O Hospital Mário Penna inaugurou, nesta sexta-feira, 8, 60 leitos para atendimento exclusivo de pacientes da Covid-19. A reabertura foi possível por causa de uma parceria entre o Instituto Mário Penna, a Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg) e as secretarias de Saúde do Estado e de Belo Horizonte.

Ao lado do governador Romeu Zema, do vice-governador Paulo Brant, do secretário de Estado de Saúde, Carlos Eduardo Amaral e do Presidente da Fiemg, Flávio Roscoe, a Diretoria do Instituto Mário Penna comemorou a ação. “Esse é um momento histórico, muito importante para nós, que estamos tendo a oportunidade de atender esses pacientes durante a pandemia. Essa parceria da nossa instituição com a Fiemg e os outros parceiros vai ajudar a salvar vidas”, disse o Diretor Administrativo, Marco Antônio Viana Leite.

 

 

A implantação dos 60 leitos custará R$ 8 milhões. A mobilização empresarial promovida pela Fiemg vai arcar com metade do valor, R$ 4 milhões. O dinheiro será utilizado para contratação de profissionais de saúde, compra de equipamentos e de itens como máscaras e luvas. Além disso, serão realizadas obras de manutenção.  Os R$ 4 milhões restantes serão disponibilizados por meio de uma parceria entre a Secretaria Estadual de Saúde e a Secretaria Municipal de Saúde de Belo Horizonte. “Todos os leitos são de enfermaria, com possibilidade de serem ampliados para leitos de CTI”, disse o Gerente Geral do Instituto Mário Penna, Rodrigo Costa Vieira.

Para o governador Romeu Zema (Novo), que visitou às instalações do Hospital Mário Penna, a estrutura está pronta para receber pacientes, caso seja necessário. “Minas está se saindo muito bem. É referência no combate ao coronavírus, graças ao povo mineiro e às ações de combate ao vírus. O Hospital Mário Penna está muito bem preparado, com tudo o que é necessário em casos extremos. Se for preciso, vamos trazer os pacientes para cá”.
O vice-governador Paulo Brant também elogiou a reabertura dos leitos. “A inauguração desses 60 leitos se insere na estratégia do governo de aproveitar o achatamento da curva gerado pelo distanciamento social para que a gente crie uma estrutura mais adequada para o atendimento aos pacientes da Covid-19”.

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