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Notícias de: Dezembro Laranja

1dez2024
Autor Giovana Cangussú Categorias Dezembro Laranja, Hospital Luxemburgo, Instituto Mário Penna, Notícias Gerais, Novo Hospital Luxemburgo, Tratamento Oncológico

Você não é de ferro. Proteja-se do câncer de pele: Mário Penna inicia campanha de Dezembro Laranja

O mês de dezembro chegou e, mais uma vez, o Mário Penna sai na frente quando se trata de prevenção. Com o tema “Você não é de ferro. Proteja-se do câncer de pele”, a instituição inicia a tradicional campanha de Dezembro Laranja, mês dedicado à conscientização sobre a prevenção do câncer de pele. A campanha deste ano reforça a importância da proteção solar, destacando que, por mais forte que você seja, o corpo humano é vulnerável aos efeitos nocivos do excesso de sol.

O câncer de pele é o tipo de câncer mais comum no Brasil, correspondendo a cerca de 33% de todos os diagnósticos de câncer no país, segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA). Estima-se que, a cada ano, sejam diagnosticados aproximadamente 185 mil novos casos de câncer de pele não melanoma, além de 9 mil casos de melanoma, que é o tipo mais agressivo.

Tipos de câncer de pele

Câncer de pele não melanoma:

  • Representa a maioria dos casos.
  • Menos letal, mas pode causar complicações se não tratado.

Melanoma:

  • Representa cerca de 4% dos casos, mas é o tipo mais grave.
  • Pode levar à morte se não diagnosticado precocemente.

Fatores de risco

  • Exposição excessiva ao sol, principalmente sem proteção.
  • Histórico de queimaduras solares.
  • Pele clara, com maior sensibilidade aos raios UV.
  • Histórico familiar de câncer de pele.
  • Idade avançada, já que os danos causados pelo sol são cumulativos.

Regra ABCDE: aprenda como identificar o câncer de pele

O melanoma, um dos tipos mais agressivos de câncer de pele, pode ser identificado precocemente por meio da regra ABCDE, adotada internacionalmente. Este método auxilia na avaliação de pintas e manchas na pele, observando sinais que podem indicar a presença de um tumor.

  1. A – assimetria: pintas ou manchas que não são simétricas, ou seja, um lado é diferente do outro.
  2. B – bordas irregulares: lesões com contornos mal definidos, irregulares ou com bordas serrilhadas.
  3. C – cor variável: manchas que apresentam mais de uma tonalidade, como marrom, preto, vermelho, azul ou branco.
  4. D – dimensão: pintas com diâmetro maior que 6 milímetros (aproximadamente o tamanho de uma borracha de lápis).

Proteja-se!
Entre as principais orientações da campanha estão o uso diário de protetor solar, roupas que cubram a pele, chapéus e óculos de sol, além de evitar a exposição ao sol nos horários de maior intensidade, entre 10h e 16h. Pequenas atitudes diárias fazem toda a diferença para proteger a pele e prevenir doenças graves.

A mensagem “Você não é de ferro” é um convite para refletir sobre a vulnerabilidade do corpo humano aos raios solares e a importância de adotar medidas preventivas. Mesmo quando não há sinais visíveis, a exposição acumulada ao sol ao longo dos anos pode trazer consequências sérias. Por isso, proteger-se diariamente e realizar consultas dermatológicas regulares são passos essenciais para a prevenção.

Ações durante a campanha

Neste ano, o Instituto Mário Penna conta com o apoio especial da Nívea e dos Supermercados BH, que abraçaram a campanha e contribuíram com a doação de 250 protetores solares Nivea, FPS 50. Esses produtos serão incluídos no press-kit enviado a influenciadores e parceiros, além de serem utilizados em ações de conscientização durante a campanha. 

Além disso, a instituição segue em mais um ano em parceria com o Clube Jaraguá, estando presente em dois finais de semana com um stand exclusivo da campanha. O objetivo é disseminar a mensagem de prevenção, promovendo cuidados essenciais com a pele e reforçando a necessidade de proteção solar. Durante a ação, serão distribuídos, ainda, brindes temáticos, fortalecendo a conscientização e engajando as pessoas com o tema.

