“Devemos sempre tratar com naturalidade, e lembrar das limitações que cada um possui. Não há problema em perguntar se a pessoa precisa de alguma ajuda, mas o respeito e educação é necessário, afinal estamos falando de seres humanos que também possuem sentimentos e vontades”, diz Gabrielle.
“Devemos sempre tratar com naturalidade, e lembrar das limitações que cada um possui. Não há problema em perguntar se a pessoa precisa de alguma ajuda, mas o respeito e educação é necessário, afinal estamos falando de seres humanos que também possuem sentimentos e vontades”, diz Gabrielle.O material genético carrega informações que definem cada pessoa, como elas são e como reagem ao ambiente. É por meio do conhecimento acerca desses detalhes que os cientistas conseguem definir o conjunto de genes que está relacionado com o desenvolvimento de determinadas características do indivíduo (cor dos olhos, tendência a desenvolver tipos de doenças, etc.). No entanto, o padrão normal destas características pode ser alterado com o surgimento de mutações, que são alterações nos genes. Algumas dessas mutações podem ser herdadas ou adquiridas por exposição a agentes como radiação ou produtos químicos cancerígenos, além de hábitos alimentares e estilo de vida desregrado. Elas podem causar problemas à saúde e impactar na forma como as pessoas desenvolvem seus hábitos de vida.
Nos Estados Unidos e Europa, por exemplo, essas informações são utilizadas para avaliar, em atletas de alto rendimento, quais os tipos de exercícios físicos são mais apropriados para potencializar suas qualidades. Para além destas possibilidades, é possível prever a predisposição deles em acumular gordura e o seu potencial em ganhar massa magra. Baseado nisso, é possível explicar, por exemplo, o motivo pelo qual algumas pessoas possuem maior dificuldade de perder peso que outras, mesmo fazendo dietas.
Nesta mesma linha, entender o perfil de alguns grupos de genes (ou assinaturas gênicas) e suas principais modificações, pode fornecer informações suficientes sobre o desenvolvimento e agressividade do câncer. Essa assinatura gênica, base para o desenvolvimento dos testes genéticos, pode caracterizar uma chance aumentada de se desenvolver a doença, de como ela deverá progredir e, até mesmo, se um determinado tipo de medicamento será mais eficiente no tratamento.
A ciência vem caminhando a passos largos na direção de se entender as diferenças entre os grupos populacionais e, assim, sugerir, através de testes genéticos, métodos de diagnóstico e monitoramento de doenças como o câncer. Em certos casos, o resultado destes testes, atrelado às informações de saúde da família, pode ser a chave para se evitar que várias outras pessoas próximas sofram da mesma enfermidade. Atualmente, a realização de testes genéticos é uma alternativa minimamente invasiva que pode substituir a necessidade de se fazer inúmeros exames inconclusivos. As amostras para realização de um teste genético vão desde sangue, saliva, biópsia, a um raspado tecidual.
A equipe científica multiprofissional do Instituto Mário Penna – Ensino, Pesquisa e Inovação, por exemplo, trabalha com o desenvolvimento de painéis genéticos que possam ser acessados por biópsia líquida para os cânceres de mama, ovário, colo do útero e glioblastoma. Esta abordagem é importante para permitir que o diagnóstico da doença, bem como o monitoramento da efetividade terapêutica, possa ser acessado mais rapidamente e de maneira menos invasiva. Com as estratégias de testes genéticos em desenvolvimento na unidade de “Ensino, Pesquisa e Inovação”, os pesquisadores acreditam que a equipe médica passa a estabelecer tratamentos mais efetivos e personalizados aos pacientes da Instituição.
Para conferir mais informações a respeito das pesquisas realizadas no Instituto Mário Penna, fique atento às publicações e redes sociais.
Texto de: Fábio Ribeiro Queiroz | Biólogo, Doutor em Ciências da Saúde Pesquisador do Instituto Mário Penna – Ensino, Pesquisa e Inovação.
A Equipe Multi e o setor de Radioterapia do Instituto Mário Penna realizaram um estudo em parceria com os odontólogos mestrandos na FELUMA entre os meses de março a dezembro de 2021, e o resultado foi proporcional a todo o trabalho realizado: a publicação em na revista internacional de medicina Head & Face Medicine.
Juliana Sclauser, Coordenadora da Equipe Multi, explica que o assunto abordado foi o estudo de 66 pacientes que foram submetidos ao protocolo de hipofracionamento da radioterapia (indicado no momento da pandemia), observando a qualidade de vida, incidência de mucosite e candidíase oral durante o período da radioterapia.
“Primeiramente, trata-se de um estudo observacional, onde não há intervenção.
