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Notícias de: Notícias Gerais

2mar2023
Autor Marketing Categorias Não categorizado, Notícias Gerais

Vacinação contra HPV: redução na cobertura vacinal pode aumentar casos de câncer

De acordo com o Ministério da Saúde, em três anos, a vacinação contra o HPV (Papilomavírus Humano) entre meninas de 9 a 14 anos caiu 11,27%, enquanto nos meninos da mesma faixa etária, a queda foi de 9,39%. Enquanto em 2019 a vacinação para o sexo feminino cobria 87,08% do público-alvo, a porcentagem de meninos vacinados era apenas de 61,55%. Essa redução e diferença entre as coberturas vacinais aciona um risco para o aumento de casos do HPV e, consequentemente, de câncer de colo de útero, que poderiam ser evitados. 

O HPV é uma Infecção Sexualmente Transmissível (IST) que afeta tanto homens, quanto mulheres. Ele infecta a pele ou mucosas, podendo também desencadear quadros mais graves, como o câncer de colo de útero.

O Instituto Nacional do Câncer (INCA) analisa que “80% das mulheres sexualmente ativas são contaminadas com esse vírus em algum momento da vida”. Entretanto, em alguns casos, ele é eliminado de forma natural pelo organismo, sem manifestar sintomas. Se o vírus permanecer no organismo e causar lesões, elas precisam ser tratadas para evitar o agravamento do caso e o desenvolvimento do câncer de colo de útero. 

 

Sintomas 

Em caso de permanência do vírus no corpo, a manifestação de sintomas pode ser silenciosa e demorada. As lesões podem ser imperceptíveis a olho nu, exigindo a necessidade de exames clínicos para identificá-las. Os sintomas podem aparecer de forma rápida, em poucos meses, ou até mesmo 20 anos após a infecção. 

 

Transmissão e prevenção 

A transmissão do HPV ocorre por meio das relações sexuais, seja vaginal, anal ou oral. Logo, uma das formas de prevenção é o uso de preservativos internos ou externos. Porém, essa medida não garante a proteção máxima por não cobrir todas as partes do corpo que podem ser infectadas pelo vírus. 

 

Vacinação contra HPV

Como forma de prevenção, mais de 120 países oferecem a vacina. No Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS) implementou o imunizante no calendário em 2014, disponibilizando-o gratuitamente para o público-alvo desde então. O Ministério da Saúde tem como meta vacinar pelo menos 80% da população alvo do país para reduzir a incidência deste câncer nas próximas décadas. 

O público-alvo consiste nos jovens de 9 a 14 anos devido à alta eficácia da vacina nessa idade, por induzir com mais ênfase a produção de anticorpos.

Quem deve vacinar?

  • Meninas de 9 a 14 anos e meninos de 11 a 14 anos com duas doses
  • Mulheres e homens de 15 a 45 anos vivendo com HIV/Aids, transplantados e pacientes oncológicos com três doses

Dra. Sidnéa Macioci, Ginecologista Oncológica do Instituto Mário Penna, ressalta que para mulheres sexualmente ativas, é recomendado fazer o exame preventivo de forma regular. “Mesmo as mulheres vacinadas deverão fazer o Papanicolau periodicamente, pois a vacina não protege contra todos os tipos oncogênicos do HPV”. 

O INCA recomenda que mulheres na faixa etária de 25 a 64 anos e que já tiveram atividade sexual devem fazer o exame no mínimo a cada 3 anos. 

 

O que pode aumentar o risco de permanência do HPV no organismo?

  • Ter vários parceiros sexuais
  • Parir muitos filhos
  • Baixa imunidade
  • Fumar
  • Usar pílulas anticoncepcionais por mais de 5 anos 

O INCA explica também que “a maioria das infecções por HPV em mulheres com menos de 30 anos regride espontaneamente, ao passo que, acima dessa idade, a persistência é mais frequente”. 

 

Campanha Março Lilás 

Durante o mês de Março, o Instituto Mário Penna tem como objetivo conscientizar a população sobre a importância da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer de colo de útero. Este ano, a campanha vem com o tema “O autocuidado nunca sai de moda”.

Confira todas as informações sobre o Março Lilás 2023.

