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Notícias de: Ensino, Pesquisa e Inovação

2ago2024
Autor Marketing Categorias Ensino, Pesquisa e Inovação, Hospital Luxemburgo, Instituto Mário Penna, Notícias Gerais, Novo Hospital Luxemburgo

Coral Mário Penna de Pacientes Laringectomizados encerra campanha de Julho Verde com apresentação no Palácio das Artes em 13º Café com Ciência

A campanha de Julho Verde do Instituto Mário Penna chega ao fim, mas a mensagem de prevenção contra o câncer de cabeça e pescoço foi passada de forma exponencial. Nesta quarta-feira, dia 31 de julho, o Palácio das Artes se iluminou de verde e recebeu o 13º Café com Ciência, que contou com uma apresentação comemorativa dos 10 anos do Coral Mário Penna de Pacientes Laringectomizados. 

A ação aconteceu na Sala Juvenal Dias e contou com representantes de indústrias farmacêuticas, empresas parceiras e colaboradores da instituição. A noite iniciou com um Welcome Coffee de acolhida, e todos os presentes receberam brindes da campanha, como bottons, cartilhas com as principais formas de prevenção, fitinhas e um programa trazendo os principais acontecimentos do evento. 

A condução da noite ficou por conta da jornalista Flávia Moreira. A apresentação do Coral celebrou os 10 anos de existência do grupo, que desde 2014, promove a reabilitação vocal por meio do canto. O repertório passou por músicas como Eu só quero um Xodó, Como é grande o meu Amor por Você, Anunciação, Romaria, entre outras grandes canções. 

Após a apresentação, os coralistas foram homenageados pelo Diretor do Núcleo de Ensino, Pesquisa e Inovação, Tadeu Perona, com um troféu de participação. O maestro Sandro Vieira e a coordenadora de Psicologia e Humanização, Gizelle Mesquita, também foram homenageados. No dia do evento, os 10 pacientes que perderam a voz para o câncer deixaram um exemplo de esperança e superação para todos que prestigiaram a noite. 

Além da apresentação, o 13º Café com Ciência trouxe importantes nomes da ciência e da pesquisa para um diálogo com o público. Rafael Malheiros, médico cirurgião do Mário Penna especialista em cirurgia de cabeça e pescoço, ministrou a primeira palestra, trazendo um panorama geral a respeito dos sinais e sintomas do câncer de cabeça e pescoço. Logo em seguida, Paulo Seraidarian, doutor em Odontologia Restauradora, contou sobre a reabilitação protética em pacientes oncológicos, e por fim, para encerrar a noite, Kênia Martins, oncologista do Mário Penna, tratou sobre a transição epidemiológica da doença. 

Após o ciclo de palestras, o público pode tirar suas dúvidas com os especialistas, em um bate-papo descontraído. Para Tadeu Perona, não teria forma melhor de encerrar a campanha de Julho Verde. “Celebrar os 10 anos do Coral em uma edição do Café com Ciência é muito especial, porque unimos ciência, arte, cultura e principalmente prevenção. Estar em um lugar tão importante como o Palácio das Artes, deixando a nossa mensagem de enfrentamento ao câncer é um enorme privilégio.” reforça.

Sobre o Julho Verde no Mário Penna 

No Brasil, a previsão do Instituto Nacional do Câncer (Inca) para 2024, é que surjam 39.550 novos casos de câncer de cabeça e pescoço, incluindo nesta soma os cânceres de cavidade oral, tireoide e laringe. Os principais sintomas são nódulos no pescoço, rouquidão prolongada, manchas brancas ou avermelhadas na boca, feridas que não cicatrizam, e dificuldade ou dor para engolir. 

Para estimular a prevenção, o Coral Mário Penna de Pacientes Laringectomizados, fez diversas apresentações durante o mês de julho, chamando a atenção de todos para a conscientização referente ao câncer de cabeça e pescoço. 

O Coral se apresentou junto ao Grupo de Apoio aos Laringectomizados (GAL) no auditório do Hospital Luxemburgo e no Hospital da Baleia. A equipe da Atos Medical também prestigiou uma apresentação que aconteceu na Casa de Apoio Beatriz Ferraz, onde foram entregues protetores de banho para os pacientes. Para encerrar a campanha, o Coral esteve no 13º Café com Ciência, no Palácio das Artes.

Os colaboradores da instituição ainda aderiram ao Green Day, no dia 5 de julho, e vestiram verde para simbolizar a prevenção e o enfrentamento à doença.