Foi observado um protocolo de radioterapia usado no período da pandemia e comparado com protocolo convencional. Esse estudo evidenciou que a prevalência de mucosite foi maior nos pacientes sob o protocolo de hipofracionamento, no entanto, sem alterações importantes na qualidade de vida. Para a avaliação de candidíase, não houve alteração”; explica Juliana Sclauser.
Sobre o protocolo de hipofracionamento, Juliana conta que ele reduz os dias de radioterapia e aumenta a dose. Com isso, os pacientes finalizam o tratamento em um tempo menor, com menos exposição ao ambiente hospitalar.
Os colaboradores que contribuíram para esse estudo são os radioterapeutas Arnoldo Mafra, Thiago Jardim Arruda, Marcelo Henrique Silva Nunes e Rafael Borges Salera; a Supervisora do Serviço de Fonoaudiologia Raquel Fabiane Nogueira e a Dentista Estomatologista e Coordenadora da Equipe Multi, Juliana Maria Braga Sclauser.
“É de suma importância evidenciarmos o envolvimento dos profissionais do Instituto em pesquisas científicas, mostrando o engajamento dos profissionais na busca de melhorias no tratamento oferecido aos pacientes”; ressalta Juliana.
Confira outra pesquisa realizada pelos pesquisadores do Instituto Mário Penna – Ensino, Pesquisa e Inovação.
Com o novo Código de Conduta do Instituto Mário Penna, reafirmamos o nosso compromisso com um ambiente saudável e seguro para todos os colaboradores. Um dos itens do código reforça a tolerância zero da instituição em relação às diferentes formas de assédio. É importante saber a diferença entre eles para que o reconhecimento se acontecer com você ou no ambiente ao redor.
Assédio Moral: Entende-se por Assédio Moral a exposição dos trabalhadores às situações humilhantes e constrangedoras no ambiente de trabalho, de forma frequente e intencional, no exercício de suas funções. Faz-se mais comum observá-lo em relações hierárquicas, autoritárias e assimétricas, em que predominam condutas negativas, relações de um ou mais chefes dirigidas a um ou mais subordinados, desestabilizando a relação da vítima com o ambiente de trabalho e a organização, forçando-a a desistir do emprego.
Assédio Sexual: constrangimento causado a alguém com o intuito de obter vantagem ou favorecimento sexual, prevalecendo-se o agente da sua condição de superior hierárquico ou ascendência inerentes ao exercício de emprego, cargo ou função.
“No Instituto Mário Penna não toleramos a prática de assédio ou importunação. A nossa conduta deve zelar por relações respeitosas e colaborativas, livres de hostilidade e intimidação. O nosso comportamento é determinante, enquanto referência no tratamento e ao combate do câncer, para o acolhimento a pacientes e acompanhantes de forma humanizada. E isso, para nós, é um valor inviolável. Estamos à disposição na Ouvidoria para conversar sobre este e outros temas”; ressalta Eduardo Magalhães, Gerente de Compliance.
Esperamos que não aconteça com você, mas caso precise, procure a Ouvidoria. A sua denúncia será sigilosa e terá todo o respaldo da equipe ouvinte.
E-mail: ouvidoria.imp@mariopenna.org.br
Ramais: 9314 / 9144
Ainda na programação especial do Dia da Mulher, o Instituto Mário Penna trouxe, na última sexta-feira, dia 24 de março, a Consultora de Imagem Elizete Magalhães, para mostrar a importância da imagem pessoal para os objetivos profissionais de cada colaboradora. A palestra também faz referência ao tema da campanha Março Lilás, “o autocuidado nunca sai de moda”.
Confira como foi o Dia da Mulher no Instituto Mário Penna!
Durante a palestra, Elizete apresentou as melhores combinações de cores e peças de roupa, além de dar dicas sobre como valorizar o corpo, se adequando ao ambiente de trabalho e ao que você quer transmitir através da sua aparência. A consultora também mostrou alguns exemplos de acessórios e composições que podem ajudar a passar mais credibilidade com a imagem pessoal. Essa também é uma forma das mulheres tirarem um momento para si e praticarem o autocuidado.
“É um assunto de grande relevância para todo mundo. Em um primeiro instante, o que causa mais impacta é a nossa imagem. Com o conhecimento e a estratégia traçada para o seu objetivo profissional, conseguimos mudar o que é transmitido através da imagem e alcançar muito mais profissionalmente”; disse Elizete.
A consultora também ofereceu um e-book gratuito sobre as combinações cromáticas para quem esteve presente na palestra. Após o momento de aprendizado, o Serviço de Nutrição e Dietética (SND) do Mário Penna ofereceu um delicioso lanche para os participantes.







