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Notícias de: Não categorizado

11out2024
Autor Marketing Categorias Instituto Mário Penna, Não categorizado, Notícias Gerais, Outubro Rosa, Tratamento Oncológico

Tropeiro do Bem entra em campo mais uma vez contra o câncer de mama; veja como ajudar

O tropeiro mais famoso do mundo está, mais uma vez, convocado para uma missão nobre. O Tropeiro do Bem chega em sua terceira edição para ajudar na luta contra o câncer de mama. Nos dois próximos jogos do Cruzeiro no Mineirão, contra o Bahia, no dia 18 de outubro, pelo Campeonato Brasileiro, e contra o Lanús, no dia 23, pela Conmebol Sul-Americana, R$ 5 de cada prato vendido será destinado ao Instituto Mário Penna, instituição filantrópica de saúde especializada em tratamentos contra o câncer.

A ação integra o Outubro Rosa, mês destinado à conscientização das mulheres na prevenção e no diagnóstico precoce do câncer de mama. O Tropeiro do Bem, é uma parceria do Mineirão com os operadores de bares Ancho Catering e Tropeiro Real. Nas edições anteriores, de 2019 e 2023, foram destinados R$ 30 mil por campanha.

O tropeiro no Mineirão é vendido a R$ 26. De cada venda realizada, R$ 4 será doado pelos operadores de bares e R$ 1 pelo Mineirão. O Mário Penna, por sua vez, oferecerá 45 mamografias aos funcionários das empresas parceiras, reforçando a importância do diagnóstico precoce que aumenta em até 95% a chance de cura da doença.

O Mineirão vende, em média, 4 mil pratos de tropeiros por jogo. Em partidas com o público médio de 50 mil torcedores, chegam a ser vendidas 10 mil unidades. Nos duelos contra Bahia e Lanús, o torcedor vai perceber anúncios da campanha do Outubro Rosa na TVs, telão e sistema de som, e verá a fachada do estádio iluminado de rosa. Durante os fins de semana deste mês o Gigante também ligará seus leds na cor que representa a campanha.

Para a partida contra a equipe baiana, pacientes oncológicas do Mário Penna entrarão em campo antes de a bola rolar com uma faixa para lembrar as cruzeirenses da importância da prevenção. Posteriormente, as pacientes assistirão ao jogo em um dos camarotes do estádio. Na esplanada, vai acontecer a distribuição de materiais de campanha.

Pontapé inicial

Um almoço nesta sexta-feira (11), no Mineirão, oferecido pelo Tropeiro Real, deu início a mais uma iniciativa. “É muito importante quando duas grandes instituições da sociedade mineira, como o Mineirão e o Mário Penna, se unem em prol da solidariedade. É um orgulho para o Mário Penna estar aqui, em mais um ano, levando a mensagem da prevenção, do diagnóstico precoce e da realização da mamografia”, destacou Giovana Cangussú, analista de marketing do Mário Penna.

Casa de todos os mineiros, o Gigante da Pampulha reforça seu compromisso institucional apoiando a campanha. “O Mineirão sabe de seu papel perante a sociedade como plataforma de impacto social e, por isso, está sempre à disposição para colaborar, tanto na arrecadação de recursos financeiros quanto no trabalho informativo, usando-se de nossos canais de comunicação direta com os torcedores em dias de jogos ou em nossas redes sociais”, afirmou Ursula Nogueira, gerente comercial do Mineirão.

Integrante do grupo Entrelaçadas – criado em 2018 pelo setor de psicologia e humanização do Mário Penna para dar suporte às mulheres que enfrentam o câncer de mama –, Cristiane Xavier comemorou a repetição da iniciativa. “Fico feliz em saber que as doações do tropeiro do Mineirão são destinadas ao Mário Penna. As doações vão favorecer nossos pacientes para um melhor tratamento”, ponderou.

Coordenadora de recursos humanos do Tropeiro Real, Rosângela Soares passou por um tratamento de câncer de mama em 2023. “Me saí bem no tratamento por já conhecer a campanha. É importante se informar, se tratar e aceitar a situação. Me sinto feliz em poder passar para as pessoas o que eu passei e estimular outras mulheres a se prevenirem”, reforçou.

