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Arquivos do Autor: Marketing

6mar2023
Autor Marketing Categorias Não categorizado, Notícias Gerais

Imposto de Renda Solidário: veja como contribuir com o Instituto Mário Penna através da sua declaração – DIRPF/2023

A Receita Federal divulgou, no último dia 27, as instruções para o envio da Declaração de Imposto de Renda Pessoa Física – DIRPF/ 2023. O prazo de entrega começa no dia 15 de março e termina em 31 de maio de 2023.

Saiba mais informações sobre quem precisa declarar, restituições e vencimento das cotas.

Maria Estélia – Paciente Oncológico

Através da Campanha de Arrecadação da Receita Federal é possível destinar, na própria declaração, até 3% do imposto devido referente à Pessoa Física para o nosso projeto “CUIDADOS PALIATIVOS AOS IDOSOS EM TRATAMENTO DO CÂNCER”, sem tirar um centavo do bolso.

Com esse valor da destinação do Imposto de Renda, o Instituto Mário Penna consegue continuar ajudando a oferecer qualidade de vida aos idosos em tratamento oncológico, por meio de um atendimento humanizado, de qualidade e acolhedor.

 

Confira o passo a passo para doar:

Pessoa Física:

No sistema da Receita Federal, opte pelo MODELO COMPLETO DE DECLARAÇÃO. Preencha o formulário (DAA), escolhendo o Fundo Municipal do Idoso de Belo Horizonte e calcule, na própria declaração, o valor a ser doado, podendo destinar até 3% do imposto devido. 

Em seguida, deverá emitir e pagar o DARF.

Por fim, é só enviar um e-mail para projetos.imp@mariopenna.org.br ,com o comprovante do pagamento do DARF.

 

Lembrando que Pessoa Jurídica também pode ajudar, doando até 1% da sua declaração. Como ela tem um prazo mais estendido para ser realizada, em breve vamos detalhar sobre esse tipo de declaração e doação.

Enquanto isso, caso tenha alguma dúvida, entre em contato: (31) 3330-9123 ou 3330-9103.

Lembre-se: A doação de uma pequena parte do seu Imposto de Renda não custa nada para você, mas ela pode salvar inúmeras vidas no Instituto Mário Penna. Pratique a solidariedade!

2mar2023
Autor Marketing Categorias Não categorizado, Notícias Gerais

Vacinação contra HPV: redução na cobertura vacinal pode aumentar casos de câncer

De acordo com o Ministério da Saúde, em três anos, a vacinação contra o HPV (Papilomavírus Humano) entre meninas de 9 a 14 anos caiu 11,27%, enquanto nos meninos da mesma faixa etária, a queda foi de 9,39%. Enquanto em 2019 a vacinação para o sexo feminino cobria 87,08% do público-alvo, a porcentagem de meninos vacinados era apenas de 61,55%. Essa redução e diferença entre as coberturas vacinais aciona um risco para o aumento de casos do HPV e, consequentemente, de câncer de colo de útero, que poderiam ser evitados. 

O HPV é uma Infecção Sexualmente Transmissível (IST) que afeta tanto homens, quanto mulheres. Ele infecta a pele ou mucosas, podendo também desencadear quadros mais graves, como o câncer de colo de útero.

O Instituto Nacional do Câncer (INCA) analisa que “80% das mulheres sexualmente ativas são contaminadas com esse vírus em algum momento da vida”. Entretanto, em alguns casos, ele é eliminado de forma natural pelo organismo, sem manifestar sintomas. Se o vírus permanecer no organismo e causar lesões, elas precisam ser tratadas para evitar o agravamento do caso e o desenvolvimento do câncer de colo de útero. 

 

Sintomas 

Em caso de permanência do vírus no corpo, a manifestação de sintomas pode ser silenciosa e demorada. As lesões podem ser imperceptíveis a olho nu, exigindo a necessidade de exames clínicos para identificá-las. Os sintomas podem aparecer de forma rápida, em poucos meses, ou até mesmo 20 anos após a infecção. 

