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NEXS I NÚCLEO DE EXCELÊNCIA EM SAÚDE

NÚCLEO DE ENSINO, PESQUISA E INOVAÇÃO

Notícias de: Notícias Gerais

20jun2023
Autor Carolina Farah Categorias Instituto Mário Penna, Notícias Gerais

Instituto Mário Penna comemora 52 anos inovando com Jantar Beneficente e lançamento do Núcleo de Excelência em Saúde

O Instituto Mário Penna completa 52 anos no dia 28 de junho com grandes conquistas. O primeiro Jantar Beneficente da instituição acontecerá dia 26 de junho, com a participação da cantora Vanessa da Mata, juntamente com a Orquestra Opus. Toda verba arrecadada será destinada 100% para o Mário Penna investir em melhorias aos seus pacientes. Já no dia 29 de junho, será o lançamento de mais uma unidade da instituição – o Núcleo de Excelência em Saúde (NEXS), que abrigará as antigas instalações do Hospital Mário Penna, no bairro Santa Efigênia.

O Instituto tem sido um farol de esperança para aqueles que lutam contra o câncer. Hoje, e cada vez mais, a instituição é referência em atendimento oncológico de qualidade não só em Minas, mas em todo o Brasil. Cerca de mil pacientes passam diariamente pela instituição, provenientes de mais de 500 municípios. Mensalmente, são realizados em torno de 25 mil procedimentos. Classificado pelo Ministério da Saúde como Centro de Assistência de Alta Complexidade Oncológica (CACON), no último ano, o Instituto Mário Penna realizou mais de 323 mil atendimentos, 40.528 sessões de radioterapia, 37.224 mil sessões de quimioterapia, 32 transplantes de medula óssea e quase 13 mil cirurgias. Mais de 139 mil pacientes passam anualmente nas instalações da instituição, que sobrevive de doações e apoio de parceiros. Sua estrutura é composta pelo Hospital Luxemburgo, Casa de Apoio Beatriz Ferraz, Núcleo de Especialidades Oncológicas (NEO), o Instituto de Ensino, Pesquisa e Inovação, além do Núcleo de Excelência em Saúde, nova unidade que será inaugurada no final de junho.

São atendidos pela instituição, majoritariamente, os pacientes oriundos do Sistema Único de Saúde – SUS (83%). No entanto, a maior parte da receita do Instituto Mário Penna vem de atendimentos de planos de saúde e particulares, que representam apenas 17% dos pacientes, já que a remuneração do SUS é baixa, chegando somente a 32% da receita total da instituição. “A inauguração do NEXS, apesar de ser um serviço voltado para a saúde suplementar e atendimento particular, traz um alívio para o atendimento do SUS. Isso porque planos que atualmente se tornam acessíveis para a média renda, automaticamente saem desse atendimento. O NEXS é essa opção para desafogar o SUS, para que somente quem depende realmente dele, seja atendido e usufrua dos seus benefícios com mais agilidade. E, para isso, nós temos a missão de atender com mais tranquilidade no Hospital Luxemburgo, onde 83% são pacientes SUS. Isso será importante também para que o nosso atendimento pela saúde suplementar possa ajudar o atendimento que já prestamos. Nós estamos criando alternativas para continuar atendendo com qualidade e equalizado à nossa receita”; ressalta Israel Gonzaga, Diretor Administrativo de Relações Institucionais. O maior público do Mário Penna é o paciente oncológico, entretanto, existem profissionais de mais de 30 especialidades disponíveis para atender outros pacientes.

Para este ano está previsto um faturamento de R$ 300 milhões, sendo que quando a atual gestão assumiu o Mário Penna em 2019, foi de R$ 160 milhões. Houve uma grande evolução nos quesitos de software de gestão, controle e automação. Entre as novidades do Mário Penna está a implantação de um mecanismo de gestão de corpo clínico para avaliar todo o processo de atendimento. Tudo isso possibilita tomar decisões com base em dados reais, o que além de otimizar as demandas, também gera economia. O Instituto também se prepara para renovar o seu parque tecnológico, realizando a troca de aparelhos e aumentando o número de cadeiras de quimioterapia.

