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Notícias de: Ensino, Pesquisa e Inovação

31jan2025
Autor Marketing Categorias Ensino, Pesquisa e Inovação, Instituto Mário Penna, Notícias Gerais, Novo Hospital Luxemburgo, Tratamento Oncológico

Conheça as conquistas do Laboratório de Pesquisa Translacional do Mário Penna em 2024

O Instituto Mário Penna, referência em oncologia no estado de Minas Gerais, reafirmou em 2024 seu protagonismo no cenário científico. Por meio do Núcleo de Ensino, Pesquisa e Inovação (NEPI), o Instituto mostrou que ciência e esperança caminham lado a lado. Cada descoberta, cada publicação, cada novo passo reforça a missão de transformar vidas.

Entre os destaques do ano, o laboratório celebrou a publicação de 8 artigos em periódicos científicos internacionais de alto impacto. Essas publicações não só ampliam o conhecimento científico na área de oncologia como conectam ciência e cuidado ao paciente, mostrando como a pesquisa pode transformar vidas.

Destaques da pesquisa internacional: 

“Decoding the Cancer Code” trouxe novas perspectivas sobre os mecanismos genéticos que impulsionam o câncer, ajudando a entender como doenças oncológicas se desenvolvem.
O estudo publicado na revista Einstein (São Paulo) revelou diferenças populacionais notáveis no comportamento do gene p53 em uma coorte brasileira de câncer gástrico, o que pode ajudar a personalizar os tratamentos para nossa população.

Na revista Biochemical and Biophysical Research Communications, os pesquisadores também investigaram como a quimioterapia tradicional afeta células-tronco do câncer de mama triplo-negativo, fornecendo insights valiosos para combater formas resistentes da doença. Este estudo, publicado nos Anais da Academia Brasileira de Ciências, traz uma contribuição fundamental ao validar uma assinatura genética para o câncer de colo do útero utilizando amostras minimamente invasivas.

Essa abordagem é um marco importante, pois oferece uma forma mais acessível e menos agressiva para identificar perfis genéticos associados ao câncer.

Essas descobertas não apenas posicionam o Instituto Mário Penna como referência científica, mas também representam novas oportunidades para salvar vidas, criando um futuro em que cada paciente possa receber um tratamento personalizado, eficiente e humano.

Outros marcos de 2024

Além das publicações, 2024 foi um ano marcado por diversas iniciativas importantes:

Menções honrosas no 9º Simpósio de Integração dos Programas de pós-graduação em biologia celular da UFMG, UFU, UFV e UFSJ: Rafaela Lopes e Thalia Zózimo, ex-alunas de pós-graduação ligadas ao Instituto, receberam reconhecimento estadual por seus trabalhos na área de biologia celular e genética, demonstrando a excelência da formação científica no Instituto.
3º Simpósio Mário Penna: A terceira edição do evento apresentou pesquisas de iniciação científica e pós-graduação, premiando os melhores trabalhos e promovendo a troca de conhecimentos.

Reconhecimento e colaborações: além das fronteiras

A aliança com o Lee Moffitt Cancer Center, hospital oncológico em Tampa, nos Estados Unidos, promete revolucionar o tratamento da leucemia mieloide aguda. Pela primeira vez, poderemos testar quimioterápicos para oferecer aos pacientes um tratamento verdadeiramente personalizado e mais eficaz.

O poder do biobanco em construir o futuro do tratamento oncológico

Um dos grandes pilares para essas conquistas científicas é o biobanco de tumores, uma coleção organizada de amostras que permite aos cientistas estudar profundamente as características do câncer. Em 2024, tivemos um marco impressionante: o número de amostras coletadas quase dobrou, passando de 136 para 223 e somando com amostras coletadas em anos anteriores chegamos ao marco de 5314 amostras armazenadas.

O biobanco é como uma biblioteca viva de informações sobre o câncer. Cada amostra coletada representa uma oportunidade de avançar no diagnóstico e no tratamento, não apenas para o paciente que cedeu a amostra, mas para milhares de outros.

Apoio financeiro da Fundação de Amparo à Pesquisa em Minas Gerais (Fapemig): Quatro projetos receberam apoio financeiro da Fapemig, incluindo a Rede Mineira de Pesquisa Translacional em Oncologia, que conecta 16 instituições e mais de 125 pesquisadores em busca de respostas para os desafios do câncer. Coordenar uma iniciativa dessa magnitude reafirma o protagonismo do Instituto no cenário científico e seu impacto para toda a sociedade mineira.

O que esperar do NEPI Mário Penna para 2025

O ano de 2025 promete ser ainda mais transformador. Esperamos ainda mais avanços, incluindo novas publicações científicas, novas parcerias e a ampliação do biobanco de tumores. Por meio dessas conquistas, o Instituto Mário Penna continua a mostrar que ciência e cuidado caminham lado a lado, promovendo saúde e esperança para pacientes em Minas Gerais. A Pesquisa Translacional é a ponte que transforma descobertas laboratoriais em tratamentos mais eficazes, reafirmando que investir em ciência é investir em vidas.

