Imposto de Renda Solidário: veja como contribuir com o Instituto Mário Penna através da sua declaração – DIRPF/2023

A Receita Federal divulgou, no último dia 27, as instruções para o envio da Declaração de Imposto de Renda Pessoa Física – DIRPF/ 2023. O prazo de entrega começa no dia 15 de março e termina em 31 de maio de 2023.

Saiba mais informações sobre quem precisa declarar, restituições e vencimento das cotas.

Maria Estélia – Paciente Oncológico

Através da Campanha de Arrecadação da Receita Federal é possível destinar, na própria declaração, até 3% do imposto devido referente à Pessoa Física para o nosso projeto “CUIDADOS PALIATIVOS AOS IDOSOS EM TRATAMENTO DO CÂNCER”, sem tirar um centavo do bolso.

Com esse valor da destinação do Imposto de Renda, o Instituto Mário Penna consegue continuar ajudando a oferecer qualidade de vida aos idosos em tratamento oncológico, por meio de um atendimento humanizado, de qualidade e acolhedor.

 

Confira o passo a passo para doar:

Pessoa Física:

No sistema da Receita Federal, opte pelo MODELO COMPLETO DE DECLARAÇÃO. Preencha o formulário (DAA), escolhendo o Fundo Municipal do Idoso de Belo Horizonte e calcule, na própria declaração, o valor a ser doado, podendo destinar até 3% do imposto devido. 

Em seguida, deverá emitir e pagar o DARF.

Por fim, é só enviar um e-mail para [email protected] ,com o comprovante do pagamento do DARF.

 

Lembrando que Pessoa Jurídica também pode ajudar, doando até 1% da sua declaração. Como ela tem um prazo mais estendido para ser realizada, em breve vamos detalhar sobre esse tipo de declaração e doação.

Enquanto isso, caso tenha alguma dúvida, entre em contato: (31) 3330-9123 ou 3330-9103.

Lembre-se: A doação de uma pequena parte do seu Imposto de Renda não custa nada para você, mas ela pode salvar inúmeras vidas no Instituto Mário Penna. Pratique a solidariedade!

Vacinação contra HPV: redução na cobertura vacinal pode aumentar casos de câncer

De acordo com o Ministério da Saúde, em três anos, a vacinação contra o HPV (Papilomavírus Humano) entre meninas de 9 a 14 anos caiu 11,27%, enquanto nos meninos da mesma faixa etária, a queda foi de 9,39%. Enquanto em 2019 a vacinação para o sexo feminino cobria 87,08% do público-alvo, a porcentagem de meninos vacinados era apenas de 61,55%. Essa redução e diferença entre as coberturas vacinais aciona um risco para o aumento de casos do HPV e, consequentemente, de câncer de colo de útero, que poderiam ser evitados. 

O HPV é uma Infecção Sexualmente Transmissível (IST) que afeta tanto homens, quanto mulheres. Ele infecta a pele ou mucosas, podendo também desencadear quadros mais graves, como o câncer de colo de útero.

O Instituto Nacional do Câncer (INCA) analisa que “80% das mulheres sexualmente ativas são contaminadas com esse vírus em algum momento da vida”. Entretanto, em alguns casos, ele é eliminado de forma natural pelo organismo, sem manifestar sintomas. Se o vírus permanecer no organismo e causar lesões, elas precisam ser tratadas para evitar o agravamento do caso e o desenvolvimento do câncer de colo de útero. 

 

Sintomas 

Em caso de permanência do vírus no corpo, a manifestação de sintomas pode ser silenciosa e demorada. As lesões podem ser imperceptíveis a olho nu, exigindo a necessidade de exames clínicos para identificá-las. Os sintomas podem aparecer de forma rápida, em poucos meses, ou até mesmo 20 anos após a infecção. 

 

Transmissão e prevenção 

A transmissão do HPV ocorre por meio das relações sexuais, seja vaginal, anal ou oral. Logo, uma das formas de prevenção é o uso de preservativos internos ou externos. Porém, essa medida não garante a proteção máxima por não cobrir todas as partes do corpo que podem ser infectadas pelo vírus. 

 

Vacinação contra HPV

Como forma de prevenção, mais de 120 países oferecem a vacina. No Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS) implementou o imunizante no calendário em 2014, disponibilizando-o gratuitamente para o público-alvo desde então. O Ministério da Saúde tem como meta vacinar pelo menos 80% da população alvo do país para reduzir a incidência deste câncer nas próximas décadas. 

O público-alvo consiste nos jovens de 9 a 14 anos devido à alta eficácia da vacina nessa idade, por induzir com mais ênfase a produção de anticorpos.