 

Transmissão e prevenção 

A transmissão do HPV ocorre por meio das relações sexuais, seja vaginal, anal ou oral. Logo, uma das formas de prevenção é o uso de preservativos internos ou externos. Porém, essa medida não garante a proteção máxima por não cobrir todas as partes do corpo que podem ser infectadas pelo vírus. 

 

Vacinação contra HPV

Como forma de prevenção, mais de 120 países oferecem a vacina. No Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS) implementou o imunizante no calendário em 2014, disponibilizando-o gratuitamente para o público-alvo desde então. O Ministério da Saúde tem como meta vacinar pelo menos 80% da população alvo do país para reduzir a incidência deste câncer nas próximas décadas. 

O público-alvo consiste nos jovens de 9 a 14 anos devido à alta eficácia da vacina nessa idade, por induzir com mais ênfase a produção de anticorpos.

Quem deve vacinar?

  • Meninas de 9 a 14 anos e meninos de 11 a 14 anos com duas doses
  • Mulheres e homens de 15 a 45 anos vivendo com HIV/Aids, transplantados e pacientes oncológicos com três doses

Dra. Sidnéa Macioci, Ginecologista Oncológica do Instituto Mário Penna, ressalta que para mulheres sexualmente ativas, é recomendado fazer o exame preventivo de forma regular. “Mesmo as mulheres vacinadas deverão fazer o Papanicolau periodicamente, pois a vacina não protege contra todos os tipos oncogênicos do HPV”. 

O INCA recomenda que mulheres na faixa etária de 25 a 64 anos e que já tiveram atividade sexual devem fazer o exame no mínimo a cada 3 anos. 

 

O que pode aumentar o risco de permanência do HPV no organismo?

  • Ter vários parceiros sexuais
  • Parir muitos filhos
  • Baixa imunidade
  • Fumar
  • Usar pílulas anticoncepcionais por mais de 5 anos 

O INCA explica também que “a maioria das infecções por HPV em mulheres com menos de 30 anos regride espontaneamente, ao passo que, acima dessa idade, a persistência é mais frequente”. 

 

Campanha Março Lilás 

Durante o mês de Março, o Instituto Mário Penna tem como objetivo conscientizar a população sobre a importância da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer de colo de útero. Este ano, a campanha vem com o tema “O autocuidado nunca sai de moda”.

Confira todas as informações sobre o Março Lilás 2023.

2mar2023
Autor Marketing Categorias Espaço Mulher, Instituto Mário Penna, Notícias Gerais

Gravidez e amamentação durante o tratamento de câncer: saiba como funciona

De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (INCA), o câncer de mama é o mais comum entre mulheres, com 24,5% entre todos os tipos, e o que mais mata. O momento do diagnóstico traz vários questionamentos sobre o futuro, principalmente para as mulheres que desejam ter filhos, para as que estão grávidas ou para as lactantes. A Federação Brasileira de Instituições Filantrópicas de Apoio à Saúde da Mama (Femama), avalia que 3% dos diagnósticos de câncer de mama são realizados durante a gravidez.

Gravidez 

Durante o tratamento

A médica mastologista do Instituto Mário Penna, Dra. Ana Luiza Freitas, explica que antes de iniciar o tratamento do câncer é necessário avaliar em qual período da gestação a mulher está. “No primeiro trimestre, não é possível iniciar os procedimentos sem gerar riscos ao bebê. As medicações da quimioterapia, ou a anestesia geral para uma cirurgia, podem gerar malformações no feto, e até mesmo um aborto espontâneo”.

No segundo e terceiro trimestre, já é possível iniciar o tratamento. As medicações não influenciam mais na formação do bebê e, se necessário realizar a cirurgia, ela é agendada no período pós-parto. 

Dra. Ana Luiza explica também que, com o diagnóstico durante a gravidez, a mulher deve ser acompanhada pelo mastologista, por um médico oncologista e por um obstetra. “A equipe deve estar sempre alinhada. O obstetra deve programar o parto de acordo com um intervalo específico do tratamento, em decisão conjunta com os outros especialistas”. 