Texto produzido por Dra Letícia Braga, pesquisadora chefe do Laboratório de Pesquisa Translacional em Oncologia do NEPI.

27jan2025
Autor Giovana Cangussú Categorias Ensino, Pesquisa e Inovação, Instituto Mário Penna, Notícias Gerais, Núcleo de Ensino e Pesquisa (NEP), Tratamento Oncológico

NEPI Mário Penna utiliza Inteligência Artificial para prever desfecho clínico no câncer de ovário

Você já reparou como seu smartphone é capaz de reconhecer rostos em uma foto ou como as plataformas de streaming recomendam filmes que parecem feitos sob medida para você? Essas tecnologias são possíveis graças a sistemas de inteligência artificial (IA), que têm a capacidade de identificar padrões em dados complexos, como imagens e comportamentos. Mas o impacto da IA vai muito além do entretenimento e do dia a dia – ela também está transformando a ciência, especialmente na área da saúde.

No caso da análise de imagens, os sistemas de IA funcionam treinando computadores para reconhecer características específicas, como formas, texturas ou cores, a partir de exemplos previamente fornecidos. Essa tecnologia já é amplamente usada, por exemplo, em veículos autônomos para distinguir pedestres de sinais de trânsito ou em diagnósticos médicos para detectar anormalidades em exames de imagem, como mamografias.

Agora, imagine usar a mesma abordagem para ajudar a identificar alterações genéticas em casos de câncer. Parece ficção científica, mas é exatamente isso que um grupo de pesquisadores do Instituto Mário Penna, em parceria com a pesquisadora Thelma Fonseca, do Departamento de Engenharia Nuclear da UFMG, está desenvolvendo. O projeto, liderado pelos pesquisadores Ramon de Alencar, Izabela Gontijo e pela gerente de Pesquisa Translacional, Letícia da Conceição Braga, do Núcleo de Ensino, Pesquisa e Inovação da instituição,  iniciou no final de 2024 e explora o potencial da IA para analisar imagens histopatológicas – lâminas de tecido cancerígeno coradas e visualizadas sob o microscópio – em busca de pistas sobre o comportamento do câncer seroso de alto grau, um tipo agressivo de câncer de ovário.

O foco principal do estudo é prever a deficiência em genes associados à via de reparo de DNA chamada HRD (Deficiência na Recombinação Homóloga). Esses genes desempenham um papel essencial na capacidade das células de corrigirem danos no DNA. Quando essa via está comprometida, as células tumorais se tornam mais suscetíveis a certos tratamentos, como os inibidores de PARP, que são uma das terapias mais avançadas contra esse tipo de câncer.

A ideia é simples, mas revolucionária: ao invés de depender exclusivamente de testes genéticos caros e demorados, os pesquisadores buscam usar a IA para “ensinar” os computadores a reconhecer padrões microscópicos nas lâminas histológicas que possam indicar essa deficiência genética. A equipe está desenvolvendo modelos de aprendizado profundo – uma técnica avançada de IA – para identificar essas assinaturas visuais específicas, com o objetivo de tornar o diagnóstico mais rápido, acessível e preciso.

Esse projeto é mais do que uma inovação tecnológica. Ele representa uma esperança para pacientes com câncer de ovário, pois desta forma essa tecnologia pode um dia abrir caminho para tratamentos personalizados que aumentem as chances de resposta às terapias.

O uso deste tipo de método de inteligência artificial na oncologia ainda está em seus primeiros passos, mas estudos como este mostram um futuro em que a tecnologia pode ajudar a salvar vidas, promovendo diagnósticos mais rápidos e tratamentos cada vez mais eficazes. O trabalho realizado no Instituto Mário Penna é um exemplo inspirador de como a ciência e a inovação podem transformar desafios em novas possibilidades.

Autor: Ramon de Alencar Pereira, MSc, PhD em Patologia, MBA em Data Science & Analytics, Análise e Desenvolvimento de Sistemas. Pesquisador do Núcleo de Ensino, Pesquisa e Inovação do Instituto Mário Penna.

27dez2024
Autor Marketing Categorias Ensino, Pesquisa e Inovação, Instituto Mário Penna, Não categorizado, Notícias Gerais, Núcleo de Ensino e Pesquisa (NEP)

Câncer de pele hereditário e a importância dos testes e do aconselhamento genético

Dezembro é o mês em que o Brasil se mobiliza em torno de uma causa vital: a prevenção ao câncer de pele, o tipo de câncer mais comum no país. Sob o lema do Dezembro Laranja “Você não é de ferro. Proteja-se do câncer de pele”, a campanha reforça a importância de cuidar da saúde da pele, promovendo hábitos de proteção e incentivando o diagnóstico precoce. Medidas simples, como o uso diário de protetor solar, a redução da exposição excessiva ao sol e a realização de exames dermatológicos regulares, podem contribuir significativamente para a diminuição dos casos dessa doença.

