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Notícias de: Ensino, Pesquisa e Inovação

17jan2024
Autor Marketing Categorias Ensino, Pesquisa e Inovação, Instituto Mário Penna, Notícias Gerais, Novo Hospital Luxemburgo, Núcleo de Ensino e Pesquisa (NEP), Tratamento Oncológico

miRNAs: atores importantes no enfrentamento ao câncer

Os miRNAs – microRNAs – são pequenas estruturas presentes no nosso material genético que possuem a capacidade de regular o funcionamento de reações importantes no corpo. Eles podem controlar a intensidade de produção de uma proteína, em geral, diminuindo algumas e favorecendo o aumento de outras. O resultado disso, em condições normais, é a manutenção apropriada das funções corporais, favorecendo a saúde. Contudo, em condição de enfermidade, os miRNAs são produzidos de maneira desbalanceada e suas funções podem favorecer a progressão da doença.

Felizmente, o conhecimento sobre os papéis dos miRNAs são bem consistentes e novos benefícios vêm sendo descobertos a cada dia. No enfrentamento ao câncer, conhecer os mecanismos de ação destes importantes reguladores é fundamental para compreender a maneira como a doença progride e, consequentemente, como ela pode ser controlada.

Os cientistas buscam assinaturas genéticas relacionadas aos miRNAs que possam ser utilizadas como biomarcadores importantes para medicina personalizada. Estes padrões podem auxiliar o médico sobre a tendência de a doença progredir, de responder a uma determinada abordagem terapêutica e, consequentemente, favorecer o sucesso do tratamento. Com isso, os diversos papéis dos miRNAs são estudados em inúmeros tipos de tumores, tanto com finalidade diagnóstica quanto terapêutica.

Os pesquisadores do Núcleo de Ensino, Pesquisa e Inovação do Instituto Mário Penna vêm desenvolvendo pesquisas utilizando os miRNAs, a fim de compreender o perfil de resposta terapêutica das pacientes com câncer de mama e câncer de ovário. Dr. Fábio Queiroz, Pesquisador da unidade, conta que os resultados obtidos são animadores e mostram que há fortes evidências de que os miRNAs identificados poderão ser utilizados para o desenvolvimento de novos métodos prognósticos para o cuidado das pacientes.

Buscar ganhos significativos de sobrevida, com qualidade e dignidade, é uma ambição dos Pesquisadores do Mário Penna. Neste cenário, fornecer alternativas personalizadas que diminuam o tempo entre o diagnóstico do câncer e o acesso à terapia adequada, continua sendo um grande desafio, mas com animadores avanços.

“Estudos recentes têm confirmado que um diagnóstico de câncer pode representar um ponto decisivo, de grande magnitude, que pode provocar sintomas psicológicos, como ansiedade, depressão, estresse pós-traumático e sofrimentos que impactam diretamente o tratamento. No caso dos cânceres de mama e ovário, a possibilidade desse diagnóstico impactar a percepção da feminilidade, da vaidade com o corpo, da sexualidade, são desafios inquestionáveis” destaca.

Dr. Fábio pontua ainda que, muitos dos trabalhos disponíveis na literatura, mostram que o diagnóstico tardio do câncer é umas das principais causas de insucesso no tratamento oncológico. “É imprescindível desenvolver métodos que sejam mais específicos e confiáveis para auxiliar os médicos nas tomadas de decisão. Os miRNAs, que podem ser detectados em uma simples amostra de sangue, se mostram uma valiosa ferramenta para diagnóstico e monitoramento da doença” enfatiza. O objetivo da equipe de Pesquisa Translacional da instituição é alcançar abordagens terapêuticas mais precisas, personalizadas e que forneçam melhor qualidade de vida para os pacientes.

Fonte: Fábio Queiroz | Pesquisador do Mário Penna, Biólogo e Doutor em Ciências da Saúde pela Fiocruz – Minas, Fábio Ribeiro Queiroz.

