Campanha une generosidade e futebol.

A situação econômica vivida pelo país e por Minas Gerais tem impactado diretamente vários setores, principalmente as instituições que atuam com a ajuda e a generosidade de muitos, como os hospitais filantrópicos. Com grande importância para a saúde da população, essas instituições têm vivido o desafio de continuar a cativar o apoio da sociedade para conseguir manter o seu pleno funcionamento.  Nesse sentido, o Instituto Mário Penna lançou, nesta terça-feira (12 de junho), uma campanha que une generosidade e futebol, especialmente, dos mineiros, pelo esporte: o futebol.

Com a participação dos atletas João Ricardo Riedi, goleiro do América; Leonardo Silva, zagueiro do Atlético; e Henrique Pacheco Lima, meio de campo do Cruzeiro, – todos de forma voluntária, a iniciativa busca despertar a atenção dos mineiros para as doações ao Instituto Mário Penna, atreladas aos serviços de saúde e assistência social, predominantemente direcionados aos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS).

Desde 1971 na luta contra o câncer, o Instituto Mário Penna passa por um dos momentos mais difíceis da sua história, e conta com as doações da comunidade para continuar prestando um atendimento de qualidade aos seus usuários. 

João Ricardo – Goleiro do América:

Essa é uma campanha importante, de uma instituição séria que se dedica ao máximo para ajudar esses pacientes que necessitam. Essa campanha pode salvar vidas e por isso fico feliz em poder participar”.

Leonardo Silva – Zagueiro do Atlético:

“O que me motivou a participar dessa campanha foi a possibilidade de ajudar o próximo. Para que essas pessoas consigam superar esses momentos tão difíceis provocados pelo câncer. Espero que a sociedade também possa ajudar essa causa”.

Henrique – Meio de Capo do Cruzeiro:

“Nós sabemos as dificuldades que os pacientes têm e os custos que um tratamento pode gerar. Por esse motivo eu faço parte da campanha do Mário Penna; para ajudar as pessoas que estão lutando para salvar suas vidas”.

Além do apoio institucional dos clubes ao Instituto Mário Penna, que deixaram de lado a rivalidade para se unirem na luta contra o câncer, os seus respectivos canais de comunicação também participarão da divulgação da campanha. O Mineirão, que também é parceiro na iniciativa, por sua vez, disponibilizará para a instituição um camarote que será o espaço oficial da “Torcida Mário Penna” no estádio.

“Estamos muitos felizes em contar com o apoio dos clubes, do Mineirão e com a participação direta dos jogadores. Toda a campanha está sendo viabilizada por meio de parcerias e praticamente sem custos para a nossa instituição”, destaca o Presidente do Instituto Mário Penna, Paulo José de Araújo. Para o presidente, a situação em que está a saúde pública no país, faz com que o Instituto Mário Penna, mais do que nunca, precise do apoio da sociedade em forma de doações.

Campanha “Torcida Mário Penna” generosidade e futebol

Realizada nesta terça-feira (12 de junho) o lançamento da campanha “Torcida Mário Penna” no auditório do Hospital Mário Penna. O encontro contou com a presença de representantes dos três grandes times de futebol de Minas Gerais, emissoras de televisão e do presidente do Instituto Mário Penna.

As doações ao Instituto Mário Penna podem ser feitas pelo site doemariopenna.org.br ou pelo telefone 0800 039 1441.

 

Fotos: Claúdio Cunha

 

Doação de 20 mil comprimidos de quimioterápicos para o Instituto Mário Penna

No primeiro semestre deste ano o Instituto Mário Penna ganhou mais um parceiro na luta contra o câncer. É que a Paclimed Distribuidora, empresa que atua na comercialização de medicamentos oncológicos e fornecedora do IMP, fechou uma parceria que tem como objetivo doar medicamentos que estão próximos de vencer, mas que ainda podem ser utilizados, para pacientes do Instituto.

De acordo com o Gerente de Logística, Marcos Antônio Teixeira, o medicamento que antes seria incinerado pela empresa, hoje ajuda a salvar vidas no Instituto. Ele ainda explica, que essa mudança foi possível devido à construção de um relacionamento entre a equipe de Suprimentos do Instituto Mário Penna e a empresa.

Para se ter ideia, apenas em abril e maio deste ano, a Paclimed doou ao Intituto 17 mil comprimidos de quimioterápicos, contribuindo para o tratamento de quase 600 pacientes, além de ajudar na saúde financeira da instituição já que o custo para a aquisição de medicamentos será reduzido.

 

Uma reflexão sobre as questões ambientais.

O Dia Internacional da Reciclagem foi instituído pela UNESCO e é comemorado no dia 17 de maio. É uma data destinada à reflexão sobre as questões ambientais e sobre as consequências do consumismo.

Uma reflexão importante a ser realizada nessa data é avaliar porque continuamos a explorar recursos naturais não renováveis do ambiente, se conseguimos utilizar como matéria-prima produtos que já estão em circulação, antes que os mesmos sejam tratados e destinados como resíduos.
A reciclagem em residências também é um meio de atitude de conscientização do meio ambiente, um jeito rápido e prático que auxilia o descarte correto de resíduos que podem ser utilizados em outro momento na indústria.

 

O setor de Gestão Ambiental do Hospital Luxemburgo possui um programa permanente de gestão de resíduos que possibilitou que cerca de 16% do resíduo comum produzido no ano de 2017 fosse reciclado.

