor para trocas de processos e expertises – com a equipe do Joinvasc, que é um programa de cuidados de saúde, reconhecido internacionalmente, e sediado no Hospital São José, em Joinville. 

O intuito foi conhecer a linha de cuidado relacionada ao AVC (Acidente Vascular Cerebral). O Hospital São José é um centro avançado de cuidados focados no AVC, com o certificado de qualidade da World Stroke Organization, sendo o primeiro hospital público brasileiro a receber a certificação. Além disso, recebeu prêmio mundial de valor em saúde, promovido pelo Decision Group VBHC Center for Europe.

Iniciado em 1995, o Joinvasc é um programa focado em prevenir e reduzir os impactos do AVC, guiado por uma constante análise de dados epidemiológicos. Esse trabalho inclui a priorização da prevenção, organização da rede de urgência e emergência, estabelecimento do Hospital São José como referência, estratégias de reabilitação e reinserção social, além da mensuração dos custos.

Essa visita integra as atividades de planejamento e preparação do Instituto Mário Penna para assumir a cessão de uso do Hospital Regional de Teófilo Otoni, cuja previsão de término de obra é no final do primeiro semestre de 2025.

O Hospital de Teófilo Otoni, aguardado há anos pela população da região nordeste de Minas Gerais, possui dentre os serviços pactuados, a linha de cuidado ao AVC. O Instituto Mário Penna tem se preparado para prestar o melhor serviço assistencial, buscando se capacitar com os os prestadores que são referência no país.

14ago2024
Autor Marketing Categorias Ensino, Pesquisa e Inovação, Instituto Mário Penna, Notícias Gerais

Assistência ao câncer em Minas Gerais: desafios e soluções para o rastreamento precoce

Entre 2001 e 2015, aproximadamente 2,3 milhões de mortes por câncer foram registradas no Brasil, e projeções indicam que esse número deve aumentar consideravelmente até 2030. Com essa crescente incidência da doença e seu impacto socioeconômico para o Sistema Único de Saúde (SUS), é crucial investir em estratégias que melhorem a detecção precoce e o tratamento efetivo dos pacientes.

Outro fator preocupante é que todas essas mortes representam uma perda significativa para a economia do país, representando 32 milhões de anos de produtividade perdidos.Todos esses aspectos indicam que o panorama da assistência ao câncer no Brasil exige investimentos estratégicos e políticas voltadas para a melhoria da qualidade dos serviços prestados e para a sustentabilidade do sistema público de saúde.

Nas mulheres, o câncer de mama é o mais incidente. No Brasil, são cerca de 74 mil mulheres diagnosticadas com essa doença por ano, representando 20,3% de todos os casos novos de câncer registrados.

Existem vários fatores de risco para o câncer de mama, e um deles, presente em cerca de 10% dos casos diagnosticados, é a mutação em genes de predisposição ao câncer.  Mulheres portadoras de algumas mutações sabidamente relacionadas com a ocorrência de câncer, apresentam um risco consideravelmente aumentado para o desenvolvimento de câncer de mama comparado às não portadoras dessas mutações. Um claro exemplo disso, é a presença de mutação patogênica no gene BRCA1 que aumenta o risco de câncer de mama em cerca de 70% e de câncer de ovário para 40% ao longo da vida.

Diante deste cenário, há oito anos, a Lei nº 7.049/2015, conhecida como “Lei Angelina Jolie”, autorizou o SUS a realizar exames de detecção de mutação genética nos genes BRCA1 e BRCA2 em mulheres com histórico familiar de câncer de mama ou de ovário em todo o Rio de Janeiro.

Minas Gerais não ficou para trás

Em 2019, o estado foi a segunda Unidade Federativa a formular uma legislação. A Lei estadual nº 23.449, de 2019, assegura às mulheres com alto risco de desenvolvimento do câncer de mama e de ovário a realização gratuita do exame genético para a pesquisa de mutação em genes relacionados a essas doenças nas unidades públicas ou conveniadas do SUS. No entanto, a falta de regulamentação dessa lei limita sua aplicação e até hoje nenhuma ação foi efetivada na prática.

Para integrar esses testes de forma eficaz, numa nova jornada da paciente com câncer de mama com histórico familiar deve ser iniciada no SUS e, para isso, algumas ações são necessárias:

  1. Serviço de referência: criar serviços de referência com equipes multidisciplinares e especialistas na análise de exames genéticos para orientar as decisões clínicas e oferecer aconselhamento adequado.
  2. Melhoria do fluxo na rede de saúde: reduzir os prazos para consultas, exames e diagnósticos é essencial para que os pacientes recebam atendimento rápido e eficiente.
  3. Rede de apoio pós-procedimentos: desenvolver uma rede de apoio que ofereça suporte contínuo aos pacientes após a realização dos testes genéticos e intervenções
  4. Qualificação da atenção básica: profissionais de saúde devem ser capacitados para identificar pacientes de risco potencial e orientar sobre a importância dos testes genéticos.
  5. Sistema de informação: Implantar um sistema que monitore a população do grupo de risco e facilite o acompanhamento dos pacientes, através de um banco de dados robusto, estruturado e eficiente.

