O Laboratório de Pesquisa Básica e Translacional do Núcleo de Ensino e Pesquisa (NEP) do Instituto Mário Penna produz avanços científicos relevantes, mostrando como a ciência têm se tornado essencial para o sucesso do oncologista clínico. Os estudos realizados pela equipe do NEP têm como objetivo desenvolver ferramentas que possam identificar subgrupos de pacientes que se beneficiam com terapias específicas.
Um estudo recente apresentado pela equipe no SBOC-AACR Joint Conference: A Translational Approach to Clinical Oncology aponta uma assinatura baseada em genes diferencialmente expressos nas pacientes com câncer de colo de útero. Isso serve como potenciais biomarcadores para avaliar o prognóstico e o resultado do tratamento das pacientes e também identifica potenciais alvos alternativos para a terapia do câncer.
“O grande desafio da oncologia atual é desenvolver estratégias que possam gerar benefícios clínicos no tratamento e melhorar a sobrevida das mulheres afetadas”; explica Letícia Braga, coordenadora do Laboratório do NEP.
Fique atento às redes sociais do Instituto Mário Penna e conheça mais ações do NEP. A equipe trabalha incansavelmente para continuar oferecendo um atendimento de ponta e com recursos tecnológicos avançados que diminuam os impactos no tratamento daqueles que passam pela instituição.
Para entender como funciona a pesquisa aqui no Instituto, basta acessar aqui.







O Selo de Excelência Assistencial da Unimed tem como objetivo contribuir para um cuidado cada vez mais comprometido com a qualidade e bons resultados aos clientes. A avaliação feita anualmente em alguns hospitais, clínicas de oncologia e clínicas de exames de imagem, é baseada em fatores como a experiência do cliente, o desempenho e a segurança durante o atendimento. O prestador recebe o Selo de Excelência Assistencial de acordo com o resultado da sua avaliação feita através de auditoria.
Os cânceres de pele podem ser divididos em melanoma e não melanoma. Destes, os mais frequentes são o carcinoma basocelular e o carcinoma espinocelular – são menos agressivos, mas que podem causar lesões funcionais e estéticas. Já o melanoma cutâneo é menos incidente, afeta pessoas mais jovens, mas é mais grave e pode chegar a 5.670 mil casos novos por ano.
