O serviço de ressonância magnética do Instituto Mário Penna se destaca no apoio ao diagnóstico e tratamento aos pacientes com imagens de qualidade e por conter uma equipe de profissionais altamente capacitados para conduzir a realização dos exames. Recentemente, passamos por uma nova atualização do aparelho de ressonância graças aos recursos do Programa Nacional de Apoio à Atenção Oncológica – PRONON, com a conversão do equipamento Philips Achieva 1.5T para a plataforma digital Philips Ingenia CX.
O Mário Penna é o maior de Minas no combate ao câncer, dispondo de um corpo clínico e assistencial de excelência, além de utilizar tecnologias de ponta que são usadas nos tratamentos, permitindo um atendimento com competência a milhares de pacientes provenientes do estado de Minas Gerais.
Esta novidade proporciona um salto tecnológico e clínico e impulsiona o Instituto no mercado com melhores equipamentos disponíveis e permite uma tecnologia exclusiva que digitaliza a imagem diretamente na bobina, resultando em qualidade de imagem e velocidade incomparáveis, proporcionando ao paciente uma melhor experiência. “Isso amplia significativamente as aplicações clínicas para um diagnóstico mais assertivo e definitivo, além de otimizar a plataforma para absorver com facilidade as futuras tecnologias, protegendo de obsolescência o patrimônio da instituição”; explica Dr. Vinicius Godoy, médico radiologista e coordenador do corpo clínico do Setor de Imagem.
É importante reforçar que este serviço é oferecido pelo SUS, mas também pode ser feito através da saúde suplementar, permitindo a expansão e um maior alcance em todo estado de Minas Gerais. Só em 2021, o número geral de exames realizados pelo Instituto foi de 6.170 e a intenção é avançar cada vez mais neste ano, ampliando nossos esforços.










O Ministério da Saúde implementou no calendário vacinal, em 2014, a vacina tetravalente contra o HPV para meninas de 9 a 13 anos e meninos entre 11 e 14 anos. “A vacinação e a realização do exame preventivo (Papanicolau) se complementam como ações de prevenção desse tipo de câncer. Mesmo as mulheres vacinadas, quando alcançarem a idade preconizada (a partir dos 25 anos), deverão fazer o exame preventivo periodicamente, pois a vacina não protege contra todos os tipos oncogênicos do HPV”; reforça Dra.Telma.