Maternidade Real: mamães Mário Penna ganham Sala de Lactação

A amamentação é um dos momentos mais sublimes entre mãe e filho e o leite materno oferece todas as vitaminas e nutrientes necessários nos primeiros meses de vida do bebê. Pensando no bem-estar de ambos, além de cumprir as recomendações da Organização Mundial da Saúde e do Ministério da Saúde, o Instituto Mário Penna inaugurou, no dia 31 de agosto, um espaço inteiramente projetado e adaptado para que as colaboradoras lactantes possam retirar e armazenar o leite materno de forma correta e segura durante o período de trabalho.

A inauguração da Sala de Lactação é um marco institucional, onde reforçamos o nosso olhar humanizado para as colaboradoras, levando em consideração que 70% do nosso time é formado por mulheres.

“A Sala de Lactação proporcionará a retirada do leite enquanto a colaboradora estiver no trabalho. Sabemos que quando mais retira, mais produz e, com isso, o bebê amamentará por mais tempo. Dessa forma, podemos trazer para a mãe o conforto de esvaziar a mama e alimentar seu filho com seu leite, algo tão importante nesta fase inicial de vida”; ressalta Gizelle Mesquita, Coordenadora de Humanização e Psicologia Hospitalar.

A Sala de Lactação fica em um espaço reservado e confortável, dentro do Espaço Convivência. O local possui cadeiras, frigobar para armazenar o leite e uma pia para que as mamães possam realizar a higienização.

A mamãe que quiser usar o espaço deve pegar a chave no setor de Humanização. Esperamos que nossas colaboradoras façam um bom uso!

Instituto Mário Penna terá o primeiro Biobanco de Tumores em funcionamento em Minas Gerais

O Instituto Mário Penna recebeu autorização do Comitê Nacional de Ética em Pesquisa (CONEP) para implementação do primeiro Biobanco de Tumores do Estado de Minas Gerais. É o único em um hospital filantrópico no estado que atende mais de 80% de seus pacientes através do SUS e que estará em funcionamento a partir do próximo ano.

Dra. Letícia Braga, Coordenadora do Laboratório de Pesquisa Translacional do Núcleo de Ensino e Pesquisa (NEP), será responsável pelas atividades no IMP. Ela explica que os Biobancos consistem em um sistema sofisticado e bem-organizado de armazenamento programado de material biológico (sangue, líquor, tecidos tumorais e normais) e dados correspondentes, que são acessíveis para investigação científica e para o tratamento do câncer.

“Para implementação, recebemos apoio financeiro através do Programa Nacional de Oncologia (PRONON). Em um primeiro momento, o Biobanco fornecerá amostras de tecidos tumorais e não-tumorais de mama e ovário, incluindo biomoléculas como DNA, RNA e proteína. Teremos a capacidade de armazenar os materiais biológicos das pacientes através de criopreservação (-80ºC e a -180ºC), além de um sistema próprio para armazenamento de todo histórico clínico-epidemiológicos das pacientes, que será integrado ao Sistema Nacional de Biobancos”; conta Dra. Letícia.

E qual o diferencial do Instituto Mário Penna ter um Biobanco?

No Biobanco, as amostras são armazenadas com qualidade permitindo estudos celulares, moleculares ou sistêmicos, utilizando diversos tipos de tecnologias, como Biópsia Líquida, sequenciamento e Citometria de Fluxo, bem como se tem acesso a dados clínicos das pacientes com a resposta ao tratamento, recorrência, prognóstico, entre outros.

“As amostras biológicas armazenadas no Biobanco ficarão disponíveis para pesquisadores da própria instituição ou para qualquer outra (nacional ou internacional) que queira estabelecer parcerias/colaborações para pesquisa e desenvolvimento. Com isso, o Instituto Mário Penna além do reconhecimento pelo cuidado com excelência dos pacientes oncológicos, passa a ser um dos principais atores na geração de conhecimento e produtos em oncologia no contexto do SUS”; ressalta Dra. Letícia.

 

Mês de setembro marca também a campanha de prevenção ao câncer de intestino

Representado pelo laço verde, o mês de setembro marca a Campanha de Prevenção ao Câncer de Intestino, também conhecido como câncer de cólon e reto ou colorretal. Essa doença abrange todos os tumores no intestino grosso, reto (imediatamente antes do ânus) e ânus, e é o segundo tipo de câncer de maior incidência em homens e mulheres no Brasil, segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA).

O câncer de intestino é tratável por meio cirurgia, podendo posteriormente precisar de quimioterapia e radioterapia. Vele ressaltar que ele é curável quando diagnosticado no início. Os principais fatores de risco para o aparecimento deste tumor são idade igual ou maior que 50 anos, excesso de peso corporal, alimentação pobre em fibras e rica em carnes processadas, como a salsicha, a mortadela, o presunto e o salame, por exemplo, e a ingestão excessiva de carne vermelha, acima de 500 gramas de carne cozida por semana.