“A todos os profissionais, parceiros, doadores e voluntários que apoiam a nossa causa com amor e competência, os nossos parabéns e o nosso eterno obrigado. Vamos encher o peito para soprar as velinhas, mas, principalmente, para mostrar o nosso orgulho. Somos todos atores desta história”; reforça Marco Antônio Viana Leite, Diretor-Presidente do Instituto Mário Penna.

A história dos 52 anos

A história do Instituto Mário Penna – que recebe esse nome em homenagem ao incansável médico que se tornou pioneiro do tratamento do câncer em Minas Gerais – começa em 1969, quando Célia Janotti tem a brilhante ideia de ajudar pacientes oncológicos que estavam em um abrigo localizado no bairro santa Efigênia. Ela foi a inspiração para a obra do Mário Penna na luta contra o câncer.

Em 1971, nasceu a Associação dos Amigos do Hospital Mário Penna. O grupo conquistou diversas melhorias para os pacientes – sendo a principal delas a devolução da humanidade no tratamento de doentes terminais.

Hoje, há 52 anos após o início dessa trajetória, o Instituto Mário Penna continua na luta contra o câncer. Com a ajuda de colaboradores, integrantes do corpo clínico, voluntários, doadores e parceiros, essa história que se iniciou no olhar cuidadoso de quem zela pelo próximo, continuará sendo escrita por muitos anos.

 

20jun2023
Autor Carolina Farah Categorias Ensino, Pesquisa e Inovação, Hospital Luxemburgo, Instituto Mário Penna, Notícias Gerais

A via de reparo do DNA e o câncer

O DNA em cada célula do nosso corpo está constantemente em perigo de ser danificado por agentes cancerígenos como produtos químicos na fumaça do tabaco ou os raios ultravioletas do sol. Mas, você sabia que as células contêm muitas proteínas diferentes cujo trabalho é reparar esse dano?

De acordo com a Dra. Carolina Melo, pesquisadora do Laboratório de Pesquisa Translacional do Instituto Mário Penna – Ensino, Pesquisa e Inovação, a maioria dos danos ao DNA é reparada imediatamente por causa dessas proteínas. “Se não puderem corrigi-los, essas proteínas de reparo acionam a morte da célula para que os erros não causem mais problemas”; completa. Mas a pesquisadora pontua que se o dano ao DNA ocorrer em um gene que produz uma proteína de reparo do DNA, conhecidos como genes de reparo do DNA, a célula terá menos capacidade de se reparar. E, embora a maioria das alterações genéticas não sejam prejudiciais por conta própria, o acúmulo delas ao longo de muitos anos pode transformar células saudáveis em células cancerígenas. “Os genes BRCA1 e BRCA2 são exemplos de genes de reparo de DNA comumente alterados em câncer”; destaca.

Dra. Carolina Melo

Segundo Dra. Carolina, tal como acontece com outros tipos de alterações genéticas, as alterações nos genes de reparo do DNA, podem ser herdadas de um dos pais ou adquiridas durante a vida de uma pessoa. As pessoas que herdam uma variante patogênica (mutação) em um desses genes têm maior risco de alguns tipos de câncer, principalmente câncer de mama e ovário entre as mulheres.

Mas, a pesquisadora ressalta que herdar uma alteração genética relacionada ao câncer não significa que você definitivamente terá a doença. “Para uma célula saudável se tornar cancerosa, acredita-se que sejam necessárias mais de uma alteração no DNA. As pessoas que herdaram uma alteração genética relacionada ao câncer precisam de menos alterações adicionais para desenvolver o câncer. Se essa alteração for em um gene de reparo, a probabilidade dessas alterações adicionais acontecerem é maior. Mas eles podem nunca desenvolver essas alterações e nunca desenvolverem câncer.”

O Laboratório de Pesquisa Translacional do Instituto Mário Penna – Ensino, Pesquisa e Inovação atualmente desenvolve um projeto que estuda as mutações nesses genes de reparo do DNA em pacientes com câncer de ovário. “Outros pesquisadores já observaram a relação de mutações em alguns desses genes com a resposta do paciente ao tratamento. Por isso, o nosso objetivo é tentar predizer, a partir do sequenciamento desses genes, quais pacientes não se beneficiarão da quimioterapia convencional por serem resistentes ao tratamento”, finaliza.

