O projeto “Música no Hospital”, idealizado pelo Instituto Mário Penna e ECA – Espaço de Cultura e Arte, dá continuidade às ações com o “Concerto Natalino” com o trio Ad Libitumm, formado pelo pianista Ricardo Matosinho, pelo barítono Pedro Vianna e pela soprano Fabíola Protzner. A apresentação aconteceu na segunda-feira, dia 21 de dezembro, no jardim do Hospital Luxemburgo. A proposta é contribuir na recuperação dos pacientes e na humanização do ambiente hospitalar. O projeto é destinado para aqueles que estão internados, seus familiares, visitantes e toda a equipe técnica do hospital.

Para o repertório, o grupo Ad Libitum selecionou canções natalinas, obras de compositores da música erudita, assim como consagradas canções do universo popular. “Adestes Fidelis” – Autor desconhecido / Domínio Público; “Pie Jesu” – Andrew Lloyd Webber; “Hallelujah” – L. Cohen; “Ave Maria” – Gounod / Domínio Público; “Pai Nosso” – Albert Hay Malotte; “O Holy Night” – Adolphe Adam / Domínio Público; “Céu de Santo Amaro” – Flávio Venturini; “Chegou Natal” – Folclórica Alemã / Domínio Público; “Quero ver” – Desconhecido / Domínio Público; “Então é Natal” – John Lennon; “We Wish You a Merry Christmas” – Desconhecido / Domínio Público; “Ah! Vinde Todos à Porfia” – Liturgia Cristã / Domínio Público; “Boas Festas” – Assis Valente; “Jingle Bells” / “Bate o Sino” – James Lord Pierpont / Domínio Público; e “Feliz Navidad” – José Feliciano.

Para atender ao protocolo de segurança referente à Covid-19, os músicos e a equipe envolvida no projeto usaram máscaras e manteram o distanciamento recomendado pela Organização Mundial de Saúde (OMS). Além disso, a apresentação aconteceu em área externa.

“Eu amo essas músicas e onde eu moro não tem nada disso. É no interior do estado. Estou aqui acompanhando meu marido que é paciente. Não resisti e corri para assitir. A música mexe muito com a gente, principalmente nessa época do ano. O Instituto Mário Penna está de parabéns pelas ações. Aqui tudo é impecável e a gente se sente acolhido pela forma que somos recebidos e surpreendidos, como hoje”; conta Vera Lúcia Magalhães Pacoal.

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