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NEXS I NÚCLEO DE EXCELÊNCIA EM SAÚDE

NÚCLEO DE ENSINO, PESQUISA E INOVAÇÃO

Notícias de: Ensino, Pesquisa e Inovação

14ago2024
Autor Marketing Categorias Ensino, Pesquisa e Inovação, Instituto Mário Penna, Notícias Gerais

Assistência ao câncer em Minas Gerais: desafios e soluções para o rastreamento precoce

Entre 2001 e 2015, aproximadamente 2,3 milhões de mortes por câncer foram registradas no Brasil, e projeções indicam que esse número deve aumentar consideravelmente até 2030. Com essa crescente incidência da doença e seu impacto socioeconômico para o Sistema Único de Saúde (SUS), é crucial investir em estratégias que melhorem a detecção precoce e o tratamento efetivo dos pacientes.

Outro fator preocupante é que todas essas mortes representam uma perda significativa para a economia do país, representando 32 milhões de anos de produtividade perdidos.Todos esses aspectos indicam que o panorama da assistência ao câncer no Brasil exige investimentos estratégicos e políticas voltadas para a melhoria da qualidade dos serviços prestados e para a sustentabilidade do sistema público de saúde.

Nas mulheres, o câncer de mama é o mais incidente. No Brasil, são cerca de 74 mil mulheres diagnosticadas com essa doença por ano, representando 20,3% de todos os casos novos de câncer registrados.

Existem vários fatores de risco para o câncer de mama, e um deles, presente em cerca de 10% dos casos diagnosticados, é a mutação em genes de predisposição ao câncer.  Mulheres portadoras de algumas mutações sabidamente relacionadas com a ocorrência de câncer, apresentam um risco consideravelmente aumentado para o desenvolvimento de câncer de mama comparado às não portadoras dessas mutações. Um claro exemplo disso, é a presença de mutação patogênica no gene BRCA1 que aumenta o risco de câncer de mama em cerca de 70% e de câncer de ovário para 40% ao longo da vida.

Diante deste cenário, há oito anos, a Lei nº 7.049/2015, conhecida como “Lei Angelina Jolie”, autorizou o SUS a realizar exames de detecção de mutação genética nos genes BRCA1 e BRCA2 em mulheres com histórico familiar de câncer de mama ou de ovário em todo o Rio de Janeiro.

Minas Gerais não ficou para trás

Em 2019, o estado foi a segunda Unidade Federativa a formular uma legislação. A Lei estadual nº 23.449, de 2019, assegura às mulheres com alto risco de desenvolvimento do câncer de mama e de ovário a realização gratuita do exame genético para a pesquisa de mutação em genes relacionados a essas doenças nas unidades públicas ou conveniadas do SUS. No entanto, a falta de regulamentação dessa lei limita sua aplicação e até hoje nenhuma ação foi efetivada na prática.

Para integrar esses testes de forma eficaz, numa nova jornada da paciente com câncer de mama com histórico familiar deve ser iniciada no SUS e, para isso, algumas ações são necessárias:

  1. Serviço de referência: criar serviços de referência com equipes multidisciplinares e especialistas na análise de exames genéticos para orientar as decisões clínicas e oferecer aconselhamento adequado.
  2. Melhoria do fluxo na rede de saúde: reduzir os prazos para consultas, exames e diagnósticos é essencial para que os pacientes recebam atendimento rápido e eficiente.
  3. Rede de apoio pós-procedimentos: desenvolver uma rede de apoio que ofereça suporte contínuo aos pacientes após a realização dos testes genéticos e intervenções
  4. Qualificação da atenção básica: profissionais de saúde devem ser capacitados para identificar pacientes de risco potencial e orientar sobre a importância dos testes genéticos.
  5. Sistema de informação: Implantar um sistema que monitore a população do grupo de risco e facilite o acompanhamento dos pacientes, através de um banco de dados robusto, estruturado e eficiente.

Compromisso e ação coletiva

“Defendo uma saúde de qualidade para todos e acredito que não podemos ser resignados e impassíveis diante do cenário atual da assistência diferenciada aos casos hereditários”, reforça Dra. Letícia Braga, Gerente de Pesquisa Translacional do Mário Penna. 

