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Notícias de: Tratamento Oncológico

30out2024
Autor Giovana Cangussú Categorias Ensino, Pesquisa e Inovação, Instituto Mário Penna, Não categorizado, Notícias Gerais, Núcleo de Ensino e Pesquisa (NEP), Tratamento Oncológico

Do laboratório ao tratamento: como médicos e cientistas aceleram descobertas para tratamentos mais eficazes e inovadores

A pesquisa translacional é essencial para transformar as descobertas científicas em soluções clínicas, especialmente no tratamento do câncer. Esse tipo de pesquisa busca encurtar a distância entre a ciência básica e a prática médica, permitindo que novas descobertas se transformem rapidamente em terapias que beneficiam diretamente os pacientes.

A colaboração entre médicos e pesquisadores é essencial nesse processo. Enquanto os médicos estão em contato direto com as necessidades e desafios dos pacientes, os cientistas utilizam essas informações para desenvolver novas terapias com base em evidências. Essa integração garante que o conhecimento gerado no laboratório se converta em soluções práticas e relevantes para o tratamento.

Os médicos, como principais intermediários entre a ciência e os pacientes, identificam lacunas nos tratamentos atuais e sugerem novas abordagens. Esses profissionais são capazes de identificar padrões e lacunas no tratamento atual, ajudando os pesquisadores a definir prioridades para as investigações. Ao orientar os cientistas sobre as questões mais prementes e as limitações das terapias existentes, a colaboração entre clínicos e pesquisadores garante que o foco das pesquisas esteja sempre alinhado às necessidades dos pacientes.

Inovação e agilidade na criação de novas terapias

Essa parceria entre médicos e pesquisadores cria um ciclo de inovação contínuo. As descobertas feitas no laboratório são rapidamente testadas em ensaios clínicos, e os resultados obtidos nesses testes ajudam a refinar novas soluções. Esse processo acelera o desenvolvimento de tratamentos inovadores e garante que sejam aplicados com segurança e eficiência. Essa dinâmica não apenas encurta o tempo necessário para que novas terapias cheguem aos pacientes, mas também contribui para personalizar os tratamentos, aumentando suas chances de sucesso.

Em última análise, a pesquisa translacional é fundamental para garantir que os pacientes tenham acesso a tratamentos personalizados e eficazes. A colaboração entre médicos e cientistas permite que o conhecimento científico seja rapidamente aplicado para atender às necessidades específicas dos pacientes, contribuindo diretamente para a melhoria da qualidade de vida e os resultados clínicos. 

A pesquisa translacional em uma instituição dedicada ao câncer é plenamente eficaz quando há uma parceria sólida entre as equipes médicas e de pesquisa. Juntas, essas equipes têm o poder de transformar a ciência em soluções concretas, impactando diretamente a vida de milhares de pessoas. Com a colaboração contínua, é possível acelerar a descoberta de novos tratamentos e garantem que cada avanço científico se transforme em uma esperança concreta para milhares de vidas.

Referências:

  1. Wehling, M. (2008). Translational medicine: science or wishful thinking? Journal of Translational Medicine, 6(31).
  2. Marincola, F. M. (2003). Translational Medicine: A two-way road. Journal of Translational Medicine, 1(1), 1-2.
  3. National Cancer Institute (NCI). Translational Cancer Research: Making New Treatments Possible. Disponível em: www.cancer.gov.

Texto: Pâmela Agresti –  Pesquisadora do NEPI Mário Penna 

29out2024
Autor Sofia Gontijo Categorias Hospital Luxemburgo, Instituto Mário Penna, Notícias Gerais, Outubro Rosa, Tratamento Oncológico

Mário Penna recebe doação de lenços durante o Pink Day

Na sexta-feira, 18, o Instituto Mário Penna teve a alegria de participar de uma oficina de produção de lenços, realizada pela Sayuri Escola de Moda, em parceria com o Instituto Hianny Menezes. A ação contou com a participação de duas Entrelaçadas, pacientes diagnosticadas com o câncer de mama em tratamento na instituição, que puderam compartilhar suas histórias e fortalecer a mensagem de autocuidado e superação.

Durante a oficina, as pacientes contaram suas vivências e desfrutaram de um momento leve e acolhedor, com brindes e um coffeebreak. Essa experiência promoveu o autocuidado e reforçou laços de encorajamento entre elas. 

