Com o intuito de influenciar os homens a se cuidarem, o Instituto Mário Penna realizou uma ação durante os jogos de vôlei do Minas Tênis Clube que aconteceram na Arena UniBH no último sábado, dia 19 de novembro. A Campanha Novembro Azul, relacionada ao câncer de próstata, fez parte da abertura das partidas contra o Praia Clube, no feminino, e o Araguari, no masculino.
Durante a entrada dos times das duas modalidades, os atletas do Minas levaram a faixa da prevenção à quadra. Além disso, o telão da Arena transmitiu o vídeo da campanha Novembro Azul em parceria com o cantor Rogério Flausino. Os torcedores foram informados sobre números relevantes da doença, assim como a importância dos exames de prevenção.
Antes da partida, foram distribuídas fitinhas com as cores do Novembro Azul para os torcedores que passaram pelos portões de entrada.
O torcedor minastenista, Fabiano Romano, destacou a importância da ação. “É muito importante essa iniciativa das duas instituições de trazerem uma pauta tão importante para um evento do nosso dia a dia e com tanta visibilidade. Com certeza desperta em todos nós a importância de nos cuidarmos e conscientizarmos as pessoas próximas a nós para se cuidarem também.”







Os colaboradores da Vida Biotecnologia se conscientizaram sobre a doença com a palestra do Dr. Matheus Santiago, da equipe de Urologia do Instituto Mário Penna. “Muitos homens deixam de fazer a prevenção por medo, esquecimento e preconceito, mas o exame do toque e o exame de sangue são essenciais para o diagnóstico precoce em homens acima de 50 anos”.
“Quando cheguei em casa com o cofrinho eu pedi a ajuda da minha mãe. Como ela é a líder da célula, pedi pra gente descer, pedir dinheiro e um monte de gente me deu. Todos os dias eu fiquei pedindo, tinha moedinha e nota também”, conta com muita alegria Ana Carolina Ferreira, uma das estudantes que devolveu o cofrinho.
“O tratamento de câncer de mama metastático é muito oneroso. Tem medicamentos que custam R$20 mil a R$40 mil. Já quando o tumor é identificado precocemente, os custos do tratamento são bem inferiores e as chances de sucesso no combate á doença são maiores. O SUS continua seguindo diretrizes de tratamento que foram produzidas em 2012, dificultando a incorporação de novas tecnologias e drogas no tratamento de câncer que evolui rapidamente”, afirma Dr. Ellias.