A Comissão de Residência Médica (COREME) do Instituto Mário Penna vem realizando Reuniões Multidisciplinares virtuais com intuito de promover discussões de casos clínicos atendidos na instituição e, assim, proporcionar a atualização dos médicos.
Segundo Dr. Ellias Lima, médico oncologista e Coordenador da COREME, o objetivo é aproximar o corpo clínico, fomentar a residência médica, planejar tratamentos de forma multidisciplinar, atualizar e promover conhecimento. A reunião é online em plataforma digital remota e participam médicos residentes, médicos assistentes e preceptores. Elas acontecem uma vez ao mês, com o apoio educacional da indústria farmacêutica.
As últimas reuniões foram sobre os seguintes temas:
– 27/07: “Câncer de próstata metastático resistente à castração politratado, estado da arte em 2021, com a participação do Dr. Ellias Lima (Coordenador da Oncologia do IMP), Dra. Ana Carolina Pimenta (Oncologista do IMP) e Dra. Marta Rezende (Médica Nuclear do IMP). A reunião contou com o apoio do laboratório Astrazeneca.
– 04/08: “Atualização no tratamento do câncer de ovário avançado platino sensível”, com a participação da Dra. Bárbara Marques (Oncologista Clínica do IMP), Dra. Suellen Peixoto (Cirurgiã Ginecológica do IMP), Dr. Irsael Vilaça (Oncologista do IMP) e Dr. Oscar Araújo (Coordenador de Diagnóstico da Astrazeneca). Ela reunião teve o apoio do laboratório Astrazeneca.
O Instituto Mário Penna investe no aprimoramento do seu corpo clínico para, cada vez mais, proporcionar um atendimento humanizado, reconhecido e de excelência aos seus milhares de pacientes oncológicos.







Cada moedinha doada pelos clientes fazem a diferença para aqueles que são tratados no IMP. O repasse mensal é indispensável para que os pacientes recebam um tratamento digno, de qualidade, acompanhado por uma equipe de profissionais renomados multidisciplinares e de forma humanizada.
“Os linfomas são divididos em dois tipos: o de Hodgkin e os não-Hodgkin. Dentro desses dois grupos é possível ainda dividi-los em diversos subtipos, cada um com características clínicas e tratamentos completamente diferentes. Mas apenas através da biópsia das lesões é possível diferenciá-los”; conta Dr. Pedro.
Os responsáveis pelo estudo explicam que tratando de um estudo in vitro, ele apresenta alguns problemas, como o fato das células não receberem uma dose uniforme de radiação, com incertezas típicas da ordem de 25% ou mais. Como todos os fenômenos biológicos são dependentes da dose de radiação recebida pelas células, grandes incertezas nos valores da dose provocam perda de correlação entre a variável dose e os efeitos provocados, gerando resultados falsos ou não totalmente compreendidos.