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NEXS I NÚCLEO DE EXCELÊNCIA EM SAÚDE

NÚCLEO DE ENSINO, PESQUISA E INOVAÇÃO

Notícias de: Instituto Mário Penna

5jul2023
Autor Marketing Categorias colaboradores, Hospital Mário Penna, Instituto Mário Penna, Notícias Gerais 3 comentários em Hospital Luxemburgo: mestrado desenvolve aplicador e avança no tratamento de queloides com radioterapia

Hospital Luxemburgo: mestrado desenvolve aplicador e avança no tratamento de queloides com radioterapia

O câncer é a segunda maior causa de morte no Brasil, perdendo apenas para as doenças cardiovasculares. Existem mais de 200 tipos de câncer reconhecidos histologicamente, sendo que os tratamentos mais comuns incluem cirurgia, quimioterapia, radioterapia, hormonioterapia e imunoterapia. A radioterapia, essencial no tratamento de pacientes com câncer, está em constante evolução, com avanços tecnológicos e científicos que permitem melhorar ainda mais os resultados do tratamento.

O câncer de pele é o mais comum entre os tipos de tumores, sendo responsável por mais da metade dos tumores malignos diagnosticados anualmente no mundo. Embora a radioterapia se mostre praticamente restrita aos tumores malignos, o seu uso também se aplica a algumas enfermidades benignas, apresentando bons resultados. Um exemplo é a inibição do crescimento de queloides, que são tumores benignos da derme que, por se estenderem além das bordas da ferida, acabam sendo associados a deformações cosméticas. Os sintomas, além da dor, são pruridos ou sensação de queimação, impactando negativamente na qualidade de vida do paciente sob os pontos de vista estético, psicológico e funcional, justificando assim o uso da radioterapia para estes casos.

A cirurgia para remover queloides é comumente fornecida como tratamento. Porém, esse procedimento isoladamente mostra taxas de recidiva entre 50 a 80% dos casos tratados. A excisão cirúrgica conjugada com radioterapia pós-operatória acaba sendo uma opção para prevenir a recorrência do queloide.

A braquiterapia é uma modalidade de tratamento de radioterapia valorizada devido aos excelentes resultados no tratamento de tumores em localização desfavorável, permitindo ainda dano mínimo nos tecidos saudáveis no seu entorno. Ela tem sido utilizada em pequenas lesões de câncer de pele, usando aplicadores de superfície. Para tratar com a braquiterapia e responder questões pertinentes à distribuição da dose prescrita, o Departamento de Física do Hospital Luxemburgo desenvolveu um aplicador dermatológico constituído de 15 esferas de material sintético de baixo custo (foto maior). Ele é percorrido por uma fonte de radiação para tratar tumores superficiais, em especial o queloide.

A validação dosimétrica do aplicador foi tema da primeira dissertação de mestrado totalmente executada dentro do Hospital Luxemburgo. O mestrado, defendido pelo estudante Juan Carlos Lamônica, ocorreu no dia 20 de junho e teve a colaboração dos Departamentos de Engenharia Nuclear e de Anatomia e Imagem, ambos da UFMG, que participaram do projeto para sua validação externa.

Do Hospital Luxemburgo participaram os físicos Clara Bicalho e Jony Marques, coorientador do mestrado, além do médico Arnoldo Mafra. A dissertação foi aprovada com méritos e consolida uma parceria do Instituto Mario Penna com as instituições envolvidas.