29nov2024
Autor Douglas Categorias Dezembro Laranja, Instituto Mário Penna, Notícias Gerais, Novo Hospital Luxemburgo

Dezembro Laranja: Mário Penna e Sociedade Brasileira de Dermatologia se unem e realizam atendimento gratuito para orientação e diagnóstico do câncer de pele

No mês escolhido pela Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) para a conscientização sobre o câncer de pele, o Instituto Mário Penna abraça a campanha Dezembro Laranja com o tema “Cada um com sua proteção”. A organização chama a atenção para os cuidados da prevenção com base na individualidade dos hábitos, bem como dos diferentes climas de um país de dimensões continentais como o Brasil.

Para reafirmar o compromisso com a sociedade no cuidado à saúde, no dia 2 de dezembro, das 9h às 15h, o Mário Penna será um dos pontos de atendimento gratuito para orientação, diagnóstico e tratamento do câncer de pele. O agendamento poderá ser feito pelo telefone (31) 3349 – 1212, no dia 29 de novembro, a partir das 8h. As consultas e procedimentos serão realizados por dermatologistas voluntários, liderados pela Presidente da SBD-MG e especialista do Mário Penna, Dra. Gisele Viana de Oliveira, e o vice-presidente Dr. Abrahão Osta Vieira. O mutirão atenderá pessoas acima de 14 anos que desejarem passar por uma avaliação dermatológica em decorrência de alguma pinta ou lesão que possam ser suspeitas.

“O Mário Penna foi muito importante para nós da Sociedade Brasileira de Dermatologia. Nos últimos anos, Belo Horizonte, que é capital de um estado tão importante, ficou fora desse mutirão presencial. E em 2023, o Mário Penna apoiou, abraçou e resgatou o Dezembro Laranja. Com isso, estamos ampliando conscientização sobre o câncer de pele e a representação em Minas Gerais, ou seja, possibilitando que mais pessoas saibam da importância de se cuidar e se prevenir”, conta Dr. Abrahão.

Para Dra. Gisele Viana, o Mário Penna desempenha um papel fundamental no processo de divulgação da prevenção. “O hospital é uma referência em oncologia e a campanha é muito importante, pois ajuda a divulgar as ações de prevenção da dermatologia”. A médica ainda pontua que, atualmente, os maiores desafios relacionados ao câncer de pele incluem a fotoexposição profissional. “Por exemplo, entre lavradores e donas de casa, culturalmente, o horário de estender a roupa no varal, entre outras atividades, é o horário de exposição solar intensa”, afirma.

A fim de facilitar o acesso a informações sobre prevenção, a SBD disponibilizou em seu site um rico conteúdo sobre o câncer de pele. O público poderá testar de forma lúdica e descomplicada o conhecimento sobre a doença. O resultado terá como proposta estabelecer a melhor forma de se proteger.

O câncer de pele no Brasil

De todos os diagnósticos de câncer no Brasil, um terço corresponde ao de câncer de pele. O Instituto Nacional de Câncer (INCA) registra, a cada ano, cerca de 185 mil novos casos da doença. O tipo não melanoma é o mais frequente. Apesar de oferecer menor risco de morte, atinge números altos de incidência, sendo responsável por 177 mil novos casos anualmente.

Já o melanoma é o tipo mais grave devido sua alta possibilidade de disseminação em outros órgãos, mas é menos frequente, representando apenas 4% das neoplasias malignas da pele. Em geral, se assemelha a uma pinta ou sinal de pele, em tons acastanhados ou enegrecidos, no entanto, podem mudar de cor, formato e tamanho e causar sangramentos.

Dr. José Mourão Neto, Diretor Técnico Assistencial do Mário Penna explica que “o diagnóstico precoce do câncer de pele aumenta as chances de cura em 90%, além de diminuir as lesões mutilantes e desconfigurantes devido à doença. Por isso, é importante conhecer a sua pele e procurar imediatamente um dermatologista. A realização do mutirão de atendimentos no Mário Penna é uma forma de reforçar o nosso compromisso com o combate ao câncer, promovendo o conhecimento para prevenção da doença e o acesso ao diagnóstico e tratamento”, afirma.

A melhor estratégia para se prevenir é se proteger do sol e usar o protetor solar regularmente. A exposição à radiação ultravioleta (UV) tem efeito cumulativo, por penetrar profundamente na pele e ser capaz de provocar alterações, como o bronzeamento e surgimento de pintas, sardas, rugas e manchas.

Dr. Abrahão relata que, normalmente, as pessoas começam a se prevenir de forma tardia. “Mesmo com o avanço das campanhas e aumento da conscientização, as pessoas começam a se proteger muito tarde. Geralmente, depois que apresentam algum problema de pele. Então o maior desafio que temos atualmente é incentivar que a proteção seja feita desde jovens, desde crianças. Além de usar protetor solar de forma regular, precisamos conscientizar sobre os momentos mais ideais de se expor ao sol”.

