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Notícias de: Notícias Gerais

29ago2023
Autor Sofia Gontijo Categorias Notícias Gerais

Fundação do Câncer premia ações de pesquisa e inovação para controle do câncer

Profissionais que desenvolvem ações para o controle do câncer em território nacional têm até 4 de setembro para inscrever seus projetos na terceira edição do Prêmio Marcos Moraes de Pesquisa e Inovação para o Controle do Câncer, promovido pela Fundação do Câncer. Os candidatos podem se inscrever gratuitamente através do site da premiação nas categorias Promoção da Saúde e Prevenção do Câncer, Cuidados Paliativos e Iniciativas para o Controle do Câncer. Os primeiros colocados de cada categoria receberão R$ 10 mil em espécie e ainda terão seus nomes registrados no Painel Marcos Moraes, espaço destinado a pesquisadores que contribuem para o desenvolvimento da área oncológica e o controle do câncer no Brasil.

Minas Gerais é um estado que desde a primeira edição do Prêmio Marcos Moraes teve participação. Ao todo, foram seis trabalhos inscritos nas três categorias da premiação, vindos das cidades de Muriaé, Uberlândia e Belo Horizonte. Na edição de 2022, na categoria Promoção da Saúde e Prevenção do Câncer, concorreram os projetos “Campanha Móvel de Diagnóstico Precoce e Controle de Câncer em Carreta Itinerante”, de autoria de Paula Carneiro, da Fundação Cristiano Varella (Muriaé-MG) e “Outubro Rosa. A prevenção é de todas as cores”, cuja autoria foi de Israel Gonzaga Ferreira e Robson Santos, do Instituto Mário Penna (Belo Horizonte-MG). Em 2021, concorreram trabalhos em todas as categorias, com destaque para as iniciativas de Uberlândia-MG, intituladas: “Ações de prevenção em câncer e promoção da saúde em um hospital público de Minas Gerais”, “Inovação em humanização: Centro de Cuidados Paliativos em Uberlândia” e “A tecnologia inovando a oncologia”, todos de autoria de Rogério Agenor de Araújo do Grupo Luta pela Vida.

A premiação visa reconhecer iniciativas inovadoras em andamento ou recém-concluídas para o controle do câncer no Brasil, com data de estruturação, implantação ou conclusão a partir de 1º de janeiro de 2018. O epidemiologista e consultor médico da Fundação do Câncer, Alfredo Scaff, que está à frente da comissão organizadora, espera ampliar a participação regional este ano. “Pesquisadores de todas as regiões do país desenvolvem trabalhos importantes e têm potencial para participar deste Prêmio, que a cada ano vem se consolidando como referência nacional de reconhecimento de ações para o controle do câncer que vêm sendo executadas e estudadas por profissionais e instituições públicas, particulares e do terceiro setor nas mais diversas regiões do nosso país”, avalia.

De acordo com a Comissão Organizadora, a primeira edição do Prêmio Marcos Moraes recebeu trabalhos de sete estados do Brasil, a maioria deles da região Sudeste. Já no segundo ano, a premiação teve representantes de 13 estados. Além do grande número de trabalhos das regiões Sul e Sudeste que se inscreveram nas três categorias contempladas pelo Prêmio, houve inscrições de autores das regiões Norte e Nordeste.

Os trabalhos inscritos no Prêmio Marcos Moraes 2023 serão avaliados por uma banca de pesquisadores, gestores e personalidades de destaque nas áreas das categorias abrangidas pela premiação. Os vencedores serão conhecidos em novembro. E, além da premiação em dinheiro para os primeiros colocados de cada categoria, os primeiro, segundo e terceiro lugares irão receber troféus. Todos os inscritos recebem ainda certificado de participação.

Luiz Augusto Maltoni, diretor executivo da Fundação, acredita que essa iniciativa tem o potencial de salvar vidas e impulsionar avanços científicos. “Esperamos que essa premiação sirva de estímulo para que todos continuem trabalhando incansavelmente em busca de soluções inovadoras no controle do câncer no Brasil”, finaliza.