3jan2024
Autor Marketing Categorias Ensino, Pesquisa e Inovação, Instituto Mário Penna, Notícias Gerais, Núcleo de Ensino e Pesquisa (NEP)

Núcleo de Ensino, Pesquisa e Inovação do Mário Penna realiza 2º Seminário da Iniciação Científica

 O mês de dezembro para o Núcleo de Ensino, Pesquisa e Inovação do Mário Penna foi dedicado a relembrar os trabalhos desenvolvidos ao longo do ano e traçar novas metas para o ano seguinte. Foi seguindo essa premissa que a Unidade realizou, no último dia 20, o 2º Seminário da Iniciação Científica. O evento aconteceu no Auditório do Hospital Luxemburgo, onde os acadêmicos da instituição puderam expor seus trabalhos e dialogar com pesquisadores, médicos e demais colegas.  

O Seminário aconteceu em parceria com a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG) e, além de promover uma troca de experiências entre orientadores e acadêmicos, teve como objetivo divulgar às pessoas os projetos e aplicações em que os alunos estiveram envolvidos. Durante o Seminário, três alunas que tiveram os melhores trabalhos apresentados foram premiadas como primeiro, segundo e terceiro lugar e os demais receberam um certificado de participação.  

O evento contou com cerca de 50 pessoas, e além de colaboradores do hospital, como a equipe de Ensino, Pesquisa Translacional e Pesquisa Clínica da instituição, também estiveram presentes importantes personalidades da ciência. A Dra. Maria Raquel de Carvalho, do departamento de Genética, Ecologia e Evolução do Instituto de Ciências Biológicas da UFMG e Marcelo Souza, representante da indústria Qiagen, prestigiaram as apresentações.  

Para Letícia Braga, gerente da Pesquisa Translacional do Mário Penna, o Seminário da Iniciação Científica foi uma possibilidade de conexão para os acadêmicos da instituição. “É importante porque é uma oportunidade de crescimento para os alunos e para nós, do Instituto Mário Penna, é uma oportunidade de formar futuros pesquisadores em oncologia no nosso estado. Estamos plantando a sementinha para o crescimento da pesquisa em oncologia em Minas Gerais e posicionando o Mário Penna como um protagonista nisso.” afirmou.  

Durante o encontro, os participantes reafirmaram o compromisso da instituição com a pesquisa científica, visando que em 2024 os projetos sejam ampliados e as conquistas tornem-se ainda maiores do que as do último ano.  

 

22dez2023
Autor Sofia Gontijo Categorias Ensino, Pesquisa e Inovação, Instituto Mário Penna, Notícias Gerais, Núcleo de Ensino e Pesquisa (NEP)

Terapia com células CAR-T: uma nova esperança para a cura do câncer

A sigla CAR vem da expressão em inglês chimeric antigen receptor, ou “receptor de antígeno quimérico”. Esse receptor é a parte do linfócito T, um dos responsáveis pela defesa do nosso organismo, que reconhece uma célula doente ou infectada que deve ser destruída.

A Dra. Carolina Melo, pesquisadora do Laboratório de Pesquisa Translacional do Mário Penna, explica que o processo envolve retirar células T do sangue do paciente e modificar geneticamente essas células, para assim expressar um receptor que reconheça o câncer. “É necessário, ainda, cultivar essas células em laboratório e depois injetá-las no paciente, como se fosse uma transfusão de sangue, para se ligarem às células cancerígenas e eliminá-las.” reforçou a pesquisadora.

Essa terapia ganhou os noticiários do Brasil em janeiro de 2023, quando foi anunciada a realização desse procedimento pela primeira vez no país. O procedimento aconteceu em um paciente portador de linfoma não Hodgkin, que já tinha passado por três diferentes tratamentos sem resultado. Apesar de ter sido aprovada em 2022 pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), até então a terapia com células CAR-T estava disponível apenas para pesquisa.

Dra. Carolina ressalta que, apesar de ser uma das abordagens mais promissoras no enfrentamento ao câncer, ainda existem grandes limitações relacionadas a essa terapia. “Dentre as limitações estão as toxicidades associadas às células CAR-T com risco de vida, como síndrome de neurotoxicidade imunológica e citopenias prolongadas, por exemplo. Mas talvez o maior desafio seja a acessibilidade devido ao alto custo do procedimento, estimado atualmente em 2 milhões de reais” reforça Dra. Carolina

