Proteção de Dados (LGPD) Resultados de Exames
Preparo de Exames
  • Exames de sangue
  • Exames de imagem
Mario Penna

DOE AGORA
  • O que fazemos
    • Associações Voluntárias
    • Convênios
    • Comitê de Ética em Pesquisa
    • Direção
    • História
    • Missão, visão e valores
    • Qualidade e segurança
    • Residência e Especialização
    • Unidades
  • Notícias
  • Transparência
    • Compras e Licitações
      • Regulamento
      • Manual do Fornecedor
      • Cadastro SEI Externo
      • Aquisições
        • Hospital Luxemburgo
        • Hospital Regional de Teófilo Otoni
        • Hospital Raja
        • Hinova
    • Nossos Dados
      • Produção
      • Capacidade Instalada
      • Composição da Equipe Assistencial
    • Compliance
      • Programa de Ética e Compliance
      • Código de Conduta
      • Vídeos
    • Demonstrativos Financeiros
    • Editais e Documentos
    • Troco Solidário
    • Relatório de Igualdade Salarial
    • Relatórios e Planejamento
    • Revistas
    • Instrumentos de Repasse / Emendas
  • Trabalhe Conosco
  • Fale Conosco
    • Ouvidoria
    • Canal de Denúncias
    • Solicitação de Benchmarking
  • Como Ajudar
  • —-
  • Hospital Luxemburgo
  • Portal do Câncer
  • Casa de Apoio Beatriz Ferraz
  • Instituto de Ensino, Pesquisa e Inovação
DOE AGORA

HOSPITAL LUXEMBURGO

NEXS I NÚCLEO DE EXCELÊNCIA EM SAÚDE

NÚCLEO DE ENSINO, PESQUISA E INOVAÇÃO

Blog

14set2026
Autor Nádia Prado Categorias Campanhas de Prevenção, Histórias de pacientes,Notícias Gerais,Oncologia, Instituto Mário Penna, Notícias Gerais, Outubro Rosa Deixe um comentário

Entrelaçadas: histórias que se unem para transformar a jornada contra o câncer de mama

Quando Josiane Galdino Vieira percebeu um pequeno nódulo na mama durante o toque, não imaginava que aquele momento daria início a uma trajetória que mudaria sua vida. Depois de procurar atendimento médico e passar por exames, veio o diagnóstico de câncer de mama. Desde 2019, ela é paciente do Instituto Mário Penna e, ao longo dessa caminhada, encontrou nas mulheres do Grupo Entrelaçadas uma rede de apoio que, segundo ela, foi fundamental para seguir em frente.

“Quando passei por um momento muito difícil, todas elas me acolheram, me deram um abraço, uma mão e falaram: ‘Estou com você, você vai conseguir’”, conta Josiane.

A história dela se entrelaça à de outras mulheres que, em diferentes momentos, enfrentam ou já enfrentaram o câncer de mama. É justamente essa troca que está no centro do Grupo Entrelaçadas, criado em 2018 por iniciativa do setor de Psicologia e Humanização do Mário Penna. O grupo foi criado com o propósito de oferecer apoio às mulheres que vivenciam o câncer de mama, seja durante o tratamento ou após a conclusão dessa etapa.

Nos encontros, as participantes compartilham vivências, medos e desafios, mas também celebram conquistas e descobertas ao longo da jornada. Dessa forma, o grupo se transforma em um espaço de escuta, acolhimento e fortalecimento de vínculos, no qual a experiência de uma mulher pode ajudar outra a atravessar um momento difícil.

Uma rede construída entre mulheres

Para Josiane, fazer parte das Entrelaçadas significa ter ao lado pessoas que compreendem as dificuldades vividas durante o tratamento. A experiência que começou com o diagnóstico também se transformou em vontade de incentivar outras mulheres a cuidarem da própria saúde.

Foi durante as ações do Outubro Rosa, em 2018, que ela teve contato com informações que a estimularam a procurar atendimento. Hoje, compartilha sua história e reforça a importância de estar atenta ao próprio corpo e buscar avaliação profissional diante de qualquer alteração.