A regra ABCDE, adotada internacionalmente, ajuda a identificar sinais que indicam um tumor de pele do tipo melanoma. Por ela, deve-se avaliar pintas e manchas na pele observando a Assimetria, Bordas irregulares, Cor variável, Dimensão e Evolução. Lesões ou pintas que não tenham forma simétrica, apresentam contornos mal definidos, várias cores, tamanho maior que 6 milímetros e que tenham mudanças de forma, cor ou tamanho devem ser investigadas por um médico.

Já para o câncer de pele não melanoma é preciso estar atento a manchas na pele que coçam, ardem, descamam ou sangram, além de feridas que não cicatrizam em até quatro semanas. As lesões em geral ocorrem em partes do corpo mais expostas ao sol.

O maior fator de risco para o desenvolvimento da doença é a exposição aos raios solares, de maneira desprotegida, constante e por tempo prolongado, principalmente na infância e na adolescência. Ademais, pessoas de pele clara que se queimam facilmente têm mais risco de desenvolver a doença. A hereditariedade também é um fator de risco que aumenta no caso de parentes de primeiro grau. O INCA ainda alerta que a exposição aos vírus Epstein-Barr e HIV-1, assim como a exposição a agrotóxicos e solventes aumenta essa probabilidade.

O diagnóstico do câncer de pele é realizado através da avaliação clínica de um especialista. O tratamento depende do tipo e extensão da doença. O médico especializado pode prescrever a remoção cirúrgica do tumor, ou outras terapias mais adequadas como radioterapia, quimioterapia e imunoterapia, além de medicações orais e tópicas.

Serviço: Instituto Mário Penna e Sociedade Brasileira de Dermatologia promovem atendimento gratuito para orientação, diagnóstico e tratamento do câncer de pele.

Agendamento: 29/11, a partir de 8h

Data: 02/12/2023

Horário: 9h às 15

Local: NEO – Núcleo de Especialidades Oncológicas | Rua Gentios, 1420, Bairro Luxemburgo

5dez2023
Autor Sofia Gontijo Categorias Dezembro Laranja, Instituto Mário Penna, Notícias Gerais

Mário Penna e Sociedade Brasileira de Dermatologia atendem pacientes gratuitamente no mês de conscientização ao câncer de pele

Como parte da campanha Dezembro Laranja, o Instituto Mário Penna, em parceria com a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), realizou um mutirão de atendimentos gratuitos no dia 2 de dezembro. O Núcleo de Especialidades Oncológicas (NEO), uma das unidades da instituição, recebeu mais de 20 dermatologistas voluntários, liderados pela Presidente da SBD-MG e especialista do Mário Penna, Dra. Gisele Viana de Oliveira, e o vice-presidente Dr. Abrahão Osta Vieira, para orientação, diagnóstico e tratamento do câncer de pele.

“O Dezembro Laranja é uma campanha realizada pela Sociedade Brasileira de Dermatologia em âmbito nacional desde 2014. Essa ação abraçada pelo Instituto Mário Penna é de extrema importância para o diagnóstico precoce. Através do acompanhamento de pacientes e estudos pela literatura médica, percebemos que ele é fundamental para aumentar as chances de cura do câncer de pele”, disse Dra. Gisele Viana.

A regra ABCDE, adotada internacionalmente, ajuda a identificar sinais que indicam um tumor de pele do tipo melanoma. Por ela, deve-se avaliar pintas e manchas na pele observando a Assimetria, Bordas irregulares, Cor variável, Dimensão e Evolução. Lesões ou pintas que não tenham forma simétrica, apresentam contornos mal definidos, várias cores, tamanho maior que 6 milímetros e que tenham mudanças de forma, cor ou tamanho devem ser investigadas por um médico. Já para o câncer de pele não melanoma é preciso estar atento a manchas na pele que coçam, ardem, descamam ou sangram, além de feridas que não cicatrizam em até quatro semanas. As lesões em geral ocorrem em partes do corpo mais expostas ao sol.

Dra. Gisele ainda explica que a análise dos mínimos detalhes é essencial e deve ser feita pelo médico especialista. “Dentro do câncer de pele, nós temos uma vantagem. Ele é nítido. Basta a gente examinar o paciente com o exame dermatológico completo que a gente faz o diagnóstico. O dermatologista é preparado para analisar aquelas casquinhas, aquela pinta que mudou de cor ou tamanho e a lesão que não cicatriza. Não podemos negligenciar nenhum sinal”.