Dra. Carolina Melo é PhD em genética humana, trabalha há mais 10 anos na pesquisa em oncologia, e atualmente é parte da equipe de pesquisadores do IEPI.

20jun2023
Autor Marketing Categorias Notícias Gerais

Câncer de Estômago: entenda a importância dos sinais de alerta

Segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA), o câncer de estômago é o quinto tipo mais comum no Brasil, sendo o quarto mais frequente em homens e o sexto mais frequente em mulheres. Para cada ano do triênio de 2023 a 2025, são previstos 21 mil novos casos no país.

Segundo o Dr. Mário Gissoni Júnior, Cirurgião Geral do Instituto Mário Penna, o câncer de estômago tem altas taxas de cura, mas em decorrência do diagnóstico tardio e dos sinais genéricos, muitos pacientes já chegam com estágios avançados da doença, o que dificulta o tratamento.

Dor abdominal, perda de peso e anemia são sintomas comuns da doença, mas que podem sinalizar outras enfermidades. Essa ausência de especificidade induz, muitas vezes, a automedicação, na qual o paciente toma um medicamento sem recomendação médica. “Normalmente, os pacientes que mascaram os sintomas postergam a realização da endoscopia e ele é o principal exame de rastreio e diagnóstico para o câncer gástrico. Além disso, as tomografias também são utilizadas para medir a extensão do tumor”; afirma Dr. Mário Gissoni Júnior. Vômitos com sangue e massas abdominais são sinais dos estágios mais avançados.

A gastrite crônica, uma dieta rica em sal, o tabagismo e sedentarismo são fatores de risco para a doença. Entretanto, a infecção pela bactéria h.pylori é outro fator que chama atenção. Dr. Mário Gissoni Júnior explica que ao infectar o indivíduo ela coloniza o estômago, causando uma infecção crônica, além de mudar o ph da mucosa gástrica. Assim, o estômago gera um ambiente favorável ao desenvolvimento de células cancerígenas.

A transmissão da h.pylori é feita de forma oral, através de saliva, água, alimentos ou fezes contaminadas. Como forma de prevenção, é importante higienizar as mãos e os alimentos de forma correta, além de evitar o compartilhamento de garfos, colheres e copos.

Por mais que a h.pylori seja um agente cancerígeno, não significa que quem está infectado com a bactéria irá desenvolver o câncer de estômago.

O Instituto Mário Penna oferece uma equipe de excelência especializada, com aparatos tecnológicos para diagnóstico e estadiamento da doença. A endoscopia e as tomografias são realizadas na instituição, além de cirurgias minimamente invasivas, que trazem benefícios ao tratamento do paciente.

Além disso, as sessões de quimioterapia e radioterapia também são oferecidas no Mário Penna. Os pacientes são acompanhados de perto pela equipe multidisciplinar, que cuida desde a alimentação, até a saúde mental de cada um.

20jun2023
Autor Marketing Categorias Notícias Gerais

Instituto Mário Penna abraça a campanha do mês de combate à Leucemia

Junho é o mês de conscientização à leucemia e o Instituto Mário Penna abraçou a campanha. Dra. Maíra Borela, Hematologista Homoterapeuta da instituição, explica que a doença afeta a medula óssea. “A Leucemia é uma doença que impacta a produção de sangue do corpo humano, o que pode gerar alterações na quantidade dos componentes, normalmente com o acúmulo de células doentes na medula”.

De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (INCA), estão previstos 11.540 diagnósticos de Leucemia para cada ano do triênio de 2023 a 2025. Os tipos mais comuns são a Leucemia Mieloide Aguda (LMA), Leucemia Mieloide Crônica (LMC), Leucemia Linfocítica Aguda (LLA) e Leucemia Linfocítica Crônica (CLL).