No Brasil, o Centro de Terapia Celular da Fundação Hemocentro de Ribeirão Preto (FUNDHERP) é a primeira instituição a desenvolver tecnologia 100% brasileira para a produção de células CAR-T. Em setembro, a Anvisa autorizou a FUNDHERP, em parceria com o Instituto Butantan, a realizar um ensaio clínico no Brasil com o objetivo de se avaliar a eficácia no tratamento de pacientes com leucemia linfóide aguda B e linfoma não Hodgkin B, recidivados e refratários, ou seja, nos quais a doença tenha retornado ou que não responda mais ao tratamento. Serão tratados e monitorados 81 pacientes com o produto. A previsão é que o estudo seja encerrado em dezembro de 2024 e, se os resultados forem bons, que o produto seja registrado rapidamente para que as pessoas tenham acesso a uma opção de tratamento segura, eficaz e de alta qualidade no SUS.

A pesquisadora lembra que o caminho ainda é longo para que possamos ter uma cura acessível para a maioria dos pacientes oncológicos. “Estudos com tumores sólidos ainda estão em desenvolvimento, e atualmente essa terapia está restrita a alguns tipos de linfomas e leucemias. Mas, a potencialidade das células CAR-T é inegável e saber que já possuímos uma produção nacional nos traz um sopro de esperança de ter essa tecnologia disponível no SUS em um curto espaço de tempo.” finaliza.

O Núcleo de Ensino, Pesquisa e Inovação do Mário Penna pretende expandir os estudos no que tange à terapia com células CAR-T. A proposta é que sejam ampliadas e desenvolvidas pesquisas na área após a implementação da Sala de Cultivo na unidade.

Dra. Carolina Melo | Pesquisadora do Mário Penna e PhD em Genética Humana

15dez2023
Autor Marketing Categorias Ensino, Pesquisa e Inovação, General News, Hospital Luxemburgo, Instituto Mário Penna, Notícias Gerais, Novo Hospital Luxemburgo, Núcleo de Ensino e Pesquisa (NEP), Tratamento Oncológico

Mário Penna Journal: Núcleo de Ensino, Pesquisa e Inovação do Mário Penna lança segunda edição da Revista Científica

Produzir conhecimento e incentivar a pesquisa científica. É assim que o Mário Penna, por meio da unidade de Ensino, Pesquisa e Inovação, avança no combate ao câncer. Protagonista no cenário mineiro no atendimento humanizado, a instituição vem se tornando, cada vez mais, referência nas publicações científicas. O Mário Penna, lança agora a segunda edição de sua Revista Científica, a Mário Penna Journal – molecular and clinical research (MPJ).

Com uma versão digital e impressa, nesta edição, o periódico traz como tema o “Panorama da Assistência ao Câncer em Minas Gerais: demandas para a incorporação do aconselhamento genético e metodologias de análise genômica no Sistema Único de Saúde.” O objetivo deste número é descrever o cenário e as perspectivas da assistência ao câncer de mama em mulheres com histórico familiar da doença.

A segunda edição da Revista foi lançada no 2º Simpósio Mário Penna de Atualização em Especialidades Oncológicas e contou com o apoio da indústria AstraZeneca. Foram 12 artigos publicados, de diferentes pesquisadores. Letícia Braga, gerente da Pesquisa Translacional do Mário Penna, reforça o orgulho de ter mais uma edição publicada. “Lançar a Revista no Simpósio foi ainda mais especial e significativo. A segunda edição contou com o esforço de pesquisadores e toda uma equipe empenhada no estudo e na produção científica voltada para o enfrentamento do câncer “, afirmou.

Para Tadeu Perona, Diretor do Núcleo de Ensino, Pesquisa e Inovação, publicar mais uma edição da Revista Científica é uma oportunidade de mostrar para todos como o Mário Penna tem investido na produção científica. “Para nós é uma grande honra divulgar mais uma edição do Mário Penna Journal. Esse periódico mostra como nossa instituição tem uma equipe capacitada para falar sobre câncer. Ocupar esse espaço e levar o nome e os trabalhos do Mário Penna ao reconhecimento nacional e internacional só faz com que avancemos mais como referência no tratamento oncológico” comentou.

A produção ainda se destaca pela identificação do Internacional Standard Serial Number (ISSN) e do Digital Object Identifier (DOI), códigos numéricos únicos para publicações, trazendo ainda mais confiabilidade ao periódico científico.

