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Notícias de: Ensino, Pesquisa e Inovação

15fev2023
Autor Carolina Farah Categorias Ensino, Pesquisa e Inovação, Instituto Mário Penna, Notícias Gerais

O uso de vírus no combate ao câncer: transformando o inimigo em aliado

O aumento da expectativa de vida vem ocasionando um crescimento no número de pacientes com câncer, sendo esse um dos grandes desafios da saúde humana na atualidade, bem como um problema de saúde pública em todo o mundo. Encontrar tratamentos específicos para o cenário oncológico, que garantam uma alta taxa de sucesso e efeitos colaterais mínimos, é fundamental para melhorar a qualidade de vida das pessoas com câncer.

Os tratamentos já existentes, com um potencial curativo, limitam-se diretamente ao diagnóstico precoce do tumor. Em estágios avançados, a doença torna-se mais difícil de combater, principalmente devido à alta probabilidade de metástase (formação de uma nova lesão tumoral), determinando menor sobrevida. Além disso, os tratamentos disponíveis, muitas vezes são agressivos para o paciente e, ainda na grande maioria dos casos, exige a combinação de mais de uma modalidade terapêutica.

Uma inovadora possibilidade de tratamento contra o câncer, ainda em desenvolvimento de pesquisa, é a do “vírus oncolítico”, uma técnica que utiliza vírus capazes de matar células cancerígenas. O primeiro relato do uso dessa terapia foi registrado em 1948, quando George T. Pack descreveu o caso de uma mulher de 32 anos, acometida por melanoma maligno que, após ser mordida por um cão, foi submetida a aplicações de vacina antirrábica o que culminou no desaparecimento total do tumor. Estes entre outros casos de redução de tumores em pacientes com infecções virais ampliaram a visão da comunidade científica sobre novos caminhos para o tratamento do câncer.

Dr. Jorge Gomes Goulart Ferreira

A principal aplicabilidade da terapia com vírus oncolíticos é a utilização dessa imunoterapia viral a fim de que haja um estímulo celular no sistema imune do paciente. Nesse processo, os antígenos virais induzem o reconhecimento do sistema imunológico das células tumorais e, consequentemente, a destruição das células cancerígenas. Para garantir a segurança desta terapia, são realizadas modificações no material genético viral, excluindo genes que conferem patogenicidade (capacidade de produzir doença) e o ataque à tecidos saudáveis, bem como a inserção de novos genes com funções importantes para a terapia tumoral.

A terapia com vírus oncolíticos está ampliando a visão da comunidade científica sobre novas opções de tratamento do câncer. A aprovação de medicamentos com essa tecnologia é um grande passo para a humanidade, rumo a uma possível “cura” para o câncer. A terapia está em fase de teste e, mundialmente, algumas agências reguladoras já aprovaram a aplicação da técnica em pacientes, como é o caso da FDA (Food and Drug Administration) nos Estados Unidos, a ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) no Brasil, a EMA (European Medicines Agency) na Europa e a PMDA (Pharmaceuticals and Medical Devices Agency) no Japão.

O Instituto Mário Penna – Ensino, Pesquisa e Inovação está avaliando propostas para a implementação de uma plataforma de cultivo de células, a fim de garantir condições adequadas para o desenvolvimento de pesquisas na área de oncovirologia. A unidade, sempre atenta a novas tecnologias, visa promover estudos do comportamento das células, bem como análises pré-clínicas voltadas para a terapia com vírus oncolíticos.

 

Texto: Dr. Jorge Gomes Goulart Ferreira | Pesquisador em Oncologia do Laboratório de Pesquisa Translacional do Instituto Mário Penna – Ensino Pesquisa e Inovação. 

 

15fev2023
Autor Carolina Farah Categorias Ensino, Pesquisa e Inovação, Notícias Gerais

Instituto Mário Penna celebra Dia Internacional das Mulheres e Meninas na Ciência

No último dia 11 de fevereiro foi celebrado o “Dia Internacional das Mulheres e Meninas na Ciência”. A data visa promover e contribuir para que haja um maior acesso, a permanência e o avanço das mulheres nas áreas científicas e tecnológicas, nos mais diversos níveis do sistema educacional.

Para comemorar a data, a unidade de “Ensino, Pesquisa e Inovação” do Instituto Mário Penna reuniu suas gestoras em um bate-papo. A conversa, em formato podcast, propôs estimular mulheres que já escolheram a carreira Científica e Tecnológica a persistirem e se tornarem agentes no desenvolvimento acadêmico do Brasil. As gerentes de pesquisa Cintia Lima e Letícia Braga, assim como a Coordenadora de Ensino, Tatiana Furtado, ressaltaram a importância da formação feminina nas áreas da promoção da saúde.