“Quando eu posso jogar a sementinha que recebi, eu mando ela também. Vamos jogar água para ela crescer. E isso tem ajudado muitas mulheres também”, relata.

A troca também é importante para quem ainda está vivendo o tratamento. Necir Ferreira dos Santos, paciente do Mário Penna desde 2023, encontra no grupo amizade, carinho e companheirismo.

“Os encontros das Entrelaçadas representam para mim muita amizade, muito amor, muito carinho, muito companheirismo. Sempre que a gente está com alguma dúvida, nós temos amigas para poder contar com elas”, afirma.

Segundo Necir, estar próxima de mulheres que passaram por experiências semelhantes fortaleceu sua caminhada. Para ela, o grupo se tornou uma fonte de força especialmente nos períodos mais difíceis.

“Quando eu estava na minha época mais difícil e encontrei as Entrelaçadas, participei do Outubro Rosa e só fui ganhando força, força, força, e a minha fé aumentando cada vez mais”, conta.

Cada mulher, uma história

Se Josiane encontrou no grupo apoio durante momentos difíceis, outras integrantes representam diferentes etapas da jornada. Ilsiane Maria Coelho da Silva está em remissão e vê nos encontros uma oportunidade de celebrar a vida e compartilhar sua experiência.

“É muito terapêutico. Com as meninas, fico muito feliz, fico à vontade”, afirma.

Para ela, o Outubro Rosa também ganhou um novo significado depois da experiência com o câncer. Hoje, o período representa uma oportunidade de transformar a própria vivência em incentivo para outras mulheres.

“Outubro Rosa me ensina a passar para outras pessoas um pouco da minha luta, que a gente deve lutar e não desistir. Ser sempre forte e corajosa”, destaca.

Já Danúbia de Jesus Lemos está em tratamento e participou pela primeira vez de uma atividade das Entrelaçadas. Para ela, momentos de convivência ajudam a trazer leveza para uma rotina que pode ser marcada por mudanças e incertezas.

“É um momento muito gratificante, muito bom. A sua autoestima sobe. Você fica muito para baixo durante todo o dia, fica só em casa. Ter esses eventos com as Entrelaçadas é muito gostoso”, relata.

O cuidado com a autoestima também faz parte dessa rede. Na última quarta-feira, as integrantes participaram de um momento especial de confraternização no Mercado de Origem, parceiro de longa data do Instituto. A programação contou com coffee break e uma ação de beleza, com maquiagem realizada por profissionais disponibilizados pelas Lojas REDE e cuidados com os cabelos feitos por Ed Magalhães e Juliana Parreira. As participantes também receberam brindes, entre eles acessórios de estilo da Renova, uma das parceiras do Mário Penna. O momento foi registrado pelo fotógrafo Paulo Colen.

Para Santa Ferreira Lago, integrante do grupo desde 2020, cuidar da autoestima também é uma forma de cuidado durante a jornada.

“A mulher tem que se cuidar. É o autocuidado, é o toque, é cuidar da sua autoestima. A gente passa por várias fases na vida, principalmente quando recebe essa sentença. Então, a gente tem que estar sempre com a autoestima alta”, afirma.

Santa também destaca a importância dos reencontros entre as integrantes. “Tem meninas que a gente demora a ver. Então é muito bom rever novamente, ver que as nossas amigas estão ótimas. Nós somos todas sobreviventes, felizes e amadas”, conta.

Outubro Rosa: histórias que inspiram

O mês de outubro ganha um significado especial para as Entrelaçadas. Além de reforçar a importância da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer de mama, o período é marcado pela participação das integrantes em diferentes ações de conscientização promovidas pelo Instituto Mário Penna.

Ao compartilhar suas próprias histórias, elas ajudam a levar informação para outras mulheres e mostram que o diagnóstico não encerra a vida, os sonhos ou a possibilidade de construir novos caminhos.

Para Gabrielle Moraes,  paciente do Mário Penna desde 2023, o Outubro Rosa é uma oportunidade de ampliar essa mensagem e aproximar a conscientização de diferentes públicos.

“Que a gente consiga levar bastante conscientização para as pessoas nesse Outubro Rosa e durante todo o ano também”, afirma.