Dona Maria Luiza, pacientes do Mário Penna e equipe

Campanha Outubro Rosa

No mês dedicado à conscientização sobre o câncer de mama, o Instituto Mário Penna abraça a campanha Outubro Rosa que, neste ano, destaca o autocuidado como um ato de amor próprio e responsabilidade. Com o tema “Seu corpo te ama. Ame de volta”, a instituição volta os olhares ao tipo de câncer mais comum entre as mulheres no Brasil e o que mais causa mortes. De acordo com o Instituto Nacional do Câncer (Inca), a estimativa é de que, em 2024, 74 mil novos casos de câncer de mama sejam diagnosticados no país.

E, para mudar esse cenário, a prevenção e o diagnóstico precoce são ações essenciais. Como formas de evitar o câncer de mama, as principais recomendações são praticar exercícios físicos regularmente, manter o peso adequado, ter uma alimentação saudável, não fumar, evitar bebidas alcoólicas e observar o seu corpo com frequência.

A amamentação é considerada um fator protetor. Segundo o Inca, isso acontece porque, nesse período, as taxas de determinados hormônios que favorecem o desenvolvimento do câncer de mama caem. Além disso, alguns processos que ocorrem durante a amamentação promovem a eliminação e renovação de células que poderiam ter lesões no material genético, diminuindo assim as chances de câncer de mama na mulher.

Para o diagnóstico precoce, a mamografia é o método de rastreamento mais indicado. Mastologista do Mário Penna, Ana Luiza de Freitas explica que, se a doença for descoberta nas fases iniciais, as chances de cura chegam a até 95%. “Hoje, a recomendação do Ministério da Saúde é que mulheres de 50 a 69 anos façam a mamografia de forma anual. Ela é o principal método de diagnóstico precoce da doença, o que impacta em um tratamento mais efetivo e, consequentemente, redução da mortalidade pelo câncer de mama. Por isso, gostaria de reforçar a importância de realizar os exames regularmente, além de manter as consultas médicas em dia. Vamos priorizar a nossa saúde e o cuidado conosco”, ressalta a especialista.

Fonte: Mineirão 

24jul2024
Autor Sofia Gontijo Categorias Instituto Mário Penna, Não categorizado, Notícias Gerais, Núcleo de Ensino e Pesquisa (NEP) 2 comentários em Câncer oral: fique atento aos principais sinais e sintomas bucais

Câncer oral: fique atento aos principais sinais e sintomas bucais

No mês de julho, as atenções se voltam para os tumores de cabeça e pescoço, que incluem as neoplasias da tireoide, cavidade oral, garganta, laringe, faringe, paratireóide, glândulas salivares e região sinonasal. Dentro desse amplo grupo, destaca-se o câncer oral, um dos mais frequentes entre esse tipo de câncer.

O câncer oral é a 6ª neoplasia maligna mais comum no mundo. O Instituto Nacional de Câncer (INCA) estima que, para cada ano do triênio de 2023 a 2025, cerca de 15.190 novos casos de câncer oral serão diagnosticados no Brasil. Desconsiderando os tumores de pele não melanoma, o câncer da cavidade oral ocupa a 8ª posição entre os tipos de câncer mais frequentes, sendo o 4º mais comum entre os homens e o 13º mais frequente entre as mulheres, na região sudeste.

O câncer oral inclui especificamente um subgrupo de neoplasias que surgem nos lábios, nos dois terços anteriores da língua, nas gengivas, no palato duro e mole, nas superfícies da mucosa oral e assoalho da boca e na região retromolar (área atrás dos dentes do siso). Sendo que, destes cânceres orais, mais de 90% são carcinomas de células escamosas, também chamados carcinomas epidermoides.

Os principais fatores de risco do câncer oral incluem: 

  • Todas as formas de uso do tabaco, tais como: cigarros, cachimbos, charutos, narguilés, bem como todas as formas de tabaco sem fumaça (rapé, snus, tabaco de mascar, etc) estão associadas a um aumento do risco de câncer oral;
  • Todas as três formas de álcool (cerveja, destilados e vinho) estão associadas ao câncer oral, embora os destilados e a cerveja apresentem um risco maior;
  • Exposição ao vírus do papiloma humano (HPV), particularmente o HPV-16;
  • Má higiene bucal e uso inadequado de próteses dentárias – fatores traumáticos crônicos ou repetidos podem promover a transformação das células epiteliais;
  • Consumo contínuo de alimentos muito quentes, o que pode lesionar o tecido oral ao longo do tempo;
  • Dieta pobre em frutas e vegetais;
  • Histórico familiar de câncer oral ou outros tipos de cânceres.

