O Instituto Mário Penna busca ser cada dia mais uma referência em equipamentos e procedimentos de alta qualidade e inovação, que auxiliam em um diagnóstico efetivo, menos invasivo ao paciente e que podem documentar de maneira mais rápida possível recaídas das doenças, antecipando o tratamento e aumentando a chance de cura.
No dia 17 de fevereiro foi realizada a primeira ressonância de corpo total em um paciente com Mieloma Múltiplo no Instituto, coordenada pelo Dr. Vinicius Godoy, médico radiologista e coordenador do corpo clínico do setor de imagem. O procedimento também contou com a participação da Dra. Nathália Aparecida Hoelzle, especialista em Hematologia e Hemoterapia; Dr. Gustavo Henrique Alvarenga Andrade, especialista em diagnóstico por imagem de músculo esquelético; Simone Aparecida da Silva, técnica em radiologia; e Lucas Vinicius Gonçalves, técnico em radiologia com experiência em ressonância magnética.

O volume de demanda neste procedimento é alto e, através do exame de Raio-X, os médicos não conseguiam ter 100% de clareza do quadro geral do paciente. A nova ressonância, assim como a tomografia de corpo total, fornecida na instituição, vem para ampliar a visão e planejar tratamentos de forma multidisciplinar. A Dra. Nathália explica que a maioria dos pacientes de Mieloma Múltiplo já chegam no consultório bem debilitados e paraplégicos. “Recentemente, a existência de uma ou mais lesões focais na ressonância magnética também se tornou um evento definidor de mieloma. Neste contexto, a ressonância magnética de corpo total possui maior sensibilidade que a radiografia, permitindo maior detecção das lesões e, consequentemente, do diagnóstico e da recaída do mieloma múltiplo. Assim, ter essa técnica avançada nos auxiliará na melhor condução dos nossos pacientes, servindo de referência para outros serviços.”
O procedimento é oferecido pelo SUS, mas também pode ser feito através da saúde suplementar. É importante ressaltar essa informação, pois o objetivo do Instituto é expandir este serviço, aumentando o seu campo de alcance. A busca por inovação certamente tem atuado como um diferencial no Mário Penna, que cada vez mais aprimora não só equipamentos, mas investe em conhecimento e em profissionais qualificados no mercado.







Estudando o comportamento do câncer de colo do útero das pacientes atendidas na instituição, os pesquisadores do 
O Ministério da Saúde implementou no calendário vacinal, em 2014, a vacina tetravalente contra o HPV para meninas de 9 a 13 anos e meninos entre 11 e 14 anos. “A vacinação e a realização do exame preventivo (Papanicolau) se complementam como ações de prevenção desse tipo de câncer. Mesmo as mulheres vacinadas, quando alcançarem a idade preconizada (a partir dos 25 anos), deverão fazer o exame preventivo periodicamente, pois a vacina não protege contra todos os tipos oncogênicos do HPV”; reforça Dra.Telma.
Desde 2001, o Instituto se empenha em formar médicos altamente capacitados que se tornam aptos para carregar a identidade do Mário Penna e levar uma formação humanizada por todos os lugares. O programa de ensino pensa além e mostra na prática todos os desafios que envolvem a profissão no dia a dia. Além disso, dispomos de um corpo clínico que atua em diversas áreas, diversificando e ampliando o aprendizado dos residentes.