Gabrielle também reforça a importância de estar atenta à própria saúde e procurar atendimento diante de qualquer dúvida ou alteração.

A trajetória de cada uma das Entrelaçadas é diferente, mas os vínculos construídos entre elas têm um ponto em comum: a possibilidade de não atravessar essa experiência sozinha. Durante o tratamento ou depois dele, as mulheres encontram no grupo um espaço para compartilhar medos, celebrar conquistas, recuperar a autoestima e fortalecer umas às outras.

É assim, entre histórias que se cruzam, que o Entrelaçadas cumpre seu propósito: transformar experiências individuais em uma rede de apoio, acolhimento e informação, ampliando o cuidado oferecido pelo Instituto Mário Penna para além do tratamento do câncer de mama.

11set2026
Autor Marketing Categorias Humanização, Instituto Mário Penna, Notícias Gerais Deixe um comentário

Próstata é só o começo: o que um urologista pode identificar antes mesmo dos sintomas

No Dia do Urologista, especialista do Instituto Mário Penna explica como a atuação vai muito além da próstata e pode acompanhar homens, mulheres e crianças

Quando o assunto é câncer de próstata, prevenção e diagnóstico precoce, a figura do urologista costuma aparecer como uma das principais referências. Mas a próstata é apenas uma parte do campo de atuação desse especialista. No Instituto Mário Penna, referência em oncologia, o urologista Rodrigo Corradi reforça que o cuidado vai muito além da investigação de doenças da próstata e envolve todo o trato urinário, além do sistema reprodutor masculino.

Celebrado em 12 de setembro, o Dia do Urologista é uma oportunidade para ampliar o conhecimento sobre a especialidade e mostrar como esse profissional pode acompanhar a saúde em diferentes fases da vida, desde a infância até a terceira idade.

Embora seja frequentemente associado aos homens, o urologista também atende mulheres. Entre as condições que podem demandar acompanhamento estão cálculos renais, infecções urinárias de repetição, bexiga hiperativa, cânceres de rim e bexiga, incontinência urinária e prolapsos. São problemas que podem afetar diretamente a qualidade de vida e que fazem parte da rotina de atendimento da especialidade.

A atuação começa ainda na infância. Na uropediatria, o acompanhamento envolve malformações congênitas, alterações na uretra, problemas renais e outras condições que podem ser identificadas nos primeiros anos de vida.

Um olhar para além do órgão

Para Rodrigo Corradi, um dos principais papéis do urologista é olhar para o paciente de maneira integral. Embora sua área de atuação esteja concentrada no sistema urinário e reprodutor, a consulta pode ser uma oportunidade para identificar outras alterações de saúde e, quando necessário, encaminhar o paciente para outros profissionais.

“Eu não olho uma próstata, eu olho uma pessoa. Eu não opero um rim, eu opero uma pessoa”, destaca.

Na prática, esse olhar mais amplo pode levar à identificação de alterações de colesterol e triglicérides, diabetes, hipertensão e até infecções sexualmente transmissíveis que podem não apresentar sintomas.

Por isso, a consulta não precisa estar associada apenas ao aparecimento de um problema. O acompanhamento médico também pode ser um espaço para conversar, esclarecer dúvidas, investigar alterações e avaliar a saúde de forma mais ampla.

Quando a próstata entra em cena

Dentro da saúde masculina, a próstata continua sendo uma das estruturas acompanhadas pelo urologista. Entre as condições investigadas está o câncer de próstata, que pode não apresentar sintomas em suas fases iniciais.

É justamente por isso que a avaliação médica deve considerar o histórico e as características de cada paciente. Alterações urinárias, como dificuldade para iniciar ou esvaziar a urina, jato fraco, aumento da frequência urinária ou necessidade de levantar várias vezes à noite, merecem atenção, mas não significam necessariamente câncer e podem estar relacionadas a diferentes condições.

O médico ressalta ainda que exames como o PSA e o toque retal fazem parte de uma avaliação individualizada. O PSA, por exemplo, não é um marcador exclusivo de câncer, e seus resultados precisam ser interpretados dentro do contexto clínico do paciente. Da mesma forma, o toque retal pode ter indicação em situações específicas e não necessariamente precisa ser realizado em todas as consultas.

