Há 20 anos, o Instituto Mário Penna carrega não só a missão de atender com excelência os seus pacientes, mas também de formar médicos capacitados para atender com maestria e de forma humanizada. O primeiro Programa de Residência Médica da instituição foi realizado em 2001, após ser aprovado pela Comissão Nacional de Residência, na especialidade de Clínica Médica.
De lá para cá, o Instituto também foi reconhecido e credenciado para formar novos médicos em outras 11 especialidades. Atualmente, são capacitados pelo corpo clínico do Instituto, médicos especialistas em Anestesiologia, Cancerologia Cirúrgica, Oncologia Clínica, Cirurgia de Cabeça e Pescoço, Cirurgia Geral, Hematologia, Mastologia, Medicina Intensiva, Radioterapia e Urologia. O programa também possui o curso de formação em Ginecologia Oncológica.
“Mais de 500 médicos residentes já se formaram no instituto. Os contemplados, são escolhidos através de um Processo de Seleção Unificado. Neste ano, tivemos 868 inscritos e oferecemos 42 vagas por ano. Destas, 23 são financiadas pela instituição. As outras 19 vagas, são oferecidas pelo Pró-Residência, um programa do Ministério da Saúde”; explica Dr. Ellias Lima, médico oncologista e Coordenador da Comissão de Residência Médica – COREME.





O Relatório de Ciências da Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura, e Unesco, publicado em alusão à data, aponta disparidades maiores em áreas altamente qualificadas, como inteligência artificial, onde apenas 22% dos profissionais são mulheres.
De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (Inca), em 2020 no Brasil, a incidência estimada de novos casos para homem foi de 309.750, sendo que 29,2% dos casos foram de câncer de próstata. Em mulheres foram 316.280 novos casos estimados, sendo 29,7% de mama.
A música foi comandada por Rayane Baldrini, Augusto Cordeiro e Ney Correa e a equipe de Humanização distribuiu kits com máscaras de proteção. O “Música no Hospital” é idealizado pelo Instituto Mário Penna e ECA – Espaço de Cultura e Arte. A proposta é contribuir na recuperação dos pacientes e na humanização do ambiente hospitalar. O projeto é destinado para aqueles que estão internados, seus familiares, visitantes e todos os colaboradores do hospital.
O prefeito explica que mais de 300 mil pessoas são assistidas pelo Consórcio. “Queremos atender melhor a população dessas cidades que fazem parte do CISAJE. Preciso acabar com esse gargalo de falta de cirurgias e atendimentos especializados. Sabemos que o câncer quando diagnosticado precocemente, tem cura. Então, a ideia é oferecer também exames preventivos para não chegarmos ao extremo”; diz.