A entrega dos lenços produzidos pelas alunas da Sayuri Escola de Moda ocorreu na manhã da quinta-feira, 24, durante o Pink Day. Nesse dia, os colaboradores do Hospital Luxemburgo vestiram rosa em apoio à prevenção do câncer de mama. Os lenços foram distribuídos para as pacientes do setor de Quimioterapia, acompanhados da apresentação musical da dupla Sopro que Cura, que trouxe momentos de alegria aos pacientes. Em seguida, o grupo Entrelaçadas se reuniu no espaço Arte pela Vida, e as pacientes puderam experimentar os lenços ganhados durante a ação e compartilhar experiências em um momento de apoio e esperança.  

O Pink Day destacou a importância do diagnóstico precoce e dos cuidados com a saúde, transformando-se em um espaço de reflexão e empoderamento, além de sensibilizar colaboradores e visitantes. Para o Instituto Mário Penna, essa mobilização reafirma o compromisso com a causa e a relevância da prevenção. A instituição agradece à Sayuri Escola de Moda e ao Instituto Hianny Menezes por essa linda iniciativa que traz amor e apoio aos pacientes.

Entrega dos lenços na Quimioterapia

 

23out2024
Autor Sofia Gontijo Categorias Hospital Luxemburgo, Instituto Mário Penna, Notícias Gerais, Novo Hospital Luxemburgo, Tratamento Oncológico

Ministério da Saúde publica portaria que autoriza transformação do Hospital Luxemburgo em 100% SUS

O Hospital Luxemburgo, principal unidade do Instituto Mário Penna, agora terá seus atendimentos voltados exclusivamente para o Sistema Único de Saúde (SUS). A instituição, que carrega o título de ser a maior prestadora oncológica de Minas Gerais, com mais de 85% dos seus pacientes oriundos do SUS, agora, amplia esse número para a sua totalidade.

O projeto de transformação do Hospital Luxemburgo em 100% SUS foi divulgado oficialmente nesta terça-feira, 22, no Diário Oficial da União, por meio da Portaria GM/MS Nº 5.495, que estabelece recurso a ser incorporado ao limite financeiro de Média e Alta Complexidade (MAC) do município de Belo Horizonte.

O Instituto Mário Penna já carrega uma longa trajetória de parceria com o SUS, com um histórico de mais de 53 anos de atuação na área da saúde, oferecendo atendimentos especializados e de excelência. Agora, com a transição do Hospital Luxemburgo, o objetivo é fortalecer ainda mais essa missão, garantindo que mais pacientes em situação de vulnerabilidade tenham acesso a cuidados de saúde de alta qualidade.

A iniciativa teve o apoio e a aprovação do Ministério da Saúde, que garantiu os recursos necessários para a transformação. Essa mudança também só foi possível com a parceria e o trabalho da equipe da Secretaria de Saúde da Prefeitura de Belo Horizonte.

O projeto prevê a expansão, num primeiro momento, de 216 para 306 novos leitos, com possibilidade de chegar a 343, ao longo dos próximos dois anos, aumentando também de 14 para 50 os leitos de UTI. Haverá, ainda, a abertura de novas especialidades médicas para pacientes do SUS, sendo elas Cardiologia e Neurologia, além da oferta do Transplante de Medula Óssea Alogênico.
Para Marco Antônio Viana Leite, presidente do Mário Penna, além de ampliar os atendimentos para os pacientes do SUS e trazer sustentabilidade para a Instituição, é fundamental garantir acesso à prevenção, ao diagnóstico e tratamento do câncer. “Estamos transformando o Hospital Luxemburgo em uma unidade 100% SUS, porém, não podemos ignorar os obstáculos que os pacientes enfrentam para ter acesso ao tratamento oncológico. Atualmente, há uma demora significativa entre a suspeita e o início do tratamento. Precisamos solucionar esse problema e fazer com que o paciente chegue mais rápido ao hospital e nós estamos dispostos a criar, junto à Secretaria Municipal de Saúde, novos processos e ferramentas, que reduzam esse tempo médio para 21 dias”, reforça.

Com a transformação do Hospital Luxemburgo em 100% SUS, os pacientes da saúde suplementar e particulares serão direcionados gradualmente para uma nova unidade hospitalar, que será divulgada em breve. Esta ampliação da Rede Mário Penna ocorrerá durante o segundo semestre de 2025, possibilitando a ampliação dos atendimentos e um ambiente exclusivo, mantendo a qualidade e expertise dos mais de 53 anos de atuação.

Com esta nova fase, o Mário Penna reafirma seu papel de destaque junto àqueles que mais precisam, tornando-se ainda mais acessível e inclusivo, sem abrir mão da excelência que sempre caracterizou o trabalho da equipe médica e multidisciplinar da instituição.

