Novembro Azul do Mário Penna chega com a campanha “Influencie quem você ama a se cuidar”

Entramos em mais uma importante campanha no Instituto Mário Penna, o Novembro Azul – mês de prevenção ao combate do câncer de próstata. Neste ano, o tema é “Influencie quem você ama a se cuidar” e precisamos espalhar essa conscientização aos homens que estão ao nosso entorno como pais, filhos, amigos, tios, primos, namorado, marido etc.

Segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA), o câncer de próstata é o segundo que mais mata no Brasil e alguns ainda insistem em ignorar o risco por desleixo, esquecimento, preconceito e medo. Quando descoberto precocemente, as chances de cura são em torno de 90% e estima-se que seja diagnosticado no país 65.840 novos casos por ano. Outro dado importante apontado pelo INCA é que um em cada nove homens será diagnosticado com câncer de próstata durante a vida. Mas com a sua ajuda e influência, esses dados podem mudar.

Referência em atendimento oncológico pelo SUS em Minas Gerais, o Mário Penna realizou, no último ano, 15.652 atendimentos de câncer de próstata e 2.224 cirurgias.

Em sua fase inicial, o câncer da próstata tem evolução silenciosa. “Muitos pacientes não têm nenhum sintoma ou, quando têm, são semelhantes aos do crescimento benigno da próstata, como dificuldade de urinar; diminuição do jato de urina; necessidade de urinar mais vezes durante o dia e à noite; e sangue na urina. Na fase avançada, esse tipo de câncer pode provocar dor óssea, sintomas urinários ou, quando mais grave, infecção generalizada e insuficiência renal”; explica Dr. Renato Corradi, médico Urologista do Instituto Mário Penna.

Prevenção e diagnóstico precoce

O médico ressalta que a detecção precoce é uma estratégia para encontrar o tumor em fase inicial e, assim, possibilitar melhor chance de tratamento. “Ela pode ser feita por meio de exames clínicos e laboratoriais. No caso do câncer de próstata, esses exames são o toque retal e o exame de sangue para avaliar a dosagem do PSA (antígeno prostático específico)”.

No exame de toque retal, o médico avalia tamanho, forma e textura da próstata, introduzindo o dedo protegido por uma luva lubrificada no reto. Este exame permite palpar as partes posterior e lateral da próstata. Já o exame de PSA é realizado através da coleta de sangue que mede a quantidade de uma proteína produzida pela próstata. Níveis altos desta proteína podem significar não somente câncer, mas outras doenças benignas da próstata.

Seguindo as diretrizes da Sociedade Brasileira de Urologia, os homens com mais de 50 anos devem procurar um urologista para fazer o exame preventivo. O Dr. Renato salienta que essa orientação é válida a partir dos 45 anos para pessoas afrodescendentes ou que possuem casos confirmados na família.

Tratamento 

Na fase do tratamento, dependendo do estágio da doença, os profissionais podem indicar a cirurgia para retirada do câncer e tratamentos a base de radioterapia ou radioterapia com hormonioterapia.

A equipe de urologia do Instituto Mário Penna é formada pelos médicos Dr. Wadson Gomes Miconi, Dr. Alexandre Carvalho de Menezes, Dr. Paulo Marcelo dos Santos, Dr. Leonardo Macedo Coutinho, Dr. Renato Beluco Corradi Fonseca, Dr. Rodrigo Guimaraes Corradi, Dr. Walter Luiz Ribeiro Cabral, Dr. André Lopes Salazar, além de residentes médicos.

Durante todo o mês, os tons de azul tomarão conta da instituição e várias ações serão realizadas para alertar a importância da prevenção, além do assunto estampar as redes sociais.

Mais informações:

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Instituto Mário Penna é recebido pela Câmara Municipal de Belo Horizonte para reforçar o Outubro Rosa e a importância da prevenção do câncer de mama

Na última quinta-feira, a Câmara Municipal de Belo Horizonte (CMBH) abriu as portas para receber o Instituto Mário Penna, representado pelo Dr. Ellias Magalhães, médico oncologista da instituição, em um seminário para falar sobre a campanha Outubro Rosa e debater o tema “Autocuidado e saúde da mulher no enfrentamento ao câncer de mama”, a convite da Presidente e Vereadora da Casa, Nely Aquino. A reunião foi presidida pela vereadora Fernanda Pereira Altoé, o vereador Cláudio do Mundo Novo, Wilsinho da Tabu e Reinaldo Gomes. Além dos parlamentares, estiveram presentes o médico da CMBH, Dr. Felipe Veloso, a coordenadora da Associação Pérola de Minas, Maria Luiza Oliveira, e a secretária-geral do Conselho Municipal de Saúde de BH, Edneia dos Santos.

