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NEXS I NÚCLEO DE EXCELÊNCIA EM SAÚDE

NÚCLEO DE ENSINO, PESQUISA E INOVAÇÃO

Notícias de: Tratamento Oncológico

2abr2024
Autor Marketing Categorias Ensino, Pesquisa e Inovação, Instituto Mário Penna, Notícias Gerais, Novo Hospital Luxemburgo, Núcleo de Ensino e Pesquisa (NEP), Tratamento Oncológico

Unidade de Ensino comemora 2 anos e em breve lança a plataforma online Educar Mário Penna

O Instituto Mário Penna reforça o compromisso de atendimento humanizado e de excelência com o investimento em formação contínua para seus profissionais. Através da Pesquisa e do Ensino, a instituição consolida um legado de referência para sua equipe Assistencial e Corpo Clínico. A unidade de Ensino da instituição integra o Núcleo de Ensino, Pesquisa e Inovação – NEPI e celebrou, no dia 31 de março, 2 anos de reestruturação de sua atuação.

O Ensino do Mário Penna é responsável pelo planejamento e execução de eventos científicos, cursos de pós-graduação e estratégias envolvendo a educação continuada. A unidade ainda gerencia os programas de residência médica e demais estágios profissionais.

Em 2023, foram 141 eventos, mais de 449 conteúdos na plataforma e 3.710 profissionais impactados. Durante os eventos são abordados temas diversos, com foco nas interdisciplinaridades voltadas para a oncologia. As aulas acontecem com uma frequência quase diária e sempre de acordo com os nichos de cada especialidade em que o Mário Penna atua.

Os principais eventos da unidade são: Tumor Board, Simpósio Diálogos, Café com Ciência, Journal Club, CM Talks, UTI Convida, Papo Cirúrgico e Simpósio Mário Penna. Todos eles, além de promoverem um espaço múltiplo de trocas de conhecimento e de experiências, também associam os conteúdos teóricos às mais modernas práticas de trabalho, o que faz da instituição expert no tratamento de câncer e referência em Minas Gerais há mais de 50 anos.

O evento Tumor Board é focado na discussão clínica de casos oncológicos, desde os mais simples aos mais complexos. O Simpósio Diálogos é voltado para conteúdos ligados às indústrias farmacêuticas, como estudos de medicamentos e aulas com especialistas nacionais e internacionais. O Journal Club promove a discussão de artigos científicos entre pesquisadores e acadêmicos. Já o CM Talks, o Papo Cirúrgico e o UTI Convida são seminários de capacitação técnica para as áreas da Clínica Médica, Cirurgia Geral e Oncológica e Medicina Intensiva, respectivamente.

Além de eventos internos, o Ensino do Mário Penna promove eventos externos à instituição, com intuito de fortalecer ainda mais o vínculo e a integração com o povo mineiro. O Café com Ciência, é um evento que acontece a cada três meses e já está em sua 12º edição. Um de seus principais objetivos é democratizar o acesso a produções científicas e temas de saúde.

O Simpósio Mário Penna também acontece de forma externa. Em 2024, ele irá para a terceira edição e sempre traz temas científicos de atualização em oncologia. Ambos são de acesso gratuito e aberto a todos os públicos.

Brenda Félix e Tatiana Furtado

Educar Mário Penna: a plataforma que te conecta ao conhecimento

A comemoração dos 2 anos da Unidade chega com grandes novidades. A Plataforma EAD está de cara nova e em breve será lançada. A Educar Mário Penna é um espaço para profissionais da saúde se especializarem com um conteúdo que reúne a expertise de mais 50 anos da instituição que é referência como maior atendimento oncológico pela saúde pública em Minas Gerais.

A plataforma oferece aulas, cursos e conteúdos em vídeo produzidos pelo Núcleo de Ensino, Pesquisa e Inovação, além de treinamentos institucionais para todos os colaboradores.

A plataforma Educar Mário Penna é um marco para a unidade de Ensino e materializa o esforço prioritário com a educação, a fim de alcançar qualidade e melhores práticas no cuidado em saúde. Esse compromisso é o que faz do Mário Penna referência no tratamento humanizado e de excelência.

27mar2024
Autor Marketing Categorias Ensino, Pesquisa e Inovação, Instituto Mário Penna, Notícias Gerais, Novo Hospital Luxemburgo, Núcleo de Ensino e Pesquisa (NEP), Tratamento Oncológico

Mário Penna, em parceria com outras instituições de pesquisa, desenvolve novas tecnologias para diagnóstico e tratamento do câncer colorretal

Os cânceres colorretais são tumores malignos que acometem o intestino grosso, principalmente nas regiões chamadas de colo, reto e ânus. É um dos mais comuns, ocupando o terceiro lugar em incidência e o segundo em mortalidade entre todos os cânceres no Brasil. Segundo dados do Instituto Nacional do Câncer (INCA), apenas em Minas Gerais, em 2023, surgiram 4.630 novos diagnósticos da doença.