2mar2023
Autor Marketing Categorias Espaço Mulher, Instituto Mário Penna, Notícias Gerais

Gravidez e amamentação durante o tratamento de câncer: saiba como funciona

De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (INCA), o câncer de mama é o mais comum entre mulheres, com 24,5% entre todos os tipos, e o que mais mata. O momento do diagnóstico traz vários questionamentos sobre o futuro, principalmente para as mulheres que desejam ter filhos, para as que estão grávidas ou para as lactantes. A Federação Brasileira de Instituições Filantrópicas de Apoio à Saúde da Mama (Femama), avalia que 3% dos diagnósticos de câncer de mama são realizados durante a gravidez.

Gravidez 

Durante o tratamento

A médica mastologista do Instituto Mário Penna, Dra. Ana Luiza Freitas, explica que antes de iniciar o tratamento do câncer é necessário avaliar em qual período da gestação a mulher está. “No primeiro trimestre, não é possível iniciar os procedimentos sem gerar riscos ao bebê. As medicações da quimioterapia, ou a anestesia geral para uma cirurgia, podem gerar malformações no feto, e até mesmo um aborto espontâneo”.

No segundo e terceiro trimestre, já é possível iniciar o tratamento. As medicações não influenciam mais na formação do bebê e, se necessário realizar a cirurgia, ela é agendada no período pós-parto. 

Dra. Ana Luiza explica também que, com o diagnóstico durante a gravidez, a mulher deve ser acompanhada pelo mastologista, por um médico oncologista e por um obstetra. “A equipe deve estar sempre alinhada. O obstetra deve programar o parto de acordo com um intervalo específico do tratamento, em decisão conjunta com os outros especialistas”. 

Pós-tratamento

A quimioterapia pode gerar dificuldades para engravidar em qualquer idade. As medicações utilizadas podem reduzir a fertilidade e, em alguns casos, adiantar a menopausa. Por isso, uma das recomendações é o congelamento de óvulos antes do início do tratamento, caso a mulher tenha o desejo de engravidar. 

A mastologista Ana Luiza Freitas conta que nos primeiros dois anos após o tratamento não é recomendado engravidar. “Nesse período deve ser realizado um acompanhamento para ver se as intervenções foram eficazes, e se não há doença residual”.

Além disso, para as mulheres que fazem o tratamento de hormonioterapia após os outros procedimentos, é necessário interromper o uso desses hormônios para engravidar. Porém, grande parte dos especialistas aconselham finalizar esse ciclo para iniciar uma gestação. 

Amamentação

Durante o tratamento

“Pacientes em vigência de quimioterapia ou radioterapia não podem amamentar”, diz a mastologista do Instituto Mário Penna. As medicações usadas no tratamento não podem ser ingeridas pelo bebê através do leite materno. Como solução, a mãe pode optar por oferecer suplementos infantis ou usufruir do banco de leite. 

Entretanto, para as mulheres que não possuem câncer de mama, a amamentação é um fator protetivo. De acordo com o INCA, durante o período de aleitamento, as taxas de determinados hormônios que favorecem o desenvolvimento do câncer de mama caem. Além disso, alguns processos que ocorrem na amamentação promovem a eliminação e renovação de células que poderiam ter lesões no material genético, diminuindo assim as chances de câncer de mama na mulher.

Pós-tratamento

O caso da amamentação para quem já concluiu o tratamento é muito pessoal. Dra. Ana Luiza Freitas relata que só é possível analisar cada caso após o nascimento do bebê. “Em algumas situações, o tratamento pode influenciar na produção de leite da mama tratada, diminuindo a quantidade, ou gerar obstrução dos ductos mamários também no seio tratado”. 

 

Fatores genéticos para o bebê 

“A chance de câncer de mama para o recém-nascido depende principalmente do sexo do bebê, já que o maior fator de risco para o câncer de mama é ser mulher. Mas o câncer de mama hereditário representa apenas 10% de todos os casos.””, explica a mastologista. 

É importante observar as síndromes genéticas nas mulheres jovens, em idade fértil. Se for o caso, ela pode fazer um teste genético que identifique alguma anormalidade relacionada ao câncer, para saber se esse gene pode ser passado para os filhos. 

