O enfermeiro e Coordenador do Bloco Cirúrgico do Instituto Mário Penna, Éder Júlio Rocha de Almeida, recebeu uma homenagem da Câmara dos Vereadores de Betim por desenvolver o aplicativo “Socorro pelas mãos” que conecta surdos à serviços de urgências. Éder recebeu também a condecoração do Conselho regional de enfermagem COREN-MG e, também, o primeiro lugar na premiação de teses e dissertações do Conselho de Ciência e Tecnologia no segmento saúde e acessibilidade.
Segundo Éder, que é especialista em urgência e emergência, a iniciativa se deu em 2018, quando se deparou com a história de um menino surdo que presenciou o pai passar mal com muitas dores no peito e não conseguiu chamar o socorro.
Diante disso, no mestrado em tecnologia aplicada à saúde, Eder idealizou e desenvolveu o aplicativo que conta com uma interface simples. “O programa é de fácil entendimento e, por meio de ícones presentes nele, os deficientes conseguem acionar o socorro”; explica.
O aplicativo também pode ser utilizado por pessoas que não sabem ler já, que os ícones são extremamente intuitivos. Ele está em processo de patenteamento e estará disponível, em breve, para iOS e Android.
Éder conta também que já está em negociação com a chefe de governo e secretaria da pessoa com deficiência, juntamente com a equipe da primeira-dama e deputados para que a implantação do aplicativo seja a nível nacional e de forma totalmente gratuita. “Através do aplicativo será possível dar voz a quase 28 milhões de pessoas deficientes auditivas que não possuem condição de chamar ambulância, polícia, bombeiros e demais serviços de urgência que atualmente são acionados somente via telefone”; ressalta. Por fim, o professor frisou que várias empresas já estão interessadas em investir na plataforma.
Instituto Mário Penna também dá ouvidos aos deficientes auditivos – O atendimento de qualidade do Instituto Mário Penna precisa ser acessível a todos. Por isso, os pacientes auditivos podem se consultar em qualquer unidade, com a certeza de que serão muito bem compreendidos.
Através do Projeto Mário Penna Te Ouve, com um simples clique, nossos médicos e enfermeiros podem se comunicar com pacientes e familiares surdos pela intermediação de um intérprete de livras virtual, em tempo real.
Tudo para que os surdos possam falar dos seus sintomas e ouvir diagnósticos e orientações do médico sem qualquer problema de comunicação.





Mariangela Moreira do Nascimento, Supervisora de Enfermagem do CME, explica que o STERRAD 100NX AllClear é um equipamento que realiza a esterilização à baixa temperatura por gás plasma de peróxido de hidrogênio, de forma segura, sem deixar resíduos tóxicos. “A chegada do equipamento possibilitará algumas melhorias ao CME, como diminuição no tempo de esterilização, garantia da qualidade, segurança do paciente através da rastreabilidade do processamento dos produtos para saúde”.
“No último ano, após o início da pandemia da Covid, devido ao medo do novo e do isolamento, as perdas em todas as áreas e com as mortes vivenciadas, aumentou-se o número de adoecimento mental e, consequentemente, também o número de tentativas de autoextermínio. Atentos a todo esse contexto, pensamos em uma campanha voltada para o olhar dos nossos colaboradores: um olhar empático, sem julgamentos e humanizado, onde tentaremos orientar sobre como identificar fatores de risco e de prevenção, informar como ajudar um colega ou mesmo um familiar, onde buscar ajuda e engajarmos todos nessa causa para diminuir o sofrimento psíquico e a taxa de suicídio”; explica Gizelle Mesquita, Coordenadora de Humanização e Psicologia Hospitalar.
“Apesar da pandemia e dos cuidados que ela requer, não esquecemos dos pacientes daqui. Trabalhamos há 35 anos ajudando aqueles quem precisam e, de alguma forma, tínhamos que fazer algo nesse momento. É muito gratificante essa entrega para fazer o bem”; ressalta José Maurício.
“Os linfomas são divididos em dois tipos: o de Hodgkin e os não-Hodgkin. Dentro desses dois grupos é possível ainda dividi-los em diversos subtipos, cada um com características clínicas e tratamentos completamente diferentes. Mas apenas através da biópsia das lesões é possível diferenciá-los”; conta Dr. Pedro.