O homenageado
O médico alagoano Marcos Fernando de Oliveira Moraes, nascido no município de Palmeira dos Índios (AL), foi diretor do Instituto Nacional de Câncer (INCA) e idealizador da Fundação do Câncer, sendo presidente do Conselho Curador desde a sua criação. Foi presidente da Academia Nacional de Medicina e estimulou os projetos da Fundação do Câncer até seu falecimento. Moraes formou-se em 1963 em Medicina na Faculdade de Ciências Médicas da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) e em cirurgia oncológica na Universidade de Illinois (EUA). Tornou-se referência e participou de publicações e comissões na Ciência mundial. Foi representante oficial do Brasil na Organização Mundial de Saúde (OMS) quando o INCA passou a representante oficial do Brasil na Organização Mundial de Saúde (OMS) para o Programa Tabaco ou Saúde, tendo contribuído para a expressiva evolução da cessação do tabagismo no Brasil com a queda do percentual de fumantes. Além disso, valorizou e apoiou ações em Cuidados Paliativos.

Mais informações e inscrições para o Prêmio Marcos Moraes:

23ago2023
Autor Marketing Categorias Humanização, Notícias Gerais

Transporte Gratuito: Pacientes do Mário Penna podem requerer o benefício

Os pacientes em tratamento oncológico no Instituto Mário Penna e seus acompanhantes terão direito à gratuidade na passagem de ônibus usada para o deslocamento para consultas e procedimentos médicos. Através de um decreto publicado no dia 9 de agosto, a Prefeitura de Belo Horizonte regulamentou o Vale Transporte Saúde na capital, em hospitais habilitados ao Sistema Único de Saúde (SUS).

Simone Amorim, paciente do Instituto Mário Penna, relata que destina um valor muito alto ao deslocamento até o hospital. “A gente gasta muito com Uber, e com o acompanhante, fica mais caro ainda”, disse a paciente. Ela ainda comenta que o decreto foi divulgado em boa hora.

Para receber o benefício, o paciente deve procurar o setor de Serviço Social da instituição e preencher o formulário disponibilizado no Portal de Serviços, de forma online. A entrega da documentação poderá ser feita pela Central de Relacionamento do BH Resolve, onde o paciente deverá realizar o agendamento on-line. Outra opção é pelo próprio Portal de Serviços e procurar por “Vale-Transporte Saúde”. Como critérios para aquisição,  a pessoa deve residir em Belo Horizonte e fazer o tratamento nos hospitais credenciados pelo SUS.

Quando o pedido for aprovado, a Prefeitura entrará em contato com o paciente para providenciar a emissão do vale-transporte. É importante destacar que o benefício deve ser renovado a cada três meses.

“O nosso paciente do SUS tem uma vulnerabilidade social muito grande. Devido à essa condição, muitos pacientes deixam de estar no hospital para realizar o tratamento porque não tem condições de estar aqui. Com isso, o Vale-Transporte Saúde vai proporcionar mais aderência ao tratamento”, comentou Gizelle Mesquita, Coordenadora de Humanização e Psicologia Hospitalar do Instituto Mário Penna.

22ago2023
Autor Marketing Categorias Notícias Gerais, Outubro Rosa

Câncer de Mama: Mário Penna irá ampliar oferta de cirurgias de reconstrução mamária pelo SUS

Em Portaria publicada pelo Ministério da Saúde (Secretaria de Atenção Especializada à Saúde), no dia 12 de julho, o Instituto Mário Penna foi habilitado para o programa de ampliação da reconstrução mamária em mulheres com câncer de mama através do SUS. A instituição foi um dos cinco centros de referência selecionados em Belo Horizonte e irá realizar o maior número de procedimentos em Minas Gerais. 