A taxa de sobrevida em cinco anos para pacientes com câncer oral é em média de 50%.  Cerca de 95% dos casos ocorrem em pessoas com mais de 40 anos de idade, sendo a idade média no momento do diagnóstico cerca de 60 anos. A maioria dos cânceres orais se desenvolvem em áreas que podem ser vistas e/ou palpadas, o que significa que a detecção precoce é possível.

Os principais sinais e sintomas voltados para o câncer oral incluem feridas na boca que não cicatrizam, nódulos ou áreas endurecidas na bochecha, assim como placas esbranquiçadas e avermelhadas. Sangramentos na boca e sangue constante na saliva, dificuldade para mastigar ou engolir, dor na boca que não passa, mau hálito persistente, dentes que ficam moles e caem sem motivo aparente também são sintomas a serem considerados.

Atualmente, a cirurgia representa a principal modalidade de tratamento, especialmente nos estágios iniciais, priorizando abordagens curativas menos invasivas. Pacientes com alto risco de recorrência podem receber radioterapia ou quimiorradioterapia como tratamento auxiliar.

Os principais avanços na área incluem ensaios clínicos investigando terapias diferenciadas para cânceres HPV positivos e negativos. A radioterapia avançada busca minimizar efeitos colaterais, enquanto protocolos clínicos exploram terapias que bloqueiam fatores de crescimento, potencializando a eficácia do tratamento.

Por: Profa. Dra. Izabela Ferreira Gontijo de Amorim, PhD em Patologia Experimental, Pesquisadora NEPI – Mário Penna 

23abr2024
Autor RH Mmariopenna Categorias Não categorizado

ASSISTENTE I – AUDITORIA MÉDICA

ASSISTENTE I / AUDITORIA MÉDICA

Pré requisitos:

– Desejável Ensino Médio Completo

– Curso Pacote Office – Word, Excel, Power Point, Internet.

– Experiência mínima de 6 meses com auditoria de Prontuários

– Conhecimento e Capacidade Técnica

– Trabalho em equipe e Relacionamento Interpessoal

– Postura profissional e ética

– Potencial produtivo

– Atendimento humanizado com foco no cliente

– Assiduidade e pontualidade

– Comunicação

– Iniciativa e Pró-atividade

– Inteligência emocional

 

Benefícios do Instituto Mário Penna:

Vale Refeição no valor de R$ 24,00 por dia trabalhado; VT.

Tipo de vaga: Efetivo

Duração do contrato: CLT

Pagamento: R$ 1.840,50

9fev2024
Autor Sofia Gontijo Categorias Humanização, Instituto Mário Penna, Não categorizado, Notícias Gerais

Em clima de carnaval, Bloco da Prevenção anima corredores do Mário Penna

Para trazer a alegria do Carnaval para os pacientes, acompanhantes e colaboradores, o Instituto Mário Penna realizou mais uma edição do Bloco da Prevenção. Oficinas, palestras, momentos de autocuidado e música fizeram parte do ambiente da instituição nos dias 7 e 8 de fevereiro.

Na quarta-feira, 7, o SESMT promoveu uma palestra sobre Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST’S) para os colaboradores, ministrada por Quesia Nayrane Ferreira de Sousa, Mestre em Enfermagem, educadora pela Una e pela Uni-Bh e presidente da ABEn-Mg 22-25.

Já na quinta-feira, 8, a manhã no Mário Penna contou com uma oficina de customização de máscaras para os colaboradores. O Núcleo de Excelência em Saúde (NEXS) e os pacientes da Casa de Apoio Beatriz Ferraz também participaram da dinâmica. Em parceira com as Lojas REDE e com a Vult, a instituição também disponibilizou maquiadores no Espaço Arte pela Vida, do Hospital Luxemburgo.

Durante a tarde, o clima carnavalesco ficou ainda maior com a apresentação musical do Quarteto Fanfarra, que recebeu apoio do ECA – Espaço de Cultura e Arte. O grupo passou pelos corredores da Unidade de Internação e Quimioterapia levando alegria e descontração aos pacientes e acompanhantes.