Apesar desse histórico familiar ser um aspecto importante, a mastologista ainda esclarece que só pelo bebê ter passado o momento do diagnóstico e tratamento com a mãe naquela gestação específica, as chances de desenvolver câncer de mama no futuro não aumentam. 

Confira a campanha Outubro Rosa 2022 e saiba mais sobre o câncer de mama. 

28fev2023
Autor Carolina Farah Categorias Instituto Mário Penna, Luxembourg Hospital, Notícias Gerais, Tratamento Oncológico, Tratamentos Contra o Câncer 4 comentários em Março Lilás do Instituto Mário Penna chega com alerta à prevenção e ao autocuidado do câncer de colo de útero

Março Lilás do Instituto Mário Penna chega com alerta à prevenção e ao autocuidado do câncer de colo de útero

O Março Lilás do Instituto Mário Penna chega com a campanha “O autocuidado nunca sai de moda”, alertando a importância da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer de colo de útero. A campanha mostra que a mulher moderna é empoderada e está sempre de olho nas novas tendências, principalmente ao que está ligado à saúde. Ela é aquela que se cuida, se previne, faz exames e está antenada para ficar por dentro de tudo para garantir a sua autoestima e a qualidade de vida.

Dra. Sidnéa Macioci e a paciente Michele Rodrigues

Dra. Sidnea, Ginecologista Oncológica do Instituto Mário Penna, explica que a prevenção primária está relacionada à diminuição do risco de contágio pelo Papilomavírus Humano (HPV). “A transmissão da infecção ocorre por via sexual, presumidamente por meio de abrasões microscópicas na mucosa ou na pele da região anogenital (da vulva, vagina ou ânus). O uso de preservativos durante a relação sexual protege parcialmente o contágio pelo HPV, que também pode ocorrer pelo contato com a pele da vulva, região perineal e perianal”.

A médica ressalta ainda que a vacinação e a realização do exame preventivo (Papanicolau) se complementam como ações de prevenção desse tipo de câncer. “As mulheres vacinadas, quando alcançarem a idade preconizada, deverão fazer o exame preventivo periodicamente, pois a vacina não protege contra todos os tipos oncogênicos do HPV”; reforça.

O câncer de colo de útero é a 4ª maior causa de morte de mulheres no Brasil. Em 2022, 2.144 pacientes com esse diagnóstico foram atendidas no Instituto Mário Penna. Além disso, 5.027 atendimentos foram realizados pela equipe de Ginecologia e a realização de 228 cirurgias.

Fatores de risco

  • Início precoce da atividade sexual;
  • Múltiplos parceiros sexuais ou parceiros com vida sexual promíscua;
  • Cigarro;
  • Baixa imunidade;
  • Não fazer o Papanicolau com regularidade;
  • Más condições de higiene;
  • Histórico familiar.

Sintomas 

Nas fases iniciais, o câncer de colo de útero é assintomático. Quando os sintomas aparecem, os mais importantes são:

  • Sangramento vaginal especialmente depois das relações sexuais, no intervalo entre as menstruações ou após a menopausa;
  • Corrimento vaginal de cor escura e com mau cheiro.

Nos estágios mais avançados da doença, outros sinais podem aparecer. Entre eles:

  • Massa palpável no colo de útero;
  • Hemorragias;
  • Obstrução das vias urinárias e intestinos;
  • Dor lombar e abdominal;
  • Perda de apetite e de peso.

 Diagnóstico

A avaliação ginecológica, a colposcopia e o exame citopatológico de Papanicolau realizados periodicamente são recursos essenciais para o diagnóstico do câncer de colo de útero. Na fase assintomática da enfermidade, o rastreamento realizado por meio do Papanicolau permite detectar a existência de alterações celulares características da infecção pelo HPV ou a existência de lesões pré-malignas.

 Tratamento

O tratamento para cada caso deve ser avaliado e orientado por um médico, de acordo com o estágio da doença.

Cirurgia – quando o tumor está restrito à região do colo do útero, a cirurgia leva à cura na maioria dos casos. Às vezes, pode ser complementada com a radioterapia. Em casos mais avançados, o médico vai avaliar se vai ser necessário remover útero, ovários e outros tecidos próximos.

