[wpml_language_switcher type="widget" flags=1 native=0 translated=0][/wpml_language_switcher] Proteção de Dados (LGPD)Resultados de Exames
Mario Penna

DOE AGORA
  • O que fazemos
    • Associações Voluntárias
    • Convênios
    • Comitê de Ética em Pesquisa
    • Direção
    • História
    • Missão, visão e valores
    • Qualidade e segurança
    • Residência e Especialização
    • Unidades
  • Notícias
  • Transparência
    • Compras e Licitações
      • Regulamento
      • Manual do Fornecedor
      • Cadastro SEI Externo
      • Aquisições
        • Hospital Luxemburgo
        • Hospital Regional de Teófilo Otoni
        • Hospital Raja
        • Hinova
    • Nossos Dados
      • Produção
      • Capacidade Instalada
      • Composição da Equipe Assistencial
    • Compliance
      • Programa de Ética e Compliance
      • Código de Conduta
      • Vídeos
    • Demonstrativos Financeiros
    • Editais e Documentos
    • Troco Solidário
    • Relatório de Igualdade Salarial
    • Relatórios e Planejamento
    • Revistas
    • Instrumentos de Repasse / Emendas
  • Trabalhe Conosco
  • Fale Conosco
    • Ouvidoria
    • Canal de Denúncias
  • Como Ajudar
  • —-
  • Hospital Luxemburgo
  • Portal do Câncer
  • Casa de Apoio Beatriz Ferraz
  • Instituto de Ensino, Pesquisa e Inovação
DOE AGORA

HOSPITAL LUXEMBURGO

NEXS I NÚCLEO DE EXCELÊNCIA EM SAÚDE

NÚCLEO DE ENSINO, PESQUISA E INOVAÇÃO

Notícias de: Ensino, Pesquisa e Inovação

6nov2024
Autor Giovana Cangussú Categorias Ensino, Pesquisa e Inovação, Instituto Mário Penna, Notícias Gerais, Novo Hospital Luxemburgo, Núcleo de Ensino e Pesquisa (NEP), Tratamento Oncológico

Câncer de Próstata: como a Pesquisa Translacional do Mário Penna tem transformado a prevenção e o tratamento

Dia 17 de novembro é reconhecido mundialmente como o Dia de Combate ao Câncer de Próstata. A data reforça a importância da prevenção e do diagnóstico precoce dessa doença que afeta milhares de homens todos os anos.

O laboratório de Pesquisa Translacional do Instituto Mário Penna trabalha intensamente para transformar descobertas científicas em novas abordagens terapêuticas. Assim, a pesquisa translacional funciona como uma ponte entre o laboratório e a prática clínica, permitindo a criação de tratamentos mais eficazes e personalizados. Esses avanços beneficiam diretamente pacientes com câncer de próstata e trazem um impacto positivo na saúde masculina.

O câncer de próstata é o segundo câncer mais comumente diagnosticado e a quinta principal causa de morte por câncer entre homens em todo o mundo, representando a principal causa de morte por câncer em 48 países. No Brasil, a doença tem alta incidência, com cerca de 71.730 novos casos anuais estimados para o triênio de 2023 a 2025, segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA). Isso representa aproximadamente 67,86 casos a cada 100 mil homens, sendo a segunda neoplasia mais frequente entre homens brasileiros, atrás apenas do câncer de pele não melanoma. A maior concentração de casos está nas regiões sudeste e nordeste, refletindo o envelhecimento populacional e o impacto do rastreamento com PSA (antígeno prostático específico).

Os principais fatores de risco incluem idade avançada, etnia negra e histórico familiar. Outros fatores como obesidade, sedentarismo, diabetes mellitus e dieta rica em carnes processadas e vermelhas, também aumentam o risco de desenvolver a doença. Os sintomas mais comuns são fluxo urinário fraco e micção frequente, embora esses sinais também possam estar relacionados a outras condições prostáticas. 

Diagnóstico Precoce e Acompanhamento

O diagnóstico precoce do câncer de próstata envolve o toque retal, o exame de PSA e, em alguns casos, a biópsia.

Toque Retal: Avalia irregularidades e nódulos na próstata.

PSA: Embora o exame de PSA seja útil, ele não é suficiente para avaliar a agressividade do câncer de forma isolada. Parâmetros como densidade do PSA, velocidade de elevação e a relação PSA livre/total ajudam a aumentar a precisão. O p2PSA, técnica em desenvolvimento, visa aprimorar a detecção.