Cuidar antes de precisar tratar

Outro ponto destacado pelo urologista é a importância de não esperar uma situação de urgência para buscar atendimento. Segundo ele, muitos homens ainda associam a consulta ao desconforto de exames específicos e acabam adiando o acompanhamento.

A ideia, porém, é justamente procurar o médico enquanto está tudo bem. O acompanhamento permite que dúvidas sejam esclarecidas, alterações sejam investigadas e, quando necessário, diferentes possibilidades de cuidado sejam discutidas antes que um problema se agrave.

Acolhimento também faz parte do cuidado

Mais do que realizar exames e indicar tratamentos, Rodrigo Corradi destaca o papel do acolhimento na relação entre médico e paciente. Para ele, o consultório precisa ser um espaço em que a pessoa possa falar sobre suas dúvidas e desconfortos com liberdade.

Essa relação também é importante na definição dos caminhos de cuidado. Nem sempre o tratamento mais invasivo será a melhor escolha, e as decisões devem considerar as características da doença, as possibilidades terapêuticas e as preferências do próprio paciente.

“Cuidar é dar opções para esse paciente”, explica. A partir da conversa entre médico e paciente, é construído um plano que considera o que pode e o que deve ser feito em cada situação.

Para o especialista, essa diferença é fundamental: “Tratar quando possível. Cuidar sempre. Sempre acolher. Sempre explicar. Sempre escutar.”

No Dia do Urologista, a mensagem é também um convite para mudar a percepção sobre a especialidade. A próstata pode ser uma porta de entrada para falar sobre saúde masculina e oncologia, mas está longe de representar tudo o que faz um urologista. Homens, mulheres e crianças podem precisar desse acompanhamento em diferentes momentos da vida  e cuidar da saúde significa também olhar para além dos sintomas e de um único órgão.

9set2026
Autor Marketing Categorias Instituto Mário Penna, Notícias Gerais Deixe um comentário

Comitê de Ética em Pesquisa: A garantia de respeito e segurança no avanço da medicina

Quando o assunto é a busca por novos tratamentos contra o câncer, é comum pensar em cientistas em laboratórios, microscópios e medicamentos inovadores. No entanto, existe um grupo de pessoas que trabalha diariamente nos bastidores para garantir que o elemento mais importante dessa jornada continue protegido: o ser humano. Esse grupo é o Comitê de Ética em Pesquisa (CEP) da Rede Mário Penna.

Mas, na prática, o que é e para que serve o CEP?

Quem explica é a Dra. Carolina Melo, pesquisadora do Laboratório de Pesquisa Translacional do NEPI e vice-coordenadora do CEP da Rede Mário Penna. Segundo a pesquisadora, o Comitê de Ética pode ser entendido como um “escudo protetor” do paciente.

“O CEP é formado por um time multidisciplinar — que inclui médicos, enfermeiros, farmacêuticos, psicólogos e, principalmente, representantes dos próprios pacientes —, que analisa detalhadamente todo estudo científico antes que ele possa começar na instituição”, explica.

A missão principal desse grupo é garantir que os direitos, a dignidade, a segurança e o bem-estar de quem participa de uma pesquisa sejam totalmente respeitados.

Segurança para quem participa — e também para quem pesquisa

A Dra. Carolina ressalta que, se por um lado o Comitê protege o paciente, por outro também é um parceiro indispensável para o cientista. Para o pesquisador, o parecer do CEP não representa uma mera burocracia, mas um selo de qualidade, credibilidade e respaldo jurídico.

A pesquisadora explica que, ao passar pelo crivo do CEP, o cientista tem a segurança de que o estudo segue os mais rigorosos padrões nacionais e internacionais. Isso protege o profissional contra falhas metodológicas, garante a transparência da coleta de dados e abre portas para que as pesquisas da Rede Mário Penna sejam reconhecidas e publicadas em revistas científicas de prestígio internacional.

“É a garantia de que a ciência produzida no Mário Penna é feita com excelência e responsabilidade.”

