Representando a classe empresarial mineira, o presidente da FIEMG, Flávio Roscoe, recebeu, na quinta-feira, dia 3 de stembro
, o agradecimento do Instituto Mário Penna, pelo apoio da indústria ao enfrentamento da Covid-19. Paulo Henrique Vieira, Relações Institucionais e Governamentais do Instituto, entregou ao líder industrial e a outros empresários, placas de agradecimento.
A parceria entre FIEMG e Instituto Mário Penna foi firmada para a criação do Centro de Referência de Enfrentamento à Covid-19 José Rodrigo Machado Zica. Por meio de mobilização empresarial, a FIEMG e as indústrias mineiras contribuíram com 50% dos custos, aproximadamente R$ 4 milhões, para a reabertura de 60 leitos para atendimento exclusivo para pacientes com a Covid-19.
O valor arrecadado possibilitou que o hospital realizasse manutenções, contratação de profissionais de saúde, compra de equipamentos materiais hospitalares como luvas, máscaras, insumos de higienização. Além disso, a FIEMG e as empresas doaram seis ventiladores mecânicos, que foram fabricados pelo projeto Inspirar.
*Com informações da Assessoria de Imprensa da FIEMG.





Maria Cristina Drummond, médica endocrinologista do Instituto Mário Penna, explica que em níveis elevados de colesterol, principalmente da fração denominada LDL (lipoproteína de baixa densidade), aumentam os riscos de doenças cardiovasculares, como infarto e derrame.
“Abrir as portas para ajudar o Instituto Mário Penna é um dever social com a população. Ficamos honrados e muito orgulhosos em contribuir com uma instituição que faz um trabalho de excelência na área de oncologia. Estamos nessa campanha de coração e é preciso ressaltar que sem o envolvimento dos nossos clientes não teríamos esse sucesso. Esperamos ajudar cada vez mais”, diz Sheilla Lima, Diretora Geral dos Supermercados BH.
Como somos uma instituição filantrópica, lidamos com o déficit da tabela SUS e, por isso, esses recursos, além de manter os nossos atendimentos com qualidade, possibilita o equilíbrio de contas para investimentos, adequações nas instalações e modernização de equipamentos.
Como exemplos, podemos citar um aumento de quase 500% em antibióticos (amoxicilina 1g + clavulanato), sedativos (midazolam) e norepinefrina. Alguns relaxantes musculares (Quelicin, Suxametônio), essenciais para a realização de cirurgias e intubações para ventilação mecânica, alcançam a margem de mais de 700% do valor convencional, isso quando encontrados para serem adquiridos no mercado.