Biópsia: Confirma o diagnóstico e avalia a agressividade do tumor. O sistema Gleason e a classificação ISUP (de 1 a 5) permitem uma análise detalhada, auxiliando no prognóstico e na personalização do tratamento. Tumores ISUP 1 têm crescimento lento e podem apenas requerer observação, enquanto os de ISUP 4 e 5 são mais agressivos e exigem intervenções mais intensas.

Sobre o tratamento 

O tratamento do câncer de próstata é abrangente e inclui várias abordagens. Para tumores iniciais ou de risco muito baixo, recomenda-se a vigilância ativa, já que muitos desses tumores têm crescimento lento e não representam risco imediato à saúde. Em casos localizados, onde o câncer está restrito à próstata, a cirurgia é uma opção comum, especialmente a prostatectomia radical, que remove toda a glândula prostática.

A radioterapia, seja externa ou interna (braquiterapia), também pode ser aplicada diretamente sobre o tumor. Nos casos em que a doença está mais avançada, utiliza-se a terapia hormonal, que reduz os hormônios que promovem o crescimento do câncer, seja por medicamentos anti androgênios ou cirurgia. 

Em casos mais avançados, a quimioterapia e as terapias-alvo, como os inibidores de PARP, são opções adicionais. A imunoterapia também pode ser indicada, ajudando o sistema imunológico a reconhecer e combater o tumor. Cada uma dessas estratégias é combinada e ajustada conforme o quadro clínico, buscando eficácia e qualidade de vida para o paciente.

30out2024
Autor Giovana Cangussú Categorias Ensino, Pesquisa e Inovação, Instituto Mário Penna, Não categorizado, Notícias Gerais, Núcleo de Ensino e Pesquisa (NEP), Tratamento Oncológico

Do laboratório ao tratamento: como médicos e cientistas aceleram descobertas para tratamentos mais eficazes e inovadores

A pesquisa translacional é essencial para transformar as descobertas científicas em soluções clínicas, especialmente no tratamento do câncer. Esse tipo de pesquisa busca encurtar a distância entre a ciência básica e a prática médica, permitindo que novas descobertas se transformem rapidamente em terapias que beneficiam diretamente os pacientes.

A colaboração entre médicos e pesquisadores é essencial nesse processo. Enquanto os médicos estão em contato direto com as necessidades e desafios dos pacientes, os cientistas utilizam essas informações para desenvolver novas terapias com base em evidências. Essa integração garante que o conhecimento gerado no laboratório se converta em soluções práticas e relevantes para o tratamento.

Os médicos, como principais intermediários entre a ciência e os pacientes, identificam lacunas nos tratamentos atuais e sugerem novas abordagens. Esses profissionais são capazes de identificar padrões e lacunas no tratamento atual, ajudando os pesquisadores a definir prioridades para as investigações. Ao orientar os cientistas sobre as questões mais prementes e as limitações das terapias existentes, a colaboração entre clínicos e pesquisadores garante que o foco das pesquisas esteja sempre alinhado às necessidades dos pacientes.

Inovação e agilidade na criação de novas terapias

Essa parceria entre médicos e pesquisadores cria um ciclo de inovação contínuo. As descobertas feitas no laboratório são rapidamente testadas em ensaios clínicos, e os resultados obtidos nesses testes ajudam a refinar novas soluções. Esse processo acelera o desenvolvimento de tratamentos inovadores e garante que sejam aplicados com segurança e eficiência. Essa dinâmica não apenas encurta o tempo necessário para que novas terapias cheguem aos pacientes, mas também contribui para personalizar os tratamentos, aumentando suas chances de sucesso.

Em última análise, a pesquisa translacional é fundamental para garantir que os pacientes tenham acesso a tratamentos personalizados e eficazes. A colaboração entre médicos e cientistas permite que o conhecimento científico seja rapidamente aplicado para atender às necessidades específicas dos pacientes, contribuindo diretamente para a melhoria da qualidade de vida e os resultados clínicos. 

A pesquisa translacional em uma instituição dedicada ao câncer é plenamente eficaz quando há uma parceria sólida entre as equipes médicas e de pesquisa. Juntas, essas equipes têm o poder de transformar a ciência em soluções concretas, impactando diretamente a vida de milhares de pessoas. Com a colaboração contínua, é possível acelerar a descoberta de novos tratamentos e garantem que cada avanço científico se transforme em uma esperança concreta para milhares de vidas.