*Texto escrito por Jony Marques, físico do Instituto Mário Penna

22jun2023
Autor Marketing Categorias Instituto Mário Penna, Notícias Gerais

Instituto Mário Penna inaugura Núcleo de Excelência em Saúde no bairro Santa Efigênia, no dia 29 de junho

O Instituto Mário Penna inaugura, no dia 29 de junho, mais uma unidade: o Núcleo de Excelência em Saúde (NEXS). Localizada na antiga instalação que abrigava o Hospital Mário Penna, a unidade é um dos mais modernos centros de diagnósticos e tratamentos de Minas Gerais para atendimento a pacientes oncológicos e de outras especialidades da saúde suplementar e particular, e oferecerá vários diferenciais que vão em conjunto com a excelência do Mário Penna, como:

·         Linhas de cuidado com especialidades voltadas à prevenção ao tratamento da doença oncológica;

·         Plano de tratamento específico e individualizado, gerando o melhor atendimento ao paciente;

·         Profissionais renomados e máxima expertise na pesquisa em prevenção;

·         Avanço em pesquisas por intermédio do Instituto Mário Penna – Ensino, Pesquisa e Inovação.

Para isso, os pacientes poderão contar com médicos referências em diversas especialidades, sendo cirurgia geral, cirurgia de cabeça e pescoço, ginecologia, urologia, mastologia, ortopedia, neurocirurgia, cardiologia, clínica médica, neurologia, dermatologia, estomatologia, nefrologia, hematologia, endocrinologia, cirurgia torácica, cirurgia cardiovascular, pneumologia, oncologia clínica, otorrinolaringologia, TMO, radioterapia, equipe multidisciplinar, aconselhamento genético, cirurgia bucomaxilofacial e clínica da dor.

Além disso, vários exames estarão disponíveis para aprimorar ainda mais o atendimento dos pacientes como mamografia, radiologia, tomografia, ultrassonografia de corpo inteiro, biópsia guiada, anatomia patológica, patologia clínica, ecocardiogramas, teste ergométrico, ECG, MAPA, Holter, Tilt Test, entre outros.

Há mais de meio século, o Instituto Mário Penna evolui e oferece o que há de melhor e mais moderno nos tratamentos oncológicos: tecnologia de ponta, humanização e acolhimento. A inauguração do Núcleo de Excelência em Saúde (NEXS) é o maior exemplo dessa evolução: estrutura inovadora com equipe de referência nacional em oncologia e, agora também, englobando outras especialidades médicas, com o apoio de todos os exames complementares essenciais, com foco em práticas preventivas, buscando diagnósticos cada mais precoces. Serão 19 consultórios, 20 cadeiras de quimioterapia, aparelho de raio-x, tomógrafo, entre outros, que já estão sendo preparados para serem utilizados.

Marco Antônio Viana Leite – Diretor Presidente

“A inauguração do NEXS, apesar de ser um serviço voltado para a saúde suplementar e atendimento particular, traz um alívio para o atendimento do SUS. Isso porque planos que atualmente se tornam acessíveis para a média renda, automaticamente saem desse atendimento. O NEXS é essa opção para desafogar o SUS, para que somente quem depende realmente dele, seja atendido e usufrua dos seus benefícios com mais agilidade. E, para isso, nós temos a missão de atender com mais tranquilidade no Hospital Luxemburgo, onde 83% são pacientes SUS. Isso será importante também para que o nosso atendimento pela saúde suplementar possa ajudar o atendimento que já prestamos. Nós estamos criando alternativas para continuar atendendo com qualidade e equalizado à nossa receita”; ressalta Marco Antônio Viana Leite, Diretor-Presidente do Instituto Mário Penna.

O Instituto Mário Penna completa 52 anos no dia 28 de junho e tem sido um farol de esperança para aqueles que enfrentam o câncer. Hoje, e cada vez mais, a instituição é referência em atendimento oncológico de qualidade não só em Minas, mas em todo o Brasil. Cerca de mil pacientes passam diariamente pela instituição, provenientes de mais de 500 municípios. Mensalmente, são realizados em torno de 25 mil procedimentos. Classificado pelo Ministério da Saúde como Centro de Assistência de Alta Complexidade Oncológica (CACON), no último ano, o Instituto Mário Penna realizou mais de 323 mil atendimentos, 40.528 sessões de radioterapia, 37.224 mil sessões de quimioterapia, 32 transplantes de medula óssea e quase 13 mil cirurgias. Mais de 139 mil pacientes passam anualmente nas instalações da instituição, que sobrevive de doações e apoio de parceiros. Sua estrutura é composta também pelo Hospital Luxemburgo, Casa de Apoio Beatriz Ferraz, Núcleo de Especialidades Oncológicas (NEO), o Instituto de Ensino, Pesquisa e Inovação, além do Núcleo de Excelência em Saúde.