De todos os diagnósticos de câncer no Brasil, um terço corresponde ao de câncer de pele. O Instituto Nacional de Câncer (INCA) registra, a cada ano, cerca de 185 mil novos casos da doença. O tipo não melanoma é o mais frequente. Apesar de oferecer menor risco de morte, atinge números altos de incidência, sendo responsável por 177 mil novos casos anualmente.

A melhor estratégia para se prevenir é se proteger do sol e usar o protetor solar regularmente. A exposição à radiação ultravioleta (UV) tem efeito cumulativo, por penetrar profundamente na pele e ser capaz de provocar alterações, como o bronzeamento e surgimento de pintas, sardas, rugas e manchas.

27nov2023
Autor Sofia Gontijo Categorias Dezembro Laranja, Instituto Mário Penna, Notícias Gerais, Novo Hospital Luxemburgo 1 comentário em Dezembro Laranja: Mário Penna e Sociedade Brasileira de Dermatologia se unem e realizam atendimento gratuito para orientação e diagnóstico do câncer de pele

Dezembro Laranja: Mário Penna e Sociedade Brasileira de Dermatologia se unem e realizam atendimento gratuito para orientação e diagnóstico do câncer de pele

No mês escolhido pela Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) para a conscientização sobre o câncer de pele, o Instituto Mário Penna abraça a campanha Dezembro Laranja com o tema “Cada um com sua proteção”. A organização chama a atenção para os cuidados da prevenção com base na individualidade dos hábitos, bem como dos diferentes climas de um país de dimensões continentais como o Brasil.

Para reafirmar o compromisso com a sociedade no cuidado à saúde, no dia 2 de dezembro, das 9h às 15h, o Mário Penna será um dos pontos de atendimento gratuito para orientação, diagnóstico e tratamento do câncer de pele. O agendamento poderá ser feito pelo telefone (31) 3349 – 1212, no dia 29 de novembro, a partir das 8h. As consultas e procedimentos serão realizados por dermatologistas voluntários, liderados pela Presidente da SBD-MG e especialista do Mário Penna, Dra. Gisele Viana de Oliveira, e o vice-presidente Dr. Abrahão Osta Vieira. O mutirão atenderá pessoas acima de 14 anos que desejarem passar por uma avaliação dermatológica em decorrência de alguma pinta ou lesão que possam ser suspeitas.

“O Mário Penna foi muito importante para nós da Sociedade Brasileira de Dermatologia. Nos últimos anos, Belo Horizonte, que é capital de um estado tão importante, ficou fora desse mutirão presencial. E em 2023, o Mário Penna apoiou, abraçou e resgatou o Dezembro Laranja. Com isso, estamos ampliando conscientização sobre o câncer de pele e a representação em Minas Gerais, ou seja, possibilitando que mais pessoas saibam da importância de se cuidar e se prevenir”, conta Dr. Abrahão.

Para Dra. Gisele Viana, o Mário Penna desempenha um papel fundamental no processo de divulgação da prevenção. “O hospital é uma referência em oncologia e a campanha é muito importante, pois ajuda a divulgar as ações de prevenção da dermatologia”. A médica ainda pontua que, atualmente, os maiores desafios relacionados ao câncer de pele incluem a fotoexposição profissional. “Por exemplo, entre lavradores e donas de casa, culturalmente, o horário de estender a roupa no varal, entre outras atividades, é o horário de exposição solar intensa”, afirma.

A fim de facilitar o acesso a informações sobre prevenção, a SBD disponibilizou em seu site um rico conteúdo sobre o câncer de pele. O público poderá testar de forma lúdica e descomplicada o conhecimento sobre a doença. O resultado terá como proposta estabelecer a melhor forma de se proteger.

O câncer de pele no Brasil

De todos os diagnósticos de câncer no Brasil, um terço corresponde ao de câncer de pele. O Instituto Nacional de Câncer (INCA) registra, a cada ano, cerca de 185 mil novos casos da doença. O tipo não melanoma é o mais frequente. Apesar de oferecer menor risco de morte, atinge números altos de incidência, sendo responsável por 177 mil novos casos anualmente.