11out2024
Autor Marketing Categorias Instituto Mário Penna, Não categorizado, Notícias Gerais, Outubro Rosa, Tratamento Oncológico

Tropeiro do Bem entra em campo mais uma vez contra o câncer de mama; veja como ajudar

O tropeiro mais famoso do mundo está, mais uma vez, convocado para uma missão nobre. O Tropeiro do Bem chega em sua terceira edição para ajudar na luta contra o câncer de mama. Nos dois próximos jogos do Cruzeiro no Mineirão, contra o Bahia, no dia 18 de outubro, pelo Campeonato Brasileiro, e contra o Lanús, no dia 23, pela Conmebol Sul-Americana, R$ 5 de cada prato vendido será destinado ao Instituto Mário Penna, instituição filantrópica de saúde especializada em tratamentos contra o câncer.

A ação integra o Outubro Rosa, mês destinado à conscientização das mulheres na prevenção e no diagnóstico precoce do câncer de mama. O Tropeiro do Bem, é uma parceria do Mineirão com os operadores de bares Ancho Catering e Tropeiro Real. Nas edições anteriores, de 2019 e 2023, foram destinados R$ 30 mil por campanha.

O tropeiro no Mineirão é vendido a R$ 26. De cada venda realizada, R$ 4 será doado pelos operadores de bares e R$ 1 pelo Mineirão. O Mário Penna, por sua vez, oferecerá 45 mamografias aos funcionários das empresas parceiras, reforçando a importância do diagnóstico precoce que aumenta em até 95% a chance de cura da doença.

O Mineirão vende, em média, 4 mil pratos de tropeiros por jogo. Em partidas com o público médio de 50 mil torcedores, chegam a ser vendidas 10 mil unidades. Nos duelos contra Bahia e Lanús, o torcedor vai perceber anúncios da campanha do Outubro Rosa na TVs, telão e sistema de som, e verá a fachada do estádio iluminado de rosa. Durante os fins de semana deste mês o Gigante também ligará seus leds na cor que representa a campanha.

Para a partida contra a equipe baiana, pacientes oncológicas do Mário Penna entrarão em campo antes de a bola rolar com uma faixa para lembrar as cruzeirenses da importância da prevenção. Posteriormente, as pacientes assistirão ao jogo em um dos camarotes do estádio. Na esplanada, vai acontecer a distribuição de materiais de campanha.

Pontapé inicial

Um almoço nesta sexta-feira (11), no Mineirão, oferecido pelo Tropeiro Real, deu início a mais uma iniciativa. “É muito importante quando duas grandes instituições da sociedade mineira, como o Mineirão e o Mário Penna, se unem em prol da solidariedade. É um orgulho para o Mário Penna estar aqui, em mais um ano, levando a mensagem da prevenção, do diagnóstico precoce e da realização da mamografia”, destacou Giovana Cangussú, analista de marketing do Mário Penna.

Casa de todos os mineiros, o Gigante da Pampulha reforça seu compromisso institucional apoiando a campanha. “O Mineirão sabe de seu papel perante a sociedade como plataforma de impacto social e, por isso, está sempre à disposição para colaborar, tanto na arrecadação de recursos financeiros quanto no trabalho informativo, usando-se de nossos canais de comunicação direta com os torcedores em dias de jogos ou em nossas redes sociais”, afirmou Ursula Nogueira, gerente comercial do Mineirão.

Integrante do grupo Entrelaçadas – criado em 2018 pelo setor de psicologia e humanização do Mário Penna para dar suporte às mulheres que enfrentam o câncer de mama –, Cristiane Xavier comemorou a repetição da iniciativa. “Fico feliz em saber que as doações do tropeiro do Mineirão são destinadas ao Mário Penna. As doações vão favorecer nossos pacientes para um melhor tratamento”, ponderou.

Coordenadora de recursos humanos do Tropeiro Real, Rosângela Soares passou por um tratamento de câncer de mama em 2023. “Me saí bem no tratamento por já conhecer a campanha. É importante se informar, se tratar e aceitar a situação. Me sinto feliz em poder passar para as pessoas o que eu passei e estimular outras mulheres a se prevenirem”, reforçou.