Ela explica que Minas Gerais não enfrenta um problema de infraestrutura ou falta de pessoal técnico qualificado para implementação de um programa de testagem. O estado é reconhecido por suas diversas universidades e empresas de biotecnologia capazes de incorporar apoio à assistência e realizar os testes de forma custo-efetiva para o SUS. O problema reside no acesso e na qualidade das políticas públicas.

“Acredito firmemente que a solução está em unir esforços entre profissionais de saúde, pesquisadores, sociedade civil e gestores públicos a fim de garantir a eficácia plena dessa legislação, direcionando políticas de saúde pública para reduzir a incidência e melhorar o manejo de cânceres hereditários” finaliza a Dra. Letícia Braga.

Conheça o Grupo Consultivo de apoio à Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais para regulamentação da Lei Estadual n.o 23.449/2019

  •  Annamaria Massahud Rodrigues dos Santos
    Médica mastologista
    Membro da Sociedade Brasileira de Mastologia – Regional Minas Gerais
  •  Angélica Nogueira Rodrigues
    Médica Oncologista
    Subsecretária geral da Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica
  •  Maria Raquel Carvalho
    Médica geneticista
    Professora da Universidade Federal de Minas Gerais
  • Letícia da Conceição Braga
    Doutora em Ciências da Saúde
    Professora da Universidade Federal de Minas Gerais

Fonte: Letícia Braga – Doutora em Ciências da Saúde com ênfase em Oncologia de Precisão. Gerente de Pesquisa Translacional do Instituto Mário Penna

12ago2024
Autor Marketing Categorias Ensino, Pesquisa e Inovação, Hospital Luxemburgo, Instituto Mário Penna, Notícias Gerais, Núcleo de Ensino e Pesquisa (NEP), Tratamento Oncológico

Prêmio Octavio Frias: Mário Penna é reconhecido nacionalmente por pesquisa inovadora sobre câncer

O Instituto Mário Penna foi amplamente reconhecido em todo o Brasil pelo seu trabalho de excelência em pesquisa. Nesta quinta-feira, dia 08/08, o Diretor Científico do Núcleo de Ensino, Pesquisa e Inovação e pesquisador da instituição, Dr. Paulo Guilherme Salles recebeu o XV Prêmio Octavio Frias de Oliveira, concedido pelo Instituto do Câncer do Estado de São Paulo – Icesp e pelo Grupo Folha. Esta premiação, realizada anualmente desde 2010 na cidade de São Paulo, tem como objetivo estimular a pesquisa científica no campo da prevenção e combate ao câncer.

O Instituto Mário Penna conquistou o primeiro lugar na categoria Pesquisa em Oncologia, com um estudo sobre interações entre o sistema imunológico e câncer do colo do útero, além das implicações no tratamento. A pesquisa vencedora foi conduzida por pesquisadores do Instituto Mário Penna, do Center for Research in Immuno-oncology (CRIO) – sediado no Hospital Albert Einstein, e da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

Paulo Guilherme Salles e Kátia Morais no Icesp (Imagem: Rogério Bordini)

A pesquisa premiada investigou o perfil imunológico de 73 mulheres diagnosticadas com câncer do colo do útero, antes de iniciarem o tratamento com quimioterapia e radioterapia. Das participantes, 34 apresentaram uma resposta positiva ao tratamento. Nessas pacientes, foi observado um maior número de células de defesa, conhecidas como linfócitos infiltrantes de tumores (TILs), além de um perfil imunológico no sangue diferente das 39 mulheres que não responderam ao tratamento. Esses resultados indicam que tanto a quantidade e a localização dos TILs no tumor quanto o perfil imunológico sanguíneo podem ser importantes biomarcadores para prever a eficácia do tratamento contra o câncer cervical.

“As contribuições do nosso estudo visam reduzir os custos financeiros e emocionais das pacientes que enfrentam a expectativa de um tratamento que pode não ser eficaz. Com isso, ganhamos tempo, proporcionamos mais conforto e diminuímos despesas. Cada centavo economizado pode fazer diferença.” reforça Dr. Paulo Guilherme ao CRIO – Einstein.