Na entrevista, Tatiana Furtado traz uma retrospectiva de alguns nomes da área oncológica e, também, da saúde humana como um todo. A Coordenadora aborda as grandes descobertas de cientistas nas área da saúde, como, por exemplo, a constatação da existência dos elementos químicos Polônio (Po) e Rádio (Ra) que contribuem para os tratamentos médicos. Já Letícia Braga, Gerente de Pesquisa Translacional, comenta que sua maior alegria é poder formar profissionais que acreditam na geração do conhecimento e que aplicam o saber na prática clínica, visando assim uma melhor qualidade na assistência ao paciente. Cintia Lima evidencia ainda a disseminação do conhecimento inovador, que contribui paras as soluções e alternativas terapêuticas contra o câncer. A Gerente da Pesquisa Clínica reforça a atuação das cientistas no Instituto Mário Penna!

E para você, o que é ser mulher na ciência? O que você sempre sonhou em pesquisar e descobrir?

Confira o podcast pelo link: https://youtu.be/DbPM4SztE7w

2fev2023
Autor Carolina Farah Categorias Ensino, Pesquisa e Inovação, Instituto Mário Penna, Notícias Gerais

Unidade de “Ensino, Pesquisa e Inovação” traz um panorama científico do Dia Mundial do Câncer

Segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA), a estimativa no Brasil até 2025, é de 704 mil novos casos de cânceres. Entre os tipos mais comuns, destacam-se os tumores de pele não melanoma, de mama, próstata, cólon e reto, respectivamente. O INCA destaca que para o controle do câncer no país, as estratégias mais amplas, como a conscientização de toda a população em relação aos fatores socioambientais, também são determinantes, além de estruturais, para uma boa assistência.

Cada tipo de câncer possui peculiaridades relacionadas ao seu desenvolvimento, entretanto algumas medidas podem ser adotadas como forma de prevenção dessas doenças, de forma geral. Substâncias tóxicas, por exemplo, são liberadas no corpo durante o ato de fumar e estão relacionadas com o câncer da cavidade oral, faringe, laringe, pulmões e esôfago. Já a bebidas alcoólicas de qualquer tipo, acompanhadas ou não ao uso de cigarros, também contribuem para o surgimento da doença.

Ramon de Alencar Pereira

Estudos da UICC destacam ainda que a amamentação pode prevenir o risco de câncer, devido ao fato de que durante a amamentação as taxas de alguns hormônios que contribuem para o surgimento da doença caem. Outra forma importante de prevenção é a vacinação contra o vírus HPV, responsável pelo câncer de colo uterino, bem como a vacinação contra o vírus da hepatite B, causador do câncer de fígado. No Brasil, ambas as vacinas são fornecidas gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

Outros hábitos de vida que também podem prevenir a doença, é manter uma alimentação baseada na ingestão de vegetais, evitar alimentos ultra processados, praticar atividades físicas de forma regular e manter o peso corporal adequado. Ademais, é importante evitar exposição ao sol sem protetor solar – principalmente no período das 10h às 16h -, tendo em vista que a exposição direta, prolongada e desprotegida é um importante fator de risco para o desenvolvimento de cânceres de pele.

No que diz respeito ao Instituto Mário Penna – Ensino, Pesquisa e Inovação, estudos são realizados sempre conectados com o entendimento de que esses diversos fatores podem impactar na evolução da doença e de que cada paciente é único. Esse conhecimento de diferentes perfis de pacientes fornece elementos norteadores para atuações que possam futuramente intervir para o desenvolvimento de uma medicina personalizada.

Autor: Ramon de Alencar Pereira | Pesquisador do Instituto Mário Penna – Ensino, Pesquisa e Inovação.

Fontes:  Instituto Nacional de Câncer (INCA) | Union for International Cancer Control (UICC)

 

2fev2023
Autor Carolina Farah Categorias Ensino, Pesquisa e Inovação, Instituto Mário Penna, Notícias Gerais

Residência Médica e Especialização do Instituto Mário Penna forma mais uma turma neste mês de fevereiro

O Instituto Mário Penna investe na formação de novos profissionais e, com muito orgulho, forma mais uma turma no Programa de Residência Médica e Especialização neste mês de fevereiro. Desde 2001, o Instituto se empenha em formar médicos altamente qualificados que se tornam aptos para carregar a identidade do Mário Penna e levar uma formação humanizada por todos os lugares.

Atualmente, são capacitados pelo corpo clínico do Instituto, médicos especialistas em Anestesiologia, Cancerologia Cirúrgica, Clínica Médica, Oncologia Clínica, Cirurgia de Cabeça e Pescoço, Cirurgia Geral, Hematologia, Mastologia, Medicina Intensiva, Radioterapia e Urologia. O programa também possui o curso de formação em Ginecologia Oncológica.

Thaís Lany de Oliveira Leão

Thaís Lany de Oliveira Leão, faz parte do grupo de 39 residentes que se formam neste ano pelo Instituto Mário Penna. “Estou me formando em Clínica Médica e foi uma experiência muito gratificante para a minha vida pessoal e profissional. Eu aprendi cada dia mais com os pacientes, que foram os grandes formadores da minha profissão médica. Formamos uma família aqui no Mário Penna que envolve os colegas de trabalho e os médicos preceptores, que não medem esforços para que a gente saia daqui com todo conhecimento necessário para exercer a nossa profissão de forma exemplar”.

