Agosto é o mês de Combate ao Linfoma e muitas pessoas sabem pouco ou quase nada sobre o assunto. Por isso, o Instituto Mário Penna apoia a campanha e contribui para os esclarecimentos da doença em seus meios de comunicação. Os linfomas são cânceres que têm origem no sistema linfático, uma rede de vasos e gânglios do nosso corpo encarregado de armazenar as células de defesa do organismo.
Pedro Las Casas, médico hematologista do Instituto Mário Penna, explica que a doença surge quando os linfócitos sofrem uma mutação e passam a se multiplicar de forma descontrolada, principalmente dentro dos gânglios, fazendo com que eles aumentem de tamanho. Ele ressalta que é possível ainda que essa proliferação ocorra em outros órgãos não relacionados ao sistema linfático como pele, pulmão e sistema nervoso.
“Os linfomas são divididos em dois tipos: o de Hodgkin e os não-Hodgkin. Dentro desses dois grupos é possível ainda dividi-los em diversos subtipos, cada um com características clínicas e tratamentos completamente diferentes. Mas apenas através da biópsia das lesões é possível diferenciá-los”; conta Dr. Pedro.
Em geral, os principais sintomas dos linfomas são gânglios palpáveis e endurecidos no pescoço e axilas, geralmente indolores e de crescimento progressivo. Existem, no entanto, outras doenças que podem levar ao aumento dos gânglios, como infecções. Por isso é fundamental procurar um médico para diagnóstico diferencial caso os gânglios estejam aumentando progressivamente, sejam persistentes ou se forem acompanhados por outros sintomas como cansaço persistente, febre diária, suor intenso à noite e perda de peso.
O especialista alerta ainda que para o diagnóstico são necessários exames específicos, como a biópsia do gânglio ou órgão suspeito de acometimento, exames de sangue e o PET, um tipo de tomografia que ajuda a identificar a localização das lesões.
Dr. Pedro explica que o tratamento de linfomas varia de acordo com o paciente, com o tipo de linfoma e o grau da doença. Ela ressalta que os tratamentos são realizados através de quimioterapia, imunoterapia e radioterapia. “Infelizmente não existe uma forma de prevenção. Quando descoberto em fase inicial, as chances de cura ou controle são altas. Por isso, é importante procurar sempre um médico quando os sintomas são notados”.





Os responsáveis pelo estudo explicam que tratando de um estudo in vitro, ele apresenta alguns problemas, como o fato das células não receberem uma dose uniforme de radiação, com incertezas típicas da ordem de 25% ou mais. Como todos os fenômenos biológicos são dependentes da dose de radiação recebida pelas células, grandes incertezas nos valores da dose provocam perda de correlação entre a variável dose e os efeitos provocados, gerando resultados falsos ou não totalmente compreendidos.
Quando nossas células vão se multiplicar, seja para reparar um tecido machucado, seja para repor outras células, esse código genético precisa se duplicar. Isso é importante para que cada nova célula tenha a mesma informação genética daquela que a originou. Durante esta etapa de duplicação, pequenos erros podem acontecer no código genético e eles são chamados de mutações.