Mas, você sabia que alguns cânceres de pele podem ter um componente hereditário significativo? Embora a maioria esteja associada à exposição solar e a hábitos inadequados, há casos relacionados a uma predisposição genética, como o melanoma hereditário.

O que é câncer de pele hereditário?

O câncer de pele hereditário ocorre devido a mutações genéticas transmitidas de geração em geração dentro de uma família, aumentando o risco de desenvolver a doença. Esse é o caso do melanoma hereditário, associado a mutações em genes como o CDKN2A, CDK4 e, em menor frequência, BAP1. Esses genes desempenham papéis essenciais na regulação do crescimento celular e na reparação de danos ao DNA.

Ter uma predisposição hereditária não significa que o câncer seja inevitável, mas sim que o risco é maior. Avanços na testagem genética e no aconselhamento têm transformado o cuidado com os casos de câncer de pele hereditário.

Para indivíduos com histórico familiar de melanoma e outros cânceres relacionados, como os de pâncreas e mesotelioma, os testes genéticos permitem a criação de estratégias personalizadas de prevenção e vigilância, incluindo monitoramento dermatológico frequente e mudanças no estilo de vida.

O aconselhamento genético desempenha um papel central nos casos de cânceres hereditários. Por meio desse processo, famílias com risco hereditário são informadas sobre a natureza das mutações genéticas, os riscos associados e as opções disponíveis para prevenção e tratamento. Esse suporte é crucial para facilitar a vigilância ativa de lesões cutâneas e promover diagnósticos precoces, fundamentais para o sucesso do tratamento.

Testes genéticos para cânceres hereditários estão disponíveis no SUS?

No Brasil, iniciativas em políticas públicas têm buscado ampliar o acesso à medicina personalizada no Sistema Único de Saúde (SUS), incluindo a testagem genética para condições hereditárias. Embora os testes para câncer de pele ainda não estejam amplamente disponíveis, esforços têm sido direcionados para reconhecer essa necessidade.

Avanços no acesso à testagem genética estão mais consolidados em casos de câncer de mama e ovário, mas o crescente reconhecimento do câncer de pele como prioridade na saúde pública tem estimulado iniciativas para ampliar o diagnóstico genético de síndromes associadas ao melanoma.

A integração entre legislações estaduais e diretrizes nacionais é fundamental para expandir esses serviços, promovendo maior equidade no acesso e contribuindo para a redução de desigualdades regionais.

Texto: Letícia Braga, Gerente de Pesquisa Translacional do Núcleo de Ensino, Pesquisa e Inovação do Instituto Mário Penna

13dez2024
Autor Sofia Gontijo Categorias Ensino, Pesquisa e Inovação, Instituto Mário Penna, Notícias Gerais

3º Simpósio Mário Penna de Atualizações em Oncologia discute inovações no tratamento do câncer em Minas Gerais

No último sábado, 7 de dezembro, o Instituto Mário Penna promoveu a terceira edição do Simpósio de Atualizações em Oncologia, realizado no Dayrell Hotel e Centro de Convenções, em Belo Horizonte. Organizado pelo Núcleo de Ensino, Pesquisa e Inovação (NEPI), o evento se destacou como um marco para o avanço das discussões científicas na área oncológica em Minas Gerais.

Com uma programação diversificada, o simpósio aconteceu em duas salas simultâneas, reunindo mais de 250 participantes, entre profissionais da saúde, pesquisadores, estudantes e colaboradores. Uma das salas foi dedicada a debates sobre pesquisa científica, enquanto a outra abordou temas relacionados à cirurgia geral e oncológica.

Um dos momentos mais aguardados foi a exposição de pôsteres científicos, que evidenciou o talento e a dedicação dos pesquisadores da instituição em trabalhos inovadores sobre diferentes áreas do tratamento e diagnóstico do câncer.

A presença de grandes representantes da indústria farmacêutica, como Pfizer, Qiagen, Novartis, Roche e AstraZeneca, reforçou a importância da colaboração entre instituições no combate ao câncer. E para tornar o evento ainda mais especial, os participantes foram presenteados com brindes.

Para Tadeu Perona, diretor de Ensino, Pesquisa e Inovação do Instituto Mário Penna, o simpósio foi um sucesso. “É muito gratificante ver estudantes, médicos do nosso corpo clínico, pesquisadores, representantes da indústria e demais participantes reunidos em prol de um propósito tão relevante: discutir os avanços no tratamento oncológico. Não poderíamos encerrar o ano letivo do NEPI de forma melhor”, destacou.