Na maioria das vezes, a Leucemia não possui fatores hereditários, sendo assim uma doença adquirida. Os fatores de risco são poucos e dependem do tipo, o que torna a prevenção desconhecida. A exemplo disso, para a Leucemia Mielóide Aguda, o risco aumenta com a idade, além de ser mais incidente em homens.

Os sintomas podem ser expressados através do cansaço excessivo, febre recorrente, fadiga, falta de ar, sangramento nas fezes e urina, hematomas pelo corpo, fígado e baço aumentados, ínguas e infecções de repetição. Além disso, anemia, leucócitos alterados e plaquetas baixas podem ser sinais de alerta percebidos nos exames de sangue. Para confirmar o diagnóstico, a biópsia também pode ser utilizada.

Como tratamento, a quimioterapia venosa ou oral, a radioterapia e a imunoterapia são possibilidades, mas o transplante de medula óssea também é bastante utilizado. O Instituto Mário Penna oferece todos esses tipos de tratamento, inclusive o transplante autólogo, realizado do paciente para ele mesmo. Nesse procedimento, as células do paciente são coletadas e armazenadas para uso posterior no próprio tratamento.

Para a realização do transplante alogênico, o processo de doação de medula de um outro indivíduo é essencial. Dra. Maíra explica que é um procedimento simples em que o doador não passa por cirurgia. “O transplante de medula tem intenção curativa para uma doença agressiva como a Leucemia. A doação inicial pode ser feita através da doação de sangue sem testes adicionais. A partir do momento que alguém é compatível, a medula pode ser doada de duas formas. A primeira é pela doação de sangue. A segunda é através da medula óssea”.

A doação de medula é feita sob sedação, ou seja, não gera dor a quem está doando, além de ter uma recuperação rápida. O procedimento é feito através de uma punção na região lombar sem a necessidade de corte.

A Hematologista do Mário Penna ainda conta que as transfusões de sangue também são fundamentais para o tratamento. “Pacientes com Leucemia também geram uma demanda considerável de transfusão e ela também faz parte do tratamento. Por isso, durante a campanha de Junho Laranja, incentivamos também a doação de sangue”.

19jun2023
Autor Marketing Categorias Notícias Gerais

Instituto Mário Penna realiza melhorias de infraestrutura no Hospital Dia

A partir do mês maio, o Instituto Mário Penna, no Hospital Luxemburgo, passa a contar com um novo espaço para o Hospital Dia. A unidade será responsável por receber os todos pacientes pré-operatórios, além dos pós cirúrgicos sem indicação de internação. A nova estrutura foi planejada para melhorar o atendimento aos pacientes cirúrgicos da instituição e atender uma demanda da equipe médica.

Todos os pacientes do pré-cirúrgico passam pelo Hospital Dia. No caso do pós-operatório, apenas os pacientes de pequenas cirurgias são direcionados para a nova estrutura.

Dr. José Mourão Neto, Diretor Técnico Assistencial do Instituto Mário Penna, explica que a mudança é essencial para que o hospital melhore o funcionamento do Bloco Cirúrgico. “Para os pacientes que não tem indicação de internação, o Hospital Dia é o local que eles fazem o pré e o pós cirúrgico. O novo espaço é maior e oferece mais conforto. Aumentamos a quantidade de leitos e banheiros para os pacientes se acomodarem melhor, além de instalarmos um ambiente climatizado”.

Com a reforma, o Hospital Dia dobrou o número de leitos de três para seis no pós-operatório, além de ter instalado quatro banheiros divididos entre feminino e masculino.

O Novo Hospital Dia também facilita a locomoção da equipe médica e dos pacientes pela instituição. Por estar mais próximo ao Bloco Cirúrgico, a logística de deslocamento é menos trabalhosa. As sinalizações do novo espaço também foram refeitas com a finalidade de melhorar a localização no setor.

“Aqui no Mário Penna prezamos pela excelência dos serviços prestados. E essa é mais uma conquista! Hoje, realizamos o maior número de cirurgias oncológicas pelo SUS em Minas Gerais e queremos oferecer o melhor tratamento para cada pacientes. No último ano, realizamos cerca de 30 cirurgias por dia, totalizando 12.296 no ano”, afirma Dr. José Mourão

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