Fevereiro laranja destaca o combate à leucemia

Fevereiro é o mês do combate à leucemia, doença maligna originada na medula óssea – local em que as células de sangue são formadas. Esse tipo de câncer acomete os leucócitos, também conhecidos como glóbulos brancos, os quais começam a se reproduzir de maneira descontrolada, dando início aos primeiros sinais da leucemia. Em 2018, a doença pode chegar a mais de 10 mil casos, segundo os dados do Instituto Nacional do Câncer – INCA.

SINTOMAS

Os primeiros sintomas são um reflexo do acúmulo das células anormais, as quais prejudicam a produção dos glóbulos brancos, glóbulos vermelhos e plaquetas. Dessa forma, podendo causar anemia, palidez, sonolência, fadiga, palpitação, sangramentos na gengiva e nariz, manchas roxas na pele ou pontos vermelhos.  Outros sinais da doença são gânglios linfáticos inchados e sem dor (principalmente, na região das axilas e pescoço), perda de peso sem motivo aparente, febre ou suores noturnos, desconforto abdominal (inchaço do baço ou fígado), dor nas articulações e ossos.

A leucemia ainda possui uma classificação própria, de acordo com a velocidade da divisão das células, sendo crônica quando se desenvolve lentamente e aguda quando é mais rápida. Diante disso, a doença é dividida em quatro subtipos: leucemia mieloide aguda (LMA), leucemia mieloide crônica (LMC), leucemia linfoide aguda (LLA) e leucemia linfoide crônica (LLC).

DIAGNÓSTICO

O diagnóstico é feito por uma avaliação médica e por meio da coleta de medula óssea para exames específicos. Em geral, o tratamento inclui a quimioterapia e pode ser indicado também o transplante de medula óssea.

Referência: Instituto Nacional do Câncer – INCA.

IMP recebe mais de 9 toneladas de doações de alimentos do Mesa Brasil

Em 2017, o Instituto Mário Penna recebeu 9,7 toneladas de alimentos provenientes do Programa Mesa Brasil, do Serviço Social do Comércio (SESC). A ação é feita em parceria com grandes empresas – como Nestlé, Danone, Unilever, Walmart, Pão de Açucar, entre outras – e tem o objetivo de combater a fome e o desperdício de produtos em geral.

Para tanto, o SESC recebe os itens (das redes parceiras) que perdem o valor de comércio, os quais são destinados para as instituições cadastradas para recebê-los como doação. Somente em Minas Gerais, são mais de 300 entidades no programa.

O Instituto já faz parte do Mesa Brasil desde 2014, o qual é um importante aliado para a redução de custos. Principalmente, referente aos alimentos, que são 100% aproveitados nos hospitais. Por meio desse programa e outras ações, a instituição conseguiu, em 2017, uma economia de mais de R$ 100 mil.

Novo parceiro – Colégio Marista apoia Mário Penna

No mês de junho, o Instituto Mário Penna ganhou um novo parceiro o Colégio Marista que agora também faz parte do projeto de voluntariado das escolas – integrado à Diretoria de Humanização-, dentro das unidades do Instituto Mário Penna. Assim como os colégios Loyola e Santo Agostinho, que já realizam o projeto há cerca de 10 anos e o colégio Sagrado Coração de Jesus, há três, o Marista levará seus alunos às unidades para promoverem momentos de acolhimento e descontração com os pacientes.

De acordo com Bruno Reis, Agente Pastoral do Colégio Marista, participam voluntariamente do projeto no IMP, dez alunos do 9º ano do ensino fundamental ao 2º ano do ensino médio. Atualmente, os alunos estão em processo de reconhecimento dos espaços dos hospitais para que possam verificar que tipos de ações poderão ser propostas por eles, mas de antemão, o agente explica que a ideia do Marista é intercalar todas as unidades, incluindo a Casa de Apoio Beatriz Ferraz, em suas visitas semanais.

Segundo ele, “o objetivo do projeto é despertar nos alunos a consciência sobre o que produz a realidade dessas pessoas que estão nos hospitais, bem como contribuir para a formação dos alunos para que eles sejam ativos e consigam produzir soluções para problemas na sociedade”, explica o agente.

Com o pé direito

A parceria com o colégio começou com o pé direito. No dia 22, o Instituto recebeu duas toneladas de alimentos não-perecíveis e itens de limpeza e higiene pessoal que foram arrecadados durante o Dia Solidário, realizado dentro do JIM – Jogos Internos Marista.

Olha o balancê! Festa junina solidária

Quem passou pela rua Paraisópolis na tarde do dia 26 de junho pôde ouvir o som da quadrilha e da animação do pessoal que se esbaldou durante a tradicional Festa Junina Solidária da Casa de Apoio Beatriz Ferraz (CABF). Este ano, a festa foi patrocinada pelo Colégio Loyola, que é parceiro do Instituto Mário Penna, e levou além de delícias juninas, muitas brincadeiras com distribuição de brindes.

