Os estudos em relação ao tratamento de câncer contribuem sempre para a prevenção e busca da cura da doença. Aqui no Instituto Mário Penna contamos com profissionais qualificados que favorecem para o surgimento de novos tratamentos para pacientes oncológicos. O físico Jony Marques e o radioconologista Dr. Arnoldo Mafra, ambos do IMP, fizeram parte de uma importante pesquisa para o tratamento de câncer, que obteve uma publicação internacional.
Essa pesquisa tem como objetivo desenvolver e caracterizar uma plataforma para irradiações de células in vitro. “Para o tratamento do câncer são inúmeras as propostas de novas drogas para aumentar a eficiência do tratamento combinado de quimioterapia e radioterapia. Antes de submeter os pacientes a novos tratamentos, estes são testados inicialmente em células de câncer de humanos em estudos denominados in vitro”; esclarece Jony Marques.
Os responsáveis pelo estudo explicam que tratando de um estudo in vitro, ele apresenta alguns problemas, como o fato das células não receberem uma dose uniforme de radiação, com incertezas típicas da ordem de 25% ou mais. Como todos os fenômenos biológicos são dependentes da dose de radiação recebida pelas células, grandes incertezas nos valores da dose provocam perda de correlação entre a variável dose e os efeitos provocados, gerando resultados falsos ou não totalmente compreendidos.
“Assim, a proposta inovadora deste trabalho traz o desenho de uma plataforma em acrílico, irradiada com braquiterapia clínica (a mesma que trata as pacientes ginecológicas do IMP) e que reduz incertezas típicas de 25% no valor da dose para algo entre 2 e 7%, propondo ainda um fator de correção para se obter, com precisão, a dose de radiação recebida pelas células”; explicam.





Quando nossas células vão se multiplicar, seja para reparar um tecido machucado, seja para repor outras células, esse código genético precisa se duplicar. Isso é importante para que cada nova célula tenha a mesma informação genética daquela que a originou. Durante esta etapa de duplicação, pequenos erros podem acontecer no código genético e eles são chamados de mutações.






A dedicação e empenho de todos os setores foram impecáveis, o que deixou a disputa ainda mais acirrada. Teve bandeirinhas, balões, brincadeiras típicas, prendas, espantalho, cidade de papelão, fazendinha, berrante, sanfoneiro, quadrilha e até casamentos. E os pacientes não ficaram de fora. Cada um, do seu jeito, participou da festança. Alguns ajudaram a fazer a decoração enquanto realizavam um tratamento mais demorado, outros foram caracterizados nos leitos, e teve até Rainha da Pipoca e Rei do Amendoim.