Dona Maria Luiza, pacientes do Mário Penna e equipe

Campanha Outubro Rosa

No mês dedicado à conscientização sobre o câncer de mama, o Instituto Mário Penna abraça a campanha Outubro Rosa que, neste ano, destaca o autocuidado como um ato de amor próprio e responsabilidade. Com o tema “Seu corpo te ama. Ame de volta”, a instituição volta os olhares ao tipo de câncer mais comum entre as mulheres no Brasil e o que mais causa mortes. De acordo com o Instituto Nacional do Câncer (Inca), a estimativa é de que, em 2024, 74 mil novos casos de câncer de mama sejam diagnosticados no país.

E, para mudar esse cenário, a prevenção e o diagnóstico precoce são ações essenciais. Como formas de evitar o câncer de mama, as principais recomendações são praticar exercícios físicos regularmente, manter o peso adequado, ter uma alimentação saudável, não fumar, evitar bebidas alcoólicas e observar o seu corpo com frequência.

A amamentação é considerada um fator protetor. Segundo o Inca, isso acontece porque, nesse período, as taxas de determinados hormônios que favorecem o desenvolvimento do câncer de mama caem. Além disso, alguns processos que ocorrem durante a amamentação promovem a eliminação e renovação de células que poderiam ter lesões no material genético, diminuindo assim as chances de câncer de mama na mulher.

Para o diagnóstico precoce, a mamografia é o método de rastreamento mais indicado. Mastologista do Mário Penna, Ana Luiza de Freitas explica que, se a doença for descoberta nas fases iniciais, as chances de cura chegam a até 95%. “Hoje, a recomendação do Ministério da Saúde é que mulheres de 50 a 69 anos façam a mamografia de forma anual. Ela é o principal método de diagnóstico precoce da doença, o que impacta em um tratamento mais efetivo e, consequentemente, redução da mortalidade pelo câncer de mama. Por isso, gostaria de reforçar a importância de realizar os exames regularmente, além de manter as consultas médicas em dia. Vamos priorizar a nossa saúde e o cuidado conosco”, ressalta a especialista.

Fonte: Mineirão 

9out2024
Autor Sofia Gontijo Categorias Instituto Mário Penna, Notícias Gerais, Núcleo de Ensino e Pesquisa (NEP), Tratamento Oncológico

Câncer de mama triplo negativo: desafios para tratamentos mais personalizados e o papel da imunoterapia

O câncer de mama triplo negativo (CMTN) é um dos subtipos mais desafiadores e agressivos da oncologia. A denominação “triplo negativo” se refere à ausência de três importantes alvos terapêuticos: os receptores hormonais de estrógeno e progesterona, além da proteína HER2. Essa característica limita as opções de tratamento, já que as terapias direcionadas a esses marcadores não são aplicáveis. Além disso, o CMTN pode apresentar perfis genéticos variados, o que torna uma abordagem padronizada muitas vezes ineficaz para todos os pacientes.

Carolina Melo – Pesquisadora

Em busca de estratégias terapêuticas mais eficazes e que ofereçam um melhor prognóstico para as pacientes, o Laboratório de Pesquisa Básica e Translacional do Núcleo de Ensino, Pesquisa e Inovação (NEPI) do Instituto Mário Penna está conduzindo um estudo para identificar mutações específicas e alterações genéticas desse tipo de tumor, utilizando a tecnologia de sequenciamento de nova geração (NGS).

Segundo a Dra. Carolina Melo, pesquisadora do Laboratório, essa abordagem é fundamental para o desenvolvimento de terapias personalizadas. “Estudos recentes mostraram que tumores triplo negativos frequentemente apresentam uma alta carga mutacional, ou seja, um grande número de mutações, tornando-os candidatos ideais para imunoterapias, como os inibidores de checkpoint, que ativam o sistema imunológico”, destaca a Dra. Carolina. Ela explica ainda que, graças aos avanços na caracterização molecular desse subtipo nos últimos anos, o Brasil tem incorporado novas opções terapêuticas, como o uso de inibidores de PARP para pacientes com mutações nos genes BRCA1 e BRCA2.

A pesquisadora ressalta que um dos objetivos do trabalho do NEPI é tornar esses testes genéticos mais acessíveis, eliminando a desigualdade no tratamento causada por barreiras financeiras, uma vez que o acesso a essas terapias ainda é desigual, especialmente em áreas menos favorecidas do país. Ela também chama a atenção para a necessidade de capacitação dos profissionais de saúde, pois a dificuldade na interpretação dos resultados desses testes dificulta seu uso na clínica. “Somente com a integração de abordagens multidisciplinares e a pesquisa contínua conseguiremos otimizar o tratamento e melhorar o prognóstico das mulheres diagnosticadas com câncer de mama triplo negativo no país”, finaliza a pesquisadora.

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