1ago2024
Autor Sofia Gontijo Categorias Ensino, Pesquisa e Inovação, Instituto Mário Penna, Notícias Gerais

Entenda como LncRNA pode ser uma peça-chave na pesquisa oncológica

A maior parte do genoma humano é composta por sequências de DNA que não codificam proteínas. Por muitos anos, acreditou-se que essa região não tinha função, sendo chamada de “DNA lixo”. No entanto, ao longo do tempo, descobriu-se que diferentes porções desse DNA guardam importantes funções celulares. Em especial, um grande grupo de RNAs não codificadores (ncRNAs), derivados desse DNA, ganhou especial atenção.

Embora não codifiquem proteínas, os ncRNAs desempenham diversos papéis biológicos na regulação da expressão gênica, atuando em todos os níveis do processo de regulação de um gene. Existem dois grupos principais de ncRNAs: os pequenos ncRNAs, que têm cerca de 40 nucleotídeos, como os microRNAs (miRNAs), e os long non-coding RNAs (lncRNAs), que têm mais de 200 nucleotídeos de comprimento.

Os lncRNAs têm se destacado na pesquisa oncológica, pois estão presentes em quase todos os tipos de câncer, como o câncer de pulmão, o mais comum globalmente entre homens e mulheres, sendo responsável por uma mortalidade que supera, inclusive, a dos cânceres de próstata, mama e cólon combinados. Os lncRNAs regulam vários alvos envolvidos na formação do tumor.

Durante o início e a progressão da doença, ocorrem muitas mutações que frequentemente resultam na formação de lncRNAs em vez de proteínas. Assim, esses lncRNAs conseguem se associar a outras moléculas e modificar processos como proliferação, migração, diferenciação, apoptose e morte celular, fatores fundamentais para o desenvolvimento do câncer, podendo levar à metástase, que é quando as células cancerígenas se disseminam para outras partes do corpo. 

Mas, você sabia que nem sempre os lncRNAs regulam processos para formar o câncer? Eles também podem agir como supressores de tumor, reduzindo a possibilidade de uma célula normal se tornar cancerosa.

Devido a esses papéis variados, os lncRNAs são focos importantes na pesquisa contra o câncer, podendo atuar como marcadores em prognóstico e diagnóstico, além de agentes terapêuticos. Um exemplo disso é o MALAT1 (Metastasis-Associated Lung Adenocarcinoma Transcript 1), associado à metástase, e o GAS5 (growth arrest-specific transcript 5), envolvido na supressão tumoral e na sensibilização das células de câncer de pulmão à terapia.

Bruna Custódio

O Núcleo de Ensino, Pesquisa e Inovação do Instituto Mário Penna possui pesquisadores que estudam lncRNAs e suas assinaturas genéticas, com o objetivo de melhorar a eficácia do tratamento do câncer. Até o momento, os resultados são promissores, demonstrando a associação da expressão de lncRNAs com a resposta ao tratamento do câncer de colo uterino, como foi demonstrado em estudo submetido para publicação na revista científica “Non-coding RNA Research”. Além disso, os lncRNAs identificados mostram grande potencial como marcadores de diagnóstico, prognóstico e monitoramento de pacientes.

Infelizmente, ainda há a necessidade de desenvolver técnicas que comprovem a aplicação na prática médica de resultados deste tipo, garantindo maior rapidez e eficácia em todo o processo. No entanto, os lncRNAs possuem uma excelente possibilidade de serem utilizados como biomarcadores, que podem ser acessados por meio de biópsia líquida (pesquisa no sangue de pequenas moléculas), um método menos invasivo, mais barato e eficaz, e que pode auxiliar no diagnóstico e no monitoramento da eficácia dos tratamentos.

Uma coisa é certa, tanto no câncer de pulmão quanto no câncer de colo uterino, assim como em outros tipos de câncer, os lncRNAs podem ajudar no diagnóstico precoce, aumentando as chances de sucesso no tratamento.

Fonte: Mestre e doutoranda, Bruna Custódio, aluna do programa de pós-graduação em Genética e Bioquímica da UFU em parceria com o Mário Penna, sob a co-orientação do pesquisador do NEPI, Dr. Fábio Ribeiro Queiroz.

19jul2024
Autor Marketing Categorias Ensino, Pesquisa e Inovação, Hospital Luxemburgo, Instituto Mário Penna, Notícias Gerais, Núcleo de Ensino e Pesquisa (NEP), Tratamento Oncológico

13º Café com Ciência acontece no Palácio das Artes, com apresentação comemorativa dos 10 anos do Coral Mário Penna de Pacientes Laringectomizados

A 13ª edição do Café com Ciência ganha os palcos do maior centro de produção cultural de Minas Gerais, o Palácio das Artes. O evento, que mais uma vez se une à campanha Julho Verde, chega em uma edição super especial, trazendo o Coral Mário Penna de Pacientes Laringectomizados, que celebra 10 anos de existência, para uma apresentação na abertura do evento.