Referências:

  1. Wehling, M. (2008). Translational medicine: science or wishful thinking? Journal of Translational Medicine, 6(31).
  2. Marincola, F. M. (2003). Translational Medicine: A two-way road. Journal of Translational Medicine, 1(1), 1-2.
  3. National Cancer Institute (NCI). Translational Cancer Research: Making New Treatments Possible. Disponível em: www.cancer.gov.

Texto: Pâmela Agresti –  Pesquisadora do NEPI Mário Penna 

25set2024
Autor Marketing Categorias Ensino, Pesquisa e Inovação, Instituto Mário Penna, Notícias Gerais

1° Encontro da Rede Mineira de Pesquisa Translacional em Oncologia: Mário Penna e outras instituições debatem inovações e terapias personalizadas contra o câncer

O primeiro encontro da Rede Mineira de Pesquisa Translacional em Oncologia aconteceu nesta sexta-feira, dia 20, na Faculdade de Farmácia da UFMG. O evento marcou um importante avanço para a pesquisa colaborativa em oncologia em Minas Gerais, reunindo diversos especialistas, incluindo pesquisadores e profissionais da saúde, com o intuito de promover a integração entre a ciência básica e a prática clínica. O foco foi a pesquisa translacional, cujo objetivo é acelerar a transformação de descobertas científicas em novos tratamentos contra o câncer.

A Rede é composta por nove instituições, sendo elas: Universidade Federal de Uberlândia,  Universidade Federal de Minas Gerais, Universidade Federal de São João Del-Rei, Universidade Federal de Ouro Preto, Fundação Ezequiel Dias, Fiocruz, Centro de  Desenvolvimento da Tecnologia Nuclear, além do  Instituto Mário Penna e da Fundação Cristiano Varella, que estão à frente da coordenação e da sub-coordenação do projeto, respectivamente. 

Durante o encontro, foram debatidas inovações tecnológicas e novas abordagens terapêuticas, além de estratégias para fortalecer a colaboração entre universidades, centros de pesquisa e hospitais, esforços que são essenciais para otimizar o cuidado oncológico na região, oferecendo tratamentos mais eficazes e personalizados para os pacientes. A rede é uma iniciativa que pretende consolidar o compromisso com a pesquisa e a inovação, acelerando o impacto positivo das descobertas científicas no dia a dia das instituições. 

Letícia Braga, gerente de Pesquisa Translacional do Núcleo de Ensino, Pesquisa e Inovação, reforça que o projeto é um marco importante na ciência mineira. “A Rede é focada em unir ciência básica e clínica para o avanço no tratamento do câncer. Essa rede facilita o diálogo entre diversos pesquisadores, hospitais e centros de pesquisa, promovendo soluções inovadoras para os desafios oncológicos “, afirma. 

Para Sérgio Gomes, coordenador do Dpto. de Pesquisa e Desenvolvimento da Fundação Cristiano Varella e vice-coordenador do projeto, “a proposta de reunir os pesquisadores para interagir é muito importante, porque a partir disso surgem parcerias que podem aumentar a colaboração entre as instituições. Essa rede é importante porque tem o foco centrado no paciente, então muitas soluções sairão desse encontro “, afirma. 

A Rede conta com o apoio financeiro da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG) e pretende fortalecer as políticas voltadas para a ampliação do Sistema Único de Saúde (SUS).

19set2024
Autor Sofia Gontijo Categorias Ensino, Pesquisa e Inovação, Instituto Mário Penna, Notícias Gerais

14º Café com Ciência: última edição do ano aborda inovação tecnológica e equidade no SUS

O Núcleo de Ensino, Pesquisa e Inovação do Mário Penna realizou o 14º Café com Ciência, a última edição de 2024. O evento, que já é tradicional na instituição, aconteceu na UNA – Campus Aimorés e visa promover debates sobre temas relevantes na área da saúde. Com o tema “Inovação tecnológica e equidade: caminhos e desafios para o acesso ao SUS”, o encontro promoveu discussões essenciais sobre como as inovações no campo da saúde podem e devem ser incorporadas ao Sistema Único de Saúde (SUS).