Radioterapia – costuma ser usada para atingir a cura total quando o tumor ainda está localizado e pequeno. Em tumores maiores, ajuda a controlar a doença e aliviar sintomas, o que nem sempre levará à cura.

Braquiterapia – é uma forma de radioterapia em que materiais radioativos são implantados próximos do tumor. As doses de radiação são liberadas para atacar as células tumorais, tentando evitar que células sadias sejam afetadas.

Quimioterapia – pode ser usada em alguns casos específicos isoladamente ou combinada com a radioterapia. Também é aplicada para evitar que o câncer se espalhe para outros órgãos.

Terapia alvo – para os tumores crescerem, eles devem formar novos vasos sanguíneos para se manterem nutridos. Os medicamentos alvo bloqueiam esse novo crescimento dos vasos sanguíneos, impedindo que o tumor evolua.

Vacinação

O Ministério da Saúde implementou no calendário vacinal, em 2014, a vacina tetravalente contra o HPV para meninas de 9 a 13 anos. A partir de 2017, o Ministério estendeu a vacina para meninas de 9 a 14 anos e meninos de 11 a 14 anos.  Essa vacina protege contra os tipos 6, 11, 16 e 18 do HPV. Os dois primeiros causam verrugas genitais e os dois últimos são responsáveis por cerca de 70% dos casos de câncer do colo do útero. A vacinação e a realização do exame preventivo (Papanicolau) se complementam como ações de prevenção desse tipo de câncer. Mesmo as mulheres vacinadas, quando alcançarem a idade preconizada (a partir dos 25 anos), deverão fazer o exame preventivo periodicamente, pois a vacina não protege contra todos os tipos oncogênicos do HPV. Para mulheres com imunossupressão (diminuição de resposta imunológica), vivendo com HIV/Aids, transplantadas e portadoras de cânceres, a vacina é indicada até 45 anos de idade.

 A sua parceria na luta contra o câncer, nunca sai de moda

Há mais de 50 anos, o Instituto Mário Penna vem se dedicando ao tratamento humanizado de pessoas com câncer. Classificado como Centro de Assistência de Alta Complexidade em Oncologia (CACON) pelo Ministério da Saúde, o Instituto atua nas áreas de ensino, prevenção e tratamento do câncer. É o maior prestador do SUS em cirurgias oncológicas em Minas Gerais e o primeiro em tratamentos de radioterapia e quimioterapia. Para que tudo isso continue, a sua doação é muito importante. Faça a sua doação ligando para o 0800 039 1441 ou acesse mariopenna.org.br e conheça todos os canais oficiais de doação que estão disponíveis para você ajudar.

 

 

23fev2023
Autor Carolina Farah Categorias Diretoria, Hospital Regional de Teófilo Otoni, Instituto Mário Penna, Notícias Gerais

Instituto Mário Penna ganha licitação para administrar Hospital Regional de Teófilo Otoni

O Instituto Mário Penna ganhou, por meio de licitação, a concessão para administrar o Hospital Regional de Teófilo Otoni, no Vale do Mucuri. O governador Romeu Zema assinou, no dia 25 de outubro de 2022, a ordem para reinício das obras do hospital. A construção foi iniciada em janeiro de 2014, mas com apenas 50% de conclusão foi paralisada em novembro de 2016. Com a retomada das obras, a expectativa é de que o hospital fique pronto em até 24 meses. Somente na microrregião de Teófilo Otoni serão 11 municípios atendidos, beneficiando mais de 280 mil habitantes.

“A história desse projeto veio da necessidade em entender, dentro do Instituto Mário Penna, quais seriam as cidades que referenciam o maior número de pacientes para a instituição. Dessas cidades, percebeu-se que a região do Vale do Jequitinhonha e Mucuri tinha uma grande representatividade. Foi quando nós decidimos participar da licitação para administrar o hospital”; conta Marco Antônio Viana Leite, Diretor-Presidente do Instituto Mário Penna.

Após a conclusão, a unidade contará com 427 novos leitos – 372 de internação, 30 de UTI adulto e 25 de UTI neonatal. A estrutura contará com bloco de internação, apoio ao diagnóstico e terapia, centro cirúrgico e obstétrico; UTI e Pronto Socorro. O hospital também contribuirá na ampliação da oferta de serviços para atenção às necessidades de cirurgias eletivas.