Transparência e respeito em primeiro lugar

A Dra. Carolina detalha que, antes de um paciente voluntário receber um novo tratamento ou participar de um estudo, o CEP avalia perguntas cruciais:

  • Os benefícios desse estudo são maiores do que os riscos envolvidos?
  • O voluntário foi informado de forma simples, transparente e sem termos difíceis sobre tudo o que vai acontecer?
  • O participante sabe que é livre para aceitar ou recusar a participação a qualquer momento, sem perder o cuidado e a assistência oferecidos em seu tratamento de rotina no hospital?

“Se a resposta para qualquer uma dessas perguntas for incerta, a pesquisa não é aprovada até que todas as adequações sejam feitas”, afirma a pesquisadora.

Na Rede Mário Penna, onde a humanização caminha lado a lado com a ciência de ponta, o CEP reafirma o compromisso da instituição com uma pesquisa séria, responsável e, acima de tudo, centrada na vida e no respeito a cada pessoa. Afinal, a verdadeira inovação na medicina só faz sentido quando cuida, com ética, do maior patrimônio da instituição: o paciente.

Para saber mais sobre o trabalho do CEP ou esclarecer dúvidas sobre pesquisas clínicas na Rede Mário Penna, entre em contato com a equipe pelo e-mail comiteetica@mariopenna.org.br.

Texto escrito por: Dra. Carolina Melo, PhD em Genética Humana, com mais de 10 anos de atuação em pesquisa em oncologia e integrante da equipe de pesquisadores do Núcleo de Ensino, Pesquisa e Inovação (NEPI).

1set2026
Autor Nádia Prado Categorias Instituto Mário Penna, Notícias Gerais, Teófilo Otoni Deixe um comentário

Hospital Teófilo Otoni aproxima Diocese para fortalecer acolhimento espiritual a pacientes e familiares

O Hospital Teófilo Otoni, sob gestão do Instituto Mário Penna, avança na construção de uma assistência que vai além do cuidado clínico. Na última quinta-feira, representantes da instituição se reuniram com a Diocese de Teófilo Otoni para discutir formas de fortalecer o acolhimento espiritual de pacientes e familiares durante a permanência no hospital.

Criada em 27 de novembro de 1960, após ser desmembrada da Diocese de Araçuaí, a Diocese de Teófilo Otoni construiu ao longo de mais de seis décadas uma atuação pastoral na região. Atualmente, está presente em 43 paróquias e 33 municípios, com uma missão voltada à evangelização, ao cuidado e à vida comunitária.

Participaram do encontro o diretor-presidente do Instituto Mário Penna, Marco Antônio Viana Leite, o diretor Fabrício Giarolla, o bispo diocesano, Dom Messias dos Reis Silveira, e os padres Thales Matheus Lauar Silva, Wagner Ferreira Vaz e Aurildes de Sousa Sena.

Durante a reunião, Marco apresentou a importância da assistência espiritual dentro da missão do Mário Penna e compartilhou a experiência já desenvolvida no Hospital Luxemburgo, em Belo Horizonte. A proposta é levar esse olhar também para o Hospital Teófilo Otoni, entendendo que o cuidado com o paciente envolve diferentes dimensões e pode incluir, quando desejado, o suporte espiritual e religioso.

Proposta de capela no Hospital Teófilo Otoni

Um dos principais pontos apresentados durante o encontro foi a proposta de construção de uma capela no Hospital Teófilo Otoni. O espaço será pensado como um ambiente de acolhimento, oração e conforto espiritual para pacientes, familiares e também colaboradores.

A iniciativa busca oferecer um local reservado para momentos de reflexão e espiritualidade, respeitando as diferentes necessidades e crenças de quem passa pelo hospital.

Além da criação do espaço físico, também foi discutida a importância da atuação da Pastoral junto à unidade. A aproximação com a Diocese poderá contribuir para a organização desse trabalho e para a presença de representantes religiosos no hospital, de maneira estruturada e alinhada aos fluxos da instituição.

A proposta foi recebida de forma positiva pelo bispo e pelos padres que participaram da reunião. Durante o encontro, eles destacaram o significado de uma iniciativa como essa partir do próprio hospital, especialmente diante de uma realidade em que, historicamente, o acesso à assistência religiosa em algumas instituições pode encontrar limitações.

