Segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA), o câncer de estômago é o quinto tipo mais comum no Brasil, sendo o quarto mais frequente em homens e o sexto mais frequente em mulheres. Para cada ano do triênio de 2023 a 2025, são previstos 21 mil novos casos no país.
Segundo o Dr. Mário Gissoni Júnior, Cirurgião Geral do Instituto Mário Penna, o câncer de estômago tem altas taxas de cura, mas em decorrência do diagnóstico tardio e dos sinais genéricos, muitos pacientes já chegam com estágios avançados da doença, o que dificulta o tratamento.
Dor abdominal, perda de peso e anemia são sintomas comuns da doença, mas que podem sinalizar outras enfermidades. Essa ausência de especificidade induz, muitas vezes, a automedicação, na qual o paciente toma um medicamento sem recomendação médica. “Normalmente, os pacientes que mascaram os sintomas postergam a realização da endoscopia e ele é o principal exame de rastreio e diagnóstico para o câncer gástrico. Além disso, as tomografias também são utilizadas para medir a extensão do tumor”; afirma Dr. Mário Gissoni Júnior. Vômitos com sangue e massas abdominais são sinais dos estágios mais avançados.

A gastrite crônica, uma dieta rica em sal, o tabagismo e sedentarismo são fatores de risco para a doença. Entretanto, a infecção pela bactéria h.pylori é outro fator que chama atenção. Dr. Mário Gissoni Júnior explica que ao infectar o indivíduo ela coloniza o estômago, causando uma infecção crônica, além de mudar o ph da mucosa gástrica. Assim, o estômago gera um ambiente favorável ao desenvolvimento de células cancerígenas.
A transmissão da h.pylori é feita de forma oral, através de saliva, água, alimentos ou fezes contaminadas. Como forma de prevenção, é importante higienizar as mãos e os alimentos de forma correta, além de evitar o compartilhamento de garfos, colheres e copos.
Por mais que a h.pylori seja um agente cancerígeno, não significa que quem está infectado com a bactéria irá desenvolver o câncer de estômago.
O Instituto Mário Penna oferece uma equipe de excelência especializada, com aparatos tecnológicos para diagnóstico e estadiamento da doença. A endoscopia e as tomografias são realizadas na instituição, além de cirurgias minimamente invasivas, que trazem benefícios ao tratamento do paciente.
Além disso, as sessões de quimioterapia e radioterapia também são oferecidas no Mário Penna. Os pacientes são acompanhados de perto pela equipe multidisciplinar, que cuida desde a alimentação, até a saúde mental de cada um.





Como tratamento, a quimioterapia venosa ou oral, a radioterapia e a imunoterapia são possibilidades, mas o transplante de medula óssea também é bastante utilizado. O Instituto Mário Penna oferece todos esses tipos de tratamento, inclusive o transplante autólogo, realizado do paciente para ele mesmo. Nesse procedimento, as células do paciente são coletadas e armazenadas para uso posterior no próprio tratamento.
Dr. José Mourão Neto, Diretor Técnico Assistencial do Instituto Mário Penna, explica que a mudança é essencial para que o hospital melhore o funcionamento do Bloco Cirúrgico. “Para os pacientes que não tem indicação de internação, o Hospital Dia é o local que eles fazem o pré e o pós cirúrgico. O novo espaço é maior e oferece mais conforto. Aumentamos a quantidade de leitos e banheiros para os pacientes se acomodarem melhor, além de instalarmos um ambiente climatizado”.
Maria Elza dos Santos e José Aparecido da Silva receberam uma cerimônia simbólica na capela da instituição para celebrarem o amor e o companheirismo do casal.
Com as melhorias no processo de compra, estoque e distribuição, o Mário Penna garante benefícios tanto no atendimento para os pacientes, quanto no dia a dia dos colaboradores.