A grande maioria dos casos de câncer colorretal está relacionada a fatores ambientais e comportamentais, especialmente dietas pobres em nutrientes e em fibras. Obesidade, sedentarismo, fumo e consumo de álcool também influenciam nas bactérias comensais intestinais, na presença de patógenos e na enterite crônica, enquanto poucos casos são exclusivamente hereditários.

Estudos científicos têm mostrado que substituir ou alterar especificamente a microbiota intestinal influencia a incidência e progressão do câncer colorretal. Por isso, é tão importante estabelecer hábitos alimentares e estilos de vida saudáveis, uma vez que eles impactam diretamente na microbiota intestinal e, portanto, no sistema imunológico.

Dra. Pâmela Agresti

Segundo a Dra Pâmela Mancha Agresti, Doutora em Genética de Microrganismos, “essa competição entre as bactérias benéficas e as patogênicas pelos locais de ligação epiteliais do cólon reequilibra a microbiota intestinal, restaura a expressão da proteína da junção estreita das células do cólon e regula os fatores inflamatórios” , afirma. Ela ainda ressalta que os Lactobacillus são componentes importantes da microbiota intestinal e geralmente são usados como probióticos. Assim, a suplementação prévia com eles reduziu a incidência de tumores de cólon. Em breve, o Núcleo de Pesquisa da instituição, em parceria com a Professora Dra Mariana Drumond, do CEFET – MG, irá desenvolver uma linha de estudo da associação de probióticos e câncer colorretal.

Novas parcerias e pesquisas para diagnóstico do câncer colorretal

O Instituto Mário Penna, em parceria com o grupo de pesquisa da Startup OncoTag, o programa de mestrado da Faculdade Ciências Médicas e a Fundação Hospitalar São Francisco de Assis estão desenvolvendo pesquisas para superar outro desafio no cuidado dos pacientes com câncer colorretal: a avaliação do prognóstico.

Embora alguns aspectos da biologia molecular da doença sejam conhecidos, até o momento, não há marcador molecular de diagnóstico para triagem e predição do câncer colorretal. Atualmente, a pesquisa por sangue oculto nas fezes e colonoscopia são os únicos métodos disponíveis para o diagnóstico precoce do tumor.

Estudos recentes vêm demonstrando que as características dessa neoplasia estão relacionadas à localização topográfica desse tipo de câncer: pacientes com câncer de cólon direito são pessoas mais velhas, principalmente do sexo feminino, e com lesões mais avançadas no diagnóstico. Em contrapartida, os cânceres do cólon esquerdo são mais uniformes e exibem alterações cromossômicas mais relevantes. Apenas 2% dos tumores

malignos no cólon esquerdo apresentam instabilidade genômica e a maioria dos pacientes afetados com câncer colorretal no cólon esquerdo tem melhor resposta ao tratamento, menor risco de eventos metastáticos e maiores chances de sobrevida.

Dra. Letícia Braga, coordenadora do Laboratório de Pesquisa Translacional em Oncologia e líder da pesquisa, reforça o objetivo das pesquisas. “Queremos descobrir um perfil de mutações gênicas que possa ser associado aos tumores de acordo com localização topográfica (direita ou esquerda) do câncer e definir alvos moleculares candidatos à avaliação do desfecho clínico desta doença” , afirma.

Dra. Letícia Braga

A colaboração científica é uma ferramenta produtiva na pesquisa translacional. Assim tem sido o trabalho desenvolvido pelo Mário Penna, junto ao Centro de Desenvolvimento da Tecnologia Nuclear (CDTN). No câncer colorretal, a dosagem do marcador tumoral denominado antígeno carcinoembrionário (CEA) é considerada o padrão-ouro para monitorar pacientes com tumor colorretal após cirurgias ou para medir a resposta à terapia ou mesmo se a doença é recorrente. Atualmente, a dosagem laboratorial de CEA é realizada pelo ensaio imunoenzimático ELISA, usando amostras de sangue do paciente. No entanto, esse método não possui sensibilidade para detectar níveis mais baixos de CEA encontrados em pacientes nos estágios iniciais do câncer.

Neste contexto, o grupo de pesquisa do Laboratório de Química de Nanoestruturas de Carbono do CDTN, liderado pela Dra. Clascidia Furtado, junto aos pesquisadores e médicos do Mário Penna, estão trabalhando na validação da capacidade diagnóstica de biossensores baseados em grafeno e óxido de grafeno. Como diferencial, esses biossensores buscam detectar o CEA em amostras de sangue e urina, através de um método sensível, minimamente invasivo. A pesquisa pretende obter uma ferramenta promissora para o diagnóstico precoce da doença e acompanhamento do seu prognóstico.