Quem deve vacinar?

  • Meninas de 9 a 14 anos e meninos de 11 a 14 anos com duas doses
  • Mulheres e homens de 15 a 45 anos vivendo com HIV/Aids, transplantados e pacientes oncológicos com três doses

Dra. Sidnéa Macioci, Ginecologista Oncológica do Instituto Mário Penna, ressalta que para mulheres sexualmente ativas, é recomendado fazer o exame preventivo de forma regular. “Mesmo as mulheres vacinadas deverão fazer o Papanicolau periodicamente, pois a vacina não protege contra todos os tipos oncogênicos do HPV”. 

O INCA recomenda que mulheres na faixa etária de 25 a 64 anos e que já tiveram atividade sexual devem fazer o exame no mínimo a cada 3 anos. 

 

O que pode aumentar o risco de permanência do HPV no organismo?

  • Ter vários parceiros sexuais
  • Parir muitos filhos
  • Baixa imunidade
  • Fumar
  • Usar pílulas anticoncepcionais por mais de 5 anos 

O INCA explica também que “a maioria das infecções por HPV em mulheres com menos de 30 anos regride espontaneamente, ao passo que, acima dessa idade, a persistência é mais frequente”. 

 

Campanha Março Lilás 

Durante o mês de Março, o Instituto Mário Penna tem como objetivo conscientizar a população sobre a importância da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer de colo de útero. Este ano, a campanha vem com o tema “O autocuidado nunca sai de moda”.

Confira todas as informações sobre o Março Lilás 2023.

Coral Instituto Mário Penna de Pacientes Laringectomizados faz apresentação de Natal no Minas Shopping

No dia 16 de dezembro, o Coral Instituto Mário Penna de Pacientes Laringectomizados se apresentou na Praça de Eventos do Minas Shopping. Quem passou pelos corredores do shopping pôde acompanhar um lindo momento com músicas emocionantes. Os pacientes abrilhantaram a tarde com canções natalinas, como “Noite Feliz”, “Bate o sino”, “Então é Natal”, além de outras músicas brasileiras, como parte das comemorações do Natal Minas Shopping.

O paciente Antônio Carlos se emocionou ao agradecer as pessoas que compareceram à apresentação e lembrar dos momentos difíceis durante o tratamento. “Para nós que estamos aqui, é uma grande satisfação estar com vocês em mais uma apresentação. Nós aqui no palco estamos muito felizes. Tivemos bastante sofrimento na vida e, agora, podemos ser alegres através da música. Todo o Instituto Mário Penna e o Coral desejam um Feliz Natal e um Ano Novo para vocês. Muito obrigado”.

Você pode conferir a apresentação completa aqui.

Quem presenciou a tarde musical pôde adquirir a Agenda 2023 do Instituto Mário Penna. A família do paciente e integrante do coral, Ronaldo José de Aguiar, levou diversas agendas para uso pessoal e para presentear pessoas queridas.

Doe e adquira a sua Agenda também!

Sobre o Coral

Os pacientes integrantes do grupo se submeteram a uma cirurgia para a retirada total da laringe – procedimento denominado “Laringectomia” – perdendo completamente a voz. Entretanto, com a reabilitação por meio da aquisição da voz esofágica ou implante da prótese traqueoesofágica, puderam retomar a comunicação. Com o Coral dos Laringectomizados do Instituto Mário Penna eles renasceram a partir do canto e buscaram a felicidade através da música.

Parceria Instituto Mário Penna e Minas Shopping

Durante todo o ano de 2022, o Minas Shopping abraçou a nossa causa e apoiou diversas ações que fizeram parte das campanhas sobre o câncer. No mês de Julho, o Coral dos Laringectomizados do Instituto Mário Penna se apresentou em um flashmob, juntamente com o Coral Black to Black para espalhar a mensagem da prevenção do câncer de cabeça e pescoço. Além disso, o Instituto Mário Penna e o Minas Shopping também realizaram a Garra Humana e a oficina com crianças no Outubro Rosa. Esperamos que em 2023 essa parceria se renove e continue atuando no combate ao câncer.

Instituto Mário Penna dá início à Semana de Doar

A Semana de Doar é um período muito importante para o Instituto Mário Penna, afinal dependemos das doações para realizar o nosso propósito. É mais uma oportunidade de arrecadarmos recursos para continuarmos atendendo mais de 600 municípios mineiros, sendo 70% dos novos casos de câncer de BH e região metropolitana, e mais de 20% dos novos casos de câncer de todo o estado de Minas Gerais. A partir de um atendimento humanizado, oferecemos as melhores tecnologias e tratamentos para os pacientes oncológicos.