Por fim, as pessoas que participaram das ações receberam o brinde especial do Bloco da Prevenção para curtir o carnaval de forma segura e consciente. O kit distribuído continha um leque com a mensagem “Juntos contra o câncer”, preservativos femininos e masculinos, fitinhas da prevenção, protetor solar da Sundown fornecido pelas Lojas Rede, um folheto informativo com dicas para se cuidar durante a folia e, em parceria com a Color Make, o brinde contou também com um potinho de glitter em gel.

11dez2023
Autor Marketing Categorias Ensino, Pesquisa e Inovação, Instituto Mário Penna, Não categorizado, Núcleo de Ensino e Pesquisa (NEP)

Dezembro Laranja: inovações terapêuticas no enfrentamento ao câncer de pele

O Instituto Nacional de Câncer (INCA) aponta que, para cada ano do triênio, de 2023 a 2025, o número de casos novos de Câncer de Pele não Melanoma (CPNM) estimado é de 220.490. A incidência é menor em homens, com maior ocorrência nas Regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste do Brasil. Já entre as mulheres, é prevalente em todas as regiões do país. Quanto ao câncer de pele melanoma, o número de casos novos estimados é de 8.980, sendo 4.640 em homens e 4.340 em mulheres. Na região Sul, o câncer de pele melanoma é mais incidente quando comparado com as demais regiões, para ambos os sexos.

Os principais fatores de risco são a exposição à luz ultravioleta (UV); exposição a determinados produtos químicos, como o arsênico; inflamação ou lesão cutânea grave ou prolongada – como queimaduras. A idade também pode ser considerada um fator de risco. Qualquer pessoa pode ter câncer de pele, mas pessoas com pele clara correm um risco muito maior do que pessoas com pele escura. Entretanto, as pessoas de pele negra tendem a desenvolver um tipo mais agressivo chamado melanoma acral, frequentemente encontrado nas extremidades do corpo, como mãos e pés.

Dentre esses fatores, a exposição à radiação ultravioleta é, incontestavelmente, um dos mais significativos para esta doença, e isso ganha maiores dimensões em um país tropical como o Brasil. A luz solar representa a principal fonte de raios UV, que têm a capacidade de danificar o DNA das células da pele, desencadeando o desenvolvimento de cânceres quando afetam genes reguladores da proliferação celular, por exemplo.

Examinar a pele regularmente pode ser a chave para identificar precocemente os sinais de câncer de pele. Realizar um autoexame constante permite observar possíveis mudanças na forma e tamanho de nódulos, placas, manchas ou pintas já existentes; além de possibilitar a identificação de novas lesões na pele. Ao buscar auxílio médico, quando esses sinais surgem, há a possibilidade de diagnóstico em estágio inicial o que amplia as perspectivas de tratamento eficaz.

 

Formas de tratamento: rumo à precisão e eficácia

Imunoterapia: potencializa respostas imunológicas específicas, exemplificada pelo uso de inibidores de checkpoint como pembrolizumabe e nivolumabe, tem revolucionado o tratamento do câncer de pele. Esses agentes atuam bloqueando os mecanismos que inibem as respostas imunes, permitindo que o sistema imunológico identifique e ataque as células cancerígenas específicas, resultando em respostas duradouras e significativas em pacientes com melanoma avançado.

Terapias Direcionadas: alterações moleculares, como vemurafenibe e dabrafenibe, são direcionadas a mutações específicas, como a BRAF V600E. Ao atingir essas alterações genéticas específicas encontradas em certos tipos de melanoma, esses medicamentos têm mostrado eficácia em controlar o crescimento do tumor.

Cirurgia Micrográfica de Mohs: essa técnica cirúrgica é um procedimento altamente preciso, que remove seletivamente camadas de tecido tumoral, permitindo a preservação máxima de tecido saudável ao redor, sendo especialmente eficaz em carcinomas basocelulares ou espinocelulares localizados em áreas nobres.

Estratégias de Combinação: a utilização simultânea ou sequencial de diferentes modalidades terapêuticas, como a combinação de imunoterapia com terapias direcionadas ou a integração de cirurgia com terapias adjuvantes, tem se mostrado promissora em aumentar respostas clínicas e reduzir chances de recorrência, ampliando o espectro de controle sobre a doença.

Fonte: Dra. Izabela Ferreira Gontijo de Amorim | PhD em Patologia experimental, Pesquisadora Núcleo de Ensino, Pesquisa e Inovação do Mário Penna

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