O evento contou com a presença de três renomadas palestrantes: Dra. Andrea Bredariol, gerente de Políticas Públicas da Astrazeneca para Oncologia, falou sobre a importância do rastreamento e diagnóstico precoce para os casos de câncer de mama e de ovário. Bianca Duque – Enfermeira geneticista e oncológica abordou as aplicações práticas da navegação de pacientes com câncer hereditário e, por último, a Dra. Maria Raquel de Carvalho – médica e professora do Departamento de Genética da UFMG trouxe o tema testagem genética em câncer de mama e ovário.

Após o ciclo de palestras, o público pode tirar dúvidas com as palestrantes. A discussão reforçou a necessidade de um esforço conjunto entre governos, instituições de saúde e a sociedade civil para que as inovações tecnológicas cheguem de forma mais eficiente aos pacientes da saúde pública.

Para Tadeu Perona, Diretor do Núcleo de Ensino, Pesquisa e Inovação, a última edição do Café com Ciência foi muito especial. “Nós somos a maior instituição de Minas em atendimento oncológico para pacientes da saúde pública. Falar sobre inovação focada para o atendimento ao SUS é a nossa principal bandeira. Tenho certeza que em 2025 teremos novas discussões sobre o avanço na oncologia” afirma o diretor.

O evento consolidou, mais uma vez, o Café com Ciência como um espaço de diálogo e troca de conhecimentos, fundamental para o avanço da saúde pública no Brasil.

11set2024
Autor Marketing Categorias Ensino, Pesquisa e Inovação, Instituto Mário Penna, Notícias Gerais, Tratamento Oncológico

Setembro Dourado: enfrentamento ao câncer infantil e iniciativas de Pesquisa Translacional

O Setembro Dourado é um mês de conscientização dedicado ao câncer infantil, com foco na importância do diagnóstico precoce e do tratamento adequado. O câncer em crianças e adolescentes apresenta características biológicas diferentes dos tumores em adultos, exigindo abordagens específicas e direcionadas. No Brasil, aproximadamente 8 mil novos casos de câncer infantil são diagnosticados anualmente, e os tipos mais comuns incluem leucemias, tumores do sistema nervoso central e o neuroblastoma. A campanha visa aumentar o conhecimento sobre a doença e destacar a relevância do apoio à pesquisa para melhorar as taxas de cura e reduzir o impacto do câncer infantil.

O Laboratório de Pesquisa Translacional do Instituto Mário Penna está iniciando um estudo focado na leucemia linfoblástica aguda (LLA), o tipo mais comum de câncer infantil. A LLA afeta os glóbulos brancos, células fundamentais para o sistema imunológico, e representa uma ameaça significativa à saúde infantil. A pesquisa tem como objetivo compreender melhor os mecanismos biológicos que controlam a progressão da doença, identificar novos marcadores prognósticos e desenvolver terapias mais eficazes e menos tóxicas. Esse estudo é essencial para melhorar as taxas de cura, que hoje alcançam 80% quando o diagnóstico é feito precocemente, mas ainda enfrentam desafios em casos mais graves e recidivantes.

Além das pesquisas sobre LLA, o Instituto Mário Penna também desenvolve estudos sobre Tumores do Sistema Nervoso Central (SNC), em parceria com o serviço de neurocirurgia do Hospital Luxemburgo. Tumores como o meduloblastoma, o tipo mais comum de tumor cerebral infantil, exigem abordagens cirúrgicas complexas e tratamento intensivo. A colaboração junto a neurocirurgia promove avanços no tratamento cirúrgico desses tumores, como também possibilita o desenvolvimento de novas técnicas de diagnóstico molecular, utilizando tecnologias avançadas de biologia molecular e patologia digital. Essa sinergia entre tratamento clínico e pesquisa científica é crucial para melhorar o prognóstico dos pacientes e buscar terapias mais precisas.

A relevância dessas pesquisas no contexto do câncer infantil é imensa. Estudos como os que estão sendo conduzidos no Instituto Mário Penna permitem que a medicina translacional, que conecta a bancada do laboratório ao tratamento no hospital, traga inovações terapêuticas e melhore as chances de cura. No caso dos tumores do SNC, que apresentam comportamento agressivo, a parceria com o serviço de neurocirurgia oferece uma oportunidade única para combinar a experiência clínica com avanços científicos. Isso contribui diretamente para a melhoria dos tratamentos disponíveis e o desenvolvimento de novos protocolos, beneficiando diretamente os pacientes pediátricos.