“A nossa proposta é levar toda a nossa expertise e referência em atendimentos humanizados, não só oncológicos, mas também de outras especialidades para atender os pacientes da região do Mucuri e Jequitinhonha. Isso facilitará a vida e o acesso dos pacientes, não havendo mais a necessidade de se deslocar para Belo Horizonte para ter um tratamento de qualidade. Teremos tudo por lá”; explica Marco Antônio.

Foto: Déborah Ramos Goecking

Visita às obras – No dia 10 de fevereiro, Marco Antônio Viana Leite (Diretor-Presidente do Instituto Mário Penna), Virgílio Baião (Diretor de Gestão Corporativa) e Tarcísio Neiva (Consultor do Mário Penna) estiveram em Teófilo Otoni para acompanhar o andamento das obras do hospital.

Estiveram também presentes o Superintendente Regional de Saúde de Teófilo Otoni, Leonardo Seixas de Oliveira, com a equipe técnica da unidade e o Vice-Presidente do Conselho de Secretarias Municipais de Saúde de Minas Gerais (COSEMS), Ricardo Viana.

Na ocasião, o Superintendente Regional de Saúde de Teófilo Otoni, Leonardo Seixas de Oliveira disse que o Hospital Regional de Teófilo Otoni poderá preencher lacunas historicamente vivenciadas na macrorregião de Saúde Nordeste, como dificuldade de acesso a algumas especialidades, dificuldade na internação pela excessiva sobrecarga dos leitos que existem hoje, a insuficiência dos equipamentos de saúde e da resolutividade. “Esse hospital vem com a tendência não só de gerar empregos e de trazer mais mão de obra especializada para essa região, mas também uma oportunidade adquirir equipamentos de saúde que possam trazer possibilidades de diagnóstico efetivo com resolubilidade dentro do que está se propondo no preenchimento desses vazios assistenciais”.

 

 

 

17fev2023
Autor Carolina Farah Categorias Hospital Luxemburgo, Instituto Mário Penna, Notícias Gerais

Colaboradores do Instituto Mário Penna entram no clima de Carnaval com Baile de Máscaras no Bloco da Prevenção

A tarde desta sexta-feira de Carnaval, 17 de fevereiro, foi em ritmo de folia no Instituto Mário Penna. Sabemos que muitos colaboradores estarão de plantão nos próximos dias cuidando dos nossos pacientes e não poderão curtir os bloquinhos e as comemorações que a data proporciona. Mas, isso não vai ser o problema! Realizamos um Baile de Máscaras para todos curtirem o Bloco da Prevenção, que alegrou a tarde dos integrantes que fazem parte da família Mário Penna.

Para animar ainda mais, o Projeto Música no Hospital se fez presente com o apoio do ECA – Espaço de Cultura e Arte. O som ficou por conta dos músicos Marina Gomes (voz), Daniel Filho (violão) e Pablo Dias (cavaco), que esbanjaram alegria.

Marcela Ramos

“Eu estou muito feliz em começar as comemorações de Carnaval no meu trabalho. Está uma delícia, animado e ver que todos entraram no clima e estão caracterizados, deixou meu dia ainda mais alegre. A gente precisa de mais dias com essa energia contagiante durante o ano. Até a minha roupa eu troquei para dar mais a cara dessa comemoração especial”; contou Marcela Ramos, assistente de RH.

Cada detalhe foi pensado com carinho. Algumas máscaras distribuídas durante o “baile” foram decoradas pelos pacientes e acompanhantes da Casa de Apoio Beatriz Ferraz, ganhando brilhos, plumas e muitas cores. Os colaboradores também puderam personalizar o seu adereço nessa quinta-feira, no Espaço de Convivência do Hospital Luxemburgo.

Além disso, kits de Carnaval foram distribuídos para os colaboradores foliões contendo água, preservativo, serpentina, tinta decorativa para pele e, não poderia faltar, um cartão com dicas para aqueles que estarão de folga para curtir a folia com segurança e de forma consciente e responsável.

Acompanhe as nossas redes sociais e veja mais um pouquinho dessa tarde especial que vai ficar para a história!

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