Pós-tratamento

A quimioterapia pode gerar dificuldades para engravidar em qualquer idade. As medicações utilizadas podem reduzir a fertilidade e, em alguns casos, adiantar a menopausa. Por isso, uma das recomendações é o congelamento de óvulos antes do início do tratamento, caso a mulher tenha o desejo de engravidar. 

A mastologista Ana Luiza Freitas conta que nos primeiros dois anos após o tratamento não é recomendado engravidar. “Nesse período deve ser realizado um acompanhamento para ver se as intervenções foram eficazes, e se não há doença residual”.

Além disso, para as mulheres que fazem o tratamento de hormonioterapia após os outros procedimentos, é necessário interromper o uso desses hormônios para engravidar. Porém, grande parte dos especialistas aconselham finalizar esse ciclo para iniciar uma gestação. 

Amamentação

Durante o tratamento

“Pacientes em vigência de quimioterapia ou radioterapia não podem amamentar”, diz a mastologista do Instituto Mário Penna. As medicações usadas no tratamento não podem ser ingeridas pelo bebê através do leite materno. Como solução, a mãe pode optar por oferecer suplementos infantis ou usufruir do banco de leite. 

Entretanto, para as mulheres que não possuem câncer de mama, a amamentação é um fator protetivo. De acordo com o INCA, durante o período de aleitamento, as taxas de determinados hormônios que favorecem o desenvolvimento do câncer de mama caem. Além disso, alguns processos que ocorrem na amamentação promovem a eliminação e renovação de células que poderiam ter lesões no material genético, diminuindo assim as chances de câncer de mama na mulher.

Pós-tratamento

O caso da amamentação para quem já concluiu o tratamento é muito pessoal. Dra. Ana Luiza Freitas relata que só é possível analisar cada caso após o nascimento do bebê. “Em algumas situações, o tratamento pode influenciar na produção de leite da mama tratada, diminuindo a quantidade, ou gerar obstrução dos ductos mamários também no seio tratado”. 

 

Fatores genéticos para o bebê 

“A chance de câncer de mama para o recém-nascido depende principalmente do sexo do bebê, já que o maior fator de risco para o câncer de mama é ser mulher. Mas o câncer de mama hereditário representa apenas 10% de todos os casos.””, explica a mastologista. 

É importante observar as síndromes genéticas nas mulheres jovens, em idade fértil. Se for o caso, ela pode fazer um teste genético que identifique alguma anormalidade relacionada ao câncer, para saber se esse gene pode ser passado para os filhos. 

Apesar desse histórico familiar ser um aspecto importante, a mastologista ainda esclarece que só pelo bebê ter passado o momento do diagnóstico e tratamento com a mãe naquela gestação específica, as chances de desenvolver câncer de mama no futuro não aumentam. 

Confira a campanha Outubro Rosa 2022 e saiba mais sobre o câncer de mama. 

10fev2023
Autor Marketing Categorias Notícias Gerais

Metástase cerebral: entenda a doença de Glória Maria

Na última quinta-feira, dia 2, morreu a jornalista Glória Maria, aos 73 anos. A comunicadora, que participou de programas da TV Globo, como Fantástico e Globo Repórter com reportagens marcantes, faleceu em decorrência de um câncer que se espalhou pelo corpo. 

Segundo informações do G1, no ano de 2019, Glória foi diagnosticada com um câncer de pulmão, que foi tratado com êxito através da imunoterapia. Logo após, a jornalista descobriu metástases no cérebro, que, através da cirurgia, também geraram resultados positivos. Entretanto, em 2022, Glória Maria iniciou outro tratamento para combater novas células cerebrais metastáticas, mas que, nas últimas semanas, parou de fazer efeito, ocasionando o falecimento da comunicadora. 

Metástase é a disseminação do tumor pela corrente sanguínea ou pela circulação linfática para outros órgãos a distância do local inicial. De acordo com o Dr. Ellias Lima, médico oncologista do Instituto Mário Penna, quando há metástases, a chance de cura é improvável. “A disseminação do câncer é um sinal de que a doença é sistêmica, ou seja, acomete várias partes do corpo. Na maioria das vezes, esses tumores são incuráveis. Se torna um caso muito mais complexo. Existem tratamentos que controlam essa condição, mas geralmente, a metástase leva a uma impossibilidade de cura”. 