A missão da instituição de formar novos especialistas transcende gerações e se estende além do hospital, promovendo desenvolvimento e justiça social, contribuindo para o bem-estar da população e o desenvolvimento do sistema de saúde do Brasil. Dessa forma, o Mário Penna alcança cada vez mais espaço e faz a diferença na vida de milhares de pessoas.

“Mais uma vez cumprimos com nosso honroso dever de entregar profissionais médicos especialistas altamente qualificados para prestar assistência médica à nossa sociedade. Aos formandos, meus parabéns por todo esforço e entrega nesses anos de formação. Vocês foram atores importantes na prestação de serviço humanizado a milhares de pacientes do Instituto Mário Penna nesses anos. Desejo sorte nessa nova fase da vida e que vocês possam levar à frente todo o conhecimento alcançado aqui”; ressalta Dr. Ellias Lima, médico oncologista e Coordenador da Comissão de Residência Médica – COREME.

18jan2023
Autor Carolina Farah Categorias Ensino, Pesquisa e Inovação, Instituto Mário Penna, Notícias Gerais

Pesquisa Translacional do Instituto Mário Penna começa 2023 com novos estudos para acelerar diagnósticos oncológicos

O Laboratório de Pesquisa Translacional do Instituto Mário Penna – Ensino, Pesquisa e Inovação acaba de receber um subsídio da Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP), empresa pública de fomento à ciência, vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação. O aporte é voltado para o desenvolvimento de um painel genético para biópsia líquida (amostragem e análise de tecido biológico não sólido, principalmente o sangue) de pacientes com glioblastoma – tipo de tumor maligno que atinge o Sistema Nervoso Central e se desenvolve na medula espinhal ou no cérebro.

O objetivo do projeto é desenvolver um método minimamente invasivo, possibilitando o diagnóstico precoce da doença e monitoramento da resposta do paciente ao tratamento. A pesquisa será desenvolvida em parceria com o Laboratório de Bioinformática e Análises Moleculares da Universidade Federal de Uberlândia – Campus Patos de Minas (UFU).

No Brasil, de acordo com o Instituto Nacional de Câncer (INCA), o glioblastoma (GBM) apresenta incidência de, aproximadamente, 2,5 para cada 100 mil habitantes e, mesmo com o avanço tecnológico no tratamento e diagnóstico nos últimos anos, ainda é uma doença com prognóstico onde o paciente tem poucas chances de cura ou melhora clínica, geralmente resultando em morte nos primeiros 15 meses após o diagnóstico.

O diagnóstico de GBM é realizado principalmente por exame de imagem e biópsia sólida, onde é retirado um pedaço do tumor para análise laboratorial. Segundo Dra. Carolina Melo, pesquisadora do Laboratório de Pesquisa Translacional do Mário Penna, esse é um procedimento cirúrgico extremamente invasivo. “No contexto da saúde pública, conseguir acesso à consulta especializada, agendamento de exame por imagem após suspeita de GBM e marcação de cirurgia para retirada da massa tumoral, que servirá para o diagnóstico, pode representar um tempo indisponível para o paciente.”

Dra. Carolina Melo

A pesquisadora ressalta que, nos últimos anos, diferentes estudos mostraram que é possível detectar em uma simples amostra de sangue do paciente, o material genético (DNA ou RNA) que é liberado pelo tumor. A análise desse material permite a identificação de mutações e alterações características dos tumores. Esse novo método, denominado de biópsia líquida, tem se destacado por ser um procedimento minimamente invasivo e tem apresentado resultados promissores no diagnóstico precoce e no acompanhamento do tratamento de diferentes tipos de câncer.

O grupo de pesquisa do Instituto Mário Penna pretende fazer um estudo piloto, identificando as mutações presentes no DNA de pacientes que já foram atendidos na instituição e que cederam material da biópsia, para a pesquisa. Dra. Carolina Melo destaca ainda que a essência do desenvolvimento do projeto é a identificação do conjunto de mutações, ou painel genético, que permitirá diferenciar o tumor que é glioblastoma daquele que não é. “Para isso, utilizaremos ferramentas de inteligência artificial. Depois de criado, o painel será validado utilizando amostras de sangue de pacientes que estiverem fazendo tratamento para GBM no hospital.”

As etapas da pesquisa consistem em verificar se o material detectado no sangue corresponde ao que será encontrado na biópsia sólida e se o painel genético criado é representativo para ser utilizado na fase de monitoramento da doença, na seleção do tratamento mais adequado e, futuramente, para um provável diagnóstico precoce de novos pacientes. “Diminuir o tempo de espera entre a suspeita e o diagnóstico poderá representar uma sobrevida dos pacientes, uma vez que o tratamento poderá se iniciar mais rapidamente e de maneira personalizada”, conclui a pesquisadora.

Texto: Dra. Carolina Melo | PhD em genética humana e pesquisadora em oncologia do Instituto Mário Penna – Ensino, Pesquisa e Inovação.

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