Com o tema “Avanços no tratamento do câncer de cabeça e pescoço: uma jornada pela pesquisa”, a ação acontecerá na Sala Juvenal Dias, no dia 31 de julho, a partir das 18h e segue em formato aberto e gratuito. A ação faz parte do Julho Verde Mário Penna, mês dedicado à prevenção contra os tumores de cabeça e pescoço, ou seja, tumores que surgem na tireoide, na boca, na garganta, na laringe, entre outros.

A campanha deste ano chega com o tema “O câncer deixa marcas. Mas, antes, dá sinais”  e faz um chamado a toda a sociedade a se prevenir contra o câncer de cabeça e pescoço, bem como a estar atenta aos principais sinais e sintomas. Neste tipo de câncer, que acomete em sua grande maioria homens, o diagnóstico precoce é muito importante, uma vez que quando detectado no início, as chances de cura aumentam consideravelmente.

Esta edição do 13º Café com Ciência é ainda mais especial, pois comemora os 10 anos do Coral Mário Penna de Pacientes Laringectomizados. Fundado em 2014, o Coral conta, atualmente, com 11 pacientes que perderam a voz para o câncer mas ganharam na  música uma forma de superação, reabilitação e uma nova chance de vida. Há uma década, esses pacientes/cantores deixam por onde passam uma mensagem de prevenção e combate ao câncer de cabeça e pescoço.

Além da apresentação, o 13º Café com Ciência mantém a tradição de trazer importantes nomes da ciência e da pesquisa para um diálogo aberto com o público. Dessa vez, Rafael Malheiros, médico cirurgião especialista em cirurgia de cabeça e pescoço, Paulo Seraidarian, doutor em odontologia restauradora e Kênia Martins, oncologista do Mário Penna e mestranda em Saúde do Adulto, são palestrantes do evento. A mediação ficará por conta da Dra. Letícia Braga, gerente de Pesquisa Translacional da instituição.

O objetivo do evento é criar um ambiente propício para diálogos e intercâmbios de conhecimento sobre experiências e avanços nas áreas de tumores de cabeça e pescoço, além de proporcionar maior acesso às produções científicas na pesquisa em saúde. Desta forma, o projeto Café com Ciência combina cultura, arte, ciência e inovação em uma discussão significativa para os avanços da inovação em saúde.

Serviço

  • Dia: 31.2024 (quarta-feira);
  • Horário: 18h às 21h;
  • Local: Sala Juvenal Dias – Palácio das Artes;
  • Endereço: Afonso Pena, 1.537- Centro;
  • Formato: Presencial, aberto ao público e gratuito.
  • Link de inscrição: https://bit.ly/cafecomciencia13

 

3jul2024
Autor Sofia Gontijo Categorias Ensino, Pesquisa e Inovação, Instituto Mário Penna, Notícias Gerais

Sinais de alerta: prevenção do câncer de cabeça e pescoço para um futuro saudável

O câncer de cabeça e pescoço compreende um grupo diversificado de tumores que afetam áreas críticas, como cavidade oral, faringe, laringe, seios paranasais e glândulas salivares.  São responsáveis por significativo adoecimento e mortalidade da população, com uma estimativa de mais de 890 mil novos casos e 450 mil mortes por ano, segundo dados da Organização Mundial da Saúde. A conscientização sobre este tipo de câncer é fundamental não apenas para reduzir a incidência, mas também para melhorar os resultados clínicos por meio da detecção precoce e do acesso oportuno ao tratamento adequado.

Os principais fatores de risco incluem o tabagismo, o consumo excessivo de álcool e infecções pelo vírus HPV (papilomavírus humano). Os sintomas podem variar de acordo com a localização do tumor, mas geralmente incluem dor persistente, dificuldade para engolir, rouquidão prolongada, feridas que não cicatrizam, caroços no pescoço, entre outros. O tratamento pode envolver cirurgia, radioterapia, quimioterapia ou uma combinação dessas modalidades, dependendo do estágio e da localização do câncer.

A pesquisa do câncer de cabeça e pescoço no Mário Penna 

No Mário Penna, cerca de 3% dos cânceres diagnosticados são de cabeça e pescoço. A faixa etária observada na maioria dos pacientes diagnosticados é de 50 a 70 anos, embora casos em jovens estejam aumentando devido à infecção pelo HPV. A incidência é maior em homens, representando cerca de 70% dos casos. O tratamento desenvolvido é multidisciplinar e individualizado, envolvendo uma equipe de especialistas em cirurgia oncológica, radioterapia e quimioterapia. Sendo o tratamento cirúrgico como a primeira linha de defesa, especialmente em tumores localizados.

