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No fechamento do grupo Maternidade Real teve abraços, troca de experiências e muita emoção entre as mamães do Instituto Mário Penna. Ao longo do ano, elas se encontraram mensalmente para falar sobre a gestação, comemoraram a cada novo nascimento e se apoiaram a cada retorno ao trabalho.

O grupo, para gestantes e mamães com bebês até dois anos, foi criado a partir de uma ação da Comissão da Qualidade de Vida que tem como objetivo prestar apoio, acompanhar e orientar os colaboradores no que se refere a prevenção de doenças e promoção da saúde.

No último dia do encontro em 2019, além da famosa roda de conversa, também teve música com a colaboradora Fernanda (setor Comercial) e os jovens do “Sopro que Cura”. Todas as mamães ainda receberam uma lembrancinha especial e um voucher de compras no Bazar presenteado pela Volmape (Voluntárias do Instituto Mário Penna). “Todas nós da Comissão da Qualidade de Vida somos mães e sabemos as dificuldades da gestação, do pós-parto e do retorno ao trabalho. Quando criamos o grupo foi com a ideia de apoiar essas mulheres durante todo esse processo e muni-las de informações e troca de experiências”, explicou a Enfermeira do Trabalho Natália Oliveira Gomes, presidente da Comissão.

No Instituto Mário Penna, pelo menos quatro colaboradoras saem, em média, de licença maternidade por mês, ou seja, cerca de 50 mulheres trabalham grávidas durante o ano em dezenas de setores da instituição. Durante os encontros ao longo do ano diversos assuntos foram abordados por meio de palestras como ‘Direitos e deveres das gestantes’; ‘Mudanças no corpo, pré-natal, vacinas e exames’; ‘Amamentação e ordenha’; ‘Cuidados com os recém-nascidos’; ‘Aspectos emocionais no retorno ao trabalho’, dentre outros.

Colaboradora do setor de Contabilidade, Niege Caroline Torres Vieira tem uma filha de 2 anos e 1 mês e participa do grupo desde o 1° encontro. “A criação desse grupo foi muito bacana e me senti muito acolhida no retorno ao trabalho. Quando a gente volta é um caos, muito difícil ficar longe do bebê o dia todo e ter que lidar com tantos julgamentos dos familiares e amigos. Estar em um ambiente onde todas as mulheres se entendem foi muito importante”. “Fora todas as informações construtivas que recebemos, como por exemplo, sobre os direitos e deveres das gestantes. Muita coisa eu desconhecia”, acrescentou.

Para o próximo ano, a expectativa é que o grupo permaneça com as atividades. A mamãe que ainda não participou e tem interesse em conhecer o grupo, basta procurar a Natália (Enfermeira do Trabalho) ou a Gizelle (Psicologia).

 

 

 

 

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