Já o melanoma é o tipo mais grave devido sua alta possibilidade de disseminação em outros órgãos, mas é menos frequente, representando apenas 4% das neoplasias malignas da pele. Em geral, se assemelha a uma pinta ou sinal de pele, em tons acastanhados ou enegrecidos, no entanto, podem mudar de cor, formato e tamanho e causar sangramentos.

Dr. José Mourão Neto, Diretor Técnico Assistencial do Mário Penna explica que “o diagnóstico precoce do câncer de pele aumenta as chances de cura em 90%, além de diminuir as lesões mutilantes e desconfigurantes devido à doença. Por isso, é importante conhecer a sua pele e procurar imediatamente um dermatologista. A realização do mutirão de atendimentos no Mário Penna é uma forma de reforçar o nosso compromisso com o combate ao câncer, promovendo o conhecimento para prevenção da doença e o acesso ao diagnóstico e tratamento”, afirma.

A melhor estratégia para se prevenir é se proteger do sol e usar o protetor solar regularmente. A exposição à radiação ultravioleta (UV) tem efeito cumulativo, por penetrar profundamente na pele e ser capaz de provocar alterações, como o bronzeamento e surgimento de pintas, sardas, rugas e manchas.

Dr. Abrahão relata que, normalmente, as pessoas começam a se prevenir de forma tardia. “Mesmo com o avanço das campanhas e aumento da conscientização, as pessoas começam a se proteger muito tarde. Geralmente, depois que apresentam algum problema de pele. Então o maior desafio que temos atualmente é incentivar que a proteção seja feita desde jovens, desde crianças. Além de usar protetor solar de forma regular, precisamos conscientizar sobre os momentos mais ideais de se expor ao sol”.

A regra ABCDE, adotada internacionalmente, ajuda a identificar sinais que indicam um tumor de pele do tipo melanoma. Por ela, deve-se avaliar pintas e manchas na pele observando a Assimetria, Bordas irregulares, Cor variável, Dimensão e Evolução. Lesões ou pintas que não tenham forma simétrica, apresentam contornos mal definidos, várias cores, tamanho maior que 6 milímetros e que tenham mudanças de forma, cor ou tamanho devem ser investigadas por um médico.

Já para o câncer de pele não melanoma é preciso estar atento a manchas na pele que coçam, ardem, descamam ou sangram, além de feridas que não cicatrizam em até quatro semanas. As lesões em geral ocorrem em partes do corpo mais expostas ao sol.

O maior fator de risco para o desenvolvimento da doença é a exposição aos raios solares, de maneira desprotegida, constante e por tempo prolongado, principalmente na infância e na adolescência. Ademais, pessoas de pele clara que se queimam facilmente têm mais risco de desenvolver a doença. A hereditariedade também é um fator de risco que aumenta no caso de parentes de primeiro grau. O INCA ainda alerta que a exposição aos vírus Epstein-Barr e HIV-1, assim como a exposição a agrotóxicos e solventes aumenta essa probabilidade.

O diagnóstico do câncer de pele é realizado através da avaliação clínica de um especialista. O tratamento depende do tipo e extensão da doença. O médico especializado pode prescrever a remoção cirúrgica do tumor, ou outras terapias mais adequadas como radioterapia, quimioterapia e imunoterapia, além de medicações orais e tópicas.

Serviço: Instituto Mário Penna e Sociedade Brasileira de Dermatologia promovem atendimento gratuito para orientação, diagnóstico e tratamento do câncer de pele.

Agendamento: 29/11, a partir de 8h

Data: 02/12/2023

Horário: 9h às 15

Local: NEO – Núcleo de Especialidades Oncológicas | Rua Gentios, 1420, Bairro Luxemburgo

4jan2023
Autor Marketing Categorias Dezembro Laranja, Ensino, Pesquisa e Inovação

Instituto Mário Penna – Ensino, Pesquisa e Inovação faz alerta ao câncer de pele

Você sabia que as células acometidas pelos mais diversos tipos de cânceres podem se proliferar além de seus limites normais e invadir partes adjacentes do corpo, se espalhando para outros órgãos? No caso do câncer de pele não é diferente! A doença também pode apresentar esse crescimento descontrolado de algumas células que compõem esse órgão – a pele. Nesse contexto, existe um grupo de cânceres que se desenvolve lentamente na camada superior da pele, o chamado de “câncer de pele não melanoma” (CPNM). Nesse grupo, os exemplos mais importantes são o “carcinoma basocelular” (CBC), que é menos agressivo, e o “carcinoma espinocelular ou epidermoide” (CEC), que é um tumor de característica maligna. O termo “não melanoma” distingue esses tipos, mais comuns de câncer de pele, do câncer menos comum e, também, mais agressivo, que é o melanoma.