O encontro tinha como finalidade integrar as ações da Câmara Municipal para a Campanha Outubro Rosa realizada em todo o mundo e que é referência na instituição para todo o estado. Segundo Dr. Ellias Magalhães, terapias anticoncepcionais iniciadas na década de 1970 desencadearam uma incidência de câncer de mama e, a ingestão de pílulas, o uso de álcool, cigarro e a obesidade, aliado à falta de atividade física, ampliaram ainda mais os casos. Além disso, o médico afirma que embora a doença seja da condição humana, as chances de cura são extremamente positivas quando diagnosticada de forma precoce, e o Brasil avançou de forma consistente baixando os índices de morte pela doença quando a prevenção se tornou mais eficiente.

Hoje existem exames que podem diagnosticar precocemente a doença, elevando as chances de cura em até 95%. Porém, quando a mulher já chega com a doença mais avançada, é sinal de que não cumpriu o rastreamento. Ao longo do mês de outubro, a campanha do Mário Penna se empenhou para trazer à tona a importância deste assunto, a fim de conscientizar todas as mulheres a realizarem a mamografia e priorizarem o cuidado com a saúde.

Após o debate promovido pela CMBH, foi realizado um pedido para levar a legislação municipal e estadual em relação aos direitos das mulheres com câncer e a possibilidade de ajustes no orçamento para garantir que haja recursos para a realização das mamografias e o incentivo a iniciativas de destinações por meio do orçamento impositivo.

Itaminas realiza evento em parceria com o Mário Penna para reforçar a importância da prevenção do câncer de mama

No dia 21 de outubro, em parceria com o Instituto Mário Penna, a Itaminas, uma empresa de extração e processamento de minério de ferro, promoveu um evento na cidade de Sarzedo para a comunidade e seus colaboradores, com o objetivo de trazer um debate acerca do Outubro Rosa e da importância da prevenção e do diagnóstico precoce no combate ao câncer de mama.

Foram realizadas oficinas interativas de maquiagem e aferição de pressão, apresentações da Banda de Sarzedo, do teatro “Viva a vida leve” e uma oficina de relaxamento. Além disso, a Dra. Keila Rezende, médica mastologista no Instituto Mário Penna, promoveu uma palestra para explicar a origem, as causas e o desdobramento do câncer de mama, além de reforçar a importância de realizar a mamografia anualmente e garantir a prevenção e o diagnóstico precoce. Ao final da palestra, a Dra. abriu para um bate-papo com as mulheres para tirar todas as dúvidas.

Ao longo do evento foram entregues mais de 80 doações de lenços e cabelos para a confecção de próteses capilares, todos arrecadados ao longo do mês para a instituição.

Parcerias como essa são fundamentais para que as campanhas da instituição sejam impulsionadas e alcancem cada vez mais pessoas com informação de qualidade e atendimentos de excelência. Junte-se ao time de grandes empresas que praticam o bem e salve vidas com o Mário Penna!

Instituto Mário Penna encerra Outubro Rosa com edição especial do Música no Hospital e café da manhã para Entrelaçadas

O Instituto Mário Penna encerrou a campanha Outubro Rosa nesta sexta-feira, dia 28, promovendo um café da manhã em parceria com a Padaria Vianney para as Entrelaçadas – grupo de pacientes em tratamento ou acompanhamento do câncer de mama. Foi um momento de muita emoção e alegria, fechando com chave de ouro tantas ações que ocorreram ao longo do mês em prol da conscientização da prevenção do câncer de mama.

