O mês de dezembro para o Núcleo de Ensino, Pesquisa e Inovação do Mário Penna foi dedicado a relembrar os trabalhos desenvolvidos ao longo do ano e traçar novas metas para o ano seguinte. Foi seguindo essa premissa que a Unidade realizou, no último dia 20, o 2º Seminário da Iniciação Científica. O evento aconteceu no Auditório do Hospital Luxemburgo, onde os acadêmicos da instituição puderam expor seus trabalhos e dialogar com pesquisadores, médicos e demais colegas.
O Seminário aconteceu em parceria com a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG) e, além de promover uma troca de experiências entre orientadores e acadêmicos, teve como objetivo divulgar às pessoas os projetos e aplicações em que os alunos estiveram envolvidos. Durante o Seminário, três alunas que tiveram os melhores trabalhos apresentados foram premiadas como primeiro, segundo e terceiro lugar e os demais receberam um certificado de participação.
O evento contou com cerca de 50 pessoas, e além de colaboradores do hospital, como a equipe de Ensino, Pesquisa Translacional e Pesquisa Clínica da instituição, também estiveram presentes importantes personalidades da ciência. A Dra. Maria Raquel de Carvalho, do departamento de Genética, Ecologia e Evolução do Instituto de Ciências Biológicas da UFMG e Marcelo Souza, representante da indústria Qiagen, prestigiaram as apresentações.
Para Letícia Braga, gerente da Pesquisa Translacional do Mário Penna, o Seminário da Iniciação Científica foi uma possibilidade de conexão para os acadêmicos da instituição. “É importante porque é uma oportunidade de crescimento para os alunos e para nós, do Instituto Mário Penna, é uma oportunidade de formar futuros pesquisadores em oncologia no nosso estado. Estamos plantando a sementinha para o crescimento da pesquisa em oncologia em Minas Gerais e posicionando o Mário Penna como um protagonista nisso.” afirmou.
Durante o encontro, os participantes reafirmaram o compromisso da instituição com a pesquisa científica, visando que em 2024 os projetos sejam ampliados e as conquistas tornem-se ainda maiores do que as do último ano.





“O Janeiro Branco realça a importância de um olhar direcionado à garantia de qualidade de vida e bem-estar das pessoas. Este mês nos remete ao início de novas oportunidades, metas e planejamentos, mas o cuidado com a saúde deve perdurar ao longo do ano inteiro. Portanto, a campanha é indispensável para ampliarmos os horizontes de cuidados com nós mesmos e com os outros ao nosso redor”, ressalta Gizelle Mesquita, Coordenadora do Serviço de Humanização e Psicologia do Mário Penna.
Dra. Carolina ressalta que, apesar de ser uma das abordagens mais promissoras no enfrentamento ao câncer, ainda existem grandes limitações relacionadas a essa terapia. “Dentre as limitações estão as toxicidades associadas às células CAR-T com risco de vida, como síndrome de neurotoxicidade imunológica e citopenias prolongadas, por exemplo. Mas talvez o maior desafio seja a acessibilidade devido ao alto custo do procedimento, estimado atualmente em 2 milhões de reais” reforça Dra. Carolina