Estiverem presentes no evento o presidente do Instituto Mário Penna, Paulo José de Araújo, o Superintendente Financeiro, Antônio Carlos Rezende, além de colaboradores da área de Gestão de Pessoas, Enfermagem, Jurídico, Serviços, entre outros, o que segundo a Diretoria de Humanização, Maria Ângela Ferraz, faz a diferença na quebra da rotina.

“O propósito é trazer alegria; uma alegria que contagia os pacientes, acompanhantes, colaboradores e voluntários fazendo com que todos saiam do contexto do hospital para participar de um momento de interação e descontração”, disse a diretora.

Parceria

A animação da festa ficou por conta dos alunos do Colégio Loyola, que participam do projeto de voluntariado da instituição de ensino no Instituto Mário Penna. De acordo com o responsável pela Formação Social do Loyola, Wanderlay Balsamão, o grupo é formado por 28 estudantes do 9º ano do ensino fundamental que se inscrevem para participar voluntariamente dos projetos. Segundo ele, nessa ação, os alunos e a Associação de Pais do Loyola doaram os brindes e as guloseimas para a festa junina.

Infecções no inverno aumenta em pacientes com câncer

Pacientes com câncer podem desenvolver deficiência no sistema imunológico que os tornam mais susceptíveis à contrair infecções oportunistas. Esses germes se aproveitam do estado de imunossupressão do paciente para se instalar no organismo do hospedeiro e produzir doença. Um exemplo clássico de infecção oportunista no inverno é a gripe. Nessa época do ano, devido às quedas na temperatura as pessoas tendem a se confinar em ambientes fechados, facilitando a disseminação do vírus e o contágio pessoa-pessoa. Num paciente oncológico, cuja imunidade pode estar comprometida pelo tratamento com quimioterapia ou pela própria atividade da doença a gripe pode ser responsável por uma síndrome respiratória grave, eventualmente fatal. Por isso é muito importante esclarecer as recomendações acerca da prevenção dessas doenças nessa população.

Nem todo paciente que tem ou teve diagnóstico de câncer tem a imunidade comprometida. Aqueles que não estão em tratamento oncológico com quimioterapia há mais de 3 meses ou em outros em tratamento hormonal podem ser imunizados normalmente conforme os protocolos de vacinação, esses indivíduos são considerados imunocompetentes. Já pacientes que estão para iniciar tratamento, aqueles em tratamento quimioterápico e os portadores de câncer avançado apresentam recomendações especiais em relação à imunização com vacinas pois são considerados pacientes imunossuprimidos.

Há basicamente dois tipos de vacina, as produzidas a partir de organismos vivos atenuados e aquelas formadas a partir de partículas dos micróbios. Exemplos de vacinas com organismos vivos atenuados são as de febre amarela, varicela (catapora), sarampo, caxumba, rubéola, herpes zoster, BCG para tuberculose, rotavirus e algumas vacinas para poliomielite (paralisia infantil). Exemplos de vacinas de partículas inclui influenza (gripe), pneumonia, hepatites e HPV. O objetivo da vacinação é expor o indivíduo precocemente à determinado germe ou parte dele com intuito de estimular o sistema imunológico do hospedeiro a produzir uma resposta imunológica a longo prazo, tornando a pessoa imune à doença. Pacientes oncológicos podem apresentar queda da imunidade em virtude da atividade da própria doença ou devido ao tratamento quimioterápico o que pode conferir ao indivíduo uma maior susceptibilidade a contrair a doença naqueles casos de vacina com germes enfraquecidos, ou mesmo uma dificuldade de produzir resposta imunológica em ambos os tipos de vacinas. Portanto, a recomendação é não imunizar pacientes com câncer avançado em atividade ou aqueles em quimioterapia com vacinas de micro-organismos atenuados. Em relação às vacinas produzidas a partir de partículas, apesar de não haver risco de contrair a doença, também não é recomendado a vacinação de rotina pois infere-se que a eficácia dela fica comprometida pela incapacidade do paciente de produzir uma resposta imunológica ao estímulo.

Apesar da recomendação contra a vacinação de rotina de pacientes portadores de câncer ativo ou em tratamento quimioterápico é importante frisar algumas medidas importantes que ajudam a evitar a disseminação de infecções oportunistas em pacientes oncológicos. Uma delas é a vacinação dos indivíduos saudáveis que estão em contato direto no dia a dia com o doente. Segundo conceitos teóricos da infectologia, ao se vacinar determinada parcela da população consegue-se uma imunização da população como um todo pois há uma supressão efetiva da disseminação da doença. Outras medidas importantes são aquelas de higienização das mãos e equipamentos protetores por parte de pessoas infectadas, como máscaras e luvas, que agem como barreira mecânica dificultando o contágio. Pacientes alérgicos à proteína do ovo ou a outros componentes das vacinas não devem recebê-las de rotina.

 

 

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