A identificação precoce das mulheres com maior probabilidade de responder positivamente à quimioterapia e radioterapia pode aumentar a eficácia do tratamento e evitar terapias desnecessárias, oferecendo uma nova esperança para quem enfrenta a doença.

2ago2024
Autor Marketing Categorias Ensino, Pesquisa e Inovação, Hospital Luxemburgo, Instituto Mário Penna, Notícias Gerais, Novo Hospital Luxemburgo

Coral Mário Penna de Pacientes Laringectomizados encerra campanha de Julho Verde com apresentação no Palácio das Artes em 13º Café com Ciência

A campanha de Julho Verde do Instituto Mário Penna chega ao fim, mas a mensagem de prevenção contra o câncer de cabeça e pescoço foi passada de forma exponencial. Nesta quarta-feira, dia 31 de julho, o Palácio das Artes se iluminou de verde e recebeu o 13º Café com Ciência, que contou com uma apresentação comemorativa dos 10 anos do Coral Mário Penna de Pacientes Laringectomizados. 

A ação aconteceu na Sala Juvenal Dias e contou com representantes de indústrias farmacêuticas, empresas parceiras e colaboradores da instituição. A noite iniciou com um Welcome Coffee de acolhida, e todos os presentes receberam brindes da campanha, como bottons, cartilhas com as principais formas de prevenção, fitinhas e um programa trazendo os principais acontecimentos do evento. 

A condução da noite ficou por conta da jornalista Flávia Moreira. A apresentação do Coral celebrou os 10 anos de existência do grupo, que desde 2014, promove a reabilitação vocal por meio do canto. O repertório passou por músicas como Eu só quero um Xodó, Como é grande o meu Amor por Você, Anunciação, Romaria, entre outras grandes canções. 

Após a apresentação, os coralistas foram homenageados pelo Diretor do Núcleo de Ensino, Pesquisa e Inovação, Tadeu Perona, com um troféu de participação. O maestro Sandro Vieira e a coordenadora de Psicologia e Humanização, Gizelle Mesquita, também foram homenageados. No dia do evento, os 10 pacientes que perderam a voz para o câncer deixaram um exemplo de esperança e superação para todos que prestigiaram a noite. 

Além da apresentação, o 13º Café com Ciência trouxe importantes nomes da ciência e da pesquisa para um diálogo com o público. Rafael Malheiros, médico cirurgião do Mário Penna especialista em cirurgia de cabeça e pescoço, ministrou a primeira palestra, trazendo um panorama geral a respeito dos sinais e sintomas do câncer de cabeça e pescoço. Logo em seguida, Paulo Seraidarian, doutor em Odontologia Restauradora, contou sobre a reabilitação protética em pacientes oncológicos, e por fim, para encerrar a noite, Kênia Martins, oncologista do Mário Penna, tratou sobre a transição epidemiológica da doença. 

Após o ciclo de palestras, o público pode tirar suas dúvidas com os especialistas, em um bate-papo descontraído. Para Tadeu Perona, não teria forma melhor de encerrar a campanha de Julho Verde. “Celebrar os 10 anos do Coral em uma edição do Café com Ciência é muito especial, porque unimos ciência, arte, cultura e principalmente prevenção. Estar em um lugar tão importante como o Palácio das Artes, deixando a nossa mensagem de enfrentamento ao câncer é um enorme privilégio.” reforça.

Sobre o Julho Verde no Mário Penna 

No Brasil, a previsão do Instituto Nacional do Câncer (Inca) para 2024, é que surjam 39.550 novos casos de câncer de cabeça e pescoço, incluindo nesta soma os cânceres de cavidade oral, tireoide e laringe. Os principais sintomas são nódulos no pescoço, rouquidão prolongada, manchas brancas ou avermelhadas na boca, feridas que não cicatrizam, e dificuldade ou dor para engolir. 

Para estimular a prevenção, o Coral Mário Penna de Pacientes Laringectomizados, fez diversas apresentações durante o mês de julho, chamando a atenção de todos para a conscientização referente ao câncer de cabeça e pescoço. 

