O serviço de ressonância magnética do Instituto Mário Penna se destaca no apoio ao diagnóstico e tratamento aos pacientes com imagens de qualidade e por conter uma equipe de profissionais altamente capacitados para conduzir a realização dos exames. Recentemente, passamos por uma nova atualização do aparelho de ressonância graças aos recursos do Programa Nacional de Apoio à Atenção Oncológica – PRONON, com a conversão do equipamento Philips Achieva 1.5T para a plataforma digital Philips Ingenia CX.
O Mário Penna é o maior de Minas no combate ao câncer, dispondo de um corpo clínico e assistencial de excelência, além de utilizar tecnologias de ponta que são usadas nos tratamentos, permitindo um atendimento com competência a milhares de pacientes provenientes do estado de Minas Gerais.
Esta novidade proporciona um salto tecnológico e clínico e impulsiona o Instituto no mercado com melhores equipamentos disponíveis e permite uma tecnologia exclusiva que digitaliza a imagem diretamente na bobina, resultando em qualidade de imagem e velocidade incomparáveis, proporcionando ao paciente uma melhor experiência. “Isso amplia significativamente as aplicações clínicas para um diagnóstico mais assertivo e definitivo, além de otimizar a plataforma para absorver com facilidade as futuras tecnologias, protegendo de obsolescência o patrimônio da instituição”; explica Dr. Vinicius Godoy, médico radiologista e coordenador do corpo clínico do Setor de Imagem.
É importante reforçar que este serviço é oferecido pelo SUS, mas também pode ser feito através da saúde suplementar, permitindo a expansão e um maior alcance em todo estado de Minas Gerais. Só em 2021, o número geral de exames realizados pelo Instituto foi de 6.170 e a intenção é avançar cada vez mais neste ano, ampliando nossos esforços.





Dr. Samir Saadeddine, cardiologista no Instituto Mário Penna, explica que os pacientes oncológicos, além de terem sua imunidade comprometida no processo do tratamento, estão mais propensos a desenvolver doenças cardiovasculares, pois algumas drogas utilizadas na quimioterapia podem elevar colesterol ruim. Por isso, é essencial que eles mantenham um bom controle e realizem os exames periódicos.

A eleição foi realizada através de votação aberta pelo site da Healthcare Management e uma pesquisa de mercado realizada pelo conselho editorial do Grupo Mídia.