20jun2023
Autor Carolina Farah Categorias Instituto Mário Penna, Notícias Gerais

Instituto Mário Penna comemora 52 anos inovando com Jantar Beneficente e lançamento do Núcleo de Excelência em Saúde

O Instituto Mário Penna completa 52 anos no dia 28 de junho com grandes conquistas. O primeiro Jantar Beneficente da instituição acontecerá dia 26 de junho, com a participação da cantora Vanessa da Mata, juntamente com a Orquestra Opus. Toda verba arrecadada será destinada 100% para o Mário Penna investir em melhorias aos seus pacientes. Já no dia 29 de junho, será o lançamento de mais uma unidade da instituição – o Núcleo de Excelência em Saúde (NEXS), que abrigará as antigas instalações do Hospital Mário Penna, no bairro Santa Efigênia.

O Instituto tem sido um farol de esperança para aqueles que lutam contra o câncer. Hoje, e cada vez mais, a instituição é referência em atendimento oncológico de qualidade não só em Minas, mas em todo o Brasil. Cerca de mil pacientes passam diariamente pela instituição, provenientes de mais de 500 municípios. Mensalmente, são realizados em torno de 25 mil procedimentos. Classificado pelo Ministério da Saúde como Centro de Assistência de Alta Complexidade Oncológica (CACON), no último ano, o Instituto Mário Penna realizou mais de 323 mil atendimentos, 40.528 sessões de radioterapia, 37.224 mil sessões de quimioterapia, 32 transplantes de medula óssea e quase 13 mil cirurgias. Mais de 139 mil pacientes passam anualmente nas instalações da instituição, que sobrevive de doações e apoio de parceiros. Sua estrutura é composta pelo Hospital Luxemburgo, Casa de Apoio Beatriz Ferraz, Núcleo de Especialidades Oncológicas (NEO), o Instituto de Ensino, Pesquisa e Inovação, além do Núcleo de Excelência em Saúde, nova unidade que será inaugurada no final de junho.

São atendidos pela instituição, majoritariamente, os pacientes oriundos do Sistema Único de Saúde – SUS (83%). No entanto, a maior parte da receita do Instituto Mário Penna vem de atendimentos de planos de saúde e particulares, que representam apenas 17% dos pacientes, já que a remuneração do SUS é baixa, chegando somente a 32% da receita total da instituição. “A inauguração do NEXS, apesar de ser um serviço voltado para a saúde suplementar e atendimento particular, traz um alívio para o atendimento do SUS. Isso porque planos que atualmente se tornam acessíveis para a média renda, automaticamente saem desse atendimento. O NEXS é essa opção para desafogar o SUS, para que somente quem depende realmente dele, seja atendido e usufrua dos seus benefícios com mais agilidade. E, para isso, nós temos a missão de atender com mais tranquilidade no Hospital Luxemburgo, onde 83% são pacientes SUS. Isso será importante também para que o nosso atendimento pela saúde suplementar possa ajudar o atendimento que já prestamos. Nós estamos criando alternativas para continuar atendendo com qualidade e equalizado à nossa receita”; ressalta Israel Gonzaga, Diretor Administrativo de Relações Institucionais. O maior público do Mário Penna é o paciente oncológico, entretanto, existem profissionais de mais de 30 especialidades disponíveis para atender outros pacientes.

