A Unidade de Cardiologia Intensiva (UCI), é um setor de terapia intensiva com funcionamento 24 horas ininterrupto, especializado no atendimento de pacientes portadores de doenças cardiovasculares que necessitam de assistência especializada com monitoramento e tratamento contínuo.
O serviço foi retomado na última segunda-feira (6), na Unidade Hospital Luxemburgo – Instituto Mário Penna. Localizado no primeiro andar, o setor possui 10 leitos com estrutura completa com equipamentos modernos e sofisticados que possibilitam a realização de diagnóstico e tratamento de doenças cardiovasculares, com o intuito de corrigir ou remediar situações que ameaçam a vida.
A reabertura representa um avanço na pacientes, e para aqueles que queiram procurar a unidade de saúde. Isso porque, com a tecnologia agora disponível no setor, a Instituição passa a atendimento e tratamento completo para doenças cardiovasculares.

A equipe da UCI é composta por mais de 30 profissionais de todas as especialidades da cardiologia. “São médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem e fisioterapeutas especializados, capacitados para atender desde um procedimento mais simples até um pós-operatório mais complexo”, explicou o Coordenador Médico da UCI e Médico Intensivista, Rogério Sad.





“A conclusão foi que esses aparelhos aumentam em 30% as chances de os usuários desenvolverem doenças pulmonares crônicas como asma, bronquite e enfisema. Os problemas no pulmão surgem a partir do terceiro ano de uso frequente dos cigarros eletrônicos”, explicou Rodrigo Veloso, médico Cirurgião Torácico coordenador da Cirurgia Torácica do Instituto Mário Penna.


Outro exemplo é a ação da turma da Elmaz Caminhões e Ônibus LTDA, que doou 250 quilos de alimentos da cesta básica. Essa é a terceira vez que uma ação dessa forma é feita pelos funcionários.
“Fiquei motivado porque sei o quanto é difícil esse tratamento. Quando minha família estava passando por isso, nós precisamos unir forças para comprar um medicamento que custava R$ 1 mil cada ampola. Então é muito importante doar e ajudar um hospital como o Instituto Mário Penna que atende tanta gente e que ajuda tantas famílias. É por isso que as pessoas precisam parar e pensar que um troco, por menos que seja, pode ajudar muito”, contou o jovem.