O Núcleo de Ensino e Pesquisa e Inovação do Mário Penna, em parceria com a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), tem desenvolvido vários projetos de pesquisa voltados para a área. Um deles é intitulado como como a  “Associação entre aspectos clínicos e imunopatológicos à dor orofacial e qualidade de vida em pacientes com carcinoma de células escamosas da mucosa oral”, que visa avaliar, em pacientes com câncer de boca, potenciais relações entre as características do câncer à dor orofacial apresentada pelo paciente. Os resultados obtidos permitirão tratar precocemente a dor do paciente de modo mais específico, com base em informações obtidas na biópsia e nas consultas iniciais, o que tornará o alívio da dor mais efetivo. 

A pesquisa é realizada pela aluna de mestrado Francine Barros de Oliveira, do Programa de Pós-graduação em Patologia da UFMG, sob orientação da Profa. Dra. Camila Megale, do Depto de Morfologia/Instituto de Ciências Biológicas e Coorientação da Dra. Patricia Rocha Martins. Também participam da pesquisa como membros da equipe do Instituto Mário Penna o Dr. Paulo Guilherme de Oliveira Salles, a Dra. Juliana Maria Braga Sclauser e a Dra. Letícia da Conceição Braga, além da equipe médica do ambulatório de cabeça e pescoço.

A conscientização eficaz sobre o câncer de cabeça e pescoço é essencial para enfrentar os desafios globais relacionados à doença. Ao educar o público e os profissionais de saúde, podemos não apenas reduzir a incidência e mortalidade, mas também melhorar a qualidade de vida dos pacientes através do diagnóstico precoce e tratamento oportuno.

Fonte: Pamela Mancha Agresti, Doutora em Genética e Pesquisadora do NEPI Mário Penna 

20jun2024
Autor Marketing Categorias Ensino, Pesquisa e Inovação, Hospital Luxemburgo, Instituto Mário Penna, Notícias Gerais, Núcleo de Ensino e Pesquisa (NEP), Tratamento Oncológico 2 comentários em Pesquisa Translacional visita Moffitt Cancer Center para o desenvolvimento de pesquisas focadas em pacientes com leucemia

Pesquisa Translacional visita Moffitt Cancer Center para o desenvolvimento de pesquisas focadas em pacientes com leucemia

A equipe do Laboratório de Pesquisa Translacional do NEPI – Núcleo de Ensino, Pesquisa e Inovação do Mário Penna – participou, no último mês, de um treinamento presencial no Moffitt Cancer Center, em Tampa, nos Estados Unidos. O treinamento faz parte da colaboração estabelecida entre as duas instituições, com o objetivo de implementar uma plataforma de estudos pré-clínicos de teste de drogas para a oncologia de precisão em pacientes com Leucemia Mieloide Aguda (LMA) em tratamento no Mário Penna. O projeto, que conta com financiamento da FAPEMIG – Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais – foi aprovado no final do ano passado e se encontra na fase de adequação das instalações e dos equipamentos.

Segundo a Dra. Carolina Melo, integrante da equipe, o treinamento de uma semana alternou entre aulas teóricas e práticas, em que foram revistos todos os passos envolvidos na metodologia, desde o processamento das amostras para obtenção das células que serão mantidas em cultura, até a análise final por meio de modelos preditivos. “A avaliação das células será realizada por meio de um microscópio automatizado e, com suporte de algoritmos desenvolvidos especialmente para essa plataforma, serão gerados dados sobre a sobrevivência celular associada à melhor combinação das drogas. O objetivo é alcançar uma possível maximização da eficácia, reduzindo, assim, a toxicidade e personalizando o tratamento”, explica a pesquisadora.

Os testes com LMA servirão como um piloto do uso da plataforma, que posteriormente poderá ser estendida para outras neoplasias. A leucemia é uma doença maligna que se caracteriza pelo acúmulo e expansão de células mielóides imaturas na medula óssea e no sangue periférico. “Por se tratar de uma doença muito heterogênea, a resistência à quimioterapia representa um desafio significativo no manejo da doença, enfatizando a importância da avaliação da eficácia de novas terapias e estratégias terapêuticas”, completa a Dra. Carolina.

Além da possibilidade de fornecer os tratamentos corretos e mais precisos para os pacientes com câncer, a disponibilização desta plataforma na rede FAPEMIG de Laboratórios Multiusuários, da qual faz parte o Laboratório de Pesquisa Translacional do Mário Penna, as linhas de pesquisa de ponta desenvolvidas no Moffitt Cancer Center trarão, sem dúvidas, um avanço na ciência de Minas Gerais. 

Dra. Carolina Melo é PhD em Genética Humana e Pesquisadora do NEPI Mário Penna

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