Para este ano está previsto um faturamento de R$ 300 milhões, sendo que quando a atual gestão assumiu o Mário Penna em 2019, foi de R$ 160 milhões. Houve uma grande evolução nos quesitos de software de gestão, controle e automação. Entre as novidades do Mário Penna está a implantação de um mecanismo de gestão de corpo clínico para avaliar todo o processo de atendimento. Tudo isso possibilita tomar decisões com base em dados reais, o que além de otimizar as demandas, também gera economia. O Instituto também se prepara para renovar o seu parque tecnológico, realizando a troca de aparelhos e aumentando o número de cadeiras de quimioterapia.

“A todos os profissionais, parceiros, doadores e voluntários que apoiam a nossa causa com amor e competência, os nossos parabéns e o nosso eterno obrigado. Vamos encher o peito para soprar as velinhas, mas, principalmente, para mostrar o nosso orgulho. Somos todos atores desta história”; reforça Marco Antônio Viana Leite, Diretor-Presidente do Instituto Mário Penna.

A história dos 52 anos

A história do Instituto Mário Penna – que recebe esse nome em homenagem ao incansável médico que se tornou pioneiro do tratamento do câncer em Minas Gerais – começa em 1969, quando Célia Janotti tem a brilhante ideia de ajudar pacientes oncológicos que estavam em um abrigo localizado no bairro santa Efigênia. Ela foi a inspiração para a obra do Mário Penna na luta contra o câncer.

Em 1971, nasceu a Associação dos Amigos do Hospital Mário Penna. O grupo conquistou diversas melhorias para os pacientes – sendo a principal delas a devolução da humanidade no tratamento de doentes terminais.

Hoje, há 52 anos após o início dessa trajetória, o Instituto Mário Penna continua na luta contra o câncer. Com a ajuda de colaboradores, integrantes do corpo clínico, voluntários, doadores e parceiros, essa história que se iniciou no olhar cuidadoso de quem zela pelo próximo, continuará sendo escrita por muitos anos.

 

20jun2023
Autor Carolina Farah Categorias Ensino, Pesquisa e Inovação, Hospital Luxemburgo, Instituto Mário Penna, Notícias Gerais

A via de reparo do DNA e o câncer

O DNA em cada célula do nosso corpo está constantemente em perigo de ser danificado por agentes cancerígenos como produtos químicos na fumaça do tabaco ou os raios ultravioletas do sol. Mas, você sabia que as células contêm muitas proteínas diferentes cujo trabalho é reparar esse dano?

De acordo com a Dra. Carolina Melo, pesquisadora do Laboratório de Pesquisa Translacional do Instituto Mário Penna – Ensino, Pesquisa e Inovação, a maioria dos danos ao DNA é reparada imediatamente por causa dessas proteínas. “Se não puderem corrigi-los, essas proteínas de reparo acionam a morte da célula para que os erros não causem mais problemas”; completa. Mas a pesquisadora pontua que se o dano ao DNA ocorrer em um gene que produz uma proteína de reparo do DNA, conhecidos como genes de reparo do DNA, a célula terá menos capacidade de se reparar. E, embora a maioria das alterações genéticas não sejam prejudiciais por conta própria, o acúmulo delas ao longo de muitos anos pode transformar células saudáveis em células cancerígenas. “Os genes BRCA1 e BRCA2 são exemplos de genes de reparo de DNA comumente alterados em câncer”; destaca.

Dra. Carolina Melo

Segundo Dra. Carolina, tal como acontece com outros tipos de alterações genéticas, as alterações nos genes de reparo do DNA, podem ser herdadas de um dos pais ou adquiridas durante a vida de uma pessoa. As pessoas que herdam uma variante patogênica (mutação) em um desses genes têm maior risco de alguns tipos de câncer, principalmente câncer de mama e ovário entre as mulheres.