O Coral se apresentou junto ao Grupo de Apoio aos Laringectomizados (GAL) no auditório do Hospital Luxemburgo e no Hospital da Baleia. A equipe da Atos Medical também prestigiou uma apresentação que aconteceu na Casa de Apoio Beatriz Ferraz, onde foram entregues protetores de banho para os pacientes. Para encerrar a campanha, o Coral esteve no 13º Café com Ciência, no Palácio das Artes.

Os colaboradores da instituição ainda aderiram ao Green Day, no dia 5 de julho, e vestiram verde para simbolizar a prevenção e o enfrentamento à doença.

1ago2024
Autor Sofia Gontijo Categorias Ensino, Pesquisa e Inovação, Instituto Mário Penna, Notícias Gerais

Entenda como LncRNA pode ser uma peça-chave na pesquisa oncológica

A maior parte do genoma humano é composta por sequências de DNA que não codificam proteínas. Por muitos anos, acreditou-se que essa região não tinha função, sendo chamada de “DNA lixo”. No entanto, ao longo do tempo, descobriu-se que diferentes porções desse DNA guardam importantes funções celulares. Em especial, um grande grupo de RNAs não codificadores (ncRNAs), derivados desse DNA, ganhou especial atenção.

Embora não codifiquem proteínas, os ncRNAs desempenham diversos papéis biológicos na regulação da expressão gênica, atuando em todos os níveis do processo de regulação de um gene. Existem dois grupos principais de ncRNAs: os pequenos ncRNAs, que têm cerca de 40 nucleotídeos, como os microRNAs (miRNAs), e os long non-coding RNAs (lncRNAs), que têm mais de 200 nucleotídeos de comprimento.

Os lncRNAs têm se destacado na pesquisa oncológica, pois estão presentes em quase todos os tipos de câncer, como o câncer de pulmão, o mais comum globalmente entre homens e mulheres, sendo responsável por uma mortalidade que supera, inclusive, a dos cânceres de próstata, mama e cólon combinados. Os lncRNAs regulam vários alvos envolvidos na formação do tumor.

Durante o início e a progressão da doença, ocorrem muitas mutações que frequentemente resultam na formação de lncRNAs em vez de proteínas. Assim, esses lncRNAs conseguem se associar a outras moléculas e modificar processos como proliferação, migração, diferenciação, apoptose e morte celular, fatores fundamentais para o desenvolvimento do câncer, podendo levar à metástase, que é quando as células cancerígenas se disseminam para outras partes do corpo. 

Mas, você sabia que nem sempre os lncRNAs regulam processos para formar o câncer? Eles também podem agir como supressores de tumor, reduzindo a possibilidade de uma célula normal se tornar cancerosa.

Devido a esses papéis variados, os lncRNAs são focos importantes na pesquisa contra o câncer, podendo atuar como marcadores em prognóstico e diagnóstico, além de agentes terapêuticos. Um exemplo disso é o MALAT1 (Metastasis-Associated Lung Adenocarcinoma Transcript 1), associado à metástase, e o GAS5 (growth arrest-specific transcript 5), envolvido na supressão tumoral e na sensibilização das células de câncer de pulmão à terapia.

Bruna Custódio

O Núcleo de Ensino, Pesquisa e Inovação do Instituto Mário Penna possui pesquisadores que estudam lncRNAs e suas assinaturas genéticas, com o objetivo de melhorar a eficácia do tratamento do câncer. Até o momento, os resultados são promissores, demonstrando a associação da expressão de lncRNAs com a resposta ao tratamento do câncer de colo uterino, como foi demonstrado em estudo submetido para publicação na revista científica “Non-coding RNA Research”. Além disso, os lncRNAs identificados mostram grande potencial como marcadores de diagnóstico, prognóstico e monitoramento de pacientes.

Infelizmente, ainda há a necessidade de desenvolver técnicas que comprovem a aplicação na prática médica de resultados deste tipo, garantindo maior rapidez e eficácia em todo o processo. No entanto, os lncRNAs possuem uma excelente possibilidade de serem utilizados como biomarcadores, que podem ser acessados por meio de biópsia líquida (pesquisa no sangue de pequenas moléculas), um método menos invasivo, mais barato e eficaz, e que pode auxiliar no diagnóstico e no monitoramento da eficácia dos tratamentos.

