De moedinha em moedinha, salvamos vidas. É assim que funciona o Cofrinho do Bem do Instituto Mário Penna. O Colégio Marista Dom Silvério também acredita nisso e resolveu apoiar a ação e praticar a solidariedade com a participação de seus alunos. Cerca de 600 crianças, com idades entre 5 e 11 anos, receberam um cofrinho na última semana para levar para casa e começar a juntar as moedinhas.
No auditório da escola, um teatro com personagens lúdicos como Rei Leão e Minions fizeram a apresentação do Cofrinho do Bem para a garotada, explicando a importância da doação ao Instituto Mário Penna.
Os pais receberam uma cartinha da escola explicando a ação e mostrando como eles podem participar e incentivar os filhos. Agora, cada criança ficou com a tarefa de juntar as moedinhas e devolver ao Mário Penna no final do ano.
“Fiz questão de acompanhar toda ação de perto. Até entrei na brincadeira dos personagens e, também, conversei com as crianças sobre a importância de ajudar quem está doente e precisando da nossa ajuda. Acredito que essa ação é também uma forma de educar as crianças para a solidariedade e para a coletividade. Como o próprio mote da campanha diz, você deposita moedas e a gente investe em esperança no Mário Penna”; conta Paula Fraga, da Captação de Recursos e Relacionamento do IMP.





O Serviço de Cuidados Paliativos do IMP funciona de forma multidisciplinar, contando com a atuação de médicos, enfermeiros, assistente social, psicólogo e fisioterapeuta. Especialistas de diversas áreas trabalham em conjunto para garantir que pacientes com doenças graves e ameaçadoras da vida sejam tratados de forma integral nas diversas dimensões de sofrimento (físico, psíquico, social e espiritual), visando sempre a qualidade de vida e respeitando os valores das pessoas atendidas.
Uma das propostas desenvolvidas no Laboratório de Pesquisa Translacional em Oncologia do NEP é realizada pela doutoranda Thayse Batista, em colaboração com a Fiocruz Minas. Thayse está estudando o perfil de microvesículas tumorais presentes no sangue das pacientes com câncer de mama, atendidas no Hospital Luxemburgo. Estas microvesículas são liberadas pelo tumor e por células do sistema imunológico e estão presentes no sangue. Segundo Thayse, o objetivo é desenvolver um diagnóstico utilizando microvesículas, que são estruturas liberadas pelo tumor desde a sua formação, quando ainda é difícil a detecção pelo exame de imagem, tornando este método menos invasivo e eficiente na detecção da doença e no acompanhamento do tratamento.
A reunião é online em plataforma digital remota e participam médicos residentes, médicos assistentes e preceptores. Elas acontecem mensalmente, com o apoio educacional da indústria farmacêutica.
O presidente do Instituto Mário Penna, Marco Antônio Viana Leite, juntamente com 11 pacientes de câncer de mama (As Entrelaçadas, grupo de apoio formado por mulheres guerreiras que dividem suas experiências), visitaram a futura “casa” do Atlético, onde foram recebidos pelo mascote Galo Doido e por membros da diretoria do time e do Instituto Galo.