Dr. Ellias Lima

Dr. Ellias explica também que há uma variedade de tratamentos capazes de gerar respostas positivas para o controle da metástase. “Tudo depende se o paciente tem condições clínicas para receber o tratamento. Se não for mais possível realizá-lo, optamos pelos Cuidados Paliativos. Mas, sendo uma opção, ele é feito de forma sistêmica, para que todas as células possam ser atingidas. Após isso, a equipe médica avalia a resposta do corpo. Se está fazendo efeito, mantemos o tratamento, mas caso haja progressão da doença, procuramos outra forma de tratar”.

No caso do câncer de pulmão de Glória Maria, existem chances maiores de desenvolvimento de metástases cerebrais. “Em geral, as células cancerígenas possuem uma predileção ao sistema nervoso central, ou seja, a uma parte que envolve o cérebro. Por isso, existem muitos pacientes que inicialmente são diagnosticados com câncer de pulmão, mas que posteriormente, descobrem as metástases cerebrais”, diz Dr. Ellias. 

Mesmo com as dificuldades do tratamento, Glória Maria passou por todo esse processo com otimismo e confiança. Em dezembro de 2021, ela demonstrou gratidão em suas redes sociais. “Esses últimos 2 anos desafiantes para todos nós, para mim tem sido especialmente inacreditáveis! Venho tentando aprender a arte de viver sem ter medo do medo! Me transformei numa FÊNIX! Venho renascendo a cada dia.”. Além disso, a jornalista se mostrou muito grata aos médicos que a acompanharam durante o tratamento. “E o mais profundo agradecimento aos meus médicos amados que me chamam de ET pela recuperação total tão rápida e extraordinária!”.

19jan2023
Autor Marketing Categorias colaboradores, Hospital Luxemburgo, Instituto Mário Penna, Notícias Gerais, Tratamento Oncológico

Conheça a Farmácia do Instituto Mário Penna

A Farmácia do Instituto Mário Penna é onde ficam armazenados todos os medicamentos e insumos para prestar assistência aos pacientes internados e dos ambulatórios.

Os colaboradores do setor são responsáveis por prestar suporte técnico às equipes médicas, de enfermagem e fisioterapia, através da dispensação e manipulação de medicamentos, os quais são feitos conforme dose prescrita pelos médicos e sob condições adequadas para o horário correto de administração. Além disso, analisam reações adversas, validam prescrições médicas, orientam os pacientes antes da alta hospitalar, realizam o controle de validade e de estoque.

A farmácia garante uma assistência completa ao paciente desde uma internação a longo prazo, até pacientes ambulatoriais em tratamento quimioterápico, sendo parte essencial no atendimento multidisciplinar oferecido pelo Instituto Mário Penna. Por isso, todo o serviço de Farmácia está disponível por 24h através do farmacêutico e auxiliares de plantão.

“O setor de Farmácia trabalha com foco na segurança e bem-estar dos pacientes, prezando por um serviço de excelência, com o objetivo de salvar vidas através deste acompanhamento”, relata Catarina Leal, Coordenadora da Farmácia Central.

A Farmácia em Números:

  • 84 colaboradores

  • 2900 atendimentos por dia

  • 30 mil medicamentos e materiais dispensados diariamente

  • 300 prescrições médicas validadas por dia

  • 5 subdivisões: Central de Abastecimento Farmacêutico, Farmácia Satélite – Unidade de Internação, Farmácia Satélite – CTI, Farmácia – Quimioterapia e Farmácia PA/SADT que atende os setores de Pronto Atendimento (SUS e Convênio).

No dia 20 de Janeiro, é comemorado o Dia do Farmacêutico. O Instituto Mário Penna agradece a todos os colaboradores que fazem parte da equipe com tanta dedicação, exercendo um papel fundamental no bem-estar e na saúde dos pacientes.

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