A Mário Penna Journal – molecular and clinical research (MPJ) é mais um espaço de troca e difusão de conhecimentos e experiências. A revista visa, ainda, promover, divulgar e dar acesso à produção científica.

Acesse a Revista Digital:

Acesse a Plataforma OJS: https://revista.mariopenna.org.br/mpj/issue/view/3

11dez2023
Autor Marketing Categorias Ensino, Pesquisa e Inovação, Instituto Mário Penna, Não categorizado, Núcleo de Ensino e Pesquisa (NEP)

Dezembro Laranja: inovações terapêuticas no enfrentamento ao câncer de pele

O Instituto Nacional de Câncer (INCA) aponta que, para cada ano do triênio, de 2023 a 2025, o número de casos novos de Câncer de Pele não Melanoma (CPNM) estimado é de 220.490. A incidência é menor em homens, com maior ocorrência nas Regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste do Brasil. Já entre as mulheres, é prevalente em todas as regiões do país. Quanto ao câncer de pele melanoma, o número de casos novos estimados é de 8.980, sendo 4.640 em homens e 4.340 em mulheres. Na região Sul, o câncer de pele melanoma é mais incidente quando comparado com as demais regiões, para ambos os sexos.

Os principais fatores de risco são a exposição à luz ultravioleta (UV); exposição a determinados produtos químicos, como o arsênico; inflamação ou lesão cutânea grave ou prolongada – como queimaduras. A idade também pode ser considerada um fator de risco. Qualquer pessoa pode ter câncer de pele, mas pessoas com pele clara correm um risco muito maior do que pessoas com pele escura. Entretanto, as pessoas de pele negra tendem a desenvolver um tipo mais agressivo chamado melanoma acral, frequentemente encontrado nas extremidades do corpo, como mãos e pés.

Dentre esses fatores, a exposição à radiação ultravioleta é, incontestavelmente, um dos mais significativos para esta doença, e isso ganha maiores dimensões em um país tropical como o Brasil. A luz solar representa a principal fonte de raios UV, que têm a capacidade de danificar o DNA das células da pele, desencadeando o desenvolvimento de cânceres quando afetam genes reguladores da proliferação celular, por exemplo.

Examinar a pele regularmente pode ser a chave para identificar precocemente os sinais de câncer de pele. Realizar um autoexame constante permite observar possíveis mudanças na forma e tamanho de nódulos, placas, manchas ou pintas já existentes; além de possibilitar a identificação de novas lesões na pele. Ao buscar auxílio médico, quando esses sinais surgem, há a possibilidade de diagnóstico em estágio inicial o que amplia as perspectivas de tratamento eficaz.

 

Formas de tratamento: rumo à precisão e eficácia

Imunoterapia: potencializa respostas imunológicas específicas, exemplificada pelo uso de inibidores de checkpoint como pembrolizumabe e nivolumabe, tem revolucionado o tratamento do câncer de pele. Esses agentes atuam bloqueando os mecanismos que inibem as respostas imunes, permitindo que o sistema imunológico identifique e ataque as células cancerígenas específicas, resultando em respostas duradouras e significativas em pacientes com melanoma avançado.

Terapias Direcionadas: alterações moleculares, como vemurafenibe e dabrafenibe, são direcionadas a mutações específicas, como a BRAF V600E. Ao atingir essas alterações genéticas específicas encontradas em certos tipos de melanoma, esses medicamentos têm mostrado eficácia em controlar o crescimento do tumor.

Cirurgia Micrográfica de Mohs: essa técnica cirúrgica é um procedimento altamente preciso, que remove seletivamente camadas de tecido tumoral, permitindo a preservação máxima de tecido saudável ao redor, sendo especialmente eficaz em carcinomas basocelulares ou espinocelulares localizados em áreas nobres.

Estratégias de Combinação: a utilização simultânea ou sequencial de diferentes modalidades terapêuticas, como a combinação de imunoterapia com terapias direcionadas ou a integração de cirurgia com terapias adjuvantes, tem se mostrado promissora em aumentar respostas clínicas e reduzir chances de recorrência, ampliando o espectro de controle sobre a doença.

Fonte: Dra. Izabela Ferreira Gontijo de Amorim | PhD em Patologia experimental, Pesquisadora Núcleo de Ensino, Pesquisa e Inovação do Mário Penna

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