O câncer de pele não melanoma é o grupo de neoplasias malignas mais predominante no Brasil e no mundo, respondendo por 30% dos diagnósticos no país. Pensando nas regiões do Brasil que mais ocorrem esse grupo da doença, quando consideramos os homens, o câncer de pele não melanoma é o mais incidente nas Regiões Sul, Centro-Oeste e Sudeste, enquanto para as mulheres, a incidência é predominante em todas as regiões do Brasil.

Cerca de 75 em cada 100 casos de não melanoma são carcinoma basocelular que, portanto, é o tipo mais comum de câncer de pele. Ele se desenvolve, principalmente, em áreas expostas a muita luz, incluindo partes do rosto como nariz, região das pálpebras, testa e bochechas. Além disso, também se desenvolve nas costas ou na parte inferior das pernas e é mais frequentemente diagnosticado em pessoas de meia idade ou idosas. No que diz respeito ao CEC, esse é o segundo grupo mais comum de câncer de pele não melanoma, e é comumente visto em áreas da pele expostas ao sol, incluindo dorso das mãos, rosto, braços, pernas, orelhas, boca e até mesmo no couro cabeludo. Além disso, o carcinoma espinocelular também pode ocorrer em áreas de mucosas e genitais, ou seja, em locais não expostos ao sol.

Há dois tipos básicos de câncer de pele, o não melanoma e o melanoma. Esse segundo, apesar de ser um grupo de câncer de pele pouco frequente, é o tipo mais grave. Ele se desenvolve a partir de melanócitos, que são aquelas células que produzem a melanina – o pigmento que dá cor à pele. O melanoma também pode se formar nos olhos e, raramente, pode ocorrer em mucosas. Apenas 20 a 30 por cento dos melanomas se desenvolvem a partir de “manchas ou pintas” preexistentes, ou seja, 70 a 80% surgem na pele aparentemente normal, assim sendo, é preciso ter uma maior atenção às lesões pigmentadas que aparecem no corpo de repente.

A maioria dos cânceres de pele podem ser curados se diagnosticados e tratados precocemente, então verifique sua pele todos os dias em busca daquelas “feridas que não cicatrizam” ou daquelas “manchinhas ou pintas” que surgiram ou estão se modificando. Já o tratamento da doença é de acordo com o tipo de câncer de pele e inclue a remoção cirúrgica, a crioterapia, a cirurgia micrográfica de Mohs, a quimioterapia e a radioterapia.  

Vacinas contra o câncer de pele no mundo 

 A parceria entre a empresa alemã BioNTech e a indústria farmacêutica Pfizer foi consolidada com a criação da vacina contra o Coronavírus, na atual pandemia. Essa colaboração demonstrou ao mundo que juntas teriam tecnologia para trabalhar em novos projetos e, recentemente, as empresas noticiaram ao mundo que estão trabalhando no desenvolvimento de um imunizante nomeado como BNT111, para combater o câncer de pele tipo melanoma, em estágios III e IV da doença.

A vacina BNT111 atua no sistema imune do paciente ao trabalhar com o RNA-mensageiro, responsáveis pela síntese de proteínas, que “ensina” as células de defesa a combaterem o câncer de pele. A etapa de desenvolvimento do imunizante já se encontra em fase de ensaio, com a aplicação da primeira dose da vacina em um participante da pesquisa, na União Europeia. Até o momento, os resultados encontrados são promissores e a droga demonstrou ser segura o suficiente para que as pesquisas continuem avançando na captação de mais voluntários.

Outros estudos de vacina contra o câncer também estão em desenvolvimento na Universidade de Montreal, no Canadá. Esse imunizante, cujo método permite que as células cancerígenas sejam atacadas sem afetar as células saudáveis, está em fase de aprimoramento, em que um vírus modificado (Oncolíticos) infecta a célula doente e a elimina. O método demonstrou ser eficaz nos estudos de fase I, em camundongos. No entanto, ainda existe um longo caminho a ser percorrido para se propor estudos com voluntários, de forma segura.

Fonte: Instituto Nacional de Câncer – INCA

Texto da: Profa. Dra. Izabela Ferreira Gontijo de Amorim | Pesquisadora do Instituto Mário Penna – Ensino, Pesquisa e Inovação

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