“Estamos aqui hoje encerrando mais um Outubro Rosa e quero agradecer nossas pacientes, que são para nós uma motivação diária. Vocês estão aqui contando a história de vocês, sempre se disponibilizando a participar. Esta campanha foi muito especial”; afirma Gizelle Mesquita, Coordenadora de Humanização e Psicologia Hospitalar do Instituto Mário Penna. Após dois anos de pandemia, onde o Instituto precisou adaptar as últimas campanhas para o on-line, o Outubro Rosa deste ano veio para trazer renovo, esperança e fortalecer os laços. Milhares de mulheres foram impactadas e influenciadas através da nossa mensagem.

Além do café, as Entrelaçadas e todos os colaboradores, pacientes e acompanhantes que estavam nas dependências da instituição pela manhã, acompanharam o grupo Som Delas, formado pelo trio Rayane Boldrini, Amanda Barbosa e Luisa Mitre em mais uma edição do Música no Hospital. Fátima da Conceição Rocha, paciente no Instituto, expressou a emoção ao ouvir o trio musical. “Eu acho que a música alegra as pessoas, que muitas vezes estão cansadas e desanimadas. A música alivia a dor, acalma o espírito e ajuda todo mundo a superar problemas. Isso que vocês fazem é maravilhoso”.

“Ensino, Pesquisa e Inovação” recebe subsídio para identificar tratamentos alternativos a pacientes com câncer metastático

Metástase é uma palavra usada para descrever a propagação do câncer. Ao contrário das células normais do corpo humano, as cancerosas têm a capacidade de crescer fora do local onde se originaram. Quando isso acontece, dá-se o nome de câncer metastático. Uma das grandes preocupações no tratamento oncológico é que quase todos os tipos de cânceres têm o potencial de metástase. As células cancerígenas podem, por exemplo, crescer diretamente no tecido ao redor do tumor ou também podem “viajar”, através da corrente sanguínea, para locais distantes de sua origem.

O tratamento do câncer metastático é um desafio para os oncologistas, já que frequentemente ele se torna resistente ao tratamento anterior. Nesses casos é necessário que sejam utilizadas terapias alternativas para o novo tratamento. Porém, para alguns casos, as opções de medicamentos disponíveis para o tratamento do câncer não são suficientes e é preciso propor novas terapêuticas.

Sempre em conexão com os desafios e as novas tecnologias no tratamento oncológico, o Laboratório de Pesquisa Translacional do Instituto Mario Penna – Ensino, Pesquisa e Inovação aprovou, recentemente, um financiamento da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG) para um projeto de pesquisa que tem o objetivo de identificar entre medicamentos já disponíveis no mercado, aqueles com possibilidade de impedir ou pelo menos minimizar a ocorrência de metástases em pacientes com câncer de colo do útero. O projeto tem a duração prevista de três anos e contará com a infraestrutura de ponta e a expertise dos pesquisadores da unidade.

Dra. Carolina Melo, pesquisadora do Laboratório de Pesquisa Translacional do Mário Penna, ressalta que o Instituto utilizará as informações genéticas dos pacientes e ferramentas computacionais para buscar medicamentos já existentes no mercado e que, apesar desta técnica atualmente ser utilizada para tratamentos não-oncológicos, também pode ser eficaz para pacientes com câncer metastático. Essa estrutura é chamada de “reposicionamento de drogas” e mundialmente é considerada uma estratégia que permite identificar novos usos para medicamentos, aprovados ou em investigação, mas que estão fora do conjunto de opções da indicação médica original.

A pesquisadora ressalta que, cada vez mais, pesquisadores e clínicos consideram reposicionar medicamentos para aliviar o dilema da escassez de fármacos e, principalmente, para encontrar novas terapias contra o câncer. “O desenvolvimento de novos medicamentos requer uma média de 13 anos de pesquisa com custos estimados em aproximadamente 3 bilhões de dólares. O reposicionamento de medicamentos oferece, além de uma ótima relação custo-benefício, já que a maior parte dos estudos clínicos já foi feita, uma economia de tempo fundamental para pacientes em estado da doença avançada e que não podem aguardar até que novos tratamentos alternativos estejam disponíveis”, conclui.

Texto: Carolina Melo | PhD em genética humana, trabalha há mais 10 anos na pesquisa em oncologia, e é pesquisadora no Instituto Mário Penna – Ensino, Pesquisa e Inovação.

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