Dr. José Mourão Neto, Diretor Técnico Assistencial, explica que o procedimento já era realizado na instituição desde 2018 pela obrigatoriedade da Lei 13770 que garante o acesso à reconstrução mamária pelo SUS a todas as pacientes com diagnóstico de câncer de mama. “Há cinco anos a reconstrução mamária faz parte do nosso atendimento, mas com o novo edital haverá uma série de melhorias para as mulheres que optarem por fazer o procedimento. Teremos acesso a recursos que serão responsáveis por aprimorar a técnica e o resultado final, além de agilizar os processos”, destaca o Diretor.

Esse avanço reforça ainda mais o compromisso do Mário Penna com o tratamento humanizado. Para a Dra. Ana Luiza de Freitas, Mastologista da instituição, a reconstrução mamária vai muito além de um procedimento cirúrgico. “É uma chance de as mulheres recuperarem a autoestima e a confiança, além de poderem se olhar no espelho e se reconhecerem. Estamos muito felizes em capacitar ainda mais o nosso atendimento para melhorar o bem-estar das nossas pacientes”. 

Segundo um levantamento feito pelo Ministério da Saúde, mais de 20 mil mulheres aguardam pela cirurgia no país. O câncer de mama é o tipo mais comum entre as mulheres, e nos últimos doze meses 2158 pacientes foram atendidas no Mário Penna com esse diagnóstico, ou apenas com a suspeita. A expectativa é oferecer mais de 160 cirurgias de reconstrução para pacientes em tratamento em um prazo de 24 meses.

Como previsto na portaria, o Fundo Nacional de Saúde adotará as medidas necessárias para a transferência dos recursos financeiros aos Fundos Estaduais e Municipais de Saúde para que o repasse para o Instituto seja viabilizado. 

Confira a portaria completa aqui. 

17ago2023
Autor Marketing Categorias Ensino, Pesquisa e Inovação, Notícias Gerais

Ensino, Pesquisa e Inovação do Mário Penna é destaque em Congresso Brasileiro de Cancerologia e conquista primeiro, segundo e terceiro lugar

Nos dias 28 e 29 de julho, a Unidade de Ensino, Pesquisa e Inovação do Mário Penna participou do 23º Congresso Brasileiro de Cancerologia (CONCAN), que aconteceu na cidade de Salvador/BA. Os trabalhos de Letícia Braga, Jorge Goulart e Fábio Queiroz, todos pesquisadores do Mário Penna, conquistaram os três primeiros lugares da premiação. Foram mais de 200 trabalhos inscritos, em um processo de submissão que aconteceu às cegas, com uma banca avaliadora composta por pesquisadores de todo o país.

O encontro reuniu institutos de pesquisas, médicos, universidades e as principais organizações ligadas à saúde tanto internacionais, quanto do Brasil, em um evento cujo intuito era compartilhar avanços científicos e práticas que mobilizem os profissionais da área. Além de partilhar experiências e atualizações em biologia molecular, tumoral e oncogenética, o Congresso trouxe para o eixo das discussões as novas possibilidades de diagnósticos e tratamentos por meio da radioterapia, cuidados paliativos, medicina nuclear e psicologia. Além dos três primeiros lugares, cinco trabalhos da instituição também foram selecionados e todos eles estarão na Revista Brasileira de Cancerologia.

Letícia Braga, gerente da Pesquisa Translacional do Mário Penna conquistou o primeiro lugar, apresentando o estudo “Microvesículas de células endoteliais como biomarcador diagnóstico do câncer de mama: uma estratégia de biópsia líquida” e Jorge Goulart e Fábio Queiroz empataram na conquista do segundo lugar com os trabalhos “Análise do perfil imunológico em pacientes com câncer de colo de útero: em busca de biomarcadores preditivos e prognóstico” e “Mirna 223-3P: uma provável assinatura prognóstica para o câncer de mama triplo negativo”, respectivamente.