Para o Mário Penna, a construção dessa parceria representa uma oportunidade de fortalecer uma dimensão do cuidado que já faz parte da experiência da instituição e que agora poderá ser incorporada à realidade do Hospital Teófilo Otoni.

Próximos passos

Como encaminhamento da reunião, ficou definida a participação de representantes do Mário Penna em um encontro marcado para o dia 15 de setembro. A agenda terá como objetivo apresentar a proposta a outras pessoas da comunidade diocesana e avançar na construção conjunta das ações que poderão ser desenvolvidas no hospital.

1set2026
Autor Nádia Prado Categorias Instituto Mário Penna, Notícias Gerais Deixe um comentário

Hospital Raja entra na reta final para inauguração e levará cirurgia robótica também ao SUS

A Rede Mário Penna se prepara para inaugurar, em setembro, o Hospital Raja, nova unidade localizada na Avenida Raja Gabáglia, em Belo Horizonte. Com mais de 14 mil m² de área construída e 18 andares, o hospital foi planejado para reunir diferentes serviços assistenciais em um único complexo, incluindo atendimento de alta complexidade e tecnologias que também serão utilizadas no atendimento a pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS).

A nova unidade integra a estratégia de sustentabilidade da Rede Mário Penna, com atendimento voltado à saúde suplementar e particular e a oferta de serviços de alta complexidade ao SUS. A proposta é gerar recursos que contribuam para a continuidade e o fortalecimento da assistência pública realizada pela instituição.

Últimos preparativos para a inauguração

Com a inauguração se aproximando, o Hospital Raja está na fase final de preparação. Os espaços de internação e enfermarias já estão prontos, enquanto as equipes trabalham na organização dos processos, fluxos assistenciais e demais etapas necessárias para o início das atividades.

Durante uma vistoria na unidade, o diretor-presidente do Instituto Mário Penna, Marco Antônio Viana Leite, acompanhou o andamento dos trabalhos e destacou a evolução da implantação.

“A parte de internação e as enfermarias estão prontas, e nós já entregamos alguns andares.”

A conclusão da estrutura física é acompanhada pela preparação dos processos assistenciais e operacionais que irão orientar o funcionamento do hospital.

Para Gabriela Expedito, gerente assistencial do Hospital Raja, o trabalho nesta etapa está concentrado na organização dos fluxos necessários para uma abertura segura.

“Estamos visitando a reta final das obras e esse projeto está cada vez mais próximo de se tornar realidade. Enquanto isso, nossa equipe segue empenhada na elaboração de processos e fluxos para garantir uma abertura segura para todos, de forma a trazer uma experiência segura e qualificada tanto aos nossos pacientes quanto ao nosso corpo clínico.”

200 leitos e atendimento de alta complexidade

O Hospital Raja terá 200 leitos de internação, distribuídos entre o quinto e o 13º pavimentos, além de 30 leitos de Terapia Intensiva. A unidade também contará com ambulatório, hospital-dia, pronto atendimento, emergência, hemodinâmica, métodos gráficos e bloco cirúrgico.

O bloco cirúrgico, localizado no terceiro pavimento, terá 10 salas de cirurgia. Entre elas estará uma sala dedicada à cirurgia robótica, recurso que possibilita a realização de procedimentos minimamente invasivos.

A tecnologia representa um dos diferenciais assistenciais do hospital e será utilizada também em procedimentos de alta complexidade destinados a pacientes do SUS. Dessa forma, a unidade amplia as possibilidades de acesso da população a recursos tecnológicos aplicados ao tratamento cirúrgico.

Outro destaque é o andar exclusivo para Transplante de Medula Óssea (TMO), localizado no 14º pavimento. A estrutura foi planejada para atender pacientes que necessitam desse tipo de tratamento, com previsão de ampliação para a modalidade alogênica.

Diagnóstico e tratamento no mesmo complexo

O Hospital Raja também reunirá serviços voltados ao diagnóstico e ao acompanhamento dos pacientes.