Uma coisa é certa, tanto no câncer de pulmão quanto no câncer de colo uterino, assim como em outros tipos de câncer, os lncRNAs podem ajudar no diagnóstico precoce, aumentando as chances de sucesso no tratamento.

Fonte: Mestre e doutoranda, Bruna Custódio, aluna do programa de pós-graduação em Genética e Bioquímica da UFU em parceria com o Mário Penna, sob a co-orientação do pesquisador do NEPI, Dr. Fábio Ribeiro Queiroz.

19jul2024
Autor Marketing Categorias Ensino, Pesquisa e Inovação, Hospital Luxemburgo, Instituto Mário Penna, Notícias Gerais, Núcleo de Ensino e Pesquisa (NEP), Tratamento Oncológico

13º Café com Ciência acontece no Palácio das Artes, com apresentação comemorativa dos 10 anos do Coral Mário Penna de Pacientes Laringectomizados

A 13ª edição do Café com Ciência ganha os palcos do maior centro de produção cultural de Minas Gerais, o Palácio das Artes. O evento, que mais uma vez se une à campanha Julho Verde, chega em uma edição super especial, trazendo o Coral Mário Penna de Pacientes Laringectomizados, que celebra 10 anos de existência, para uma apresentação na abertura do evento.

Com o tema “Avanços no tratamento do câncer de cabeça e pescoço: uma jornada pela pesquisa”, a ação acontecerá na Sala Juvenal Dias, no dia 31 de julho, a partir das 18h e segue em formato aberto e gratuito. A ação faz parte do Julho Verde Mário Penna, mês dedicado à prevenção contra os tumores de cabeça e pescoço, ou seja, tumores que surgem na tireoide, na boca, na garganta, na laringe, entre outros.

A campanha deste ano chega com o tema “O câncer deixa marcas. Mas, antes, dá sinais”  e faz um chamado a toda a sociedade a se prevenir contra o câncer de cabeça e pescoço, bem como a estar atenta aos principais sinais e sintomas. Neste tipo de câncer, que acomete em sua grande maioria homens, o diagnóstico precoce é muito importante, uma vez que quando detectado no início, as chances de cura aumentam consideravelmente.

Esta edição do 13º Café com Ciência é ainda mais especial, pois comemora os 10 anos do Coral Mário Penna de Pacientes Laringectomizados. Fundado em 2014, o Coral conta, atualmente, com 11 pacientes que perderam a voz para o câncer mas ganharam na  música uma forma de superação, reabilitação e uma nova chance de vida. Há uma década, esses pacientes/cantores deixam por onde passam uma mensagem de prevenção e combate ao câncer de cabeça e pescoço.

Além da apresentação, o 13º Café com Ciência mantém a tradição de trazer importantes nomes da ciência e da pesquisa para um diálogo aberto com o público. Dessa vez, Rafael Malheiros, médico cirurgião especialista em cirurgia de cabeça e pescoço, Paulo Seraidarian, doutor em odontologia restauradora e Kênia Martins, oncologista do Mário Penna e mestranda em Saúde do Adulto, são palestrantes do evento. A mediação ficará por conta da Dra. Letícia Braga, gerente de Pesquisa Translacional da instituição.

O objetivo do evento é criar um ambiente propício para diálogos e intercâmbios de conhecimento sobre experiências e avanços nas áreas de tumores de cabeça e pescoço, além de proporcionar maior acesso às produções científicas na pesquisa em saúde. Desta forma, o projeto Café com Ciência combina cultura, arte, ciência e inovação em uma discussão significativa para os avanços da inovação em saúde.

Serviço

  • Dia: 31.2024 (quarta-feira);
  • Horário: 18h às 21h;
  • Local: Sala Juvenal Dias – Palácio das Artes;
  • Endereço: Afonso Pena, 1.537- Centro;
  • Formato: Presencial, aberto ao público e gratuito.
  • Link de inscrição: https://bit.ly/cafecomciencia13

 

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