As pesquisas demonstram que a biópsia líquida, uma técnica que permite o acesso a algum líquido corpóreo do paciente – geralmente sangue, plasma ou urina – de forma menos invasiva, possibilitam o monitoramento mais preciso da doença. Esse processo permitiria a identificação de biomarcadores, que podem ser moléculas ou células que auxiliam no reconhecimento de alguma condição importante do paciente. Além de menos agressivo, este procedimento também geraria menos custos, sendo mais preciso e específico no acompanhamento do paciente.

Para Letícia, a participação no Congresso foi uma oportunidade de mobilização de profissionais de diferentes áreas para discutir sobre o que há de mais moderno na área científica. “A gente ter três trabalhos selecionados foi uma honra. Hoje observamos que a biologia molecular com foco na identificação de biomarcadores que possam melhorar a qualidade da assistência é a grande dor do oncologista. Nós apresentamos três propostas focadas em biópsia líquida, que foi considerada na American Association for Cancer Research como uma das principais técnicas para o desenvolvimento de inovações em oncologia” afirmou.

Receber a notícia de que os três trabalhos haviam sido selecionados foi uma junção de sensações, pontuou Fábio Queiroz. Para ele, a notícia foi de grande alegria, mas não totalmente surpreendente, uma vez que a instituição vem encaminhando os trabalhos com seriedade e compromisso. “Estamos conduzindo as pesquisas com uma ética e um rigor científico incomparável e isso só credencia o Mário Penna para voos cada vez maiores. Estamos orgulhosos e conscientes da missão que ainda temos para conquistar no enfrentamento ao câncer” disse.

Ele ainda complementa que o grande diferencial dos trabalhos envolvendo a técnica da biópsia líquida, é o de trazer resultados mais rápidos e com o mesmo rigor de sensibilidade e especificidade das técnicas que são encontradas hoje. Além de ser menos invasivo, há possibilidade de o paciente ter um diagnóstico com um pouco mais de agilidade e sem sofrimento. Para ele, a premiação no Congresso só confirma como o Mário Penna tem proporcionado pesquisas científicas de alto nível.

Jorge Goulart, também um dos premiados, enfatizou que o resultado é apenas consequência de muito empenho. “A sensação foi incrível e gratificante, primeiro por estar entre os três melhores de um Congresso que recebe trabalhos do Brasil inteiro e depois por descobrir que os três foram provenientes do Instituto Mário Penna. Isso ressalta a qualidade dos nossos estudos, comprometimento com a pesquisa oncológica e reforça a dedicação de nossa equipe em buscar inovação e excelência na área” comentou

A equipe da Unidade de Ensino, Pesquisa e Inovação, após o Congresso, retornou ao Mário Penna com a certeza de que os estudos e as pesquisas estão cada vez alcançando maiores resultados. Marco Antônio Viana Leite, diretor-presidente da instituição, afirmou que além de levar o nome da Mário Penna a um reconhecimento cada vez maior na excelência do trabalho, a premiação simboliza a capacidade técnica dos profissionais da instituição. “A conquista dos três primeiros lugares no Congresso só reforça o compromisso e a seriedade dos nossos profissionais. Essa premiação só revela que estamos no caminho certo para alcançar o que há de mais inovador no combate ao câncer e consequente o que há de melhor para os nossos pacientes.

17ago2023
Autor Marketing Categorias Ensino, Pesquisa e Inovação, Notícias Gerais

Agosto Branco: unidade de Ensino, Pesquisa e Inovação do Mário Penna desenvolve estudo que analisa o perfil genético de pacientes com câncer de pulmão

No Brasil, apenas neste ano, o câncer de pulmão ocupava, de acordo com o Instituto Nacional de Câncer (INCA), o terceiro lugar entre os tipos mais comuns de câncer em homens e o quarto lugar entre as mulheres, excluindo o câncer de pele não melanoma. Quanto à mortalidade, esse lidera a lista entre os homens e ocupa o segundo lugar entre as mulheres, principalmente porque a maioria dos casos são diagnosticados em estágios avançados, o que impacta negativamente o prognóstico. O mês de agosto é dedicado, então, à prevenção e combate a esse tipo de doença.