O Simpósio Mário Penna de Atualizações em Oncologia já se consolida como um dos principais eventos do calendário institucional, reafirmando seu compromisso com a promoção de conhecimento e inovação na área oncológica.

29nov2024
Autor Giovana Cangussú Categorias Ensino, Pesquisa e Inovação, Instituto Mário Penna, Notícias Gerais

Vem aí o 3º Simpósio Mário Penna de Atualizações em Oncologia 

Está chegando a terceira edição do Simpósio Mário Penna de Atualizações em Oncologia. O evento, realizado pelo Núcleo de Ensino, Pesquisa e Inovação do Mário Penna (NEPI),  acontecerá no dia 07 de dezembro, no Dayrell Hotel e Centro de Convenções, a partir das 8h da manhã. Neste ano, o Simpósio traz uma programação científica abrangente, voltada para profissionais da área de saúde, pesquisadores e estudantes interessados nos avanços mais recentes no tratamento e prevenção do câncer.

Já consolidado no calendário do Instituto Mário Penna, o Simpósio conta com uma programação multidisciplinar voltada exclusivamente para a oncologia. O evento, que tradicionalmente encerra as atividades do NEPI, já reuniu um público de cerca de 1000 pessoas em suas edições e promete trazer inovações para o ano de 2024. Pela primeira, os pesquisadores da instituição irão apresentar seus trabalhos em formato pôster. 

O Simpósio contará com a presença de especialistas que abordarão temas como avanços em terapias oncológicas, novas abordagens para o diagnóstico precoce, imunoterapia, cuidados paliativos, além de discutir os desafios da oncologia no Brasil. Com palestras e momentos para debate, o evento busca promover o compartilhamento de conhecimentos e experiências, ampliando a compreensão sobre o tratamento do câncer e fortalecendo a rede de profissionais de saúde de Minas Gerais. 

Além das palestras com temas focados em cirurgias, integração entre pesquisa e assistência e navegação na oncologia, o Simpósio Mário Penna será uma excelente oportunidade para networking entre profissionais da oncologia, acadêmicos e demais interessados na área. 

As inscrições estão abertas, e podem ser realizadas através deste link.

Não perca essa oportunidade e venha contribuir com o futuro da pesquisa oncológica em Minas Gerais. 

Sobre o NEPI 

O Núcleo de Ensino, Pesquisa e Inovação do Mário Penna se consolida cada vez mais como referência na criação de um projeto voltado a fortalecer a assistência em saúde e transformar a inovação diagnóstica do câncer no Brasil. Dividido em quatro principais áreas de atuação — Pesquisa Clínica, Pesquisa Translacional, Ensino e Inovação —, o Núcleo tem conquistado reconhecimento nacional e internacional pela qualidade do trabalho. 

Apenas em 2024, foram cerca de 100 eventos internos e externos, realizados pela Unidade. O ano de trabalho foi marcado por importantes avanços, como a 3ª edição do periódico científico Mário Penna Journal, a liderança na Rede Mineira de Pesquisa em Oncologia, o lançamento da Plataforma Educar Mário Penna, entre outros feitos. O Simpósio Mário Penna encerra o calendário de atividades externas de 2024. 

Confira a programação

8h – Credenciamento + Coffee break
9h – Aula Magna com Marco Antônio Viana Leite, presidente do Instituto Mário Penna
Tema: “O cenário da filantropia na saúde no Brasil”

Sala 01

  • Mesa 01:
    09h30 – O papel da vigilância epidemiológica e qualidade da informação nas políticas públicas de câncer
  • Mesa 02:
    10h10 – Câncer de mama HER2 e triplo negativo: decifrando genes, rompendo barreiras terapêuticas

11h15 – Intervalo para coffee break + visitação aos pôsteres

  • Mesa 03:
    11h45 – O papel estratégico do teste de aconselhamento genético e a navegação na oncologia
  • Mesa 04:
    12h25 – Novas fronteiras no manejo dos gliomas de alto grau: integrando pesquisa e assistência

13h05 – 3º Seminário de Iniciação Científica e 1º Encontro da Pós-Graduação do Mário Penna

Sala 02

  • Palestra:
    09h35 – “Tratamento da dor no paciente oncológico” – Dra. Tereza Cristina Bandeira
  • Mesa 01:
    10h05 – Cirurgia TGI Superior

11h15 – Intervalo para coffee break + visitação aos pôsteres

  • Mesa 02:
    11h45 – Cirurgia TGI Baixo
  • Mesa 03:
    12h40 – Melanoma: linfonodo sentinela positivo é sinônimo de linfadenectomia?
  • Mesa 04:
    13h – O papel da pesquisa clínica na oncologia
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