Ainda segundo a Dra Clascidia, os biossensores construídos no CDTN já vêm sendo avaliados em laboratório, com bons resultados. “Os níveis de CEA serão dosados em amostras de pacientes com câncer colorretal e comparados aos de pacientes saudáveis. Esse novo método diagnóstico, menos invasivo e de relativo baixo custo, obtido a partir de insumos totalmente nacionais, poderá ser usado em exames de rotina e rastreio, auxiliando, junto à colonoscopia, na detecção precoce da doença.” finaliza

25mar2024
Autor Marketing Categorias General News, Hospital Luxemburgo, Instituto Mário Penna, Notícias Gerais, Novo Hospital Luxemburgo, Parceiros, Tratamento Oncológico

Mário Penna recebe doação de 486 litros de leite do Bloco Na Contramão

O carnaval já passou, mas os gestos de solidariedade continuam chegando até os pacientes oncológicos do Mário Penna. Nesta sexta-feira, 22/03, a instituição recebeu, por meio do Téo Garzon, organizador e fundador do bloco Na Contramão, a doação de 486 litros de leite. A ação acontece há treze anos e reforça a importância de fazer o bem.

O mês de fevereiro foi de muita folia, mas também foi tempo de chamar as pessoas para a solidariedade. O tradicional Bloco “Na Contramão”, que desfila na cidade de Nova Lima, mais uma vez contribuiu com os pacientes do Mário Penna. Para ter direito ao abadá, o folião precisava doar um litro de leite. Toda a arrecadação foi destinada para a instituição.

Para Marco Viana Leite, presidente do Mário Penna, a doação faz toda a diferença para o trabalho desenvolvido. “Nós só temos a agradecer a iniciativa. O Mário Penna atende cerca de 1.000 pessoas todos os dias e essa ajuda é fundamental. A gente mostrar para as pessoas que isso, de fato, chega, é muito importante e faz toda a diferença na continuidade do nosso trabalho” afirma.

Marco Antônio Leite e Téo Garzon

Téo Garzon, parceiro de longa data do Mário Penna, afirma que é sempre muito gratificante contribuir com os mais de 271.907 pacientes do Mário Penna. “É o 13º ano que a gente faz esse trabalho. A gente sabe que esse leite é bem bem utilizado porque o Instituto Mário Penna é muito sério. Para nós, é uma alegria contribuir e, de alguma forma, incentivar mais pessoas a fazerem o mesmo “, reforça o fundador do bloco.

Os leites foram contabilizados pelo Serviço de Nutrição Dietética do Hospital Luxemburgo e incorporados para consumo dos pacientes oncológicos da instituição.

Sobre o bloco 

Criado em 2011 com o objetivo de ir na contramão das drogas, do preconceito e da violência, a cada desfile o bloco tem atraído pessoas de todas idades e classes sociais. Téo Garzon conta que a ideia da criação do bloco surgiu de um grupo de amigos que, em outubro de 2010, se perguntou por que todos os blocos da cidade desciam as ruas em direção à praça Bernardino de Lima, no centro. Como não obtiveram respostas, os jovens resolveram criar o “Na Contramão”, que passaria a subir as ladeiras de Nova Lima, sempre no sentido contrário.

Como o bloco era diferente de todos, resolveram inovar mais. Foi então que surgiu a ideia de unir a diversão e a solidariedade. Desde o primeiro ano, os abadás foram trocados por 2 kg de alimentos e um litro de leite, tornando-se um bloco social.

20mar2024
Autor Marketing Categorias General News, Hospital Luxemburgo, Instituto Mário Penna, Notícias Gerais, Novo Hospital Luxemburgo, Tratamento Oncológico 1 comentário em Oncologistas do Mário Penna conquistam Título de Especialista da Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica

Oncologistas do Mário Penna conquistam Título de Especialista da Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica

O Mário Penna tem se destacado na qualidade da formação acadêmica de seus profissionais. A Residência Médica da instituição possui um legado de mais de 20 anos de história e tem preparado profissionais éticos e competentes para o mercado de trabalho. Prova desse comprometimento, é a conquista das médicas Gabriela Schlaucher e Daniela Mundim que, antes mesmo de concluírem a residência médica da instituição, passaram na prova de títulos da Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica.

O Título de Especialista em Oncologia Clínica (TEOC), emitido anualmente pela Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica (SBOC), em parceria com a Associação Médica Brasileira (AMB), visa atestar a qualidade da formação do especialista. O título qualifica o currículo perante os pacientes, o mercado de trabalho e o meio acadêmico, e, principalmente, busca atender eventuais exigências das instituições onde o profissional atua como especialista.