Os estudos desenvolvidos na Unidade de Ensino, Pesquisa e Inovação do Mário Penna têm se destacado pela excelência no trabalho e pela aplicabilidade científica, principalmente por buscar soluções que impactam de forma positiva a vida dos pacientes oncológicos. Nesse sentido, a equipe da Pesquisa Translacional do Mário Penna, por meio do pesquisador Jorge Goulart, está desenvolvendo um estudo com o objetivo de analisar o perfil genético de pacientes com câncer de pulmão, através de amostras de sangue.

A pesquisa vem sendo realizada em parceria com os professores da Universidade Federal de Minas Gerais, Dr. Renato Santana e Dr. Rennan Moreira, bem como junto aos médicos do Mário Penna, Dr. Ellias Lima e Dr Erlon Carvalho. Segundo Jorge Goulart, o projeto visa conseguir alternativas menos agressivas tanto para o diagnóstico quanto para o tratamento. “O estudo tem como proposta desenvolver e implementar um painel genético que possa ser identificado através do sangue e integrado aos fluxos de trabalhos clínicos diários. A ideia é possibilitar um método minimamente invasivo que permitirá o diagnóstico e acompanhamento dos pacientes com câncer de pulmão” afirmou o pesquisador.

 

Entenda mais sobre o câncer de pulmão e os fatores de risco da doença

Os principais fatores de risco para o câncer de pulmão incluem tabagismo – ativo e passivo – e o uso de tabaco de variadas formas, como charutos e narguilés, e até inalação de fumaça de lenha. A exposição a produtos químicos no trabalho, como asbesto e sílica, as doenças pulmonares anteriores e a infecção por vírus HPV também são causas que impactam nesse processo.

Entre essas causas, o tabagismo é, incontestavelmente, o fator modificável mais significativo para esta doença, contribuindo para cerca de 80% dos casos. Isso porque a fumaça resultante da queima do tabaco é considerada uma das fontes mais significativas de

exposição a produtos químicos prejudiciais e doenças relacionadas a químicos em seres humanos.

Fumaça da queima do tabaco:

– Contém cerca de 5.000 produtos químicos diferentes

– Vários componentes que podem causar câncer – como alcatrão, nitrosaminas, formaldeído, hidrocarbonetos policíclicos, metais pesados

Cigarros Mentolados: o mentol presente nesses cigarros facilita a inalação mais profunda da fumaça, o que pode agravar os danos aos pulmões e potencializar os riscos à saúde.

 

A maior parte dos casos de câncer de pulmão se dá de forma assintomática até a fase mais avançada da doença. Contudo, algumas pessoas, mesmo com o diagnóstico precoce, manifestam sintomas mais evidentes. Ao buscar auxílio médico quando esses sinais surgem, há possibilidade de diagnóstico em estágio inicial, o que amplia as perspectivas de tratamento eficaz. Embora muitos desses sintomas possam ter outras causas, é essencial consultar um médico imediatamente para avaliação e tratamento, se necessário.

Os sintomas mais comuns do câncer de pulmão são: tosse persistente, tosse com sangue ou escarro cor de ferrugem, dores no peito que geralmente pioram com respiração profunda ou risada. A rouquidão, perda de apetite, perda de peso inexplicável, falta de ar, cansaço e fraqueza constantes, infecções como bronquite e pneumonia que não desaparecem ou continuam voltando, também são sinais importantes.

Diversas opções de tratamento estão disponíveis para o câncer de pulmão, incluindo cirurgia, quimioterapia, terapia alvo, imunoterapia e radioterapia. O esquema terapêutico para o tratamento é individualizado, levando em consideração a classificação histológica do tumor, estágio da doença e condição de saúde do paciente, sendo essencial uma avaliação minuciosa por uma equipe multidisciplinar.

 

Fonte: Dra Izabela Ferreira Gontijo de Amorim | PhD em Patologia experimental, Pesquisadora do Instituto Mário Penna – Ensino, Pesquisa e Inovação

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