Compromisso e ação coletiva

“Defendo uma saúde de qualidade para todos e acredito que não podemos ser resignados e impassíveis diante do cenário atual da assistência diferenciada aos casos hereditários”, reforça Dra. Letícia Braga, Gerente de Pesquisa Translacional do Mário Penna. 

Ela explica que Minas Gerais não enfrenta um problema de infraestrutura ou falta de pessoal técnico qualificado para implementação de um programa de testagem. O estado é reconhecido por suas diversas universidades e empresas de biotecnologia capazes de incorporar apoio à assistência e realizar os testes de forma custo-efetiva para o SUS. O problema reside no acesso e na qualidade das políticas públicas.

“Acredito firmemente que a solução está em unir esforços entre profissionais de saúde, pesquisadores, sociedade civil e gestores públicos a fim de garantir a eficácia plena dessa legislação, direcionando políticas de saúde pública para reduzir a incidência e melhorar o manejo de cânceres hereditários” finaliza a Dra. Letícia Braga.

Conheça o Grupo Consultivo de apoio à Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais para regulamentação da Lei Estadual n.o 23.449/2019

  •  Annamaria Massahud Rodrigues dos Santos
    Médica mastologista
    Membro da Sociedade Brasileira de Mastologia – Regional Minas Gerais
  •  Angélica Nogueira Rodrigues
    Médica Oncologista
    Subsecretária geral da Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica
  •  Maria Raquel Carvalho
    Médica geneticista
    Professora da Universidade Federal de Minas Gerais
  • Letícia da Conceição Braga
    Doutora em Ciências da Saúde
    Professora da Universidade Federal de Minas Gerais

Fonte: Letícia Braga – Doutora em Ciências da Saúde com ênfase em Oncologia de Precisão. Gerente de Pesquisa Translacional do Instituto Mário Penna

13ago2024
Autor Sofia Gontijo Categorias Instituto Mário Penna, Maternidade Real, Notícias Gerais

Espaço Maternidade Real: sala de lactação auxilia colaboradoras lactantes na jornada de trabalho

Agosto é o mês dedicado ao incentivo ao aleitamento materno. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS) e o Instituto Nacional do Câncer (INCA), “o ato de amamentar é bom não só para a saúde do bebê, como também para a saúde da mulher, pois reduz as chances de sangramento pós-parto; ou de desenvolver anemia, câncer de mama e de ovário, diabetes e infarto do coração”. 

E para abraçar a campanha, o Mário Penna apresenta a sala Maternidade Real. Criado em 2021, o espaço foi projetado para que as colaboradoras lactantes possam retirar e armazenar o leite materno de forma correta e segura durante o período de trabalho.

Pensando no conforto, a sala de lactação fica em um espaço reservado e aconchegante, dentro do Espaço Convivência, no Hospital Luxemburgo. O local possui poltronas, frigobar para armazenar o leite na temperatura ideal, uma pia para que as mamães possam realizar a higienização dos objetos de lactação, e etiquetas de identificação para cada pote de leite retirado. Dessa forma, as embalagens de leite retiradas durante a jornada de trabalho são armazenadas de forma correta até o momento de levá-las para casa.

Bruna Xavier, nutricionista do Mário Penna, é uma das mamães que usa o espaço. “Assim como em todas as fases da maternidade, a amamentação também foi desafiadora, mas como nutricionista eu sabia dos benefícios que a amamentação levaria para ela. No meu retorno ao trabalho, não foi diferente. Eu tinha o desejo de manter a amamentação de forma exclusiva com o leite materno. E eu consegui manter com o auxílio do Espaço Maternidade Real onde eu frequentei três vezes ao dia, por um mês, para fazer a extração. A sala foi criada para que nós mãezinhas tivéssemos conforto durante esse processo. Hoje em dia eu continuo amamentando a Helena e diariamente eu faço a extração e coloco no saquinho para levar para ela tomar no período em que ela está longe de mim”. 

Ana Luisa Lara, assessora da Presidência, também usufruiu da sala. “Alimentar minha filha exclusivamente com leite materno até os 6 meses foi um privilégio e uma jornada desafiadora, mas extremamente gratificante. Mesmo com o retorno ao trabalho após a licença, a presença de um espaço confortável no Instituto Mário Penna para a retirada do leite foi crucial. Encontrei um ambiente que me proporcionou o acolhimento e a tranquilidade necessários para continuar nutrindo minha filha. Agradeço imensamente a todas as mulheres que idealizaram e utilizaram esse espaço antes de mim e me guiaram, compartilhando suas experiências e me encorajando a persistir. Se eu puder deixar um conselho, conversar com outras mães que tentaram e conseguiram manter o aleitamento é essencial para fortalecer nossa confiança e continuar, com menos culpa e mais leveza, nessa missão tão importante”.

A colaboradora que quiser usar a Sala de Lactação deve entrar em contato com o setor de Humanização, através do telefone 3299-9578, ou diretamente na sala da Psicologia, localizada no 1° andar do Hospital Luxemburgo.

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