Além da reciclagem dos resíduos comuns, semelhante aos gerados em domicílios, a unidade também encaminha para a reciclagem alguns resíduos químicos, como fixadores, reveladores e chapas de raio-x, pilhas, baterias, lâmpadas fluorescentes, óleo lubrificante e óleo de cozinha.

 

Natália Lá-Badié Dolabela
Profissional em Meio Ambiente do instituto Mário Penna.

Julho verde e o coral dos Laringectomizados

Durante Julho Verde, mês de conscientização sobre os cânceres de cabeça e pescoço, não poderíamos deixar de falar sobre o Coral dos Laringectomizados do Instituto Mário Penna, que é acompanhado por uma equipe multidisciplinar, com o apoio da Diretoria de Humanização do Instituto.  O grupo é formado por 12 integrantes, acompanhados por dois músicos voluntários, que ao teclado e saxofone engrossam o poderio musical do grupo.

Os integrantes do coral passaram por cirurgias para a retirada da laringe que afeta diversas de suas funções, conforme explica o médico e coordenador do Serviço de Cirurgia de Cabeça e Pescoço do Instituto Mário Penna, Lorenzo Testolin. “Os pacientes submetidos à laringectomia total sofrem uma desconexão da via aero-digestiva. Alimentam-se pela boca, mas respiram por um orifício, o traqueostoma, na região anterior do pescoço. Dessa forma, não conseguem mais falar de forma habitual”, disse.

Antônio Carlos da Silva, de 64 anos, passou pelo procedimento de laringectomia total. Após assistir a um vídeo da apresentação de um coral de laringectomizados de outro estado, Antônio Carlos, que é músico autodidata, sugeriu a criação do coral no Instituto. A iniciativa tornou um estímulo para vencer as dificuldades: “O coral modificou tudo em minha vida, é onde sinto prazer de estar, me sinto seguro e alegre, sinto mais vida”, afirma.

Entenda a Laringectomia

 

Após a Laringectomia Total há uma alteração dos mecanismos de condução do ar até os pulmões. Na respiração do laringectomizado total o ar entra pelo traqueostoma, que é um orifício feito por cirurgia no pescoço. Na expiração, o ar sai dos pulmões e passa novamente pelo traqueostoma.

Assim, na respiração do laringectomizado total não há passagem de ar pela boca, o que torna independente a via digestiva (por onde passa a comida) das vias respiratórias (por onde passa o ar).

A laringectomia total acarreta a perda da voz laríngea. Contudo, isto não significa a perda da fala ou da linguagem. A reabilitação vocal é possível através da voz esofágica, que substitui a voz laríngea usando a via digestiva para produzir o som, ou através da utilização de próteses fonatórias.

Direitos Sociais do paciente em tratamento de câncer

O Serviço Social atua no campo das políticas sociais, com objetivo de viabilizar o acesso aos direitos sociais da população e o exercício da cidadania. No Instituto Mário Penna, o Serviço Social orienta os pacientes, auxiliando na identificação de recursos que facilitam o processo de tratamento, democratizando as informações institucionais e o acesso as políticas públicas. Tornar o tratamento cada vez mais acessível ao paciente é o principal papel do Serviço Social, no hospital que busca garantir e efetivar estes direitos, conforme reza no Art. 203 Constituição Federal de 1988 “A assistência social será prestada a quem dela necessitar, independente de contribuição à seguridade social”.

O impacto psico social de uma doença como o câncer não afeta apenas o paciente, mas estende-se a todo o universo familiar, impondo mudanças, exigindo reorganização da dinâmica familiar, principalmente na incorporação dos cuidados e o tratamento nas atividades cotidianas. A maioria dos pacientes desconhecem seus direitos e enfrentam problemas financeiros, precariedade das condições sociais, econômicas e culturais, sendo fatores que expõem o paciente e família a uma condição de vulnerabilidade social e por isso, o ideal é que o paciente seja atendido/acolhido pelo Serviço Social logo após a primeira consulta, para que o assistente social possa traçar um estudo socioeconômico e atuar de forma preventiva em demandas/problemas que possam impactar no seu tratamento.

Considere os direitos sociais

Para isso, faz-se necessário conhecer a realidade de vida do paciente e de sua família:

  • Organização familiar,
  • Renda,
  • Qualidade dos vínculos familiares,
  • Condições de habitação,
  • Impacto que o tratamento traz sobre as atividades laborativas.

Sendo assim, têm-se a necessidade da atuação do serviço social no âmbito hospitalar, junto à relação paciente internado e sua família, no sentido de amenizar as tensões causadas pela doença e todo o processo de hospitalização, caso este seja necessário. Conhecendo esta realidade, permite-se ao Serviço Social atuar e encaminhar o paciente nos diversos seguimentos com aporte de direitos sociais, recursos públicos e da sociedade civil.

Diante da demanda apresentada pelo paciente, o assistente social realiza intervenções que consistem em orientar e encaminhar o mesmo para o requerimento de benefícios garantidos por lei como: saque do FGTS, saque do PIS,/PASEP, requerimento de benefício previdenciário do auxílio-doença (ver seguridade social), aposentadoria (ver seguridade social), Amparo Assistencial ao Idoso ou Deficiente, Tratamento Fora de Domicílio, Isenção do Imposto de renda; Quitação do financiamento da casa própria; Isenção do IPI na compra de veículos adaptados; IPTU, Isenção do IPVA. Todos estes benefícios requerem uma avaliação criteriosa por parte das diversas instituições, assim como dependem de critérios para o paciente possa acessá-los.

 

Márcia Gonçalves Gomes Campos
Supervisora do Serviço Social do Instituto Mário Penna

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