Os sinais e os sintomas mais comuns que podem indicar essa doença são: sangue nas fezes, dor abdominal, perda de peso, anemia e alteração do hábito intestinal, alternando períodos de diarreia e prisão de ventre. Como essas alterações podem indicar outras doenças além do câncer de intestino, é muito importante que elas sejam investigadas por um médico, principalmente quando duram mais de uma semana.

Fique ligado! Esse tema também será abordado no Mário Penna Conecta do dia 22 de setembro com a Dra. Alice Capobiango.

  • Texto escrito pela equipe de Educação Continuada

Reuniões Multidisciplinares reúnem corpo clínico para aprimorar atendimento aos pacientes

A Comissão de Residência Médica (COREME) do Instituto Mário Penna vem realizando Reuniões Multidisciplinares virtuais com intuito de promover discussões de casos clínicos atendidos na instituição e, assim, proporcionar a atualização dos médicos.

Segundo Dr. Ellias Lima, médico oncologista e Coordenador da COREME, o objetivo é aproximar o corpo clínico, fomentar a residência médica, planejar tratamentos de forma multidisciplinar, atualizar e promover conhecimento.

A reunião é online em plataforma digital remota e participam médicos residentes, médicos assistentes e preceptores. Elas acontecem mensalmente, com o apoio educacional da indústria farmacêutica.

A última reunião foi sobre o seguinte tema:

– 24/08: “Tumores Neuroendócrinos”, com a participação da Dra. Renata D´Alpino (Oncologista Clínica do Centro Paulista de Oncologia e Diretoria Clínica do Grupo Brasileiro de Tumores Gastrointestinais), Dr. Henrique Lins (Oncologista do IMP), Dr. Adelanir Barroso (Médico Nuclear do IMP) e Dr. Mário de Carvalho Filho (Cirurgião Oncológico do IMP). A reunião teve o apoio do IPSEN.

O Instituto Mário Penna investe no aprimoramento do seu corpo clínico para, cada vez mais, proporcionar um atendimento humanizado, reconhecido e de excelência aos seus milhares de pacientes oncológicos.

Setembro Amarelo IMP alerta para a prevenção do suicídio com a campanha “Toda vida importa”

O Setembro Amarelo é dedicado à prevenção do suicídio. Cerca de 12 mil suicídios são registrados todos os anos no Brasil e mais de 1 milhão no mundo. A campanha do Instituto Mário Penna tem como tema: Escute. Converse. Ajude. Toda vida importa.

“No último ano, após o início da pandemia da Covid, devido ao medo do novo e do isolamento, as perdas em todas as áreas e com as mortes vivenciadas, aumentou-se o número de adoecimento mental e, consequentemente, também o número de tentativas de autoextermínio. Atentos a todo esse contexto, pensamos em uma campanha voltada para o olhar dos nossos colaboradores: um olhar empático, sem julgamentos e humanizado, onde tentaremos orientar sobre como identificar fatores de risco e de prevenção, informar como ajudar um colega ou mesmo um familiar, onde buscar ajuda e engajarmos todos nessa causa para diminuir o sofrimento psíquico e a taxa de suicídio”; explica Gizelle Mesquita, Coordenadora de Humanização e Psicologia Hospitalar.

 

CONHEÇA OS SINAIS DE ALERTA E SAIBA COMO AJUDAR

Tristeza intensa por vários dias

Falta de interesse e planos futuros

Isolamento social

Fadiga emocional, níveis de stress e ansiedade

Tentativas prévias e histórico familiar de suicídio

Avisos como “A vida não vale a pena”, “Estou tão sozinho que queria morrer” ou “Você vai sentir minha falta”

 

COMO EU POSSO AJUDAR ALGUÉM EM RISCO?

  • Encontre um momento apropriado e um lugar calmo para conversar com essa pessoa.
  • Deixe-a saber que você está lá para ouvir, ouça-a com a mente aberta e ofereça seu apoio.
  • Incentive a pessoa a procurar ajuda de profissionais da saúde mental. Ofereça-se para acompanhá-la a um atendimento.
  • Se você acha que essa pessoa está em perigo imediato, não a deixe sozinha.
  • Fique em alerta para acompanhar como a pessoa está passando e se mantém o comportamento de risco.

Durante o mês, várias ações serão realizadas pelo setor de Humanização. A programação conta com palestras, blitz de conscientização e live com especialistas. Em todas as sextas-feiras do mês faremos o “Yellow Day” e todos os colaboradores deverão vir vestidos de amarelo em apoio à campanha. Trabalha de uniforme? Não tem problema! Coloque um adereço e use a criatividade! O importante é abraçar a campanha e contribuir, de alguma forma, para ajudar quem realmente precisa.

Olá, como podemos ajudar?

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