O exame é destinado aos médicos recém-formados na especialidade e é composto de uma prova teórica com 100 questões de múltipla escolha e uma prova teórico-prática, com oito casos clínicos de duas a quatro questões descritivas para cada caso. Cada fase do exame tem pesos diferentes e só é considerado aprovado o candidato que, na somatória final atingir, no mínimo, 70 pontos.

Para a médica Daniela Mundim, a aprovação trouxe a sensação de validação profissional, em que os anos de estudo, dedicação e trabalho árduo foram recompensados. “O Mário Penna contribuiu significativamente para a aprovação na prova de título. Além da excelência no tratamento do câncer e na qualidade da equipe médica e de ensino, a  experiência prática somado à carga teórica adquirida na instituição, sem dúvidas, foram o diferencial para a aprovação na prova “, comentou.

Dr. Ellias Lima, coordenador da COREME, conta que é um grande orgulho para a instituição ter duas médicas que passaram na prova de títulos ainda residentes. “É uma alegria imensa para nós, porque só evidencia o quanto estamos no caminho certo na formação de profissionais que oferecem um tratamento de excelência e humanizado. Essa é uma conquista importante e diz muito sobre o ensino oferecido aqui no Mário Penna”, afirmou.

Dra. Gabriela Schlaucher – Oncologista do Mário Penna

Para a Dra. Gabriela Schlaucher, ter sido aprovada no exame é um passo importante na consolidação da carreira. A médica atribui grande parte desse sucesso ao Mário Penna. “A residência do Mário Penna com certeza foi uma construção de grande importância para eu chegar à aprovação. A prova consagrou os esforços ao longo de três anos de formação “, reforçou.

As médicas Gabriela Schlaucher e Daniela Mundim permanecem no Mário Penna e agora integram o Corpo Clínico da instituição.

20mar2024
Autor Sofia Gontijo Categorias Hospital Luxemburgo, Instituto Mário Penna, Notícias Gerais, Novo Hospital Luxemburgo, Tratamento Oncológico

Equipe de Fonoaudiologia trata a disfagia em pacientes com câncer

A disfagia, caracterizada pela dificuldade de engolir, é uma condição comum em pacientes oncológicos, sendo uma das complicações frequentes durante a doença. Com cerca de 80% do atendimento voltado ao tratamento do câncer, o Instituto Mário Penna chama atenção para a data do Dia de Atenção à Disfagia, comemorada no dia 20 de março, e oferece um atendimento integral para amenizar as consequências dessa condição.

Engasgos e tosse durante as refeições, sensação de alimento parado na garganta, dor ao engolir, mudanças na voz ou pigarro persistente após a alimentação, são alguns dos principais sintomas da disfagia. Ela pode estar relacionada aos tumores de cabeça e pescoço ou aos efeitos colaterais de tratamentos como cirurgias, radioterapia e quimioterapia. Além de afetar a qualidade de vida do paciente, também pode levar a complicações graves, como desidratação, desnutrição e até óbito. Portanto, uma abordagem multidisciplinar envolvendo diferentes especialidades médicas é crucial para o tratamento adequado dessa condição, sendo a atuação do fonoaudiólogo essencial nesse processo.

No Mário Penna, a equipe de Fonoaudiologia realiza uma avaliação clínica detalhada da musculatura orofacial e da deglutição para identificar o tipo e a gravidade da disfagia, bem como os fatores de risco associados. Em alguns casos, podem ser solicitados os exames de imagem complementar, como o videodeglutograma.

Com base na avaliação, o fonoaudiólogo elabora um plano de tratamento personalizado, que pode incluir exercícios para reabilitação da musculatura envolvida, técnicas que facilitam o processo de deglutição e adequações de consistência dos alimentos para garantir uma alimentação segura e efetiva.

“No Instituto Mário Penna, a fonoaudiologia atua em todos os níveis da assistência. No Pronto Atendimento, a equipe atende casos que demandam intervenção mais pontual focada na determinação de condições, consistência alimentar segura ao paciente ou indicação de via alternativa de alimentação, como por exemplo, o uso de sondas. No CTI e enfermarias, a atuação se baseia na identificação do momento adequado para suspensão ou reintrodução da dieta por via oral, sempre orientando e capacitando pacientes e acompanhantes para um processo alimentar seguro e efetivo. Nos ambulatórios, as fonoaudiólogas garantem a continuidade da reabilitação iniciada durante a internação, bem como a perpetuação das práticas que possibilitam uma alimentação com segurança, prevenindo a ocorrência de agravamentos no quadro do paciente”, explica Raquel Fabiane, Fonoaudióloga do Mário Penna.

A equipe de Fonoaudiologia do Mário Penna é composta por duas profissionais e duas acadêmicas que realizam cerca de 460 atendimentos mensais.

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