Mas, a pesquisadora ressalta que herdar uma alteração genética relacionada ao câncer não significa que você definitivamente terá a doença. “Para uma célula saudável se tornar cancerosa, acredita-se que sejam necessárias mais de uma alteração no DNA. As pessoas que herdaram uma alteração genética relacionada ao câncer precisam de menos alterações adicionais para desenvolver o câncer. Se essa alteração for em um gene de reparo, a probabilidade dessas alterações adicionais acontecerem é maior. Mas eles podem nunca desenvolver essas alterações e nunca desenvolverem câncer.”

O Laboratório de Pesquisa Translacional do Instituto Mário Penna – Ensino, Pesquisa e Inovação atualmente desenvolve um projeto que estuda as mutações nesses genes de reparo do DNA em pacientes com câncer de ovário. “Outros pesquisadores já observaram a relação de mutações em alguns desses genes com a resposta do paciente ao tratamento. Por isso, o nosso objetivo é tentar predizer, a partir do sequenciamento desses genes, quais pacientes não se beneficiarão da quimioterapia convencional por serem resistentes ao tratamento”, finaliza.

Dra. Carolina Melo é PhD em genética humana, trabalha há mais 10 anos na pesquisa em oncologia, e atualmente é parte da equipe de pesquisadores do IEPI.

9jun2023
Autor Carolina Farah Categorias Hospital Luxemburgo, Instituto Mário Penna, Notícias Gerais

Dia Nacional da Imunização: Mário Penna conscientiza sobre a prevenção de doenças e infecções

No dia 9 de junho é celebrado o Dia Nacional da Imunização com o objetivo de conscientizar sobre a importância das vacinas no cuidado com a saúde e a prevenção de infecções e doenças.

O Instituto Mário Penna reforça a necessidade da conscientização sobre a imunização, principalmente como mecanismo de prevenção de doenças para os pacientes oncológicos que apresentam quadro imunológico fragilizado. Desta forma, os pacientes com câncer precisam ser vacinados, mas sob orientação médica, respeitando a condição de cada um.

Dr. Flávio de Souza Lima, Médico Infectologista e Coordenador do Serviço de Controle de Infecção Hospitalar do Mário Penna, destaca os casos dos pacientes que são submetidos a quimioterapia, hematologia e transplante de medula óssea. “Eles têm maior chance de desenvolvimento de doenças infecciosas, já que o processo de tratamento de câncer diminui a imunidade. Então, a imunização protege esses pacientes de enfermidades que possam causar danos à saúde, causar morbidade e levar ao óbito”; explica.
A importância da vacinação não está somente na proteção individual, mas porque ela evita a propagação em massa de doenças que podem levar à morte ou a sequelas graves, que poderiam ser evitadas. Esse é uma alerta também para os familiares que convivem com pacientes imunossuprimidos ainda mais expostos a estas infecções.

Alguns tipos de câncer, podem ser prevenidos por vacinas disponíveis no SUS – Sistema Único de Saúde, o que reforça a importância ainda maior da adesão de todos ao calendário vacinal. A imunização contra a hepatite B contribui para a prevenção do câncer de fígado. Isso porque esse tipo de hepatite viral está relacionado ao aumento do risco de desenvolvimento da doença.

Já o papilomavírus humano (HPV), um vírus que está envolvido em quase 100% dos casos de câncer de colo de útero, mas também pode levar a outros tipos de câncer como anal, de vulva, de vagina, de pênis e de orofaringe. A vacina contra o HPV é a única forma de prevenir essas doenças.

No Brasil, a vacina é produzida no Butantan em parceria com a MSD e está disponível gratuitamente no SUS desde 2014 para meninas e meninos de 9 a 14 anos – idade em que a imunização é mais eficaz.

A vacinação contra a hepatite B é universal, ou seja, está disponível gratuitamente em todas as unidades básicas de saúde, sem restrição de idade. Ela deve ser realizada no primeiro ano de vida de bebês, e para quem não recebeu nessa fase de vida, é realizada em três doses, com intervalo recomendado de um mês entre a primeira e a segunda e de seis meses entre a primeira e a terceira dose.

 

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