No segundo pavimento estarão concentrados os serviços de medicina nuclear e métodos gráficos, enquanto o hospital contará com um Centro de Imagem e Diagnóstico. A estrutura foi planejada para oferecer recursos destinados à investigação e ao acompanhamento de diferentes condições clínicas.

A unidade também terá endoscopia e colonoscopia, localizadas no quarto pavimento, além de ambulatório com clínicas médicas especializadas para acompanhamento contínuo e tratamentos complexos.

A presença desses diferentes serviços em uma mesma unidade permite organizar etapas distintas da jornada assistencial, desde a investigação diagnóstica até procedimentos, tratamentos e acompanhamento.

Um novo corredor de saúde em Belo Horizonte

A localização do Hospital Raja, na Avenida Raja Gabáglia e próxima ao Hospital Luxemburgo, contribui para a formação de um novo corredor de saúde em Belo Horizonte.

A proximidade entre as duas unidades favorece uma atuação integrada da Rede Mário Penna, com estruturas e perfis assistenciais diferentes, mas complementares.

1 2 3 … 227 Próxima página

Categorias

  • 50 anos Instituto Mário Penna
  • 50 years IMP
  • Agenda Mário Penna
  • Assistencial
  • BH
  • BH
  • Blog Portal do Câncer
  • Campanhas de Prevenção
  • Cancer Treatments
  • care
  • Casa de Apoio Beatriz Ferraz
  • Cofinho do Bem
  • colaboradores
  • Correios
  • Corrida da Esperança
  • Covid
  • Cuidados Paliativos
  • Curso de Gestão
  • Cursos
  • Dezembro Laranja
  • Dia Internacional da Mulher
  • Diretoria
  • Droga Clara
  • Ensino, Pesquisa e Inovação
  • Entrevista
  • Espaço Mulher
  • Estrelas Mário Penna
  • Fundo do Idoso
  • General News
  • Heróis Mário Penna
  • Histórias de pacientes
  • Histórias de pacientes,Hospital Luxemburgo,Notícias Gerais
  • Histórias de pacientes,Hospital Luxemburgo,Notícias Gerais,Oncologia
  • Histórias de pacientes,Notícias Gerais,Oncologia
  • Hospital Luxemburgo
  • Hospital Luxemburgo,Notícias Gerais,Oncologia
  • Hospital Luxemburgo,Oncologia
  • Hospital Mário Penna
  • Hospital Regional de Teófilo Otoni
  • Humanização
  • Humanization
  • Imposto de Renda
  • Infofarma
  • Instituto Mário Penna
  • Janeiro Branco
  • Julho Verde
  • Linfomas
  • Lista do Bem
  • Lojas Redes
  • Luxembourg Hospital
  • Março Lilás
  • Mario Penna de Todos
  • Maternidade Real
  • Minas na Mesa
  • Momento do Bem
  • Musica no Hospital
  • Não categorizado
  • NEXS
  • Notícias Gerais
  • Notícias Gerais, Oncologia
  • Nova Marca
  • Novembro Azul
  • Novo Hospital Luxemburgo
  • Núcleo de Ensino e Pesquisa (NEP
  • Núcleo de Especialidades Oncológicas (NEO
  • Oncological Treatment
  • Outubro Rosa
  • Parceiros
  • Partners
  • Pastoral da Saúde
  • Pink October
  • Projeto Reintegrar
  • Reunião Multidisciplinar
  • Teaching and Research Center (NEP
  • Teófilo Otoni
  • Todos Juntos Contra o Câncer
  • Tratamento Oncológico
  • Tratamentos Contra o Câncer
  • Verdemar

Assine nossa Newsletter

Fique por dentro de tudo que acontece no Instituto Mário Penna

0800 039 1441

DOAÇÕES POR TELEFONE

SALA DE IMPRENSA

ACESSE POR AQUI

Conecte-se com o Instituto Mario Penna

  • facebook
  • instagram
  • youtube
  • linkedin
Copyright © 2020 Mario Penna. Todos os direitos reservados.CNPJ: 17.513.235/0001-80
Olá, como podemos ajudar?

[cd_calculate_form]

[cd_calculate_form]