Ramon Alencar

O Setembro Dourado também ressalta a importância de manter o foco na pesquisa contínua, especialmente em doenças como a LLA e os tumores do SNC, que exigem um esforço conjunto para alcançar avanços significativos. Através de pesquisas inovadoras e colaborações com diferentes setores do hospital, é possível seguir contribuindo para o conhecimento científico e para o desenvolvimento de novos tratamentos que façam a diferença na vida de crianças com câncer.

O diagnóstico precoce e o acesso a tratamentos inovadores são essenciais para aumentar as chances de cura do câncer infantil. Campanhas como o Setembro Dourado reforçam a importância do engajamento da sociedade, dos profissionais de saúde e dos pesquisadores em prol de uma causa tão nobre.

Autor: Ramon de Alencar Pereira. PhD, Msc em patologia, especialista em análise e ciência de dados. Pesquisador do Laboratório de Pesquisa Translacional de Oncologia do Núcleo de Ensino, Pesquisa e Inovação .

  1. Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva (INCA). Câncer infantojuvenil. Governo do Brasil, 04 jun. 2022. Disponível em: https://www.gov.br/inca/pt-br/assuntos/cancer/tipos/infantojuvenil. Acesso em: 10 set. 2024.
  2. Ministério da Saúde. Câncer infantil: conheça os sinais de alerta e os tratamentos ofertados pelo SUS. Governo do Brasil, 16 fev. 2023. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/noticias/2023/fevereiro/cancer-infantil-conheca-os-sinais-de-alerta-e-os-tratamentos-ofertados-pelo-sus. Acesso em: 10 set. 2024
Página anterior 1 … 5 6 7 8 9 … 25 Próxima página

Categorias

  • 50 anos Instituto Mário Penna
  • 50 years IMP
  • Agenda Mário Penna
  • Assistencial
  • BH
  • BH
  • Blog Portal do Câncer
  • Campanhas de Prevenção
  • Cancer Treatments
  • Casa de Apoio Beatriz Ferraz
  • Cofinho do Bem
  • colaboradores
  • Correios
  • Corrida da Esperança
  • Covid
  • Cuidados Paliativos
  • Curso de Gestão
  • Cursos
  • Dezembro Laranja
  • Dia Internacional da Mulher
  • Diretoria
  • Droga Clara
  • Ensino, Pesquisa e Inovação
  • Entrevista
  • Espaço Mulher
  • Estrelas Mário Penna
  • Fundo do Idoso
  • General News
  • Heróis Mário Penna
  • Histórias de pacientes
  • Histórias de pacientes,Hospital Luxemburgo,Notícias Gerais
  • Histórias de pacientes,Hospital Luxemburgo,Notícias Gerais,Oncologia
  • Hospital Luxemburgo
  • Hospital Luxemburgo,Notícias Gerais,Oncologia
  • Hospital Luxemburgo,Oncologia
  • Hospital Mário Penna
  • Hospital Regional de Teófilo Otoni
  • Humanização
  • Imposto de Renda
  • Infofarma
  • Instituto Mário Penna
  • Janeiro Branco
  • Julho Verde
  • Linfomas
  • Lista do Bem
  • Lojas Redes
  • Luxembourg Hospital
  • Março Lilás
  • Mario Penna de Todos
  • Maternidade Real
  • Minas na Mesa
  • Momento do Bem
  • Musica no Hospital
  • Não categorizado
  • NEXS
  • Notícias Gerais
  • Notícias Gerais, Oncologia
  • Nova Marca
  • Novembro Azul
  • Novo Hospital Luxemburgo
  • Núcleo de Ensino e Pesquisa (NEP
  • Núcleo de Especialidades Oncológicas (NEO
  • Outubro Rosa
  • Parceiros
  • Partners
  • Pastoral da Saúde
  • Pink October
  • Projeto Reintegrar
  • Reunião Multidisciplinar
  • Teaching and Research Center (NEP
  • Todos Juntos Contra o Câncer
  • Tratamento Oncológico
  • Tratamentos Contra o Câncer
  • Verdemar

Assine nossa Newsletter

Fique por dentro de tudo que acontece no Instituto Mário Penna

0800 039 1441

DOAÇÕES POR TELEFONE

SALA DE IMPRENSA

ACESSE POR AQUI

Conecte-se com o Instituto Mario Penna

  • facebook
  • instagram
  • youtube
  • linkedin
Copyright © 2020 Mario Penna. Todos os direitos reservados.CNPJ: 17.513.235/0001-80
Olá, como podemos ajudar?

[cd_calculate_form]

[cd_calculate_form]