Esse ano o Carnaval vai ser diferente. Não vai ter os dias de folia com blocos e festas com os amigos. Mas o clima de esperança já está no ar para que, em breve, isso tudo volte a acontecer com segurança, saúde e muita alegria. Para matar um pouquinho da saudade, o projeto “Música no Hospital” desse mês foi em ritmo de carnaval, com samba, marchinhas e muita animação. O tema foi “Máscara para proteção, não para folião”.
A música foi comandada por Rayane Baldrini, Augusto Cordeiro e Ney Correa e a equipe de Humanização distribuiu kits com máscaras de proteção. O “Música no Hospital” é idealizado pelo Instituto Mário Penna e ECA – Espaço de Cultura e Arte. A proposta é contribuir na recuperação dos pacientes e na humanização do ambiente hospitalar. O projeto é destinado para aqueles que estão internados, seus familiares, visitantes e todos os colaboradores do hospital.
“Estou aguardando para fazer um exame e me deparei com essa música linda. É um alento para a alma nesse momento tão difícil que estou enfrentando. Esse som surgiu no momento certo porque estava precisando me distrair. Eu amo samba, cresci escutando isso. É emocionante porque no meio de tanta dor, é possível sentir que ainda existe muita alegria e amor. E isso me dá força; conta emocionada a paciente Anna Paula Sad Simões.
Para atender ao protocolo de segurança referente à Covid-19, os músicos e a equipe envolvida no projeto usaram máscaras e mantiveram o distanciamento recomendado pela Organização Mundial de Saúde (OMS). Além disso, a apresentação aconteceu em área externa.





O prefeito explica que mais de 300 mil pessoas são assistidas pelo Consórcio. “Queremos atender melhor a população dessas cidades que fazem parte do CISAJE. Preciso acabar com esse gargalo de falta de cirurgias e atendimentos especializados. Sabemos que o câncer quando diagnosticado precocemente, tem cura. Então, a ideia é oferecer também exames preventivos para não chegarmos ao extremo”; diz.


Segundo a Dra. Tálita Polyanna Moreira dos Santos, cientista de pós-doutoramento do NEP, a imuno-histoquímica é um método laboratorial que utiliza anticorpos para verificar a presença de determinados antígenos em amostra de tecido. “O que essa técnica faz é ‘colorir’ o câncer com uma marcação específica. Através disso, pode-se afirmar se, por exemplo, uma determinada proteína importante para definir o diagnóstico de câncer está presente ou não naquela amostra. A partir disso, fica mais fácil diagnosticar a doença”; explica.