Confira os números de 2022*: 

270.334 atendimentos

30.662 sessões de quimioterapias

33.711 sessões de radioterapia

9.628 mamografias

24 transplantes de medula óssea

10.374 cirurgias

131.800 consultas

11.493 internações

Isso só é possível com o auxílio dos nossos parceiros e doadores. Através do Troco Solidário, os Supermercados BH, Droga Clara, Verdemar, Correios, LOPS atacado e Varejo e Lojas REDE, arrecadam doações para a instituição. Durante as campanhas mensais, também contamos com empresas e influenciadores que potencializam a nossa missão.

“O momento do diagnóstico é sempre difícil, mas toda equipe do hospital foi maravilhosa comigo, me atendeu e me acolheu bastante. A sua doação ajuda no meu tratamento e de milhares de pacientes”; conta Maíra Vasconcelos, paciente oncológica.

E você também pode fazer parte dessa corrente do bem! Na Semana de Doar, queremos incentivar você a realizar doações e tornar o mundo mais generoso e solidário. A solidariedade faz bem tanto para quem doa, quanto para quem recebe.

 

 

Para ajudar o Instituto Mário Penna, é muito simples.

 

Uma ação pode transformar a vida de alguém. Não deixe de doar!

*Dados de Janeiro a Outubro de 2022.

“Ensino, Pesquisa e Inovação” recebe subsídio para identificar tratamentos alternativos a pacientes com câncer metastático

Metástase é uma palavra usada para descrever a propagação do câncer. Ao contrário das células normais do corpo humano, as cancerosas têm a capacidade de crescer fora do local onde se originaram. Quando isso acontece, dá-se o nome de câncer metastático. Uma das grandes preocupações no tratamento oncológico é que quase todos os tipos de cânceres têm o potencial de metástase. As células cancerígenas podem, por exemplo, crescer diretamente no tecido ao redor do tumor ou também podem “viajar”, através da corrente sanguínea, para locais distantes de sua origem.

O tratamento do câncer metastático é um desafio para os oncologistas, já que frequentemente ele se torna resistente ao tratamento anterior. Nesses casos é necessário que sejam utilizadas terapias alternativas para o novo tratamento. Porém, para alguns casos, as opções de medicamentos disponíveis para o tratamento do câncer não são suficientes e é preciso propor novas terapêuticas.

Sempre em conexão com os desafios e as novas tecnologias no tratamento oncológico, o Laboratório de Pesquisa Translacional do Instituto Mario Penna – Ensino, Pesquisa e Inovação aprovou, recentemente, um financiamento da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG) para um projeto de pesquisa que tem o objetivo de identificar entre medicamentos já disponíveis no mercado, aqueles com possibilidade de impedir ou pelo menos minimizar a ocorrência de metástases em pacientes com câncer de colo do útero. O projeto tem a duração prevista de três anos e contará com a infraestrutura de ponta e a expertise dos pesquisadores da unidade.

Dra. Carolina Melo, pesquisadora do Laboratório de Pesquisa Translacional do Mário Penna, ressalta que o Instituto utilizará as informações genéticas dos pacientes e ferramentas computacionais para buscar medicamentos já existentes no mercado e que, apesar desta técnica atualmente ser utilizada para tratamentos não-oncológicos, também pode ser eficaz para pacientes com câncer metastático. Essa estrutura é chamada de “reposicionamento de drogas” e mundialmente é considerada uma estratégia que permite identificar novos usos para medicamentos, aprovados ou em investigação, mas que estão fora do conjunto de opções da indicação médica original.

A pesquisadora ressalta que, cada vez mais, pesquisadores e clínicos consideram reposicionar medicamentos para aliviar o dilema da escassez de fármacos e, principalmente, para encontrar novas terapias contra o câncer. “O desenvolvimento de novos medicamentos requer uma média de 13 anos de pesquisa com custos estimados em aproximadamente 3 bilhões de dólares. O reposicionamento de medicamentos oferece, além de uma ótima relação custo-benefício, já que a maior parte dos estudos clínicos já foi feita, uma economia de tempo fundamental para pacientes em estado da doença avançada e que não podem aguardar até que novos tratamentos alternativos estejam disponíveis”, conclui.

Texto: Carolina Melo | PhD em genética humana, trabalha há mais 10 anos na pesquisa em oncologia, e é pesquisadora no Instituto Mário Penna – Ensino, Pesquisa e Inovação.

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